Quando Os Magos Governam
Lora Leigh
(Magos Gmeos 02)

    Desesperada-se por evitar a unio com os gmeos perversamente formosos do Sashtain, Marinha os escapa em cada ocasio. Implacavelmente, infestam seus dias, e
atormentam seus sonhos  -  os sonhos perversamente erticos que fazem acelerar-se seu pulso do corpo com a promessa dos desejos escuros revelados e um calor sexual 
que faa arder em chamas.
    Mas quando o odiado aumento dos seculares em fora, e em magia escura tece insidioso, a ameaa invisvel para todos o que ela considera querido, descobre que 
h mais a ganhar alinhando sua magia com os magos do Sashtain do que ela pensou.
    Caise e Kai'o Sashtain, centrados somente no convencimento da jovem e inocente bruxa se enlace com eles, conseguem muito mais que anteciparam quando Marinha 
inconscientemente tece seu encanto mgico neles  -  um encanto sensual que tira deles para um vrtice de emoes revoltas, lhes forando a decises que poderiam 
alterar o curso de todas suas vidas.
    A magia escura aterroriza a terra, ningum est seguro, todo  suspeito, e confiar em seus magos com seu corao, em corpo e  alma  uma lio que Marinha deve 
aprender antes de que se perca todo
        
        Prlogo 
        
        Uma vez, faz muito tempo, houve paz nas terras do Sentmar.  Era uma poca em que no existiam Cauldaran e Covenan.  Uma poca em que somente existia a terra 
do Magick, governada os gmeos magos e seus consortes.  Mas a falta de cor sobre os tempos passados, e uma busca do poder,  fez que os gmeos magos e as bruxas consortes 
se esquecessem da primeira e principal lei escrita em sobre sua Unio.  O amor devia encher seus coraes, as unies dessa energia e os coraes apaixonados fundidos 
ao enlaar-se levavam a unio.  
        O poder no podia ser decidido pelas mentes de homens.  Inclusive embora fossem homens poderosos, j que eventualmente, amorteceria-se e cessaria quando 
o amor no esquentasse as brasas da luxria e no criasse um fogo apoiado na estabilidade e a compaixo.  
        E este dia chegou.  
        Um dia em que As unies eram decididas em apie  profundidade do poder calculado.  
        Os gmeos magos e a bruxa Consorte construram alianas eretas no sobre as suaves emocione ou os coraes compassivos, a no ser sobre a base menos sensvel 
de que deviam ser conquistados.  E o que uma vez tinha sido prazer se converteu em dor. 
        O que tinha sido visto uma vez como acoplamento de coraes, de almas e de mentes, converteu-se assim em intransigncia, em uma base para o dio e a frieza 
gelada. E esta vez continuou assim, at que ambos os magos e bruxas no recordaram por mais tempo porqu deviam esforar-se para viver dentro das mesmas terras, 
ou do fato de que sua desarmonia flua de dentro deles mesmos.  
        As bruxas sussurravam sobre o amor.  
        Os magos sonhavam podendo. 
        comprometeram-se s filhas a unies inclusive antes do nascimento, os filhos foram obrigados a escolher sobre uma base material em vez de com o corao. 
A magia comeou a vacilar e a violncia comeou a encher os castelos.  
        Em um esforo desesperado por tentar forar aos que estavam equivocados a ver, o sentinela eleito separou a suas crianas.  A bruxa escolhida se levou a 
suas filhas  terra do Covenan, mulheres de grande magia intuitiva, cheias de compaixo e fora.  
        Aos gmeos magos foram legadas por parte do mago eleito, as terras do Cauldaran, e essas terras que tinham estado uma vez em harmonia, agora foram rasgadas 
com a separao.  
        O eleito tentou ensinar a suas crianas a ser sbios e compassivos, pensando que com o tempo, veriam os enganos de suas atitudes. Em vez disso Cauldaran 
guerreou contra Covenan, dividindo ainda mais suas raas at que finalmente no houve esperana, nenhuma ocasio para realinear a magia de seus distintos gneros. 
        E a terra ficou separada, chorando por suas crianas perdidos, enquanto os seres humanos seculares cresciam em abundncia.  E se vaticinou, que a magia das 
luas as gema do escolhido se debilitaria.  E como resultado dessa discrdia.  Que a morte e a guerra chegariam s terras enquanto que a magia caa sob as mos de 
uma aliana mais escura.  
        A aliana secular e dos brotos em aumento do dio mais escuro.  
        E o temido momento chegou.  Ordens de violncia enquanto se inicia a rebelio dos seres humanos.  
        A traio, a morte e o sangue comearam a encher as terras que uma vez somente tinham sabido de paz, somente de compaixo.  
        O tempo de unir-se chegou.  Os gmeos magos  bruxa consorte.  Misericrdia, compaixo e amor unidas  arrogncia, ao poder e  fora. Do trato suave.  Um 
aumento das unies apoiadas na harmonia.  
        Mas os Seculares encontraram tambm uma aliana de poder.  Uma fora escura que foi construda enquanto  a fora os gmeos e seu Consorte diminua.  E que 
agora se mover...  
        
        
        Captulo um 
        
        
        Ali havia tal magia no Sentmar.  As luas as gema ardiam por cima, os anis de poder que os rodeavam que projetavam uma iluso perfeita de serenidade e de 
paz sobre a terra de onde Marinha as contemplava.
          Ela se inclinou contra a janela, com as mos pressionadas contra o cristal quente, seu olhar fixo posto nos anis, perguntando-se se agora pareciam mais 
brilhantes, mais fortes do que o tinham sido no passado.  
        Durante muitos anos tinham parecido to frgeis, como a magia que flua rica e quente em suas veias; havia-se sentido mais longe, fora de alcance do que 
ela sabia que deveria ter estado.  
        Era verdade que a magia tinha aumentado dos laos de magos e de bruxas?  Que o acoplamento dos gmeos magos a uma fmea de magia poderia curar na verdade 
as enfermidades de sua terra?  Se isto fosse verdade, logo seu prprio futuro seria mais precrio do que ela tinha imaginado sempre que poderia chegar a ser.  
        J a sacerdotisa escolhida, as ancis de magia feminina e a verdade se reuniram juntas para discutir sobre esta matria.  Tinham chamado sua me que se ausentou 
justamente esta ltima noite para assistir a outra reunio convocada pelas soube  e  austeras mulheres.  
        Marinha apertou seus dentes com clera ante o pensamento de tais reunies pelo fato de que to poucos tomassem as decises que afetariam tantas bruxas dentro 
de sua terra.  Tinha sido ordenado que nenhum enlace entre as bruxas e os feiticeiros do Covenan poderiam realizar-se, e que qualquer promessa de tal unio seria 
retida at que as reunies do Coven fossem finalizadas.  
        Seus punhos se apertaram quando ela se separou da janela, moveu-se atravs de seu dormitrio em um gesto de aborrecimento.  
         - Isto no vai bem, -  ela acusou, sua fria que se elevava em seu interior, rpida e quente enquanto que empurrava seus dedos agitada atravs dos cachos 
de cor vermelha dourada que caam sobre sua face.   - No emprestarei ateno a suas exigncias.  Meu futuro  meu. -   Ela grunhiu as palavras, mas em sua alma 
temia que no tivesse alternativa.  Estava cada vez mais presa com cada volta, empurrada para trs, dobrada dentro pelo mesmo feito de que ela era bruxa e filha 
da casa reinante do Sellane, e que como tal, possua a promessa de ter um grande poder.  Um poder que poderia ser preparado, que poderia utilizar-se para consolidar 
a terra contra os que destruiriam a magia para sempre.  Inclusive agora, os magos estavam hospedados dentro, visitando a em corte a sua irm, Serena.  Serena ela 
poderia trat-los.  
        A herdeira ao trono do Sellane possua um grande poder.  A fora de sua magia, embora imatura, tinha despertado freqentemente comentrios.  Consideravam-na 
no s como a herdeira ao trono, mas tambm como a herdeira de um poder profetizado durante sculos. Os lbios de Marinha se encresparam ante o pensamento do desfile 
que visitava sua irm dentro das residncias de recepo quase cada noite. 
        Gmeos magos por dzias, declarando suas intenes, impaciente por provar seus poderes ante os da princesa real, para ver se eles, com Ritual de recepo, 
ou Cortejo, poderiam reclam-la para eles mesmos.  
        Era sabido que os magos e as consortes eram escolhidos pelos mesmos deuses, mas os magos tinham aprendido faz sculos, que os alinhamentos poderiam ser foradas, 
sem nenhuma vontade dos deuses.  No importava como de poderosas fossem, nem importavam que as bruxas encontrassem harmonia dentro da unio.  Mas esses magos anteriores 
tinham desatendido tais advertncias, apenas como agora, Marinha se temia.  
        No tinha havido tal reunio para ela, embora, e ela sabia bem a razo pela que Caise e Kai'o Sashtain.  Malditas fossem sua magia e sua arrogncia, pisavam-lhe 
nos calcanhares como grandes bestas  espreita, resmungando e grunhindo a qualquer outro varo que se atrevesse a aproximar-se dela.  
        No lhe davam nenhuma paz.  Nem ocasio alguma para se separar os medos que se existiam em seu interior, simplesmente movendo-se sobre suas objees, determinados 
em sua superioridade masculina de reclam-la.  E ela no poderia no fazer nada para lutar com eles.  Isso a incomodava enormemente.  Isso ali no era nada, no 
havia nenhuma maneira de contradizer suas intenes para seu corpo.  E sua magia a tinha trado no momento em que tinham caminhado para frente.  Inclusive agora 
ela poderia sentir os esporos cristalinos de poder derramar-se em seu sangue, esquentando seu corpo, e isso que somente pensava neles.  
        Era bastante pior quando estavam perto, ento poderia sentir o calor reunir-se em seu sob ventre, lhe arrebatando a respirao enquanto que fortes tremores 
se estendiam atravs de seu abdmen. No era doloroso, embora as incmodas sensaes eram altamente irritantes.  O que a enfurecia de verdade, era que isso somente 
ocorria quando esses odiosos gmeos do Sashtain estavam perto.  
        Em apie a esta reao, sua me, a rainha e a sacerdotisa da Matriarca atribuda ao castelo tinham sugerido, que ela desse aos magos uma ocasio de provar 
suas intenes, para determinar se poderiam unir-se suas respectivas magias. 
         - No. -   Ela lutou para empurrar a pesadez de seus membros a um lado, e ignorar o calor que crescia entre suas coxas, umedecendo os lbios inchados de 
sua vulva, sensibilizado pelo silencioso amontoado de nervos ocultos dentro de suas dobras.  
        Ela caminhou por sua residncia, inteirada de que o aumento do nervosismo em seu interior se devia muito  determinao dos peraltas gmeos. Ela no encontrava 
paz alguma, ao igual a ocorria dentro de seus sonhos, ali no havia paz alguma.  Somente existiam Caise e Kai'o.  Somente existia a fome que fazia dobrar-se s sombras 
e as lembranas de medo e de dor. 
        Pressionou sua Palmas sobre seu estmago, lutando contra a presa do medo atingindo em seu interior.  Os longos pregas de seu vestido raspavam contra sua 
carne com cada movimento, roando-a endurecendo seus mamilos, extraindo um grito de assombro de seus lbios.  
         - No permitirei que isso acontea, -  jurou ela, sua respirao soou desigual, sua voz spera enquanto que lutava para recuperar o controle. Ela poderia 
senti-los. Os muito bastardos, estava segura que utilizavam sua magia para atrai-la a eles. Nenhum desejo ardente e incontrolvel como este podia ser outra coisa 
que o resultado de um plano malvado.  
        De algum jeito, os gmeos tinham aprendido o secreto do controle, de possuir pensamentos e mentes de outra pessoa e de forar seus desejos a emprestar ateno. 
Tal magia estava contra todos os mandatos de todos esgrimidores de magia.  Estava proibido.  Era presidirio com a morte. por que, dizia-se que havia magos treinados 
para procurar a tais usurios pervertidos do poder e para destrui-los.  Mas, o que a outra resposta podia haver?  Seu corpo e sua magia se elevava para os magos, 
apesar de seus prprios desejos.  Assaltavam sua mente, roubando-a.  No o permitiria.  Ela a tinha lutado com os medos durante anos, esforando-se por ser o guerreiro 
que sempre tinha sonhado sendo.  
        Ela lutava contra os seculares, tinha-os derrotado, todos vares, e se tinha rido em sua faces de seus sorrisos cruis e ganho confiana.  Sua folha tinha 
provado seu sangue e sua vingana tinha encontrado fora com suas mortes. No era nenhuma insensvel prostituta a que se pudesse manipular to facilmente.  Era uma 
princesa da casa reinante do Sellane.  
        Sua magia era poderosa. Era uma parte dela, e lhe pertenceria para sempre.  No aos caprichos deles.  Abriu a porta de seu dormitrio, os fogos da clera 
se queimavam em sua mente enquanto sentia a ardente onda de magia estender-se em seu interior, enchendo sua mente e sua alma quando ela avanou, no, caminhou.  
        Ela no fez nada to fraco movendo-se sem apressar-se, deslizou-se atravs dos silenciosos corredores, movendo-se pelo castelo at que chegou  asa vizinha 
que os magos tinham tomado para sua estadia.  
        Ela lhes diria agora, demonstraria-lhes, que no era nenhuma fmea frgil mental que se ajoelharia a seus ps e os adoraria acreditando-os todo poderosos. 
Parou uns momentos antes de chegar a sua porta, enfurecida, com as ardentes sensaes de sua fria atingindo atravs dela, fazendo sua sensao aumentasse, poderosa, 
segura.  
        No era nem mais, nem menos que o que os seculares tinham odiado.  No a controlariam.  Seu punho atingiu na pesada porta, atingindo-a com sua exigncia 
sem fazer caso da spera picada que trouxe esse movimento. No lhe importou a dor. Tinha-o suportado ainda pior.  E estaria ainda pior antes de que esta semana acabasse. 
        As portas duplas e largas foram totalmente abertas por uma mo invisvel, a magia impulsionava a ao enquanto seus olhos se estreitavam com desprezo ante 
tal indolncia. Ela irrompeu na residncia, levemente enfurecida.  
        Um homem verdadeiro, um mago verdadeiro no utilizaria tal exibio. Ele se apresentaria assim, dando a boas vindas a suas hspedes cara a cara e apresentando-se 
... Doce e compassiva Matriarca!  Ela ouviu as portas fechar-se de repente detrs dela, a respirao se obstruiu em sua garganta e seus clitris pareceu gritar de 
arrebatamento.  
        Estavam quase nus, to s levavam uns tanga um pouco apertados enquanto lutavam no centro da residncia.  
        A carne nua, escura bronzeada cintilou sob do resplendor de centenas velas que ardiam nas paredes enquanto que eles a olharam fixamente desde sua postura 
assediada.  
        Os msculos grossos se avultavam em seus braos e pernas enquanto que lutavam ambos, tanto fsica como magicamente.  O ouro e o azul aoitavam os filamentos 
de poder que palpitavam ao redor deles, endireitando-se, os pequenos demnios crepitavam atentos na destruio.  Os olhos cor dourada e azuis a olharam com divertida 
indulgncia, suas ndegas nuas estavam apertadas em combate para manter suas posies apesar de sua presena.   
         - Deveramos saud-la, -  disse Caise, seus olhos estavam cheios de dourado e de risada, mofavam-se de seu irmo enquanto ela reparava na tenso com que 
cada homem sujeitava no outro seu antebrao.  
         - por que?  Ela nunca nos sada,  - Kai'o grunhiu movendo-se repentinamente, seu tornozelo se enganchou ao redor de seu irmo rapidamente quando se moveu 
para lan-lo bruscamente ao cho. 
         Caise contra-atacou com uma onda da fora, separando-se de sua presa enquanto sua magia se movia para bloquear a seu irmo, tecendo rapidamente atravs 
dos filamentos que Kai'o enviava para dispar-lo contra sua perna poderosa.  Kai'o no se moveu muito logo, saltando para trs e a um lado enquanto enviava sua prpria 
magia para contra-atac-lo.  Como um relmpago movendo-se atravs do cu em uma batalha verdadeira, um com outro, os lhes poder arcos coloridos de brilhante poder 
se endureceram e crepitaram antes de que os irmos estivessem nisso de novo.  
        Tal fora.  Marinha somente poderia olh-los fixamente com assombro e os olhos exagerados enquanto lutavam no s como magos, mas sim como guerreiros.  Guerreiros 
poderosos, mgicos, to eternos como a terra mesma, to fortes como a montanha que os viu nascer.  
        Ela poderia sentir sua prpria magia o elevar-se em seu interior, raiando-se a ela endurecendo j seus mamilos, inchando seus clitris mais ainda, enviando 
o odiado calor, sedoso que se transbordava entre suas coxas enquanto sua vulva se apertava em uma resposta instintiva.  Desejo.  No, ela no poderia sentir nenhum 
desejo por tais criaturas.  Certamente, inclusive em meio de sua batalha, realizavam sua escura magia contra ela.  
         - Ela teria podido trocar opinio com respeito a nosso jogo, -  Caise precisou enquanto que ele cansava a seu irmo com uma barra particularmente forte 
do poder dourada.  Kai'o grunhiu zombador.  
         - Se e os seculares entregaro suas armas amanh. -   Marinha bufou silenciosamente.  Pelo menos ele no era um mago estpido.  Era seu medo maior que sua 
arrogncia fosse somente ignorncia mau se localizada.  O qual no era necessariamente uma boa coisa, ela se disse com um arranque de preocupao.  
         - No sei, Kai'o. -  Caise moveu bruscamente se separando-se enquanto o p de seu irmo conectava quase com seu queixo.   - Parece-me um pouco descorts 
no lhe fazer caso.  Ela est esperando pacientemente, depois de todo. -   Marinha no podia fazer mais que fixar seu olhar cheia de confuso na impressionante avultao 
entre suas coxas que se estendeu no momento em que lhe jogou uma olhada.  Aye, ela tinha sido elegante ao rechaar suas intenes, verdade?  depois de todo, no 
eram nenhum vares frgeis, em fora ou como homens. 
         - Deixa-a esperar. Ns esperamos semanas.  Y... no permitirei que voc... distraia-me. Maldito trapaceiro. -   Kai'o amaldioou quando Caise piscou os 
olhos um olho para ela audazmente um segundo antes de que a magia de seu irmo tomasse suprema vantagem de sua distrao e serpenteasse furiosamente ao redor dele. 
A surpresa e a mortificao encheram sua face antes de que ele se riera entre dentes energicamente quando o prprio Kai'o foi confinado tambm por sua magia.  
         - Acredito que terminamos de novo esta batalha em um empate. -   A voz do Kai'o agora soou divertida enquanto que ainda estava em p ante seu irmo.   - 
Um dia, Caise, vacilar por sua face de fascinao e perder do todo. -   
        Os lbios de Marinha estavam abertos enquanto a insultante frase saa os lbios do mago.  Ela cruzou os braos se sobre seu seios enquanto os olhava impressionada, 
no  sabendo se estava mais incomoda pela ira que a enchia a ou pela magia que pulsava em seu centro.  
         - Princesa Sellane. -  Caise se inclinou majestosamente, seu brao varria ante ele em uma exibio totalmente divertida de respeito.   - A que devemos o 
prazer de sua visita.  Vestida com nada mais que seu roupa de dormir e seus formosos olhos violetas, furiosos. -   Ele se endireitou arrogante.  Mas pelo menos ele 
a julgava digna de uma saudao.  
        Seu irmo, irritante como era, riu simplesmente em sua face ante seu descontente enquanto se movia atravs da residncia para a jarra e os copos de cristal 
situados na madeira Lisa, escura da barra situada no outro lado da residncia, e vertia um pouco de bebida.  
        Ento por que tinha vindo a sua residncia?  Ela olhou fascinada ao Kai'o, seu olhar fixo se deslizou de novo de seus ombros largos, que reluziam, at a 
perfeio de seu peito musculoso e ao abdmen apertado, perfilado.  
         - Voc  um falso. -   Ela atingiu com seu p, sua raiva que se estendia mais rapidamente, mais quente, chamuscando-a dentro de seu poder enquanto sentia 
sua magia aoitar atravs dela.  Acontecia cada vez que estavam perto.  A debilidade em seu estmago, suas coxas, a onda do poder que a fazia estremecer-se, incapaz 
de retomar o controle que uma vez havia possudo de forma to natural como sua prpria respirao.  Era uma loucura.  
         - Falso? -   Kai'o levantou uma sobrancelha com enfurecedora zomba enquanto que seus lbios se curvavam para cima.  Seus lbios eram fortes, cheios.  Lbios 
que a haviam tocado em sonhos... 
         - Pensa que sei no o que est fazendo? -   ela mordeu as palavras, aterrorizada repentinamente pelo poder que dirigiam contra ela.  Se ela no poderia 
controlar algo to simples como seus prprios presentes inatos, ento como podia escapar sempre suas conexes?   - Conheo-te pelo que , -  ela disse com desprezo. 
- Est utilizando os presentes escuros contra mim, roubando minha mente e minha alma. No permitirei essa atrocidade. Est proibida. Est por debaixo do desprezo, 
igual a para um mago irmo. -   Agora ambos a olharam fixamente ela com idnticas expresses de surpresa.  
         - Por tudo o que  sagrado. -   Kai'o deixou de repente seu copo  barra enquanto que franzia o cenho para ela escuro.   - Sabia que no devia abrir essa 
porta.  Sabia que era uma loucura. -   Ele jogou um olhar acusador a seu irmo.  - J est contente agora?  Agora somos demnios sados dos mesmos infernos que tentam 
roubar sua alma. Roubaremos os doces aos crianas depois? - .
         - Bem, havia uma jovem da Harka a estao passada. -   Caise franziu o cenho com todo seu ar pensativo era evidente.  
         - Compassivos sentinelas, a pequena bruxa me atingiu com um pau excessivamente grande, -  Kai'o amaldioou cheio de assombro.  - devi me carregar ao pequeno 
gremlin em vez de s lhe tirar o doce. -   
         - No o faria. -  Marinha podia olhar fixamente somente para eles incrdulamente.  No tomavam nada seriamente?  Os olhos do Kai'o estreitaram.  
         - Utiliza um pau contra mim, minha pequena tentadora, e o usarei tambm, como ela deveu fazer em vez de perder seu banquete.  
        Eram todas as fmeas to irracionais? Ou havia ela de fato perdido sua mente?  O que era o que estava mal nela? No era nenhuma animalillo indo em manada 
com as outras, nem era ela to estpida quanto a enfrentar-se a qualquer que ela acreditasse poderia dirigir os presentes escuros.  Onde havia ento pirado sua prudncia? 
        Ela estava em suas residncias, vestida com somente roupa de dormir, com seu corpo que zumbia, sua magia aoitando no s atravs de seu corpo, a no ser 
nas profundidades que palpitavam de seu sexo, a dor atingindo-a com uma fome que no tinha nenhum sentido, que a aterrorizava nas partes mais profundas de sua alma 
de mulher.  
        Ela no era a criana frgil que tinha sido anos antes. No estava indefesa.  por que ento por que estes dois a debilitavam assim?  
         - Marinha. -   A voz do Caise era um grunhido duro, irritado, o cenho que enrugava suas sobrancelhas no era devido  fria entretanto e muito  irritao. 
- Este dia foi exaustivo, e como pode ver, a noite caiu e se est fazendo tarde.  A menos que tenha uma razo com exceo dessas acusaes para estar aqui, melhor 
ser que te parta. -   Ele falou como se ela estivesse mais, como se sua clera, sua confuso no lhe importassem. 
        Ela o olhou fixamente completamente, s estava distantemente inteirada de que Kai'o se transladava ao outro lado da residncia, saindo fora de sua linha 
de viso enquanto que ela olhava a seu irmo.  
         - No sou nenhuma idiota para ser despedida desta forma, -  disse ela com fria.   - Agora saberei o que me tem feito.  Porqu deve atormentar no s meus 
dias mas tambm meus sonhos.  Permanece fora deles, porque isso  muito necessrio e seu s a vista me enfurece , tanto se estiver acordada como se durmo. -   Ele 
sorriu, uma curva travessa de seus lbios que mostraram seus dentes no borda.  
         - Tal inocncia, -  ele suspirou, seu olhar fixo a olhava com suavidade, seus braos se flexionavam com um ondulao duro do msculo enquanto lhe fez frente 
com seus punhos apoiados em seus quadris esbeltos.   - Vem mim, princesa, e te demonstrarei uma padre para essas imagens travessas, malvadas tal e como buscas em 
seu sonho. -   
        Ele se manteve ante ela agora olhando-a, seu olhar era fixo faminto, enchendo a de calor enganoso e de fome travessa.  Embora, ela viu muito mais que isso. 
Viu o ajuste do pano entre suas coxas, inchado pela longitude de seu membro que pressionava contra a pele animal escura, parecendo grosa, larga, uma arma que pensava 
evitar a toda costa. Ela se manteve se desesperada agora por fugir, amaldioando sua prpria insensatez ao vir a eles.  
        O passo rpido a levou contra seu dura e ardente, inclinao, o duro corpo que bloqueava sua sada. 
        Marinha se girou rapidamente, um grito saiu de seus lbios, o medo que lhe roubava sua prudncia enquanto ela fazia frente ao amplo peito, sentindo a secura 
da transpirao na carne de bronze perfeita ao olh-lo com sua face levantada, com seu olhar fixo capturado, presa pelas profundidades de pedra do azul que a examinavam. 
        Ele a manteve a seu lado lentamente como se estivesse disposto a deix-la partir. Entretanto estava presa.  Ainda presa do medo, ela se assegurou disso, 
embora sabia que era de fato muito mais.  No era o medo o que fazia a sua base mais profunda esquentar-se, a sua matriz ondular-se com uma fome estranha que ela 
sabia que somente existia quando estes dois estavam perto.  
         - No te mantenho prisioneira, princesa, igual a no te chamei aqui.  Mas quero que saiba isto. -   Ele baixou sua cabea at que seus lbios estiveram 
alinhados quase sobre ela, seus olhos a mantinham cativa enquanto ela lutava por respirar, por inalar o ar no tingido com uma fragrncia de sndalo e de especiarias 
assim como da essncia masculina escura, quente. -Se vier a esta residncia outra vez, sem acompanhantes, vestida somente com um tecido to transparente que posso 
ver a doce perfeio de seus pequenos mamilos duros e os cachos suaves de cor vermelha - dourado e a avultao situada debaixo deles, ento mulher encontrar de 
fato a razo para nos temer.  Agora, se no desejar aprender essa lio esta noite, sugeriria-te partir. -   
        Cada palavra pronunciada era um grunhido forte, spero que a fez encolher-se, e mover-se para trs longe, s para ser parada pelo que ela sabia era peito 
do Caise detrs dela. Nenhum brao a rodeou, com todo ela estava imvel enquanto as mos do Kai'o alcanaram, as partes posterior de seus dedos esfregaram contra 
os mamilos que estavam de fato duros.  Inchados e sensveis.  
         - So como pequenos bagos doces, -  sussurrou ele, seus olhos azul plido se elevavam para os seu quando ele agarrou um entre o polegar e o ndice, esfregando-o 
sensualmente, asperamente, enquanto seus olhos se exageravam mais pela sensao que se estendia atravs dela.  
        Um gemido que soou mais a necessidade que a medo como ela sabia que deveria ser, surgiu de seus lbios enquanto ela sentia as mos duras afagar-se em seus 
quadris, estabilizando-a, aproximando-a durante um breve instante antes de separar-se de novo.  
         - Vai-te, pequeno pssaro, -  Caise sussurrou seductoramente, o som de sua voz da secura de seus lbios, enviando labaredas de resposta atravs de seu corpo 
quando ela tremeu antes deles.   - Vai-te e vai-te rapidamente antes de que o aroma de seu doce sexo me tente alm da precauo que meu irmo tenta me inculcar diariamente. 
Ele pode estar disposto a esperar, mas eu estou faminto...  -   
         - Basta. -  Ela se separou longe, evitando os duros corpos, esquente enquanto ela lhes fez frente de novo, seus lbios estavam tremendo, com a confuso 
enchendo sua mente, seu corpo.   - No permitirei que me manipule. Nem permitirei que me engane.  Deixem meus sonhos em paz.  Deixem minha mente em paz.  No nome 
de todo que seja Compassiva, me deixem tranqila. -   Ela no derramaria lgrimas, jurou-se. No pediria. No cairia de joelhos ante estes dois, no se emprestaria 
ouvido suas reclamaes. Ela lutaria contra elas, traindo sua promessa a si mesmo de que ela nunca se renderia ante sua arrogncia ou ante a ameaa de seu contato. 
        Mas se tinha partido. Como se os mesmos demnios dos abismos estivessem a seus calcanhares, perseguindo com ferocidade ambiciosa sua suave carne.  Igual 
como os gmeos perseguiam sua alma. Quando a porta se fechou de repente atrs dela, as paredes do castelo voaram detrs ela, em sua alma Marinha soube que podia 
ser que nunca conseguisse escapar de verdade. 
        
        
        Captulo Dois
        
        
         Caise Sashtain levantou sua sobrancelha com expresso divertida enquanto jogou uma olhada para seu irmo, sabendo que Kai'o sentia os fibras de poder feminino 
ainda dirigir-se para eles, agarrando-se aos filamentos frgeis de sua prpria magia como se sentisse repugnncia s em parte.  
        Ah, mas se somente a esgrimidora desse poder sentisse a mesma repugnncia sem o assalto do medo. A surpresa de suas paixes lhe faria certamente passar uma 
noite muito mais quente que a que eles passariam indubitavelmente ss.  No era exatamente apropriado tomar a um amante dentro do castelo da bruxa que algum cortejava 
atualmente, ele se recordou com um suspiro silencioso.  
         - Pelo menos ela no nos amaldioou outra vez. -   Kai'o flexionou seus ombros contra a tenso ainda que se envolvia sobre eles, um pequeno cenho enrugava 
sua face escura enquanto que se moveu de novo para a barra para preencher o copo do que ele tinha bebido.  Caise grunhiu com seu comentrio.  
         - Ela  to receptiva a nosso jogo como sempre, -  ele grunhiu, com a clera fervendo em seu ventre enquanto que olhou a seu irmo.   - Estamos perdendo 
um tempo precioso neste castelo infernal neste tolo encargo ao que os sentinelas nos enviaram. Ela no est mais disposta agora a permitir uma vinculao do que 
o estava a nossa chegada.  Estou cada vez mais cansado de persegui-la e de que oculte suas prprias necessidades. -   
        Ele alcanou se tornou para trs, atirando da fita de couro que mantinha  recolhidos as largas mechas de seu cabelo loiro enquanto sentia a tenso que tambm 
se elevava na residncia.  Era igual, cada vez que ela estava perto.  To formosa de face e do corpo como era, teria se sido surpreso se no houvesse sentido nenhuma 
excitao, mas o que o surpreendeu que era a clera que o enchia cada vez que ela encontrava uma razo para lanar mais acusaes sobre suas cabeas.  No era que 
a maior parte no fossem incorretas.  No obstante, at doam.  
         - Magia adulterada, -  ele bufou na acusao, sentindo a espetada da conscincia com um cenho.  
        Kai'o ainda olhava fixamente para a porta, sua expresso era mais reflexiva que zangada.  Estava claro que ele viu o desafio na mulher, onde Caise poderia 
imaginar somente as conseqncias realmente de tom-la como Consorte. 
        A magia adulterada ento seria a menor de suas acusaes.  Ela se iria provavelmente a casa a sua me a rainha, gritando cheia de horror por seus desejos 
em vez de suspirando com dita como o tinha feito sua irm freqentemente quando seus magos consortes estavam perto.  
         - Ela seria a companheira perfeita, se consegussemos ir alm de seus medos. -   Kai'o finalmente se encolheu de ombros, obviamente no fazendo caso do 
olhar de horror do Caise.  
         - Certamente deve estar brincando verdade? -   Caise grunhiu, surpreso que tais palavras pudessem sair dos lbios de seu irmo.  
         - Ela nos qualificou como estranhos e no deseja inclusive saber de nosso tato. Os deuses a prohban deve aprender realmente de nossas prticas mais extremas. 
Ela estaria catatnica de terror escarpado somente. -  mas o pensamento disso devia admitir, tentava sua luxria.  Com seus olhos violetas brilhantes cachos beijados 
pelo sol de cor vermelha dourada, e um corpo que tentaria inclusive a mais forte de guerreiros, ele se absolveu de sua luxria.  
        Mas ele nunca se esqueceu do fato do todo importante de que a princesa Marinha devia ser dirigida sempre suavemente.  Era bastante para fazer a um guerreiro 
crescido choramingasse com o pensamento.  Ela no era estritamente falando uma virgem, a no ser um ser virginal marcado com uma cicatriz. Uma que tanto em corpo 
como em mente no tinha conhecido nada exceto de terror a mos de gmeos.  
        Esses assaltantes no eram gmeos magos, porque nenhum nobre filho da linha dos sentinelas se atreveria to a maltratar a uma mulher.  Mas tinham sido gmeos 
no obstante, e o horror que ela tinha conhecido durante sua desgraa tinha marcado para sempre a alma de sua mulher.  
        Era uma vergonha, ele pensou, entristecido por esse conhecimento. Cada vez que ele a olhava, poderia ver as contuses, as cicatrizes na alma que ela levava 
e o borda escuro da dor sombreada que seguia sua aurola.  Ela era uma mulher atormentada pelo passado, e ele temia que a profundidade desse tortura nunca permitisse 
conhecer o prazer verdadeiro.  Pelo menos, no os prazeres mais escuros que teriam podido lhe mostrar.  
         - Acredito que talvez a nossa encantadora Marinha a poderia persuadir com a experimentao de um pouquinho dos desejos mais escuros, -  Kai'o lhe informou, 
com sua voz suave enquanto levantava seu copo a seus lbios para tomar um sorvo do vinho menos potente.   - Se nos aproximarmos dela corretamente. -   
        Caise no poderia acreditar que seu irmo se atrevesse a sugerir tal coisa, no aqui, dentro do santurio do castelo do Sellane.  Os amparos de magia eram 
fortes na porta de cada uma das princesas restantes.  
        A herdeira evidentemente, Serena, tinha includo a seus prprios protetores pessoais em suas residncias, mas a princesa Marinha, cujos poderes ainda no 
estavam do todo enfocados, ainda debaixo da barricada de seu medo, ainda dependia muito de magia de sua me. Uma me que atualmente estava nas montanhas dentro do 
templo da Matriarca.  
         - Seria um risco, -  Caise murmurou.  - Se lembrana corretamente, havia vrias queixa enviadas ao Conclave sentinela com respeito  invaso por parte dos 
Veraga das residncias de princesa Brianna durante seu cortejo. -   
         - Os sacerdotes do sentinela no fizeram nada mais que recolher  as queixa que a me da rainha apresentou, -  Kai'o precisou.   - Conforme o indicado, nenhuma 
magia poderia deslizar-se alm das residncias protegidas a menos que a princesa o desejasse. So residncias feitas para defender somente contra os que machucariam 
as filhas reais.  Ns no lhe desejamos nenhum mal. -   
        A fome imprudente que refletia nos olhos de seu irmo era preocupe-se.  Kai'o tinha sabido que Marinha era a bruxa que tinham visto nas vises durante a 
ltima dcada.  As feies sombreadas dela, seu corpo flexvel, ele meditava pouco exceto a fome excepcional que flua dela enquanto ela ficava ao limite ante ele, 
arqueando-se ante seu tato.  
        Caise sentia a seu corpo apertar-se, seu membro inchando-se com luxria de novo.  Doce misericrdia, mas v-la desamparada ante deles, gritando de necessidade, 
com seu corpo e fomes flexveis submetida a  suas exigncias.  
         - Cruzar os amparos no ser fcil, -  ele advertiu ento a seu irmo.   - Sua me a rainha ter protegido as residncias contra essa magia que possa deslizar-se 
alm de seu amparo de novo.  Ela  incrivelmente protetora com esta filha. -   Mas o pensamento de tais paixes sem realizar...  Ele poderia sentir sua luxria elevar-se 
como uma tormenta, aoitando atravs de seu corpo, acelerando suas paixes, seu poder.  
         - Sua me, a rainha, pode proteger somente contra o que ela saiba, -  Kai'o ento precisou.   - Ela no pode proteger a sua pequena filha contra coisas 
das quais ela no tenha nenhum conhecimento. -   
        Caise franziu o cenho a seu irmo enquanto que ele expressava a sugesto.  A implicao estava clara, mas poderia faz-lo?  No haviam, como ela tinha acusado, 
utilizado os poderes mais escuros para invadir seus sonhos. De hav-lo feito, ela nunca teria encontrado o valor para lhes fazer frente com tal fria certamente. 
Era, sem dvida, um mau assunto.  
         - H um risco, -  ele murmurou, dando-a volta para caminhar para as largas janelas, que dominavam a sala de recepo de suas residncias.   - Ela tem profundas 
cicatrizes, Kai, igual a medos. -   
         - H muito mais risco em estar como estamos, -  Kai'o a seguir suspirou, com cansao evidente em sua voz, nas vibraes de sua fome.  - Ela teme o poder 
e a fora masculinas, Caise. No teme sua prpria capitulao. Talvez devemos comear por a. Ela no pediu ser atacada, ser mantida contra sua vontade enquanto 
sua alma de magia e de mulher gritava  cheia de  agonia.  No h agonia, nenhuma dor quando se alinham os poderes, e voc deve admiti-lo, sua magia satisfaz muito 
 nossa. -   Isso era mais que claro.  Inclusive agora, transcorridos vrios minutos depois de sua sada precipitada, poderiam sentir a presena frgil de seu poder 
persistente enquanto que unia com esses filamentos perdidos os prprios.  
        Era um fato incomum, um que conforme informavam os gmeos da Veraga no tinham experiente at depois da vinculao com seu Consorte.  Caise apertou seu queixo, 
vendo seu prprio reflexo na janela enquanto que ele olhava fixamente a escurido mais  frente.  
        Seus olhos de dourado eram singulares, igual a ocorria em meio dos gmeos menos que tradicionais de mago.  A reflexo de poderes nicos tinha sido comentada 
freqentemente, mas nunca se havia recavado nela.  O sentido inerente do isolamento que cada mago sentia com respeito a sua magia ampliou sua curiosidade.  Do mesmo 
modo, os olhos azuis plidos do Kai'o eram indicativos de seus prprios poderes.  Se se revelassem seus secretos, ento seriam vistos somente com medo, com agitao. 
O ouro e o azul plido entre as seitas mgicas no tinham sido vistos em muitos sculos, certamente antes da separao da bruxa e de gmeos, que os poderes inerentes 
neles tinham sido esquecidas tambm, mas no para uns poucos escolhidos. E esses poucos escolhidos estavam ainda mais interessados em guardar os secretos do Sashtain 
do que o estavam os mesmos Sashtains.  
         - No haveria maneira de remontar o poder, -  Kai'o precisou.  
         - Poderamos nos deslizar dentro, debaixo do protetor da rainha, e ver que prova a nossa pequena princesa.  No estou sugiriendo que ns a incomodamos. 
Simplesmente digo que se lhe dermos a ocasio... escolher o prazer? -   travessa, imprudente, o sorriso sugestivo escuro do Kai'o fez ao Caise fazer uma careta. 
Poderiam conseguir ser s to afortunados de que ela sentisse a necessidade de fazer isso.   - Ela,  obvio, no suspeitar, -  Kai'o continuou.  
         - Apenas pois ela tem estes sonhos faz muitas semanas.  Mas cobrir nossas pistas deve ser bastante simples uma manobra. -   Era assinalar o bvio que seu 
irmo pensasse isto, surpreendia ao Caise muito pouco.  Kai'o provava sempre os limites de sua magia, muito mais freqentemente do que Caise o fazia.  
         - No tem que me convencer, -  ele finalmente grunhiu.   -  bvio que os meios com exceo de nosso encanto e estado como magos e guerreiros sero necessrios 
para ganhar sobre a princesa Marinha.  Preocupo-me somente por ela por seus medos.  Vejo as cicatrizes que enchem sua alma, Kai.  ... perturbam-me. -   
        A diferena de muitos magos, certos poderes que possuam eram somente seus prprios, e no facilmente acessveis pelo outro irmo.  No era nada que tivessem 
precisado obter, era simplesmente um dos caprichos de suas personalidades distintas, contudo compartilhando certos traos.  Eram indivduos, apesar de seus enlaces. 
A diferena dos gmeos da Veraga, no poderiam intercambiar seus poderes, usando os do outro como se fossem os prprios. Estavam confinados somente aos poderes que 
possuam.  Mas essa magia era mais profunda, mais escura, e em muitos, muitos casos, mais forte que a do mdio dos gmeos.  Havia somente dois outros mais forte 
que eles, e Caise no lhes invejava a responsabilidade de tais presentes.  
         - Estamos, ento, de acordo? -  Kai'o perguntou cuidadosamente.  Caise podia sentir a tenso de seu irmo, sua fome por tocar o Marinha sem impedimento 
algum.  Ele inspirou em uma profunda, respirao cheia de fortaleza.  
         - Estou no acordo, -  ele murmurou, pesando nas vantagens assim como nos riscos desta empresa.  A satisfao que ganharia poderia ser grande, enquanto no 
cruzassem a linha e no lhe tentassem os poderes fora de seu controle. Se no, poderiam despojar a da fora que sua magia possua.  
         - Procederemos com precauo, -  Kai'o lhe assegurou.   - Ela deve vir a ns encontrar sua verdadeira satisfao feminina.  Mas h formas, irmo, de tentar 
a esse viaje sem estragar a doce colhe.  Seduziremos simplesmente o inseducible.  Esta  certamente uma busca em que podemos triunfar -   No havia nenhuma dvida. 
Tinham-no feito bem antes.  Caise cabeceou agudamente.  Os obstculos pareciam muito mais altos sempre antes, depois se levantariam os riscos cada vez que tentassem 
a tal uso extremo de sua magia.  Investigar nos lados mais escuros da paixo, ou da luxria, nunca estava sem o devido pagamento.  
         - Ento o prepararemos. -   Caise se reservaria o julgamento quanto aos mritos desta viagem at que o primeiro passo tivesse terminado.  
         - Quando  comeamos? -  
        
        
        Captulo Trs
        
        
        Era um jardim paradisaco.  Um sonho, as cores, inclusive os aromas eram mais vivos, mais claros, como se ela existisse dentro dessa realidade em vez de 
ser uma fantasia de inimaginvel beleza.  Profundamente dentro de um vale abrigado dentro das montanhas, ela encontrou o vale dos sonhos.  Poderia somente ser ali 
que existiu tal beleza.  dizia-se que somente dentro desse claro especial a alma encontrava seus desejos mais profundos.  E dentro dele, ela encontrou o jardim de 
Nirvana.  
        Ela inalou, uma inalao lenta, notando os aromas profundamente em seu interior quando fechou os olhos e escutou a cano suave dos pssaros, o sussurro 
dos caws, a chamada profunda de bartono aguda do macanar. Estavam todos ali, as criaturas fantsticas conhecidas somente nas lendas, suas plumas brilhantes que 
fluam na brisa pois o som de suas canes encheu seus ouvidos.  Misericrdia doce, que prazer ali devia encontrar nos sons.  
        Ela no tinha sabido de nenhum outro que tivesse encontrado jamais este lugar, em sua busca atravs das montanhas, ou dentro de suas viagens inconscientes. 
dizia-se que somente ao merecedor lhe era permitido jogar uma olhada ao paraso do Sentmarian.  Somente aquele ao que os deuses favorecessem poderia encontrar os 
campos cheios de flores. E em tais flores abundava a flora profunda, rica. Os caules altos, emplumados do phermona de dourado cresciam em abundncia, as ptalas 
profundas do pensamento azul plido atapetavam o cho do campo.  
        As campainhas formadas por uma pequena trompetista cresciam em grande quantidade, o som doce de sua inalao nica de magia das terras era o nico que enchia 
o ar.  As rvores abrigaram o claro, crescendo baixos, seus ramos acariciavam a parte superior de sua cabea, trazendo um sorriso de alegria a seus lbios enquanto 
com seus olhos abertos, sufocava um grito de assombro em seus lbios.  Dentro do centro do herboso cerque, cheio de flores havia um leito bvio de flores, sombreadas 
pelo phermona, amortecido pelos pensamentos e as campainhas.  Paz. 
        Uma noite de sonho sem ser incomodada pelos pesadelos que a tinham aoitado durante muitos anos, com as sombras do medo ausentes.  Estes eram os presentes 
que os deuses lhe tinham dado.  Ela caminhou mais perto, ento se paro cheia de confuso enquanto olhando fixamente ao redor do calor do vale.  por que?  por que 
os deuses tinham aberto este lugar a ela, lhe permitindo entrar em sua beleza quando ela no tinha feito nada ser o merecedora de sua paz.  No tinha sido uma grande 
guerra, nem tinha uma grande poder ou promessa do ter.  Ela era somente uma mulher, frgil, e nas ltimas semanas claramente no em posse de todo seu engenho.  Sua 
briga com os gmeos do Sashtain dentro de sua residncia tinha sido uma prova disso.  
        por que ento os deuses a tinham levado a este lugar distinguindo-a do resto?  Ela olhou fixamente ao redor do calor ensolarado do vale, sentindo a presa 
mida do calor contra sua carne nua e deleitando-se na carcia do vapor invisvel sobre sua pele.  Era to raro que ela pudesse agentar inclusive a carcia mais 
suave, que o beijo natural do calor mido enviasse um tremor que a percorria mas s durante um segundo.  O prazer compensava de longe qualquer perigo que pudesse 
estar  espreita aqui.  No havia resposta  questo de porqu ela estava aqui, mas a tentao era mais do que ela poderia negar-se.  
        Dentro do jardim de Nirvana, somente existia a paz, s ao que entrava lhe concedia o desejo maior e dormir dentro de seu amparo o era.  E o sonho, no perturbado 
por medo e sombras, era seu desejo maior, sua maior necessidade.  Enquanto que ela se movia para a suave cama de flores, reconheceu com distante surpresa sua nudez. 
No tinha nenhum sentido que ela viesse a este lugar sem vestir-se.  
        Ela nunca teria feito isso se lhe tivesse dado uma opo.  Mas as regras do vale de sonhos se dizia que eram muito diferentes.  Talvez isto era para que 
ela entrasse nele  to nua como o dia em que tinha nascido.  
        Quando ela caminhou  cama de flores, as lanas delicadas, de seda da erva fizeram ccegas nas plantas de seus ps, trazendo um sorriso a sua face e um calor 
despreocupado a seu corao.  Quanto tempo fazia que ela no se permitiu esses simples prazeres?  O aroma de flores frias, a sensao da erva quente, o sussurro 
de uma brisa em sua carne nua.  Fazia tambm muitos anos desde que ela tinha conhecido essas coisas, posto que seu corao tinha aberto muitos inclusive para dar-se 
conta de que de fato ela os tinha sentido falta de.  
        Mas agora, sabia.  Os aromas suaves, doces a envolveram, incluindo seus sentidos em um calor confortante to estranho como familiar.  Madressilva, um perfume 
to raro, to evocador de inocncia e de alegria, enchendo as janelas de seu nariz enquanto ela se transladava  grosa cama de flores, tombando-se no calor  beijado 
pelo sol com um gemido silenciado de prazer.  
        As plidas flores azuis minsculas e as pequenas de cor dourada a acariciaram detrs com um movimento rtmico que fez a seus olhos o fechar-se de felicidade. 
Ah, esse prazer existiria somente em sonhos, pensou com pesar. Se pudesse encontrar isto tambm quando despertasse, depois ela conheceria a verdadeira paz sempre 
que tivesse este tato.  Prazer verdadeiro.  A emplumada phermona rangeu a seu lado, dobrando-se contra a brisa delicada soprando sobre sua carne enquanto o calor 
ardente se envolvia ao redor dela, em seu interior.  Relaxando-a.  
        Ela poderia sentir relax-los msculos sob a carcia mgica de cada flor.  Como os dedos minsculos, acariciando-a nas extremidades, posando-se sobre ela. 
Recordaram-lhe o tato do Caise e do Kai'o.  Ela franziu o cenho ante esse pensamento.  Esfregavam ligeiramente como pontas dos dedos ao longo de seu brao, seu ombro, 
tocando seu cabelo se ela no se dava a suficiente pressa em se separar-se longe.  
        Mas ela no tinha que se separar-se desde este tato.  Este tato no sabia de nenhum plano, somente de prazer. Que mal podia haver em gozar dos movimentos 
suaves das flores?  Ela se estirou contra cada tato, lhe estirando os braos at que se encresparam sobre sua cabea, seu seios se levantavam ante a brisa, seu pescoo 
que arqueava com o calor calmante mido sobre seus mamilos suaves, encrespando os cachos suaves entre suas coxas.  
        O calor insidioso a encheu, uma penetrada lenta, sensual do prazer que ela rechaou permitir que se impusesse sobre sua relaxao. reclinaria-se aqui, jogaria-se 
a sesta enquanto os deuses o permitissem. perguntava-se se permitiriam que ela ficasse. Uma carcia como o sussurro da seda voou sobre seus mamilos fazendo que seus 
olhos se abrissem.  
        Uma risada surpreendida surgiu de sua garganta com a vista da phermona, seus ramos pequenas como plumas esfregavam sobre seu seios, dobradas pela metade 
pela brisa que a esfriava.  
        Ela se permitiu que os lbios se curvassem de prazer enquanto deixava escapar um gemido tremente. Totalmente sensual.  No havia necessidade de temer, nem 
de esperar nenhuma dor.  Havia somente doura no calor que a rodeava, o princpio sensual do prazer que lutava para alcanar.  Como a luz do fogo em uma noite clara, 
esquentando primeiro no exterior, depois afundando-se em seus ossos.  Era espectador, uma indireta do chiado, o bem-vindo tato da phermona fez ccegas seus mamilos, 
endurecendo-os mais com outras passadas sobre seu corpo.  debaixo dela, as flores lhe davam massagens, alcanando msculos que ela no tinha sabido que existissem 
faz tempo que, cansada de sua cautela, rendeu-se ao sonho.  
        Marinha permaneceu, s meio inteirada de como as flores e os movimentos emplumados dos ramos suaves trocavam de lugar debaixo dela, lhe separando os braos 
mais, separando suas coxas, movendo-se mais ainda ao longo de seu corpo enquanto os caules da phermona se envolviam sobre seus punhos e tornozelos, dando massagens 
a esses msculos um pouquinho mais profundos enquanto que at os dedos dos ps se relaxaram ante suas carcias.  
        Como era de incrvel, estar arrellanada sob do calor do sol, o prazer hedonstico crepitava em suas veias enquanto as flores comearam a manipular o interior 
de suas coxas, esfregando contra os cachos cobertos de orvalhou em seu monte cheio dor.  Aye, seu monte doeu.  Ela poderia sentir o lento aperto dentro de sua vulva, 
o calor que soltava seus clitris enquanto seus sentidos eram despertados ao princpio sensualmente com prazer para ench-la.  Que calor, que sensao mais extrema. 
        Ela gemeu outra vez enquanto as flores se moviam mais, movendo-se contra os lbios de seu sexo enquanto que esfregavam ligeiramente os lados de seu seios. 
Como beijos suaves, as flores em forma de trompetista se amamentaram em sua carne enquanto os pensamentos a beijavam em uma carcia fantstica, at faz-la ondular-se 
baixo de seu tato, o calor agora se movia em seu interior, tentando-a com pensamentos erticos.  
        Que perigo havia aqui?  Nenhum mago gmeo poderia segui-la no vale dos sonhos.  Somente os sentinelas poderiam traz-la aqui, e somente eles poderiam v-la. 
Aqui ela poderia fantasiar com segurana sobre os gmeos do Sashtain. por que ela escolhia a esses arrogantes vares sobre os bruxos que ela teria podido escolher, 
no sabia.  Mas agora no era o momento de pensar, agora era o momento de sentir.  E ahh, era tal a sensao.  
        A phermona emplumada passava sobre sua vulva, lhe separando os inchados lbios enquanto a escova de seda de sua ponta que formava caules no ar comeou a 
sondar e a esfregar ligeiramente as dobras midas para dentro.  
        Marinha se lambeu os lbios ressecados quando se separaram, uma choramingao cheia de necessidade a surpreendia enquanto ela sentia outra flor ou ela no 
sabia o que, situar-se sobre o n inchado de seus clitris, inclusive enquanto outros lhes uniram sobre seus mamilos.  Os caules que sustentavam os tornozelos e 
os punhos a estiraram seu mais ainda, abrindo suas coxas mais de par em par enquanto que os lbios de sua vulva se separavam mais.  
        Misericrdia, o pensamento era somente uma splica nebulosa enquanto que ela sentia os caules de ar luz que a acariciavam enquanto as flores se amamentavam 
nela.  Seus mamilos, seus clitris, movimentos de desenho lentos que a faziam arquear-se, ofegando, retorcendo-se enquanto o caule aveludado escorregava mais longe 
abaixo, sondando na abertura branda de seu nus.  Sentinela da Me! Inscrevia-a.  Os movimentos lentos, exatos separaram a entrada oculta enquanto que outro ramo 
se moveu rapidamente ao trapaceiro na porta de sua vagina.  Ali sondou, brincando, nunca entrando, nunca transbordando o prazer torturante que a enchia repentinamente, 
aoitando atravs dela enquanto os relmpago estalavam sobre seus nervos.  
        O calor a envolveu, estirando-a em um prazer to intenso que no poderia fazer nada exceto encher o claro de seus gritos estridentes de felicidade.  Deveria 
certamente haver um limite  tenso que apertava seu corpo.  Ou no o havia? 
         Uma suavidade, recreava-se ardente de um ramo em sua parte posterior se sentia arqueando-se, elevando-se para acima enquanto uma emoo eletrizante de sensao 
proibida atirava de sua mente.  
        Envolvendo-se depois sobre sua coxa, uma lana ardente do prazer pulsou em sua vulva com a palmada quente.  Ento a moveram de novo, lhe dando a volta sobre 
seu estmago enquanto as flores a amorteceram, esmagando-se contra sua carne at que parecia que mil bocas a amamentavam imediatamente, os caules comearam uma srie 
ardente de pequenos toquezinhos agudos sobre suas ndegas e coxas, enquanto o que estava sondando em sua entrada anal comeou a deslizar-se em seu interior, abrindo-a 
quando ela apertou nela, inchando-se em seu interior enquanto que ela ofegou em prazer - dor. Intenso. Cegador.  
        A transpirao comeou a cobrir seu corpo quando ela ofegou contra as palmadas cuidadosas dos caules emplumados, a carcia que esfregava ligeiramente seus 
membros com uma baforada, as sensaes entristecedoras, a fria ardente, a excitao diferente a algo que ela teria podido imaginar-se.  
        Era possvel inclusive imaginar prazer como este?  Prazer que enviava um calor travesso que abrasava seus sentidos, enchendo sua mente de imagens to escuras, 
to erticas que ela se retorceu contra a presso da suco das flores em seus mamilos e seus clitris.  O erotismo alanceador da phermona emplumada que estirava 
seu nus com os movimentos delicados era outra carcia.  Uma em que ela no desejava pensar, porque a mesma escurido do ato cravava em sua conscincia e a incitava 
ao medo, e ela no queria que isso se impor sobre o prazer incrvel que a controlava.  
        Ela estava limitada  cama das flores, com as pernas e os braos separados de par em par, o sol caa sobre ela com calor inmisericorde,  em tanto que a flora 
do vale comia nela com prazer ambicioso e sondava sua fenda anal com impulsos curiosos.  Era muito. Ela gritava  roncamente, a tenso se apertava em sua matriz, 
crescendo, to perto...  O que a aguardava no final desta viagem estava to prxima...  E ento enlouqueceu.  
        Seus olhos se exageraram, seu olhar fixo encontrou o calor da luz de sua prpria residncia e o conhecimento de que estava nua, como o tinha estado em seu 
sonho.  Tinha os braos e as pernas separados de par em par, seu corpo levantava contra os edredons, seu orvalho mido e quente estava sobre suas coxas.  E ela se 
queixou. Uma choramingao saiu de seus lbios de novo quando ela rodou sobre seu estmago, atirando do edredom com ela, envolvendo-o ao redor de seu corpo sensibilizado 
enquanto ela se sufocou em um desesperado gemido de desespero.  
        Doce misericrdia, o que era o que ia mal nela?  Poderia sentir a magia arder em seu sangue, atingindo nos pontos onde ela no deveria sentir nenhum desejo, 
nenhuma fome. Mas ela sofreu.  A doce fome, branco - ardente de uma classe que ela no poderia explicar, apertava-se em sua vulva, beliscando seus mamilos em pontos 
apertados e tinha deixado seu nus, o profundo buraco proibido, doendo por ser cheio.  
        Era fome sexual.  Ela o conhecia como o que era, porque se o que havia descrito sua irm Brianna com um olhar to autosatisfecha, atenta em seus olhos violetas. 
Bri no tinha mentido, como Marinha tinha suspeitado, mas era impossvel imaginar que tal desespero poderia encher um corpo at que se retorcesse pelo orgasmo.  
        Mas como uma obtinha tal orgasmo?  Ela no poderia imaginar-lhe como terminar com a dor que lhe chamuscava os sentidos.  Bri saberia, certamente.  Mas ela 
estava longe na terra do Covenani.  Ela tinha voltado para castelo da Veraga, tomando seu lugar como rainha consorte entre os gmeos predominantes.  E Marinha no 
se atrevia a tentar alcan-la.  
        Embora a magia de sua irm era em grande medida mais forte agora que a de qualquer bruxa conhecida, seus magos eram ainda contudo mais poderosos.  Saberiam 
das necessidades que pulsavam em seu corpo desamparado e informariam a esses gmeos infernais do Sashtain de sua debilidade.  Que o deus lhe ajudasse  se se davam 
conta de que tinha sido sua imagem a que tinha imaginado dentro do vale de sonhos. De que tinham sido seus dedos, seu tato, suas bocas midas que a possuam.  Se 
soubessem a verdade, ela nunca lhes escaparia.  
        * * * * *
        Os olhos do Kai'o se abriram de repente quando ele se separou bruscamente da fantasia que ele e Caise tinha construdo para Marinha.  Sua carne estava coberta 
no suor, uma frieza que se arrastava sobre seu corpo com um estremecimento duro, prximo  violncia que o atormentou.  
        Seus dedos se apertaram ao redor da largura de seu membro, sentindo o orgasmo exigente do smen sedoso.  Os redemoinhos azuis de vibrantes e violetas plidos 
do poder lambiam sobre ele, atraindo seu hipnotizada olhar fixo enquanto que filamentos brumosos do poder feminino se encrespavam ao longo de seu peito e escroto 
com o prazer de um amante preguioso. O poder de Marinha.  E ainda no se dissipou.  Era frgil, nebuloso, mas as vises que ela tinha construdo em sua mente das 
carcias de seus amantes lhes tinham enviado seu poder que se ia dissipando.  
        Sentinelas benditos, mas o tato de sua magia era como fogo lquido.  Como a lava que gotejava da montanha de fogo.  Se ela realmente encontrasse o valor 
de ficar nas mos dele...  Uma careta torceu sua face enquanto ele se moveu cuidadosamente da cama, a dor dura em suas bolas enviavam ondas de incmoda sensao 
que atiravam de sua coluna vertebral.  
        Misericrdia. Ele tinha conhecido alguma vez tal agonia sexual?  Certamente no.  Apagando um grunhido faminto, ele separou seus dedos de sua ereo e moveu 
bruscamente seu traje do fundo da cama.  
        Seus dentes estavam apertados enquanto o material ultrasuave acariciava sua carne.  Ainda os sussurros do poder de Marinha se agarravam a ele, torturando 
a ereo dura  como o mrmore que se levantava entre de suas coxas.  por que no nome do sentinela bendito ela no recuperava sua magia sobre sua excitao?  por 
que continuava torturando-o com ela? Seu poder lhe acariciava? No. Infernos.  Ele atirou.  Saltou do leito.  
        O fato de que induzi-la ao sonho tinha sido menos que justo era somente um pensamento distante com a delicada magia apertando-se sobre seu saco apertado 
e lambendo faminta sobre base de seu membro. Ele se moveu bruscamente ante o tato, sentindo a umidade de seu smen que escapava da larga crista enquanto que ele 
gemia com a tortura.  
         - O sentinela de Compassiva nos guarde, -  ele ouviu a maldio de sua residncia lhe limitem, a voz spera do Caise, to torturado como o estava Kai'o. 
Ele sorriu firmemente ante o pensamento.  Que companhia desgraada seriam um para o outro a esta noite.  
        Era bvio que ali no haveria nenhum sonho, no enquanto suas carcias inconscientes continuassem atormentando-os. E no parava nele.  Bloquear seu poder 
seria o meio mais eficaz para trair a viagem proibida que lhe tinham proporcionado.  
        O vale de sonhos era um presente dado somente pelo sentinela eleito.  O poder de dar tais presentes tinha sido arrebatado faz eones aos gmeos magos.  At 
que ele e Caise encontraram a maneira durante suas viagens mgicas e suas expedies flertando ao longo dos permetros mais escuros de magia.  
        Suspirando cheio de misria demitida, Kai'o se moveu desde sua residncia de novo  rea de assento da residncia que a rainha lhes tinha atribudo. Ali, 
seu irmo, em tnica tambm, vertia uma s medida de vinho mais forte que as bruxas produziam em suas terras.  Ele sabia que deveria haver-se gasto umas garrafas 
do elixir dos magos que ele tinha ameaado trazendo.  
         - A prxima vez que me venha com um plano to asqueroso, me deixe ignor-lo, -  Caise lhe jogou um olhar furioso.   - Ainda ficam restos de sua magia,  
sinto como uma pequena boca quente, aspira minha prudncia atravs de minha franga. -   O traje do Caise estava volumoso, igual ao estava o do Kai'o.  Inchado at 
a plenitude de seus membros que atingiam em seus crebros com uma splica pelo orgasmo.  Um orgasmo que no poderiam obter, a menos que no proibissem a Marinha 
o seu.  O sentinela sabia que ele no contava com absolutamente com esta reao dela.  
         - Chega a luz do amanhecer, enviarei a meus guerreiros de novo ao Cauldaran, -  Kai'o suspirou.   - No sobreviverei a esta empresa com esta gua frgil 
que a benvola rainha se atreve a chamar vinho.  Terei algo de longe mais forte para embotar a dor de meu lombo. -  
          - Loucura, -  Caise murmurou outra vez, tomando um gole da bebida antes de verter outro.   - Estvamos loucos ao tentar isto.  Ela agentou o tato como 
os mochos ao ar.  Sentinela bendito, retiramo-nos dela a tempo. -   Tinham que permitir que seu pico alcanasse seu cenit, a carne de sua parte posterior teria sido 
to firme.  
        Se ela encontrou o orgasmo sem sua presena, sem sua posse, ento a fora de sua magia seria diluda para sempre.  Kai'o se serve mais vinho em seu copo, 
seguindo o exemplo de seu irmo e vertendo contudo mais.  O gosto dela ainda tentava seus sentidos.  O doce mel da creme de sua mulher ainda permanecia em seus lbios, 
nas janelas de seu nariz.  A umidade sedosa dela sobre sua lngua tinha sido um paraso inteiramente dele.  
        O vale de sonhos foi proibido por uma razo, ele agora sabia.  Nunca tinham tentado levar a outros a sua dimenso entesourada por medo de que os descobrissem. 
E nunca, tinham tido ou conhecido tal calor e promessa do paraso dentro desse jardim particular.  
        Nirvana.  
        Foi chamado dessa maneira por uma razo.  Pois as flores tinham tomado o nctar de sua paixo, e que a haviam tocado eram os lbios do Caise, tinham tentado 
suas lnguas.  A palmada dos canos nas ndegas dela tinham sido sua Palmas, a sensao sedosa de sua carne um aviso agudo de sua necessidade de mais.  E o interior 
da profundidade apertada de seu nus, estirando-a com o tato mais ligeiro, seus dedos picavam por tom-la de verdade.  
        Ela tinha tomado suas carcias facilmente, naturalmente. Sem nenhuma corrupo do medo ou da dor havia estragando sua fantasia, ou sua viso... deles.  Essa 
tinha sido em grande medida a maior satisfao que ele tinha conhecido em sua vida, apesar da longitude torturada de seu membro.  Ver a ascenso de seus quadris 
enquanto o cano dividia suas ndegas, a abertura minscula que facilitava a penetrao, tinha-lhe roubado sua respirao.  
         - Pra de uma vez, no nome da misericrdia, -  Caise grunhiu, aumentando a fria em seu tom enquanto que Kai'o olhou fixamente com surpresa.  
         - me valha a me do sentinela, em todos os anos passados desde que nascemos, nunca havamos sentido nossos pensamentos ou nossas prprias sensaes at 
que este plano idiota teu o revelou. Digo-lhe isso irmo  - ele disse com desgosto. -   
        Caise o olhou com os olhos dourados escuros, sua magia brilhava como pequenos pontos de velas dentro da cor.  Kai'o grunhiu.  Aye, estava aborrecido, e era 
um problema que ele compartilhava. Nunca tinham sabido dos enlaces que a maioria dos gmeos magos tinham. A partir do momento de sua concepo, tinham estado isolados 
a esse respeito, conhecendo uma liberdade de movimento, de pensamento, que o outro no poderia conhecer. At este momento. At este viaje com a voluntariosa e obstinada 
Marinha.  
        Ele apertou seus dentes j que a frgil carcia de dedos de seda na base de seu membro o fazia apertar-se de desejo.  Ela ainda pensava neles. No obstante, 
inclusive fora do vale dos sonhos, ela imaginava seu tato. Imaginava toc-los.  
         - Essa mulher ser nossa morte. -   Caise se deixou cair em uma cadeira grande, bem amortecida lanando um olhar de ira, seu cabelo loiro escuro caa sobre 
sua face em desordem. Ou suas vidas. 
        Se sua viso viesse do deleite, depois ela seria suas almas.  Ele suspeitou que isso acontecia j.  No poderia pensar em nenhuma outra mulher, no tinha 
podido tocar a nenhuma outra do primeiro momento em que posou a vista dela.  Com seu longo cabelo beijado pelo sol e  seus cachos avermelhados, similares mas ainda 
assim nicos aos cachos vermelhos mais escuros de sua irm. Seus profundos olhos violetas, profundos, quase negros, em vez do tom mais claro da Consorte Veraga. 
        No havia dvida que Marinha compartilhava sangue com a Brianna Veraga, mas era diferente.  Sua risada era tmida, sua pele como a creme mais suave beijada 
pelo sol do amanhecer. 
        Seu pequeno corpo suave era compacto, ligeiramente muscular, para sua vida social devida pequeno aos festas e   indolncia.  No, esta pequena princesa 
se acreditava um guerreiro de verdade e lutava contra os seculares deslizando-se fora do castelo em cada oportunidade que tinha para espiar e proteger a sua irm 
e herdeira evidente da rainha.  A reservada Serena Sellane 
         - Irmo, suplico-lhe isso, detn seus pensamentos, -  Caise gemeu, sua voz soava escura vibrando com uma ameaa latente.  - Talvez se pensar em outras coisas 
... partes de lama, a pele ptrida do dacar ... ento nossas caprichosas frangas certamente se abrandaro. -   Kai'o grunhiu.  
         - Pea-lhe a ela.  So seus pensamentos que realizam sua magia sobre nossa carne, no eu.  Rechao ser considerado responsvel por isso, a mo dessa puta 
est nisto. -   No teria sido assim se no tivssemos estado to determinados por tent-la, no estaramos em tal estado de misria, -  Caise grunhiu entre os dentes 
apertados, seu olhar como o sol escurecido mostrava uma expresso de fria, embora esta estava ausente da clera de sua voz.  
        Kai'o encolheu seus ombros com indiferena negligente.  
         - A escolha j foi feita,  muito tarde para gritar que foi repugnante.  E embora fosse dada a opo, no trocaria o acontecido, de qualquer maneira.  Considera 
isto, Caise. Agora iguala em suas torturas de magia a ns. No o faria assim se seus pensamentos no estivessem conosco.  Suspeito que nossa tempestuosa e pequena 
princesa est agora estendida com as coxas apertadas, voltando a reviver as ardentes imagens.  Essas no so as aes de uma criada frgida.  Mas se de algum cujas 
paixes so quentes e profundas, e cuja fome logo se elevar alm de seu prprio controle. -   Caise abriu um olho, com receio agora olhando-o.  
         - Est planejando algo. -  Ele grunhiu a acusao antes de gemer com descontente resignado, verdade do sentinela, se for a causa desta agonia torturante 
outra vez, matarei-te eu mesmo.  Cessa.  De verdade,  ou preferir plantar face a um feiticeiro escuro em vez de confrontar a clera da mulher se ela se der conta 
do que tem feito. -   Kai'o riu da misria de seu irmo.  Caise procurava incansavelmente aos magos e a feiticeiros escuros, assim que a falsidade que saa de seus 
lbios no era to evidente quanto a ser digna do desespero do sentinela.  
         - Deve estar preparada logo, -  ele finalmente suspirou, afundando-se em uma cadeira igual e colocando sua cabea para trs contra o respaldo enquanto franziu 
o cenho para cima olhando o teto.   - talvez depois de um tempo...
         - A prxima vez? -   A promessa sombreada da violncia na voz do Caise fez ao Kai'o limpar-se sua garganta em uma tentativa de cobrir sua risada.  
         - Todo est na prtica, irmo. -  Ele encolheu desdenhosamente, seus lbios sorriram com diverso.   - Aperfeioarei o plano, j ver.  Confia em mim... 
-   
        
        
        Captulo Quatro
         
        
        Marinha irrompeu atravs dos tneis situados profundamente debaixo do castelo, suas sobrancelhas estavam enrugadas em um cenho enquanto que ela sujeitou 
sua espada curta sobre sua cintura e comprovou a correia a sua coxa que sustentava sua adaga em seu lugar. 
        Chegava com atraso, sabia.  A reunio que sua irm tinha fixado para faz largos minutos teria comeado agora.  O qual significava que Serena estaria descontente. 
Havia muita terra a cobrir, muitas granjas a proteger tambm para que Marinha vadiasse sobre a cama at depois de amanhecer. 
        No  que vadiasse de verdade, ela se assegurou enquanto que ela dobrava a esquina que conduzia  zona interna de reunio. O atraso tinha estado alm de 
sua capacidade de controle.  
        Os malditos gmeos magos enchiam os corredores e as mesas dos cafs da manh, antes de dirigir-se com seus guerreiros tinham encontrado qualquer tipo de 
razes para sair ao passo dela.  
         - J era hora de que chegasse. -  Serena levantou o olhar dos speros bosquejos apresentados na mesa de madeira spera, seus olhos profundos, azuis aveludados 
a olhavam com preocupao.  
         - O que no nome do sentinela da me passa l encima? Temos repentinamente a cada maldito a mago que Cauldaran possui? -   Marinha levantou as mos com desespero. 
- Palavra, Serena, sei de pelo menos uma dzia de pares que me pararam por uma razo ou outra.  Tem uma idia de quanto tempo demorei para percorrer o corredor? 
Me necessita de verdade fazer algo sobre isto. -   
         - atrasaram a nossa me a rainha nos templos do eleito. -   Serena franziu o cenho enquanto que ela se moveu mais perto da mesa. Marinha se inquietou mostrando 
respeito a sua irm, reprimindo apenas o rubor de vergonha em suas bochechas. Sua irm era assombrosamente intuitiva e ela rogou que a outra mulher no pudesse jogar 
uma olhada de noite em alvo que ela acabava de passar, e as razes disso.  
         -  um atraso srio? -   Era raro que se requeresse  rainha assistir s reunies que durassem alm de algumas sadas de sol.  Os sacerdotes e a sacerdotisa 
do sentinela estavam bem inteirados dos apuros que se geravam dentro do Covenan.  
         - No sei, -  Serena finalmente suspirou, o som estava cheio de preocupao.   - A mensagem que me chegou ontem de noite dizia que talvez estaria alguns 
tempo mais antes de que ela voltasse.  Esto atualmente em reunies com as outras sacerdotisas para adivinhar as razes da sublevao secular.  
        Um embaixador dos humanos chegou esta mesma tarde, e est emprestando sua ajuda.  Parece que os dacars saem inclusive entre os seus. -   Lbios de Marinha 
crispados.  
        O dacar era uma serpente larga, lamacenta que comia lixo ptrido se movia com uma capa de limo debaixo da criatura, lhe dando uma base protetora ao deslizando-se 
ao redor.  Eram as mais vis de criaturas, incrivelmente venenosas e evitadas a toda costa. Por sorte, seu nmero era definitivamente reduzido, porque a fmea da 
espcie matava freqentemente a seu companheiro antes de que a copulao e a fertilizao estivessem terminados.  
        Trgico, o destino que recebiam esses vares, ela pensou zombadora, pensando em dois gmeos magos aos que no lhe importaria ver sofrendo tal destino.  
        Encontrou ao redor da residncia a uma dzia de outras bruxas, suas expresses eram nervosas enquanto sorviam na escurido, javal ardente, que deveria as 
haver energizado, aucarada-a bebida fermentada era feita das sementes da planta do Java. Era evidente que elas tampouco no tinham escapado aos magos de acima. 
         - H algum tnel acessvel desde outra rota? -  Marinha perguntou a sua irm com um cenho.   - Mover-se atravs do corredor principal no vai funcionar, 
Serena. Esses gmeos magos e os guerreiros so muitos para voltar louco inclusive ao sentinela da me. -   
         - Posso tentar ter um dos tneis superiores desbloqueado. -  Serena a apoiou as mos em seus quadris finas enquanto que ela considerava a opo.  - Gmeos 
malditos.  Esto fazendo meu trabalho bastante incmodo. -  Isso era claramente evidente.  Sua irm estava vestida como a herdeira reinante evidente em vez de como 
a guerreira que ela era de verdade.  
        Seus largos cachos castanho escuros, tinham sido atirados para a parte superior de sua cabea, assegurados por pentes de prender cabelos de prolas e de 
esmeraldas antes cair em uma cascata de seda em suas costas.  A tiara que tinha suas trs pontas de esmeralda estava afianada com segurana em seu lugar e cintilava 
com tonalidades douradas, da creme mais plida e dos verdes mais escuros.  
        Seu vestido era um vestido de recepo tradicional.  Creme plida para conjuntar com as prolas e acentuar os tons plidos e pssego de sua carne translcida. 
Estava pego em um ombro com um broche blasonado com a crista das bruxas do Sellane, coberto sobre seu seios cheios, e se alisava sobre suas coxas e ento caa a 
seus ps em suaves pregas, translcidos. As cores de brumosos e suaves do verde se enroscavam atravs do tecido, enganando ao observador com o redemoinhos de cor. 
        antes da chegada dos gmeos magos e dos guerreiros, ela teria vestida calas de couro, uma tnica singela e tinha levado sua espada em sua coxa.  Seu cabelo 
teria estado atado para detrs em uma trana e seus olhos teriam brilhado intensamente com entusiasmo. No pela primeira vez, Marinha agradeceu a sentinelas que 
ela no tivesse sido a primognita.  
        Enquanto sua irm comeou a dirigir s equipes de bruxas para suas reas de explorao, Marinha removeu o bote que se esquentava de javal e verteu uma taa 
da rica bebida. Sorvendo nele, com seus olhos fechados pois ainda estava cheia de sonolncia.  
        Encontrar o sonho a noite antes tinha sido impossvel. A dor entre suas coxas havia a atormentando, mas muito mais seus prprios pensamentos. Ela deveria 
ter estado horrorizada pela completa sexualidade de seu sonho, mas tinha encontrado comodidade no.  Entretanto, essa comodidade no a encontrava no fato de que tinham 
sido os gmeos do Sashtain cujas imagens tinham cheio sua mente, inclusive depois da excitao. Isso a incomodava o bastante.  
        Mas pelo menos para ela os sonhos tinham estado cheios por uma vez de prazer, em vez de dor e de medo e da lembrana da escurido que a alcanava.  Enquanto 
que as equipes de bruxas limparam lentamente a residncia, dirigindo-se aos tneis que as conduziam s colinas mais  frente do castelo, Marinha se deu a volta para 
sua irm de novo.  
         - Que tarefa tem para mim neste dia? -   Ela inclinou a sua cabea, olhando enquanto que Serena se destacava para baixo nos planos da terra do Covenani. 
         - Aqui. -   Um dedo delicado assinalou a uma rea de terras de cultivvel apenas alm dos bosques.  - Toma um unicrnio e explora a rea. Estate segura 
de permanecer dentro dos bosques.  O amparo de me se estende somente at ali enquanto que ela esteja nos templos. Mas esta rea me incomoda.  Temo que os seculares 
procurem encontrar um refgio nos bosques.  Sem os proprietrios das terras ali para consolidar a rea, poderiam ganhar um terreno que ns no podemos nos permitir 
perder. Os sentinelas nos guardem se encontrarem verdade um passo atravs de nossos bosques. -   
        Marinha cabeceou deixando a taa de novo no aparador, imvel olhando o cenho preocupado de sua irm.  
         - H algo mais, Serena? -   Ela parecia mais preocupada do que era necessrio. Finalmente, a cabea de sua irm se levantou, seus olhos escuros de cor lavanda, 
estavam cheios de intensa preocupao.
         - Recebi notcias hoje de que os Veressi chegaro dentro do prazo de uma semana. Devo me preparar para receber sua petio de cortejo. -  Uma frieza encheu 
a Marinha com estas notcias. Se as foras de magia se alinhassem durante a recepo, depois o destino de sua irm ficaria selado. Com um casal de gmeos muito conhecida 
e que fazia tremer de horror inclusive em seus prprios reino.  
         - Isto no pode ser, Serena. -   Ela ofegou.   - Devemos entrar em contato com me... -  Uma risada amarga surgiu dos lbios de Serena.  
         - A mensagem foi enviado por nossa me a rainha, esta passada noite, -  Ela cuspiu furiosamente.  -Jurou-me, antes de sua sada, que no me faria isto. 
E os Veressi... -  Ela tragou, um movimento apertado que mostrou as emoes que a transtornavam e que a enchiam.   - Os Veressi seguiram a mensagem esta manh com 
seu prprio mensageiro.  esto-se preparando para sair de suas terras inclusive enquanto falamos. - 
          Serena separou dela, movendo-se agilmente atravs do spero cho de pedra enquanto que caminhava para os limites da residncia de reunio.  
         - Sou a herdeira evidentemente.  No conheci nenhuma outra vida,  - Ela sussurrou, sua voz soou suave, arrependida.  -  meu dever, diriam, seguir os ditados 
de minha me a rainha. -   Ela a levantou os ombros em um gesto da aceitao amarga enquanto seu olhar fixo estava cheia de pesar.  -Ao parecer no h nenhuma dvida 
de que as magias alinharo, no me dando nenhuma opo ento  unio ou  a meu destino.   meu dever,  - Ela sussurrou de novo.  
        Os Sashtains ainda no tinham exigido uma petio de cortejo, e por isso Marinha o agradecia diariamente ao sentinela da me, mas a pena agora emanou em 
seu interior por sua irm.  
         - Pode assegurar que nossa me da rainha enviasse essa ordem?  Ela te preparou para governar em seu lugar, Serena.  No posso acreditar que este seja seu 
desejo. -  Na corte, ou ditando ordens para a obedincia do estado, Amoria Sellane deixava de ser sua me.  Ela se convertia de sua me na rainha.  Era uma maneira 
algo infantil ainda de ver sua me, mas s a algum que tinha crescido fora desse ambiente, o parecia.  
           - At que ela responda a minha convocao, no posso estar segura de nada. -  Serena se sacudiu da cabea as incertezas que agora que a infestavam.  -No 
recebi nenhuma resposta nem a minhas chamadas psquicas, nem assim o obtive.  At que venham um ou outro, somente posso esperar. E se chegarem os Veressi antes de 
que ela volte, eu no posso fazer outra coisa a no ser receb-los conforme o ordenado.  O selo do Sellane acompanhava a ordem, ao igual  petio contiga das sacerdotisas 
do sentinela.  No posso desobedec-lo at que fale com ela. -   
         - Podia ser um truque dos Veressi, -  Marinha precisou.  - So temidos inclusive por seus reis, os Veraga. -  Serena riu amargamente.  
         - Segundo nossa querida irm Brianna, isto no  do todo certo.  Os Veressi a impressionaram como magos de honra e da verdade, e me recorda os rumores que 
ela acreditou sobre os gmeos magos em geral quando procurei adverti-la do engano.  No sei, Marinha, qual  o futuro de nosso mundo.  Mas este golpe me parece um 
engano magnfico por parte dos Veressi.  No foram considerados como os magos do Veressi por uma razo. 
         Durante anos tinham ouvido os rumores sobre os Veressi ... os gmeos magos que eram imagens no espelho um do outro.  Inclusive sua cor de olhos era igual, 
enquanto que outros gmeos eram diferentes.  Um negro profundo, insondvel.  To escuro como o Shadowhell.  E o rumor explicava a razo pela que os gmeos magos, 
nascidos de um loiro puro, com os olhos de verde e do azul se obscureceram lentamente quando maturaram, e se fizeram um reflexo do outro, com o cabelo negro como 
o abismo e os olhos como a escurido.  
         - Digo que enviemos um mensageiro a me. -   Os olhos de Marinha se estreitaram cuidadosamente.   - Deve ser um no que confiemos.  Um que saibamos que no 
nos trair. -   Serena respirou  asperamente antes de que ela cabeceasse.  
         - Farei-o quando o sol se oculte esta tarde.  Tenho um no que posso confiar.  E lhe rogaremos que nos responda a tempo. -   Marinha cabeceou em um movimento 
vivo, decisivo.  
         - Ento dirigirei  s granjas.  Devo voltar antes da tarde e te acompanharei no jantar. -   Sua boca se torceu com a promessa.   -  Condenados gmeos magos. 
-   
        O olhar de surpresa de Serena foi ignorada enquanto Marinha foi para o tnel e  dirigindo-se para a sada.  
        Ela desejou no dar nenhuma explicao pela promessa.  No entendia que porqu se sentia como se agora pudesse tolerar a presena de muitos vares poderosos 
quando apenas esta mesma tarde se jurou que isso nunca aconteceria.  No tinha nenhum sentido, e ela estava segura de que teria inclusive menos sentido para sua 
irm.  
        Quando entrou nos estbulos ocultos, ela escolheu um dos unicrnios que vadiavam no feno suave e que mascavam em advenha dentro das cavernas abrigadas. As 
criaturas eram audazes, mgicas, e revelavam a ateno que recebiam como monturas da brigada secreta das bruxas. O suave corda que ela deslizou sobre sua alta cabea 
foi colocado facilmente, ao igual  cadeira de montar de couro incrustada atada com correia a suas costas.  Ele fez cambalhotas ante ela, movendo sua juba branca 
e larga orgulhoso, seus olhos azul marinho que brilhavam com exaltao enquanto que ela montou sobre ele  e se dirigiu atravs da sada para bosque. 
        Isto era o que ela amava. Proteger sua terra, fiscalizando-o todo como ela tinha nascido para fazer.  Enquanto crescia, tinha assumido que certos deveres 
seriam deles. Serena governaria, como era seu direito por nascimento. Marinha fiscalizaria a terra, e Brianna seria a vigilante da gente.  Todo tinha trocado em 
um curto prazo de tempo.  
        Brianna agora governava na terra do Cauldaran ao lado de seus gmeos magos, e Marinha temia que logo os Veressi residissem dentro do castelo do Sellane. 
Serena  no governaria como ela tinha acreditado que o faria.  Os Veressi nunca permitiria tal coisa.  E a terra?  Enquanto o unicrnio corria atravs do bosque, 
Marinha se afligiu pela terra, perguntando-se quem a fiscalizaria ento.  
        A casa do Sellane caa lentamente, tudo o que ela tinha acreditado possuir, tudo o que tinha acreditado que era verdade agora era eclipsado. A solido a 
engoliu ante o pensamento que fazia a seu corao apertar-se de dor, as lgrimas umedeciam seus olhos.  Logo, a casa do Sellane no seria nada.  
        Como encarregados dos poderes do Sentmar, os Veressi eram mais que s os encarregados do poder do Cauldaran.  Eram os encarregados de tudo o que era magia 
sobre o planeta.  Se o decidiam, seu enlace com a terra poderia quebrar-se pelos meios simples dentro dele eles mesmos.  Ela lutaria, sabia.  Nunca se inclinaria 
se tais seres escuros decidissem governar assim como agarrar os secretos de magia.  A menos que...  
        Havia regras de magia no Covenan que se negavam ao encarregado o trono. Podiam ser verdade no caso dos Veressi tambm? No havia respostas por agora. Perguntar 
aos magos que a cortejavam algo to srio no devia fazer-se neste momento, e se ento era a ocasio no saberiam.  Ningum o exterior a casa reinante do Sellane 
sabia os secretos dos encarregados e das regras, eles estavam bem guardados. Inclusive os gmeos da Veraga, consortes da Brianna, no sabiam a identidade do encarregado 
do Covenan.  
        Ela se dirigiu sua ateno  terra pela que aconteciam.  Terra frtil, to querida e pela que ela alegremente daria sua vida.  Aqui, os granjeiros sustentavam 
a administrao de sua terra, crescendo grandes quantidades de colheitas para proporcionar ao castelo e para vender nas cidades pequenas do Covenan.  
        Enquanto que ela se aproximava mais a uma das granjas mais pequenas, sentia uma fria sensao de perseguio, um pressentimento que baixava por sua coluna 
vertebral.  Ajudavam a essa sensao gelada os gritos femininos horrorizados que enviaram uma sensao de terror atravs dela. 
        Marinha conhecia esses gritos.  Tinha-os expresso ela mesma.  Impulsionando o unicrnio a uma velocidade mais rpida, sabia que chegaria muito tarde.  Sabia 
que no haveria maneira de salvar a inocncia arrebatada, ou as vistas que tinham trocado para sempre.  
        
         
        Captulo Cinco
        
        
         No parecia lugar para ocultar-se, nem de se mesma, nem dos gmeos do Sashtain.  No havia paz nos desejos que tinham comeado a invadir seu corpo, nenhuma 
tranqilidade para as emoes que estavam em conflito e que se envolviam ao redor de sua mente.  
        Em seus momentos mais lcidos, Marinha admitia que ela entendia isso de que uma vez os magos e as bruxas tinham vivido em harmonia.  Que ela entendia que 
os tinham criado, um para o outro. Ela tinha lido os velhos expedientes, os que estavam escritos por suas antepassadas de sua viagem do Cauldaran e as razes que 
se separaram de suas contrapartidas naturais.  
        Seus vares se esqueceram das regras de sua magia.  Em sua busca pelo poder e por mais magia, uniram-se em apie s alianas em vez de em apie s emoes 
e do alinhamento.  O alinhamento das foras mgicas era a mais importante.  Sem isso, todo o amor no era possvel.  
        Brianna lhe tinha assegurado que isso era verdade, e Marinha no duvidava de sua irm a esse respeito. Mas ela duvidava que os gmeos magos tivessem deixado 
de lado seus magnficos planos de poder.  O aviso da chegada prevista dos Veressi provava isto.  Somente os Veressi poderiam esperar ser o bastante fortes para controlar 
Serena uma vez que ela alcanasse seu cenit e as foras de magia florescessem em seu interior.  Inclusive agora ela era forte, to forte como Brianna quando estava 
alinhada com os gmeos. Mas ainda ainda, mais forte que qualquer outra bruxa que se recordasse h sculos.  
        Que papel desempenhavam os gmeos do Sashtain neste jogo?  ela se perguntou zombadora parada em uma esquina sombreada do grande salo de baile, olhando os 
pares agora mesclados com as unidades, girando perto do cho.  
        Gmeos consistindo em unidades de magos e a fmea que cortejavam silenciosamente, provando a magia e seu alinhamento antes de declarar o jogo. Poucas bruxas 
se dignavam a danar com os gmeos, o que tinham causado que Marinha sorrisse mais de uma vez.  As expresses rgidas das bruxas insistiam aos magos e guerreiros 
a adotar umas expresses igualmente ausentes foradas pela convocao real de assistir cada noite s festas.  
        No que estaria pensando sua me, a rainha para permitir tal coisa?  A rainha era to diferente a Amoria que Marinha estava tentada de viajar ao templo do 
sentinela mesmo para lhe perguntar.  Os nicos problemas com tal empresa eram os perigosos trajetos pelas montanhas e o risco de ser capturada.  Especialmente pelos 
guerreiros do mago que agora patrulhavam as terras. Como tinha ocorrido esta farsa?  Ela no poderia entend-lo. No curto espao de poucos meses, Covenan tinha sido 
invadido por algumas casais de dzias de gmeos magos e seus detestveis guerreiros.  
         - Ahh, vejo de novo que as justas bruxas esto proclamando suas injustias longe e de par em par. -   Marinha se girou com um grito de assombro, olhando 
fixamente ao grande drago que se materializou dentro da sada arqueada ao lado dela e que conduzia a um dos muitos balces.  A voz do drago, em vez de cidamente 
sarcstico como ela sabia que poderiam ser, parecia estar sombreada com clera lacnica.  
         - Talvez no gozamos de ser foradas, Garron, -  ela disse, mantendo sua voz suave, permitindo que seu pesar a colorisse as palavras.   - No somos brinquedos 
para os magos.  No somos crianas s que ordenar jogar atrayentemente. -   
         - No, voc no o , mas as mulheres compassivas, fortes que tem perderam a compreenso de suas antepassadas dos costumes dos magos, assim que Te oculta 
em sombras, ou miras fixamente alm de suas formas com fria, em vez de ver neles a homens tambm? -  Foi expressa como sugesto, uma pergunta, mas Marinha detectou 
muito mais.  
        Ela suspirou profundamente, movendo-se mais perto do drago, sentindo-se reconfortada quando lhe permitiu lhe dar uma cotovelada contra ele, remetendo sua 
cabea contra as patas dianteiras mais pequenas que ele se cruzou sobre seu peito enorme.  Garron era fora, segurana. Sobre oito ps de alto, com as pernas e os 
braos macios, e uma estrutura poderosa.  Sua face aguda parecia sempre refletir sua brincadeira, ou humor penetrante.  
        Era ele um homem, ela no tinha nenhuma dvida de que as mulheres do Covenani se teriam levantado contra ele nas idades antes e que lhe tinham talhado sua 
cabea.  Mas ele era um varo justo.  Um drago forte e feroz de profunda lealdade no que se referia ao Sellane. A ele podia lhe divertir sua feminilidade ou ocasionalmente 
os costumes das fmeas, mas ela tambm sabia que ele daria sua fora para as proteger.  
         - N. Abraa-te contra mim como um beb,  - Ele grunhiu, embora no fez nenhum movimento para empurr-la longe.  
         - Isto  por seu culpa, drago. -   Ela riu baixo.  - Estragaste-nos para o resto dos homens.  deixaste tanto rastro em ns por aceitar suas pobres amabilidades 
que agora nos mantm. -   
        Ela recordou a noite de seu ataque quando seus uivos tinham talhado atravs a escurido, as chamas de sua fria que haviam descendia  vingana que causava 
em seus assaltantes.  O sangue tinha pirado ao redor dela quando os gritos se transformaram em silncio e a morte tinha perfumado o ar.  
        E Garron tinha estado ali, levantando a da terra, com sua voz afligida, spera com sua vergonha enquanto que ele tinha pedido o perdo por permitir que a 
machucassem.  Ela nunca tinha culpado o drago.  No era seu lugar para guardar seu cada movimento.  Ela se tinha culpado a sua prpria ignorncia sobre os homens 
e os gmeos.  
         - Minhas pobres amabilidades? -   Ela poderia ouvir a diverso em sua voz sobre ela.   - Esqueci-me de novo de te inclinar a seus ps delicados, minha princesa? 
-   Sua voz divertida era mais aguda talvez do normal.  Parecia que a afluncia dos gmeos magos acabava no s com sua prpria pacincia.  - Seu me a rainha infelizmente 
estar ausente alguns mais dias ainda, -  ele disse ento.   - Ela me h dito que volte aqui, para me assegurar que no corte a estes cachorros muito seriamente. 
-   
         - Voc estava com minha me? -   Ela olhou fixamente para cima ele com surpresa.  Uma sobrancelha coricea estava levantada.  
         - Seu me  minha primeira prioridade, criana. Seu amparo fora de suas prprias terras nunca est assegurada at que ela alcance as portas do templo. Onde 
mais estaria eu? -   
         obvio.  Onde.  
         -  verdade que lhe deu uma ordem a Serena para preparar-se para o declarao dos Veressi de cortejo? -   ela ento pediu.   - No posso entender a razo 
de tal ordem. -  Ele ficou rgido contra ela.  
         - Ela no me disse ento nada disso, -  ele grunhiu.  - Quem entregou essa mensagem? -   
         - Seu mensageiro pessoal. -  De novo, Marinha se perguntava quem era de confiana, igual dentro de seu prprio lar.  
         - Sangue do sentinela. -   A maldio a fez saltar com surpresa enquanto que a clera enchia sua voz.   - No posso dizer que a mensagem no fosse dado, 
mas posso dizer que ela no me disse nada dele. -   Ele a fixou dele cuidadosamente, olhando  ao salo de baile iluminado pelas luzes das velas como se procurasse 
uma certa resposta ali.  
         - Onde esto esses Sashtains quando tenho necessidade deles? -   
         - Esses dacars? -   ela grunhiu.   - Quem sabe onde se ocultam? No os busque, pelo sentinela de me.  J me esto desgostando bastante sem chamar a ateno 
ao feito de que estou aqui. -   
         - OH, tranqila, princesa, -  ele grunhiu.   - Tm deveres alm de cheirar sua parte posterior real. -   Os olhos de Marinha se estreitaram com a clera, 
seus lbios que se abriam para responder com nfase quente quando uma mo se formou repentinamente a um lado ao final da pergunta.  
         - Mas  que  uma parte posterior to tentadora, -  Caise Sashtain sussurrou em seu ouvido enquanto habilmente se deslizava mais  frente do cotovelo que 
ela se teria fechado de repente em seu estmago apertado.  
        Shadowhell.  Ele no deveria nunca ver-se to tentador. Alto e amplo, vestido com calas de couro escuros e uma tnica curta alva brilhante remetida no cinto. 
Uma espada cerimoniosa estava atada com uma correia a sua coxa e que coxa to poderoso era. Seus olhos escuros de dourado faiscaram com diverso enquanto que seus 
dentes cintilavam na escurido com um sorriso casual.  
         - O que desejava, drago? -   ele pediu  criatura enquanto que seu irmo se transladou a seu lado. Ambos os juntos eram muito impressionantes.  
         - Deixarei-lhes e permitirei que falem... -   Marinha se deu a volta para fazer isso, ou isso  o que tivesse pretendido se Garron no tivesse movido o 
brao uma frao.  
         - Drago... -   
         - Voc ficar aqui. -   A ordem no era nem corte nem o divertida.  Era um Garron diferente com um tom de mando.  Marinha colocou rgida com a surpresa, 
seus olhos se estreitaram enquanto que os gmeos do Sashtain olharam ao Garron silenciosamente.  -Voc escutar isto, -  o drago grunho quando ela deu uma palmada 
em seu brao.  
         - Est louco, drago? -   ela ficou rgida de fria.  Quem devia dizer que ela necessitava amparo?  Ela se protegia muito bem s.  
         - Alguns dias, depois de tratar s bruxas, pergunto-me isso, -  ele respondeu com sarcasmo antes de se separar-se da vista no piscou de um olho, deixando-a 
com os magos.  O qual ela decidiu era definitivamente pior.  A sensao de uma ponta do dedo, acariciando-a, recordou-lhe muito seu sonho sobre as ptalas das flores, 
reprimiu ligeiramente seu ofego e se deu a volta para lhes fazer frente com irritao.  
         - No te ensinou seu unidade parental a no tocar com seus mos algo que no te pertence? -   lhe perguntou arrogantemente, dirigindo um sorriso apertado, 
fria para suas expresses sombrias.   - Aconselharia-te que, no  o esquecesse.  Ou pode ser que perca um dedo -   ela continuou com a sugesto divertida antes de 
dirigir-se para a escada, e rogou,  segurana de sua residncia.  
         - Bem, isso funcionou maravilhosamente, -  Caise murmurou enquanto seguiram seu apertado traseiro, vendo-o afastar-se assim como  bruxa diante dele.  A 
linha Lisa de seu vestido esmeralda flua debaixo dela detrs, a pouco espao detrs dela seus ps se moviam rapidamente com um vaivm.  Ela tinha o cenho to franzido 
que quase chegava a seus joelhos enquanto que subia por cima das escadas.  
        Doce misericrdia, que viso era ela com todos esses cachos beijados pelo som que se derrababan por suas costas para seus quadris, acentuando o extremo que 
saa debaixo dela.  Era o bastante para fazer que o membro de um mago ameaasse estalando em suas calas.  Igual como o seu agora fazia.  
         - Sugestes? -   ele perguntou a seu irmo com um lado de sua boca enquanto que a seguiam com o olhar  
         - Bem, o drago parecia absolutamente furioso, e no s um pouco. -   O tom do Kai'o estava cheio de risada.  
         - Digo que faamos exatamente como nos h dito, ns a vigiaremos.  Assumo que isso significaria faz-lo at que ele volte para nos dizer como melhorar. 
-   Caise sufocou sua risada.  Louco. Soava como se tivesse um plano. Alargaram seu passo, assegurando-se permanecer o bastante perto dela para lhe impedir de lhes 
fechar a porta enquanto que ela agarrava a maneta e competia com eles para fazer isso.  
        Foi a mo do Kai'o a que atingiu o primeiro painel, empurrando-a lentamente aberta apesar de suas maldies ardentes.  
         - Esta  minha residncia. -   Ela lhes fez frente furiosamente, seu fogo violeta que cintilava dos olhos.  - Abandonarem-na imediatamente. -   
         - Sinto muito, sua Alteza, -  Caise suspirou, seguindo a seu irmo pela residncia e fechando a porta cuidadosamente.   - o drago disse que lhe vigissemos. 
Ns s estamos fazendo isso. -  
          - E um drago lhes ordena? -   ela disse com desprezo zombador.   - Como de lamentvel .  Isto  a outra hbito por aqui. -   Ela no tinha evidentemente 
nenhuma idia do poder do drago do que ela falava.  
         -  uma tarefa. -   Ele encolheu desdenhosamente, controlando o sorriso que teria curvado seus lbios.   - Somente alguns magos devem levar a parte mais 
dura de tais tarefas excessivas. -   ela bufou em resposta. - Um movimento para a porta e longe de ns e voltar o drago... -   
         - Vs a vigiarem onde esteja.  A princesa Serena no est no salo de baile e os guerreiros e seus magos agora esto em alarme. E se por favor, podem guardar 
esta informao para vs mesmos. Havia um mundo do sarcasmo no pensamento do Garron quando se repetiu em suas mentes.  Shadowhell, justo o que ele necessitava.  
Um drago que falava em sua cabea.  
         - Penso que talvez permaneceremos aqui, at que Garron nos chame. -   Kai'o atirou de uma manga para trs, colocando a cadeira no lado da parede, colocado 
diante da porta e depois se sentou detrs confortavelmente.  - Toma assento, princesa. Estou seguro que podemos encontrar algo que discutir.  Por exemplo Voc gosta 
das flores? -   
        Marinha olhou fixamente ao Kai'o silenciosamente, mantendo rapidamente seu controle, rechaando permitir que o calor a enchia seu corpo avermelhasse suas 
bochechas.  No era possvel que ele soubesse do sonho.  Ele o fazia embora inclusive o sentinela eleito, os sacerdotes e a sacerdotisa aos deuses, jurassem que 
somente os deuses e eles mesmos poderiam oferecer abrigo dentro do vale de sonhos, ela  tivesse jurado que ele sabia.  Coincidncia, ela se zombou em sua imaginao. 
         - Eu gosto de muito as flores, mago Sashtain, -  ela disse abertamente com desprezo.   - Embora as flores tm pouco que ver com seus aes atualmente. Exijo 
que saia de minha residncia. -   
        Sua residncia era seu lugar de paz, de serenidade. As cortinas largas e transparentes rodeavam sua cama grande, o edredom estava dado volta mostrando o 
rico material dos lenis.  
        O edredom em si mesmo era um monto de remendos de cores que variavam que satisfaziam seus olhos.  A chamin sobre que havia pequenos objetos.  Um cristal 
oscilante que seu pai lhe tinha dado quando era pequena.  A primeira tiara lhe tinham dado o quinto ano depois de seu nascimento. Um pequeno par de sapatos de seda, 
apenas o bastante grandes para caber em sua palma. Seu pai os tinha feito ele mesmo quando ela era um beb.  
        As flores adornavam sua residncia.  Certamente seu comentrio tinha sido corriqueiro. Os altos vasos cheios de ramos florescentes, os mais pequenos dos 
caules de flores coloridas colocadas estrategicamente mais abaixo do peito baixo, ao lado de sua cama e aos lados da chamin.  Dois vestidos esquecidos tinham sido 
sacudidos sobre o sof baixo para o que Caise se dirigia.  Ele escovou suas dobras da parte posterior do pano cuidadosamente antes de sentar-se abaixo, inclinando-se 
para detrs e para todo mundo parecia como se desfrutasse.  
         -  que no me escutam, ou  que seus guerreiros se esqueceram de lhes limpar os ouvidos esta manh? -   Ela inclinou sua cabea e olhou suas expresses 
cheias de falsa inocncia. Caise levantou uma sobrancelha loira escura com brincadeira enquanto que Kai'o  riu entre dentes. 
         - me diga por que, bruxa, por que foi viu patrulhando os bosques esta manh? Vrias unidades de guerreiros lhe viram nesse unicrnio que subidas, vestida 
com calas e te deslizando furtivamente atravs dos bosques como se fosse para uma certa misso.  Que misso poderia estar levando a cabo? -   Ela exagerou os olhos, 
fingindo uma ferida confuso.  
         - As terras so  minhas para as fiscalizar, seguindo ordens, sendo Serena a herdeira de minha me a rainha e Brianna supervisora das necessidades das gente 
dentro das cidades.  As granjas esto sob minha superviso e as visito freqentemente. -   O que era a verdade, por isso a isso se referia.  Kai'o se relaxou mais 
em sua cadeira, agora olhando-a pensativamente.  
         - Voc est com a brigada das bruxas, no  assim, princesa? -   Pergunta-a foi expressa de forma to casual, to facilmente que quase se traiu com a surpresa 
que se estremecia atravs dela.  Ele tinha falado como se tivesse provas, pois somente uma alta guardi falaria dos temas da lei.  
         -  que te tornaste louco?. -  Ela a separou as mos inocentemente ante ela.   - Pareo ser uma das guerreiras, mago Sashtain?  Realmente.  Isso seria muito 
perigoso para uma princesa. -   
        Caise deu um desaforo assombrosamente divertido enquanto que Kai'o levantou sua sobrancelha outra vez com brincadeira.  E onde estava seu medo?  
        Marinha procurou dentro de si mesmo, havia agitao e  sensao de nervos, mas os medos que ela tinha conhecido durante muitos anos dos homens, especialmente 
os gmeos, pareciam ter retrocedido. Quando tinha ocorrido isto?  No teria podido acontecer certamente e ela ser inconsciente disso?  
         - Ela finge inocncia to perfeitamente, -  Kai'o disse com voz lenta, sua voz escura vibrava com uma certa emoo que ela no poderia distinguir.  - Pergunto-me 
como de inocente ela se proclamaria se ns solicitssemos seu cortejo? -   
        Seu corao lhe subiu  garganta, quase estrangulando-a com a sensao que estava perto de paralisava, no de medo, mas se do nervosismo definitivamente 
intenso.  
         - Diria que seria imprudente, e as brincadeiras me do mau. -   Ela girou sobre seus calcanhares, se movendo para a janela grande antes de d-la volta de 
novo a eles com um cenho.  
         -  isto pelo que continuam seguindo cada um de meus movimentos?  Porque desejam me convencer a que aceite suas intenes?  No acontecer. -   Ela sacudiu 
sua cabea energicamente cruzando os braos debaixo de seu seios, no fazendo caso do repentino desejo ardente em seus mamilos, e mais abaixo ainda, entre suas coxas. 
         - Poderamos solicitar cortejo, como os Veressi fazem com Serena, -  Kai'o ento precisou.   - ou o Ritual de recepo.  Se nos ajoelhssemos formalmente 
ante voc, princesa, o que pensa que aconteceria? -   
        Seu corao atingiu com fora em seu peito com essa pergunta.  Ela recordava bem o que aconteceu quando os gmeos da Veraga se apresentaram ante a Brianna. 
Fizeram chiasse os dentes, ela tinha tido um orgasmo ali  mesmo no corredor de recepo.  Deveria hav-la humilhado. Marinha no podia imaginar tal coisa.  Tambm 
tinha acelerado o cenit dos poderes da Brianna, criando um conflito de emoes desenfreadas em seu interior enquanto sua magia construa rapidamente seu pice.  
         - No, -  ela sussurrou, movendo-se para trs lentamente longe deles, lhes olhando com receio.  -por que fariam isso? -   Compassivos sentinelas, suas emoes 
estavam bastante em conflito ... arriscar-se ao alinhamento de sua magia com a estes gmeos era a ltima coisa que necessitava.  
         - Talvez porque rechaas permitir que lhe cortejemos por meios mais tradicionais? -   Kai'o pediu ento, seus olhos azuis plidos a olhavam com intensidade 
curiosa.  - estivemos aqui durante muitos dias, Marinha, e ainda em que pese a todas rechaas nos dedicar inclusive uma pequena quantidade de seu tempo. No permite 
a progresso natural do alinhamento. por que?  s desejamos estar seguros de se estamos indo detrs de nosso consorte natural antes de deixar  completamente a empresa 
e de voltar para nossa prpria terra - .  
        OH, ele deveria ter sido um juiz, pensou Marinha, impressionada por suas palavras, embora no com sua discusso.  Ele fazia que todo parecesse absolutamente 
lgico, tinha que admiti-lo.  Mas ela o olhava fixamente aos olhos que no tinham nenhuma vergonha em demonstrar sua diverso, uma expresso enrugada com brincadeira. 
Ela bufou com mofa.  
         - Acredita-te que sou tola. -   Ela a cruzou os braos sobre seu seios, olhando fixamente entre eles.   - No sou nenhum brinquedo que possa ser descartado, 
Sashtain. -   A diverso do Kai'o se limpou quando a intensidade sombria alcanou seu olhar fixo e ele se inclinou para diante em sua cadeira, apoiando seus braos 
em suas pernas enquanto que Caise olhava silenciosamente.  
         - Entendeste-me mau, minha pequena guerreira, -  grunhiu ele.   - No  nenhum brinquedo o que vejo ante de mim, somente uma mulher enchente que se oculta 
detrs de sua espada. E eu, princesa Marinha, estou-me cansando de vadiar dentro deste castelo aguardando seu respeito neste tema. No confunda minha pacincia com 
a insensatez. -   
        O tom profundo lhe advertia bastante de que esta situao ia rapidamente fora de controle.  Ela olhou a dois homens com receio, sentindo as sombras do medo 
elevar-se em seu interior.  Eram dois. Contra um ela poderia lutar e defender-se, contra dois eles afligiriam sua pequena quantidade de magia assim como suas defesas. 
         - Ahh princesa, que medo infundado. -   Caise ento falou, o suave aborrecimento em seu tom fazia que seu peito se apertasse com desespero.  
        Como desejava poder confiar neles.  E no era justo que seu medo natural de sua fora e de seu poder a jogasse para trs.  Mas sentia desconfiana a perto 
de seus motivos. Ela poderia detectar muito mais que emocionar-se com a chegada dos gmeos magos dentro do Covenan que s um desejo de encontrar a seus consortes 
naturais.  Muito mais.  
         - Quem deve dizer se meus medos so lhes embainhem? -   Lhe perguntou ento, tragando contra seus pesares, contra necessidades que ela desejou sentir. -Voc 
no me conhece, Caise.  Somente refere a seus prprias necessidades, seus prprios propsitos. O que tem que meus? -   Ela no tinha nenhum desejo de sair da terra 
cuja direo tinha aceito. Estava atada ao Covenan, e ao poder que o alimentava. Deix-la seria deixar uma parte de sua mesma essncia detrs dela.  
         - E voc como sabe isto, princesa? -   A voz do Kai'o era suave, palpitando com uma paixo que ela no teve que detectar, pela magia que a enchia e palpitava 
dentro de sua voz.   - Esta  a primeira ocasio que tivemos que inclusive falar do que desejamos, de necessidades, ou de propsitos.  E de uma escolha forada sobre 
voc, em vez de uma que escolhesse disposta.  Talvez deveria pensar no fato de que no foramos o Ritual de recepo, mas sim se tentou te dar essa opo. Faz isso 
que sejamos dignos pelo menos de seu mais pequeno respeito? -   Como de sincero soava. Marinha o olhou fixamente, sentindo a fome em seu interior por acreditar em 
suas palavras.  No, ele no tinha forado o Ritual de recepo, nem lhe tinha exigido uma petio de Cortejo.  
        Como sombras tinham seguido cada um de seus movimentos, divertidos ante seu desejo de partir longe de sua presena, e roubando cada oportunidade que se apresentava 
ante eles para encher seu tempo. Mas no tinham forado nada.  No tinham exigido nada. E OH, como a fascinavam.  Deixando todos os medos e cautela a um lado, ela 
poderia ao menos admitir isso.  
         - O que quereria que fizesse? -   Ela ento separou as mos de par em par, olhando fixamente ao que lhe tinha exposto a pergunta.   - Se, e se disser com 
grande prejuzo, que sou parte da brigada, cule seria seu reao?  Ir a minha me a rainha, exigindo meu confinamento?  Exigindo que afastamento?  E para eu te 
dar permisso para me cortejar, que deveria dizer para que aceitasse minha palavra quando declarasse que eu no gosto de seus intenes?  Como, meus bons gmeos, 
supem que devo fazer para confiar se no me d nenhuma razo para faz-lo? -   
         - Faamos um trato. -   A expresso do Kai'o era serena e transmitia calma.  Apesar disso, ela tinha a estranha sensao de que alguma mentira pode que 
logo se desenvolvesse.  
         - E que trato me proporia? -   Ela estava interessada, apesar de suas dvidas.  
         - Algo que desejamos, em troca de algo que voc desejaria, se fosse a bruxa guerreira, que . -   
         - Kai'o, -  a voz do Caise era repentinamente cuidadosa, cativando-a mais ainda.  
         - te explique. -  Ela cabeceou energicamente, seus olhos se estreitavam enquanto olhava ao Kai'o.  Ele no jogou uma olhada na direo de seu irmo, a pesar 
do gemido silenciado, resignado que veio dele.  
         - Voc escolher a um de ns, agora.  Nesse leito...  -   Ele assinalou  cama.  - Ir com ele disposta, completamente, e permitir seu toque. -   Marinha 
podia sentir a cor abandonar sua carne.   - No estou pedindo o ato sexual, Marinha, -  disse ele.   - Estou-te pedindo que permita o contato. Nada mais. Qualquer 
toque que no deseje, dir simplesmente no,  e seus desejos sero comprazidos.  Mas voc permitir o contato. -   
         - Em troca do que? -  Ela tremia. Poderia sentir os pequenos tremores percorrer sua carne, o medo se elevava dentro de sua mente.  Eram homens grandes, 
homens fortes, poderosos.  Kai'o sorriu.  Uma curva lenta, que desarmava seus lbios, cheia de risada, cheia de uma sensao de excitao pendente.  
         - Amanh, ao elevar o sol, o irmo que no tenha eleito esta noite para lhe tocar te levar a ar em seu mocho de neve. -   Os olhos de  Marinha se exageraram. 
Nenhuma bruxa tinha pirado nunca neles. Era inslito. Os grandes mochos se inclinavam somente ante os gmeos magos. Inclusive Brianna no tinha pirado sobre as grandes 
bestas, apesar de sua Unio com os gmeos da Veraga.  
         - Ela o permitiria? -   Marinha sussurrou com temor.   - No me mentiria, verdade?  Se seus palavras funcionarem falsas, mago, depois nenhuma bruxa na terra 
lhes acreditaria.  jogar-me isso no iria bem a seus melhores interesses. -   Kai'o grunhiu ante suas palavras.  
         - Os mochos da neve permitiriam alegremente que os montasse com um de ns. -   Ele agitou sua mo negligente.   - E no mentimos, Marinha.  Agora te asseguro 
isto. -   Ela jogou uma olhada ento ao Caise. 
          - Voc estaria de acordo com este trato tambm? -   A surpresa se refletiu em seus olhos de dourado.  
         - Os gmeos no fazem pactos separados de um, Marinha. ouviste falar certamente disto?  Satisfarei sua promessa, como ele satisfaria qualquer que eu fizesse. 
-   Ela encolheu ante a pergunta.  
         - Quem deve dizer o que  verdade e que falso dos rumores que se ouviram com respeito aos gmeos magos.  Desejo simplesmente estar segura. -   Sentinela 
Doce Da Me.  Montar na parte posterior do mocho de neve, olhar fixamente a terra debaixo, e saber da liberdade do vento soprar sobre ela.  Era um sonho, um que 
a tinha tido desde que ela tinha visto pela primeira vez aos grandes pssaros voar sobre as montanhas de neve.  De cor branca pura, formosos em seu vo e majestosos 
enquanto sulcavam as correntes mais acima.  Inclusive suas torneiras no eram to grcis como esses encantadores mochos.  Mas primeiro, ela teria que submeter-se 
ao tato de pelo menos um deles.  Ela teria que escolher.   - O que h do que no escolha? -   Ela se lambeu os lbios secos como seus nervos desenfreados.   - O 
que far ele? -   A tenso espessou o ar.  A magia crepitou apenas debaixo da superfcie e da fome, profundamente e se encheu de luxria, formando redemoinhos-se 
ao redor dela.  
         - Bom, -  Kai'o sussurrou enquanto o calor crepitava entre eles.   - Muito prazer pode ser ganho na observao, Marinha.  Mais de que possa imaginar nunca. 
-  
        
        
        Captulo Seis 
        
         
        Marinha tragou, sentindo a constrio do medo que apertava dentro de sua garganta enquanto que ela enlaava seus dedos juntos nervosa e olhava fixamente 
aos magos.  Eles a olharam.  Caise com seus olhos da cor do dourado fundido.  Kai'o, com seu olhar fixo o azul mais plida, to misterioso que parecia chamuscar 
sua alma.  ela poderia fazer isto?  ela poderia confiar na qualquer deles para estar sobre sua cama com ele, para toc-la como amante e para no sentir as sombras 
do pesadelo cravar-se sobre ela?  Tinham transcorrido anos, ela se recordou, do ataque que a horrorizava.  
        Ela era mais forte agora, tinha crescido em sua prpria confiana e em suas prprias foras.  Sua magia seguia sendo muito mais fraco que a sua, mas ela 
poderia sentir os poderes de sua me abranger a residncia.  Aqui a abrigavam, protegiam-na, como no o faziam em nenhuma outra parte da terra.  
         - por que? -   ela ento pediu a ambos.   - por que devem tentar este cortejo comigo?  O que , mago? O que quer conseguir fazer? -   Ela no era nenhuma 
tola.  No tinham declarado o Ritual de recepo, nem tinham solicitado o cortejo, mas era um cortejo de todos os modos.  
         - Ns procuramos a  nosso autntica consorte, Marinha, nada mais, -  Respondeu-lhe Caise, sua voz era escura, palpitando com fome.  -Voc  essa Consorte. 
Tanto se desejas admiti-lo como se no,  a verdade.  
        Ele levantou sua mo at a parte posterior da sala a objeo que se levantava seus lbios.  
         - Os magos reconhecem a suas companheiras quando sua magia as touca. Procuram sem fim, incansvel conseguir esse alinhamento.  Entendemos seus medos, princesa, 
igual a entendemos seus suspicacias.  Pedimos somente a ocasio de te provar a verdade de nossas palavras.  Para provar que no te equivocar ao depositar seu confiana 
em ns.  Nada mais.  Mas nada menos. -   No era nada mais que o que ela tinha suspeitado.  
         - por que no simplesmente fazem a petio para o Cortejo? -   Ela sacudiu sua cabea cheia de confuso. 
         - Acredita-nos capazes de desejar forar algo sobre voc? -  Kai'o parecia grunhir as palavras. -Se desejssemos uma companheira forada, minha senhora, 
ento teramos ido simplesmente pela rota mais rpida e exigido o Ritual de Recepo. Desejaramos seu aceitao, seu conformidade no forada.  Agora,  Aceita nosso 
trato, ou  voamos na prxima manh ss? -   Ela a apoiou as mos em seus quadris, lhe fazendo frente com um cenho.  
         -  to impaciente como um criana, -  ela se zombou, encobrindo as tentativas de lhe ocultar os medos que a enchiam.  
         - E voc est retendo meu banquete, -  ele grunhiu em resposta.   - Faz a seu mente trabalhar,  mulher, e nos tire de nossa misria. -   
         - Bem. -   Ela entrou zangada na cama, lanando-se nela, forando-se a olhar fixamente para eles, colocando seu corpo rgido.   - Ento, voc pode olhar. 
Seu irmo pode tocar. -   Doce sentinela, Estava louca?  Seu corao lhe subiu  garganta quando Caise se levantou lentamente a seus ps, sua ereo estava claramente 
delineada debaixo de suas calas de couro.  
         - Ela no ir mais  frente com isso, -  Kai'o lhe advertiu enquanto a olhava fixamente, sorridente com seus lbios sensualmente cheios.  - Olha-a, ficando 
to rgida como nossos membros. Ela saltar e partir antes de que tenha a ocasio de toc-la. -   
         - No tem vergonha. -   Ela disse claramente furiosa.   - Acaso no dei minha palavra? -   
         - Devemos colocar um limite de tempo a nosso acordo. -   Caise se deteve brevemente ante as palavras de seu irmo enquanto que Marinha o olhou fixamente 
com horror.  
         - perdeste a razo? -   
         - Tanto como voc pde ter desejado que seu beleza amortecesse meus sentidos. Devo te dizer que no o tem feito. -   Ele sorriu zombador.   - Conheo-te, 
princesa. -   Ele sacudiu seu dedo para ela com ironia.   - Permitir o tato mais pobre, amontoando o prazer como o faz um agiota com seu dourado se ns no lhe 
vigiarmos cuidadosamente.  Digo isto, porque por cada instante que nos permita te tocar, essa ser a durao do tempo que se permitir sobre o mocho. Um momento 
por um momento, o que diz.  Ainda estamos de acordo? -   Ela pensou um pouco em sua aposta, mas no poderia encontrar nenhuma discusso para contradiz-la.  
         - Eu controlarei o que  o que me tocam, -  ela estipulou.   - Est a minha discrio. -   Ele inclinou sua cabea com um suspiro lento.  
         - Infelizmente, convirei com isso.  Embora me temo que te prope nos enganar de algum jeito. 
         Aye, ela assim o tinham pensado at que ela vislumbrou o pesar nos olhares fixos de ambos os homens.  Isto no tinha nenhum sentido.  por que faziam um 
negcio que sabiam que poderiam ser enganados to facilmente dentro se no havia tento para forar sua vontade sobre ela?  No  que ela os teria enganado realmente, 
ela se assegurou, lutando desesperadamente para distrair-se enquanto que Caise aproximava da cama.  Mas, ali se conformava com as regras e ento havia...  
         - te coloque a seu lado, Marinha. -   
        Caise se deteve brevemente no lado da cama, a longitude de sua ereo parecia enorme enquanto que ela olhava fixamente para ele.  
         - Date a volta seu de novo para mim, eu  no desejo a no ser te abraar.  Nada mais a menos que o deseje.  Permite que te abrace, pequena.  Isto  todo. 
-   Marinha se mordeu o lbio embora fez o que lhe pediu.  
        E ela pensou nos mochos.  Os enormes mochos de neve que a levariam sobre a terra, lhe permitindo olhar para baixo cheia de maravilha...  Sentinela Compassivo. 
        Seu olhar fixo se chocou com o Kai'o onde estava sentado na cadeira, inclinando-se para frente, olhando com tal tentativa faminta, tal inveja por seu irmo 
que ela se forou a deter as palavras que o atrairiam a sua cama tambm.  Acaso estava louca?  Ela no poderia fechar os olhos contra os seu enquanto que sentia 
ao Caise baixar-se detrs dela.  Ela no poderia lutar com a exigncia de que ela compartilhasse essa conexo to pequena, apesar de todo ela se repetiu, insistindo 
desesperada que no lhes devia nada a qualquer deles.  
         - Shhh, -  Caise sussurrou detrs dela, forando-a a deter o gemido inconsciente que tinha deixado ir enquanto que ela olhava fixamente suplicantemente 
ao Kai'o.  No que pensava ela, para acreditar que poderiam fazer isto?  Ela poderia sentir seu peito apertar do terror, seus olhos que umedeciam com a luta por colocar 
renda a suas emoes, apesar da insistncia de seu corpo de que o calor detrs dela era em total a aceitao.  
         - Kai... -   O pesar tremeu em seu interior.  Ela no poderia.  
         - Os mochos de neve tm as plumas mais suaves, -  Kai'o sussurrou enquanto Caise se colocava detrs dela, seu amplo peito a amortecia, sua mo que se apoiava 
ligeiramente em seu quadril.   - So mais suaves que a seda mais fina contra seu carne, Marinha.  Quando voa, eles lhe rodeiam, te envolvendo em calor... -  Ela 
desejava voar. Como de desesperadamente tinha desejado tal aventura.  
        Ela se forou respirar profundamente, uniformemente, centrando-se no olhar fixo do Kai'o, vendo a compaixo, o calor em seus olhos, assim como a inveja enquanto 
ela sentia os dedos do Caise em seu cabelo, provando a sensao de seus cachos.  
         - A diferena da maioria de magos, no sinto as emoes do Caise.  Nem sua clera, nem sua dor,  - Kai'o suspirou enquanto que a olhou.  No posso sentir 
a seda de seu cabelo, nem cheiro o aroma de seu doce carne. Mas posso olhar, ver seus dedos enredando-se dentro da massa, e sonho com de seda mais suave que inclusive 
as plumas do mocho de neve. Olho como ele inala seu aroma, e imagino um campo de flores em conjunto desenfreadas, e se inclusive que o aroma  incomparvel ao que 
ele sabe neste momento. -   
        Seus lbios estavam separados.  No havia artifcio em suas palavras, no havia engano nem falsidade alguma.  Somente havia fome, ardendo  intensa .  
         - Vejo-o contra voc, Marinha, e sinto dor com tal fome, mas esta  uma dor de longe melhor que qualquer que eu tenha conhecido em minha vida.   uma dor 
deliciosa, porque se no poder cheirar seu carne ou tocar a suavidade de seu cabelo, ento no h nenhum outro que desejaria que o conhecesse exceto Caise.  
        Era o enlace do mago que possuam profundamente os gmeos ela sabia, mas ouvi-lo no palpitar de sua voz tocou um acorde em seu interior.  Ser uma parte de 
tal enlace seria, como sua irm Brianna havia dito, um paraso sem igual. Saber que algum era dele e era seu somente, que esse algum caminhava nesta terra que 
pertencia a sua alma e a nenhum outro.  
         - Kai... -   Ela choramingou seu nome enquanto que sentia ao Caise alisar seu cabelo atrs do ombro descoberto por seu vestido. As pontas de seus dedos 
mediram sua carne, seu tato spero lhe recordou o sonho das flores e lhe trouxe um prazer diferente a qualquer que ela tivesse conhecido antes.  
         - Como de valente , Marinha? -   lhe perguntou ento.   - O bastante valente para te elevar sobre a terra e sentir o vento aoitar atravs de seu cabelo? 
O bastante valente agentar o tato de um quem daria sua vida em troca da tua?  Para encontrar prazer em vez de dor? -   Seus lbios se separaram em um grito de assombro. 
detrs dela, Caise estava acalmado, e ela se perguntava se ele olhava a seu irmo tambm.  
         - No entendo. -  Sua voz era desigual, sua respirao entrecortada.    
         - Deixou-me dirigir suas intenes, Marinha, -  ele grunhiu.  - permita que dirija seu tato. Voc ento saber o que est acontecendo, estar preparada 
para cada carcia.  E ento, pequena, veremos como de valente pode ser. -  Havia quase no bastante zomba em sua voz para lhe fazer olh-lo com suspicacia.  
         - Pensa que no posso faz-lo? -   lhe perguntou.  -Que devo ser conduzida como criana navegando nas guas? -   Ele riu entre dentes, embora sua expresso 
continha bem pouca diverso e sim muita excitao.  
         - me prove que me equivoco. -   Ele se encolheu de ombros. - Ou isso ou j me dir que satisfao posso encontrar no fato de que no escolheu meu tato tambm. 
O que opina, princesa? -  O que opina voc?  Seus olhos estreitaram.  
         - No confio em seu direo no mais mnimo, -  ela bufou.  - mas vejamos a seguir, mago Sashtain, nos deixe ver como de bem dirige seus poderes intuitivos. 
Que tato aceito, e que no.  Podemos inclusive elevar seu aposta. Cada vez que v muito longe, e me force a pedir um alto, dobrar-se o tempo que ganhe sobre seu 
grande mocho. -   Ele riu.  Jogando sua cabea para trs, a alegre diverso cintilava em seus olhos, ele inclinou sua cabea em acordo.  
         - Ser como diz e eu no arrumado nada em contrapartida.  Agora pequena, nos deixe ver como de bem o fazemos juntos.  Pois enquanto ele te toque, voc me 
olhar. Darei ao Caise a ordem, voc ter dois segundos para declinar ou o tato comear. De acordo? -   
         - De acordo, -  ela falou imprudentemente, e sabia que ela fazia bem.  
         - Para comear a demonstrao da vontade do primeiro Caise ver as diferenas entre sua carne e a tua prpria.  Pois enquanto me olha, seus dedos acariciaro 
somente seu ombro nu.  
        Ela esperou os dois segundos, seu olhar fixo reteve a sua facilmente at que sentiu o tato da mo do Caise em sua carne nua.  No poderia deter seu estremecimento, 
mas no se ops.  Curiosamente, no havia dor, nenhum medo.  As pontas speras de seus dedos acariciavam sobre ela enquanto que ela sentia como sua respirao se 
fazia mais spera detrs dela.  
         - Deveria ver sua face. -   A voz do Kai'o era baixa, seu olhar era fixo reflexivo.   - Ele ganha muito prazer com a sensao de seu pele, Marinha.  Sabia 
que pode obter-se prazer s do contato? -   Ela tinha, somente prazer nunca sexual.  E nunca tinha tido o contato de outra pessoa que a esquentasse como este o fazia. 
As pontas do dedo do Caise escorregaram sobre sua pele, do ombro para o pescoo, enviando tremores sensuais que se difundiam atravs de seu corpo enquanto que ela 
olhava as mos do Kai'o apertar-se nos braos da cadeira.  
         - Muito bom. -   Sua voz era spera, gutural com a fome que aoitava repentinamente atravs da residncia.  No s as dos magos, mas sim nebulosamente tambm 
as suas prprias.   - Est a sensao de suas mos sobre seu carne  agradvel, minha princesa? -  Sua voz era baixa, raspando atravs de seus sentidos inclusive 
como pontas do dedo do Caise raspavam atravs de sua carne.  
         - Sim. -  Ela no poderia neg-lo, no importava como ela desejava.  lhe responder era imperativo, vendo que a labareda da resposta obscurecia os uma vez 
plidos olhos e a enchiam de uma dor por v-los obscurecer-se ainda mais.  Ele se lambeu os lbios lentamente, seu olhar fixo se movia da sua  vista das pontas 
dos dedos do Caise que jogavam atravs de seu ombro.  
         - Seus lbios agora, -  ele grunhiu.  - Ele acariciar seus braos com seus dedos e seu ombro com seus lbios.  Pode agentar esse toque, minha princesa? 
-   Ela se estremeceu, no de medo, a no ser em desejo. Deveria gritar contra tais carcias em vez de dobrar-se submisamente debaixo delas. Esperou os dois segundos, 
endurecendo-se contra o iminente contato.  
        Desde fazia anos, os lbios de nenhum homem a haviam tocado, no desde essa noite.  No desde que a ftida respirao lhe tinha cheio os sentidos quando 
seu atacante forou seu beijo sobre ela.  
         - Vejo tanto medo em seus olhos, -  Kai'o grunhiu enquanto que ela sentia os dedos do Caise deslizar-se para baixo por seu brao.  Como um sussurro do phermona, 
um pouquinho spero, como o toque do veludo que escorregava sobre ela.  Ela poderia senti-lo detrs dela, movendo-se.   - Ele tem fome, minha princesa, -  sussurrou. 
-Est to faminto como meus olhos de voc. Seus olhos so como lato, em vez de dourado, cheio de escurido, de sua necessidade de voc, de necessidade doce e quente. 
-  Sua voz palpitou enquanto que um estremecimento se derramou sobre seu corpo e os lbios do Caise tocaram sua carne.  
        Ela ofegou, seu olhar fixo que procurava desesperadamente a necessidade nua e a compaixo nos olhos do Kai'o. Mas no havia nenhuma compaixo ali, nenhuma 
misericrdia, mas se emoo, to densa e to quente como a fome que enchia seu olhar fixo.  
         - Tal valor. -   Sua voz lhe deu fora enquanto apertava seus punhos aos lados, seu corpo estava estirado enquanto os lbios masculinos quentes pressionavam 
sua carne.  
        Ela contava com a sensao molhada da luxria lhe babem, que tinha conhecido antes.  Em lugar disso, seus lbios estavam quentes, embora secos, alisando 
sobre sua pele em um beijo aprazvel antes de que se abrissem, e sua lngua a provava rapidamente.  Marinha saltou nesse contato, sentindo uma pesadez invadindo 
seus membros.  
        Seu corao agora batia em seu peito, seu seios estavam pesados, seus mamilos sensveis enquanto que a carne entre suas coxas comeou a excitar-se lentamente. 
Os sentinelas tivessem misericrdia dela, mas seus lbios agora mordiscavam em sua carne, sua lngua esfregava ligeiramente em uma caminho ardente, mida atravs 
de seu ombro que a fazia lutar por respirar contra o prazer.  Verdade, um prazer sem escurecer.  
         - Kai... -   Ela sussurrou seu nome suplicantemente, no para cessar o contato, mas sim por algo innombrado, uma certa necessidade a que ela no sabia dar 
voz.  
         - Tal beleza. -   A cadeira flutuou mais prxima  cama, atrada por ela, empurrada por sua magia, ela no estava segura, mas no lhe importou.  
        Ele estava repentinamente no borda da cama, inclinando-se perto do colcho, seu olhar fixo seguia cada movimento dos lbios do Caise.  
         - Arrumado a que seu gosto  mais intoxicante que o do elixir mais fino.  Ele gemeu quando os lbios do Caise se colocaram no vo entre o pescoo e o ombro, 
seus lbios se amamentavam na rea com gentileza extrema enquanto sua lngua fazia ccegas na carne.  
        Ela inalou asperamente, suas plpebras lhe pesavam, seu corpo estava tenso.  Que sensaes estranhas.  Sua mente se sentia nebulosa, contudo to alerta que 
respondia imediatamente ao contato mais leve, fazendo sua carne to extremamente sensvel que o toque mais ligeiro era uma agonia de prazer.  
         - Esta  seu magia, -  ela ofegou.   - Isto  no natural. -   Ela no poderia ajudar a no ser inclinar a sua cabea, para lhe permitir o maior acesso 
a sensvel rea.  
         - No h nenhuma magia, -  Kai'o grunhiu.   - V o menor risco mais fraco de poder, princesa?  Nay, no o h.  No foraremos o alinhamento, juramo-lhe 
isso.  Isto  prazer, nada mais. -   No havia rastros do poder, nenhum filamento de magia que surgisse  deles. Como ento lhe produziam tais sensaes?  Certamente 
isto no podia ser natural?  
        Um grito desigual surgiu de seus lbios ento quando ela sentiu os dentes do Caise mordiscar sobre seu ombro, ouviu seu gemido silenciado detrs dela quando 
seus dedos se colocaram mais firmemente contra a carne de seu brao, esfregando ligeiramente com longos movimentos ardentes enquanto que sua lngua provava seu pescoo. 
         - Dentes do sentinela.  Seus olhos esto fechados, Marinha, seus sentidos esto inundados no prazer de te tocar. Tal prazer deve certamente ser paraso. 
-  Ele se esfregava ligeiramente.  Ela no poderia ver sua mo para estar segura, e sabia que ele no tinha tirado sua carne masculina de suas calas, mas ela estava 
segura disso.  Em vez de sentir-se repelida, sua palma lhe picou, lhe fazendo apert-la uma no edredom baixo dela, a outras nas dobras de seu vestido.  
         - Beijaria-o, Marinha? -   Kai'o lhe perguntou ento.  -Date a volta e lhe oferea seus lbios, Permitir que ele possua o seu doce gosto? -   Ela o olhou 
fixamente, sua respirao era spera, seus lbios estavam separados, pois seu olhar fixo exigia uma negao ou a submisso.  
         - Vejo seus lbios, e em tudo o que posso pensar  que tm o doce gosto do paraso, -  Ele gemeu, sua expresso se apertava em linhas de uma fome extrema, 
ardendo de necessidade.  - Na sensao deles sob meus, de seu pequena tmida que aparece para me dar a boas vindas dentro, lambendo o meu em convite.  No sei se 
puder inclusive suportar ver meu irmo possuir o que a meu me nega.  Mas fao seu vontade, Marinha.  Olharei-o, e quando retirar a minha residncia s e fechamento 
os olhos em sonhos imaginarei que era eu, em vez do Caise, que estava provando o paraso. -   
        Sua lngua apareceu, molhando seus lbios ressecados em necessidade nervosa quando um gemido sacudiu seu corpo grande e seu olhar fixo se centrou na ao. 
         - Permitir o beijo? -   Ele exigia, necessitado.  Marinha lutou por respirar enquanto tentava quebrar o contato com seu olhar fixo. Ela se daria volta 
para detrs, daria-a por que ele o desejava, mas ela no poderia se separar-se de seu olhar fixo.   -  Compassivos Sentinelas, -  Ele sussurrou com um gemido desejo 
surgindo de seus lbios.  o que ia ela a dizer?  Os tremores de doce agonia se propagaram atravs de seu corpo.  Ela se lamentou, ela necessitou e no sabia pelo 
que ela se lamentava. 
        Ela sabia que no poderia se separar-se dele, igual a no podia faz-lo enquanto que o desejasse. Quando a marca de dois segundos passou, ela sentiu o movimento 
do Caise enquanto ele a acariciava por detrs, seus ombros que se elevaram sobre ela enquanto sua ampla palma afagava sua bochecha e lhe dava a volta a sua face 
para ele.  Seus olhos eram dourado fundido, quentes e intensos quando se enlaaram com os seus, sua expresso firme, os ngulos de sua face estavam cheios de alvio 
e rgidos da fome que o enchia.  
        Marinha se sentia seus dedos agarrar seus punhos.  Uma mo afagava seu queixo, a outra a mo estava em seu quadril.  Ela necessitava algo para sustentar-se, 
necessitava uma ncora em meio das sensaes caticas que se estendiam atravs de seu corpo.  
         - Tenho medo de... -   Sua respirao soou sufocada quando ela o olhou fixamente, de forma desamparada, recordando a escurido dessa larga noite faz tempo, 
da umidade da opresso dos lbios que sossegaram seus gritos, dos dentes que morderam em seus lbios, levando o gosto de seu prprio sangue a sua boca.  
         -  to preciosa como a luz do sol, -  ele sussurrou ento, seus lbios estavam mais cheios, sensuais enquanto que ele olhou fixamente para ela com nada 
exceto doura e fome.  Rgido, sem ocultar a fome que avivou as necessidades que estavam em conflito que se estrelavam atravs dela.  A necessidade de fugir, a necessidade 
de provar a sensualidade que se vertia dele.   - Compartilharei somente um beijo contigo.  Nada mais que o que deseje, meu amor. -   Um beijo e no mais.  
        Ela se sacudiu em seus braos enquanto o olhou fixamente, sentindo-se seus lbios trementes enquanto sua cabea baixava, ouvindo seu prprio gemido quando 
seus lbios tocaram os seus.  E ele estava ali mas tranqilo, olhando-a fixamente, com seus olhos to cheios de pesar por seu medo enquanto ela ofegou debaixo cheia 
de calor.  
        Sua respirao estava perfumada com hortel, fria, limpa, mas uma insinuao de vinho. Seus lbios no tinham terminado molhados, a no ser com uma sensao 
quente, apenas mida quando se esfregaram contra os seus, tentando-a para tom-lo, para aceitar mais de seu beijo.  
        Nunca a tinham beijado, no de verdade.  Ela apertou as mos em seus punhos enquanto que lutava para lhe demonstrar que tomaria mais.  O desespero agora 
a encheu de sua prpria inexperincia.  Ela o beijaria completamente, deleitando-se no gosto e o tato se ela soubesse. O pesar encheu seu olhar fixo enquanto que 
sua cabea se levantou.  
         - No. -  Sua mo voou de seu punho, enredada nos filamentos de dourado do cabelo que caam como uma cortina sobre os lados de sua face.   - No sei... 
-   Ela tragou firmemente.   - No beijei a nenhum outro, Caise...  -   Ela se lambeu os lbios em um movimento rpido, nervoso que atraiu imediatamente seu olhar 
fixo.   - No sei o que fazer... -   Ela estava  borda das lgrimas, poderia sentir a umidade encher seus olhos enquanto a necessidade e o desespero aoitava atravs 
de seu corpo.  Seu olhar fixo esquentou mais ainda enquanto que a compreenso enchia sua expresso.  
         - lhe poderia mostrar isso Sua careta era maliciosa, travessa.  - Desejas que lhe ensine isso, meu amor? -   Ali no domesticaria a este mago nem a seu 
irmo, ela sabia, mas com tal prazer como recompensa, que bruxa no o desejaria?  
         - Lentamente? -   ela pediu, olhando-o fixamente enquanto que ela lutava com os demnios de dentro de sua prpria mente.   - Conheceria seu beijo.  Lentamente?. 
-   
         - Aye, ser lentamente. -   Seu sorriso era mais suave que travessa quando sua cabea baixou de novo.  -Separa seus lbios para mim, querida.  Exploremos 
juntos. -   
        Explorar.  Essa no era nenhuma palavra para definir o inferno de calor e de prazer que se derramou atravs de seu corpo enquanto que os lbios do Caise 
tomavam os seus. Lentamente. 
        Os dedos de uma mo se enroscaram em seu cabelo quando sua cabea inclinou, seus lbios absorveram nos seus, mordiscando, ao esfregar ligeiramente, enviando 
flechas de desejo direitas a sua matriz onde apertaram esses frgeis msculos violentamente.  
        Como de volvel era sua carne feminina ao cobrar vida gloriosa, ardendo com to pequena carcia?  Ou era verdade um toque to simples?  Mas o prazer.  Era 
diferente a algo que ela tivesse podido imaginar-se.  Envolveu-a em calor, com os dedos que se deslizavam dando a sensao que pareciam estar acariciando seu corpo 
inteiro.  Sensibilizou-a, empurrando atrs as sombras de medo e os demnios da escurido que a tinham mantido vacilante a permitir a qualquer outro varo perto. 
        Mas este tato, esta carcia, desafiadora, este beijo to maliciosamente peralta que ele concedia to lentamente, esfregando contra seus lbios, seus dentes 
que durante um segundo a mordiscavam, para lhe abrir os lbios mais de par em par, era mais prazer que inclusive nos sonhos das flores.  
        Sua lngua se esfregava ligeiramente em seus lbios antes de deslizar-se dentro, brincando com os seus, em um desafio sensual no que ela no poderia ajudar, 
mas se aceitar.  Um atrevimento que ela resolveu com impacincia quando seus lbios se abriram aos seus.  Como pedaos de um quebra-cabeas que se fixava se reuniram, 
lbio - a - lbio, lngua - a - lngua enquanto que os gemidos silenciados comeavam a encher a residncia. Intoxicaram-na com seu gosto, seu tato. afundou-se em 
seus mesmos poros, separando-se atravs de cada polegada de sua carne, afligindo a de prazer.  
        Os sentidos dela ardiam, aumentando o calor atravs de seu corpo e dos costumes que ela teria podido ter como nunca tivessem existido.  A voz do Kai'o era 
somente um murmrio distante, provendo a seus sentidos, com suas palavras explcitas, que em vez eletriz-la, estimulavam-na a uma maior fome.  
         - Chegar o dia, em que seus lbios posem seu beijo, meus se atrasaro entre as coxas de alabastro mais doces em um beijo cheio do nctar da paixo...
          Sua vulva se estremeceu ante a imagem que suas palavras lhe transportaram.  Caise, com seus lbios que mordiscavam nos seu enquanto o beijo do Kai'o possua 
os secretos de sua feminilidade.  
        ela poderia suportar tal contato? Sua vulva apertandolhe assegurou que poderia.  Ela se sentia vazia, dolorida... por todos os deuses, como de profundamente 
doa dentro de sua vagina com seus clitris inchado e pulsando em uma splica silenciosa pela disposio. Aye. Ela poderia agent-lo. Shadowhell, ela comeava a 
desej-lo.  deu-se conta de forma distante de que suas mos agora estavam obstinadas ao cabelo do Caise, suas unhas pressionavam em seu couro cabeludo, apertando-o 
a ela enquanto que Kai'o a seduzia com suas palavras.  
         - Seus mamilos tm gosto de pequenos bagos amadurecidos, quentes baixo de minha lngua, princesa.  To quente como o sabor do vero...  - Seus mamilos lhe 
doeram, cresceram mais ainda.  - Seu creme flui em minha lngua, paixo lquida, chamuscando meus sentidos enquanto seu doce xarope flui para ns... -  Suas coxas 
estavam apertadas enquanto ela sentia seus sucos surgir das profundidades torturadas de seu sexo.  
        Doce Sentinela da me, ela necessitava essas carcias.  E ainda os lbios do Caise possuam os seus, comendo nela, lambendo-se nela enquanto a consumia com 
prazer. 
        arqueou-se contra ele, sentindo suas mos enquanto que se aplanavam sobre sua cintura, aos lados de seu seios inchados, s coxas apertadas contra o prazer 
que se rasgava atravs dela.  Contra seu quadril ela poderia sentir a longitude endurecida de seu membro que pressionava contra ela, densamente e quente, poderia 
sentir seu batimento exigente atravs de suas calas e de seu vestido.  E ela necessitava mais.  
         - Sentiramo-lhe, Marinha... -   As palavras do Kai'o estavam quebradas, sua voz rouca, tecendo com excitao enquanto que o prazer a alcanou.   - Seu 
doce lngua contra ns, seus mos acariciando quando acariciamos... -   
        Ela poderia ouvir o aumento da excitao em suas palavras, igual como a sua aumentava em seu corpo.  Ela imaginava a ambos ao lado dela, com seus dedos acariciando 
a carne quente, nua, seus lbios que abriam, no s para as impaciente lnguas, a no ser para a longitude dura, crescente de um membro tambm.  A necessidade de 
prov-los tirou um grito quebrado de seus lbios enquanto que o beijo do Caise aprofundava.  
         - Deuses, Marinha... -   A voz do Kai'o continha fome, suas palavras formavam as vises que enchiam sua mente.   - Voc nos tocaria dessa maneira?  Seus 
lbios que se abrem, seu lngua que se encrespa sobre minha carne, destruindo o ltimo de meu controle? -   
        Aye, ela.  Ela choramingou com a necessidade enquanto o beijo que ela compartilhava com o Caise se convertia em desesperado e seus gemidos desiguais enchiam 
o ar ao redor deles.  
         - Assim, amor... -   A voz do Kai'o soou filtrada, sua respirao dura e pesada.  -Ah por todos os deuses, perderei o pouco controle que possuo esta noite. 
-   Ela se arqueou lentamente, girando-se mais completamente nos braos do Caise, o prazer a assombrava em sua riqueza, com as sensaes desenfreando-se atravs 
dela e enchendo sua mente.  Ela desejava, nay ela necessitava, esfregar-se contra ele, senti-lo peito contra peito, quadril contra quadril, acariciando as reas 
mais sensveis de sua carne traidora.  
        Seus braos a rodearam quando se deu a volta para ele, um gemido quebrado enchia seus ouvidos enquanto que seu beijo aprofundou.  Ela no teria podido imagin-lo 
aprofundar, chegando a estar mais faminta, mas repentinamente, fez s isso.  
        Seu pescoo se arqueou, seus lbios se inclinavam sobre os seus enquanto que sua lngua empurrou poderosamente contra a sua.  Sondou e se lambeu antes de 
retirar-se, tentando-a para segui-lo.  E o seguiu.  Ela exigiu ento e lhe deu.  
        Sua lngua lambeu a dele, lutando com o sua pela supremacia quando seu corpo trocou de lugar, e ela sentia sua ereo no vo entre suas coxas.  Marinha se 
congelou, um gemido de fome se rasgava atravs de seu peito enquanto que ela sentia um calor florescente o elevar-se em seu interior.  Ela voava e no necessitava 
nenhum mocho para lev-la.  Quando o calor e a longitude endurecida de seu membro pressionou contra o n ardente de nervos no pice de suas coxas, ela detectou o 
princpio do vo.  
         - Deuses... -  Os lbios do Caise no estavam repentinamente sobre os seus, seu corpo j no pressionava firmemente contra ela.  Uma mo agarrou seu quadril, 
a outra seu ombro quando ele a separou de seu toque, lhe negando as sensaes que se levantavam dentro de se.  
        Marinha lutou por abrir os olhos, por abrir seus lbios e por forar as palavras suplicantes entre deles quando ela viu a surpresa em sua face, a direo 
de seu olhar fixo.  Ela se girou lentamente, piscou, olhando fixamente para acima ao Kai'o.  
        Seus dedos estavam enterrados no cabelo de seu irmo para jog-lo atrs, sua face estava torcida em um gesto de sublime prazer enquanto os filamentos de 
magia violeta aoitavam sobre ambos os homens.  Formando redemoinhos-se atravs de mechas grossas do cabelo e de seu exuberantes e amplos seios palpitantes.  Embora 
o mais espantoso, era o fato de que a magia estava desprovida da cor azul ou do dourado... era seu poder somente. E era o mais grosa entre as coxas do Kai'o, ordenhando 
obviamente a ampla ereo, absorvendo-a, esfregando-a ligeiramente.  Igual como ela tinha imaginado fazer.  Sua magia.  Seu poder.  Alinhamento.  
         - No. -  Ela ento lutou entre eles, separando-se-se rapidamente longe enquanto que ela olhou fixamente com horror os fenmenos. 
        O poder no voltava.  Cantava atravs do ar, sussurrado em cortinas com luz incandescente enquanto que crepitava sobre seus corpos igual como prazer ainda 
aoitava atravs de suas veias.  
         - Basta.  Faz-o parar,  - ela ofegou, separando-se-se tropeando da cama, lutando com a necessidade de voltar entre eles, de lhes dar o que desejavam. Para 
ver para sempre a agonia do prazer retorcer suas expresses.  
        Kai'o deixou ir o cabelo de seu irmo lentamente, seu queixo se apertava com o esforo que lhe custou ao movimento, mas sua cabea ainda estava inclinada 
para detrs, pela magia, embora amortecido, o prazer se estendia atravs de seu corpo.  
        Ela tinha feito isto. Ela piscou cheia de surpresa, insegura, confusa enquanto que o poder rechaava voltar de novo seu interior. atrasava-se, porque se 
atrasava em sua fome, em suas necessidades.  
        Um gemido saiu de seus lbios quando os olhos do Kai'o encontraram os seus, as profundidades que se obscureciam cheias de um prazer agonizante, uma satisfao 
que a aterrorizou. Enquanto que ela olhava fixamente os gmeos com horror, sabia profundamente dentro o significado da vista.  
        Era sua magia a que se estendia sobre eles, tentando a sua prpria, embora cuidadosamente em pagamento. Se eles tivessem utilizado seus prprios poderes, 
ento ela no teria tido nenhuma escolha...  Nenhuma opo.  
        Marinha tremeu ante esse pensamento.  De ter permitido o alinhamento que sua magia procurava to obviamente, ento teriam sido forados a submeter-se e a 
unir-se ali mesmo.  No teria havido razo para negar-se a isso, no importariam seus medos, de necessidades ou de seus secretos. Haveriam-na possudo. No s seu 
corpo, todo que ela era lhes teria pertencido . E nesse momento ela se deu conta da traio ela teria repartido a esses com os que ela lutava.  
        Ela era parte da brigada da bruxa, a coluna vertebral do poder que dirigia. Se sua magia se alinhasse para unir-se com estes magos, seus secretos seriam 
os seus. Caise e Kai'o a olharam fixamente, eram as necessidades dela, os desejos dela os que atingiam em seu interior quando se separaram lentamente de sua cama, 
olhando-a fixamente, silenciosamente enquanto ela apertava as mos em seu vestido para evitar toc-los, evitar advogar por eles para fazer o incrvel.  Caise suspirou, 
seu olhar fixo fundido a olhava com decepo.  
         - A confiana se constri, princesa. -  Sua voz era spera, o seu ainda que respirava spero.  - Confia nisso, como amor, como magia, no pode ser trada 
quando  verdade.  No tem nenhuma necessidade de nos temer. -   
        Mas ela se. Suspeitavam-no j, suspeitavam sua participao dentro da brigada da bruxa.  Os deuses os ajudassem a todas se os gmeos magos acabarem de averiguar 
quantas das mulheres que procuravam como consortes tinham jurado suas vidas e seu amparo ao Covenan. Com os votos  terra que muitas delas tinham feito, no poderiam 
ser se separadas dali, no mais do que ela mesma poderia ser se separada da terra, e sobreviver.  Mas como sobreviveria ela se dava seu corao a estes homens, e 
eles partiam?  
         - Basta. -   Ela forou a palavra de seus lbios, forados para negar o que ela sabia que ela no poderia ainda ter.  
        Kai'o sacudiu sua cabea compasivamente.  
         - por agora. -   Ele cabeceou agudamente.  
         - Voaremos com a primeira luz.  Se estiver dentro do ptio, ento poder voar de patrulha conosco.  Se no estar ali...  -   Seus ombros encolheram negligente. 
- Ento.  Ter que apostar uma vez mais para ganhar outra ocasio.  boa noite, princesa. -   foram-se.  Marinha os olhou cheia de surpresa enquanto saam da residncia, 
a porta se fechou em silencio detrs deles.  
        A clera se repetiu no som silencioso prximo, vibrando ao redor dela, mais forte pelo controle escarpado que os magos tinham exercido ao conter suas emoes. 
         - Bem, princesa, equivocaste-te at o grau da idiotice. -   A voz do Garron a fez girar-se, olhando fixamente detrs com surpresa.  
         - Drago, deve anunciar-se, -  ela se ergueu, sua prpria clera agora se elevava, sua perda de controle picava seu orgulho como nada  o poderia fazer. 
- Estas residncias so privados. Voc recorda o significado desta palavra, Verdade? -   A brincadeira cintilou nos olhos negros ricos quando ele a olhou fixamente, 
uma sobrancelha coricea se arqueou com sarcasmo.  
         - E voc recorda o significado da precauo? -   lhe perguntou ento.  -No se pode jogar com os magos desta maneira, criana, ou pode que te encontre com 
mais que seus dedos queimados quando a noite acabe. 
        Ele sacudiu sua cabea macia enquanto que respirava  com fadiga.  
         - As crianas do Sellane sero minha morte. por agora, minha querida, voc quase te alinhaste com seus magos, no mesmo momento em que deve ocultar seus 
secretos os mais prximos.  me diga, O que  mais importante?  Os jogos infantis que joga com seus amigas, ou os magos que estiveram nesta residncia?  Opes, opes, 
querida minha. Tenha a bondade de fazer uso delas. -   
        Ela nunca tinha acusado Garron de ter delicadeza ou tato.  O era divertido, o condescendente, colocando sempre seu nariz em assuntos que no lhe concerniam, 
sim.  Discreto, no.  por que parecia entretanto repentinamente o mais divertido e confortando menos do normal? O sarcasmo em sua expresso era mais profundo, seus 
olhos negros pareciam zangados.  
         - V contigo, -  lhe disse irritada.   - No tenho tempo para seus maquinaes masculinas nem seus advertncias. -   Ela suspirou com fadiga.  
         - Continua esta idiotice de jogar com estes magos e te encontrar em muito mais problemas dos que possa imaginar, -  ele grunhiu.  - te cuide, princesa, 
eles no sero controlados como voc acredita, no os controlar.  
        E nesse segundo Marinha soube que as opes que ela devia tomar na prxima manh, nunca seriam fceis para que ela tomasse.  
        Ela e suas guerreiras se ocultaram durante muito tempo.  Talvez agora era o momento de demonstrar a estes arrogantes vares que no os temiam, e que no 
lhes permitiria arrancar as de suas terras.  Nem a suas terras ser se separadas delas.  Agora era o momento de que a brigada da bruxa fosse revelada.  
        
        
        Captulo Sete 
        
         
        Doce misericrdia, as filhas da Amoria seriam sua queda, pensou Garron com um suspiro quando viu a vulnerabilidade e a indeciso que enchiam a expresso 
da jovem Marinha. 
        Havia um flash de medo nos olhos violetas, um aumento da fora em seu interior.  Um que ele conhecia no teria nenhuma opo a no ser baixava. O tempo chegaria 
em que ela no poderia fazer nada, mas confiaria nos magos que a cortejam pelas razes menos que exemplares.  
        Emoes que no esporeavam aos seres escuros da magia, em vez de seus prprios desejos pelo bem superior, talvez, mas ainda no ainda, seu prprio bem superior. 
E como eram presos facilmente ficavam dentro de seus prprios planos.  
        Era bastante para fazer que um drago rugisse de risada. Se ficasse qualquer risada dentro dele  obvio. A risada lhe tinha sido arranco faz tempo.  Faz 
Eones. Tinha sido arrastada longe pelo engano cruel de uma me, o dio de um pai e as chicotada sobre suas costas.  E com este fim, estava aqui ante esta princesa 
que significava tanto para ele, fora do lugar onde se desenvolveu.  
        Ele que se jurou que no conheceria nenhum amor, que no teria nenhum enlace para encade-lo ao lado de nenhuma fmea, atrasou-se ainda mais tempo dentro 
do castelo do Sellane do que se atrasou em qualquer outra terra ou dimenso.  
         - No me enganariam to facilmente, -  ela sussurrou, uma resposta a seus prprios pensamentos certamente, porque ningum poderia ler as mentes de drages. 
Por isso, ele dava graas aos sentinelas.  
         - E voc estas segura de que lhe enganam? -   Ele disse. Segundo seu conhecimento os gmeos do Sashtain no lhe tinham mentido exatamente.  Tinham retido 
talvez pequenas quantidades da verdade.  Essa era somente uma pequena trasgresin.  Uma coisa inteiramente masculina de fazer,  obvio. s vezes, as fmeas no entendiam 
exatamente o quadro completo no que ao bem superior se referia.  
         - Que mais poderia ser? -  Um estalo de amarga risada acompanhou suas palavras enquanto que ela o olhava fixamente. Seus cachos ardentes caram ao redor 
de seu corpo delicado enquanto que ela ainda tremia com o tato dos gmeos.  
        Seus olhos estavam entristecidos, obscurecidos pelas sombras sua expresso parecia se desesperada, quase perdida.  E como podia essa atraente face tocar 
seu corao.  
        Ele a tinha afastado dos que a teriam destrudo faz seus anos.  Seu sangue manchou suas escamas, os sons de seus gritos ainda enchiam seus pesadelos.  
        Os gmeos, no magos, levados do Covenan e recrutados secretamente nas filas dos Seculares, tinham tentado protegeria a terra como nenhuma outra o faria. 
Como se tinham informado disto?  Igual a Garron se perguntava como os seculares sabiam dos pontos mais fracos dentro do Covenan para atingir.  Tinham pontudo s 
filhas do castelo e tinham estado tambm perto de destruir a esta.  
         - Poderiam ser muitas coisas, -  ele grunhiu.  - Podia ser simplesmente seu infernal desejo masculino por seu consorte.  Aye, este  absolutamente um pecado, 
tal fome pela mulher criada para eles pelos mesmos sentinelas. Esfolar-os at o osso, princesa, por esta trasgresin? -   Ela o olhou com tal clera auto-suficiente 
que esteve obrigado a reprimir sua alegria.  
         - Est em boa forma esta noite, -  Ela se endireitou furiosa ante a resposta.   - Se tiver necessidade de seu particular senso de humor, drago, chamarei-te. 
At ento, pode voltar para em qualquer lugar que voc seja ocupe seu travesseiro. -   
         - Shadowhell est absolutamente aborrecido esta noite, -  ele suspirou em resposta, sabendo-a verdade.  Inclusive os demnios se encolhiam de medo neste 
tempo.  -Parece que as princesas Sellane so a nica diverso que h neste plano.  E voc pode ser  muito divertida, querida minha.
        Ela a cruzou os braos sobre seu seios, sua face estava avermelhada com sua clera.  Melhor sua clera que o desejo que tinha estado ali antes.  Ele tinha 
criado a estas moas, isso era tudo o que poderia fazer para impedir de assar a esses lascivos gmeos por tocar a seus bebs.  Ou esses aos que ele considerava o 
seus, ele pensou a com dor.  
         - No me importa ser considerada seu diverso, drago, -  lhe informou picada.  - Pode agora ir se no te importar.  Estou cansada de me ocupar do intelecto 
masculino menos que lgico esta noite.  Acredito que retirarei  - Garron bufou ante essa declarao.  
         - Talvez se for uma garota muito boa, seus magos lhe levaro a vale de sonhos de novo, -  ele sugeriu suavemente, fingindo no fazer caso de sua surpresa 
enquanto que ele olhava para a janela.   - Aye, quase  meia noite.  Diria que seus poderes esto elevados devido a sua luxria e o estmulo agregado de seu magia 
afundando-se neles. -   Ele jogou sua cabea para detrs, fingindo inocncia.  - Os campos ali so absolutamente agradveis, e do mais regulveis a certas magias. 
-   
        Seus lbios se separaram com fria seus olhos acenderam seu olhar fixo.  
         - Somente os sentinelas conservam esse presente, -  ela sussurrou, sua voz era spera.  -Est escrito que somente eles tm o poder necessria. -   
         - E onde, minha querida moa, faz o sentinela que os sacerdotes e Sacerdotisas se originem? -  Lhe perguntou suavemente.   - O sentinela eleito, esses deuses 
que tinham a vida e a morte em sua Palmas escolhiam aos portadores de seus presentes a uma prematura idade.  Quem deve dizer...  -  Ele encolheu como se ele no 
tivesse as respostas para igualar as perguntas que ele invocava.  Para falar a verdade, ele sabia mais do que tivesse desejado nunca saber.  
        Ela tropeou quando ele a olhou, ocultando sua compaixo, a espetada da conscincia no tecido enredado que ele no tecia cuidadosamente.  Mas se as filhas 
deste castelo triunfassem nos tempos vindouros, ento ele no poderia permitir o engano, inclusive em algo to insignificante.  
         - Enganaram-me? -   ela pediu, sua voz densa com a traio. Seus olhos estavam exagerados.  
         - Voc lhes perguntou se lhe tinham dado o presente? -  lhe perguntou, sabendo bem sua resposta.   - Foi inconsciente disto.  Se tiverem negado a aventura, 
depois ento na verdade, eles enganaram seu sereno corao. -   
        Mas ela no o tinha perguntado. Ele viu a resposta em sua face, contudo era uma que ele conhecia j.  Ele havia sentido a viagem no vale ... aye, ele tinha 
ajudado a limpar as salvaguardianas nele si mesmo.  
        Marinha sacudiu sua cabea, separando-se-se rapidamente dele e abraando-se, retirando-se novamente dentro da casca frgil com a que ela se defendeu durante 
muitos anos.  Uma casca que j se gretou.  Como era o refro do ovo quebrado uma vez?  Como a confiana, no poderia ser reparado.  Ele se tinha assegurado simplesmente 
de que a confiana no estivesse rota, posto que se tinha cado o ovo de fato primeiro.  
         - No, -  ela finalmente sussurrou.  - No tinha pensado pergunt-lo.  
         - Talvez deveria pens-lo no futuro, princesa, -  ele precisou.   - mas, no estou aqui para discutir sobre magos ou suas culpas.  Quero que mantenha preparada 
 brigada par o caso de que sejam necessrias, at que tenha compreendido o propsito verdadeiro da chegada dos Veressi antes da volta de seu me. -   
         -  bvio que os homens deste mundo perderam seus sentidos? -  ela murmurou repentinamente para ela mesma.   - Talvez a situao no est saindo para eles 
como desejam.  algo a ponderar.  por que  o atrevimento dos Veressi a este movimento agora?.
          Ela olhou o fixamente com cautela.  Garron levantou sua sobrancelha.  Aye, esta era como seu pai, seu senso de humor era absolutamente travesso, sua fora 
provinha da alma.  Ela era uma que encheria os dias de seus magos de risada, suas noites de calor.  Faria-o, ele ento pensou, dando-se conta de que se preocupou 
mais por ela do que tinha pensado. Mas, ela o faria.  
         - Talvez isto  algo que deve investigar com seu brigada, -  ele grunhiu, pensando nas bruxas imprudentes, temerrias que viviam para lutar em batalhas. 
-Isso te manter fora dos problemas. -   
         - Ou pode que encontre uma soluo, -  ela precisou, antes de franzir o cenho ferozmente.  - Sal, Garron, tenho muito em que pensar esta noite, e voc s 
infectas minha mente com seu loucura masculina.  No  nenhuma maravilha que as bruxas abandonassem aos poderosos vares magos.  Sua loucura  contagiosa. -   
        Mas ela j no parecia desesperadamente perdida, no por mais tempo,  no mais tempo. E ela se preparava para o caso de que o herdeiro evidente, em segundo 
lugar em regente a me da rainha, esteja ausente tambm.  
        Corresponderia a ela tomar o peso, confortaria a sua gente e controlaria as foras ingovernveis dos gmeos magos que procuravam consortes.  
        Ele riu entre dentes silenciosamente. Agora ele daria tempo ao tempo. Ele cabeceou para ela agudamente, lhe jogando um sorriso divertido antes de fazer desaparecer 
fora de sua residncia to rapidamente como ele tinha aparecido nela.  
        Marinha olhou fixamente onde o drago tinha estado, um cenho enrugava suas sobrancelhas enquanto que ela comeou a pesar no problema ao que agora fazia frente. 
Os magos que podiam alcanar o vale de sonhos, e poderiam arrastar a pequenas bruxas ignorantes dentro com eles, eram definitivamente magos com os que terei que 
ser cuidadosos.  
        Ela levantou sua mo, atingindo ligeiramente em seu lbio inferior inchado enquanto comeava a mover-se por sua residncia, procurando solucionar as implicaes 
nicas deste problema.  Os homens aos que tinha feito frente no passado desde que seu ataque tinham sido controlados facilmente.  Para a maior parte, sua posio 
como a princesa e a guarda das terras a protegiam contra seus planos. Ela poderia unir-se somente com um varo cuja magia se complementasse com a  sua. 
        Havia poucos de esses dentro da terra.  A menos que ela se unisse com um mago.  Inclusive o mago mais fraco era mais forte que o varo mais poderosa nascido 
de sangue da bruxa e do ser humano. Embora ela temia que os magos Sashtain tivessem mais em suas mentes que s unir-se.  
        Seus suspicacias a perto de seu lugar dentro da brigada e da questo de proteg-la despertavam seus instintos.  No eram homens a andar nas pontas dos ps 
sobre uma pergunta.  Ento por que  neste caso?  Mas shadowhell, ela havia o tinha sabido que todos modos.  
        Pergunta-a era, como continuaria ela com seus planos sem permitir um alinhamento, que a forasse a unir-se?  Ela gemeu com irritao. Este trato com os magos 
comeava a irrit-la.  Enchiam maldito castelo, invadindo sua terra, patrulhando-a, e pensado que poderiam invalidar  guardi, devidamente designada por sua me 
a rainha.  Ou seja, ela mesma.  Ela se deteve brevemente, atirando de seu lbio inferior entre seus dentes cuidadosamente.  
        A brigada da bruxa tinha trabalhado em segredo porque a ameaa contra as terras tinha estado em segredo.  Agora que os gmeos magos se moviam lentamente 
a possuir o que no era sua em ausncia de sua me da rainha, talvez era hora de revelar-se.  Um sorriso travesso se encrespou sobre seus lbios. Poderiam demonstrar 
aos magos que no permaneceria imveis.  
        Sua me da rainha no teria nenhuma opo a no ser aceitar a esses que ela tinha designado como supervisores, ao igual a seu direito como guarda das terras. 
Um direito que ela tinha feito na sombra em um esforo por manter o equilbrio delicado entre a fora feminina, e ego masculino, dentro do Covenan.  No era fcil 
que alguns de seus vares se dessem conta de que suas mulheres eram mais fortes que eles mesmos, talvez no em fora fsica, tanto como em magia.  
        Uma fora que no entendiam.  E os magos, OH, OH, no seria uma surpresa para eles ver mostrar-se s bruxas que governavam de verdade esta terra? As mesmas 
mulheres das que acreditaram que poderiam zombar-se, e roubar seu direito de nascimento debaixo de seus narizes porque eram frgeis. Desamparadas. Necessitadas de 
amparo.  
        Verdadeiros arranques de risada saram de seus lbios quando ela descruz os braos e apoiou as mos sobre seus quadris.  Tomaria um pouco trabalho antes 
de amanhecer, mas ainda havia vrias horas ainda para trabalhar. Movendo-se para sua porta, ela a abriu, alarmando ao protetor do Covenan que esperava no extremo 
do corredor.  
         - Chama as senhoras a minhas residncias, -  ela exigiu.   - lhes diga que as necessito esta noite e que devem vir preparadas. -   Essas fortes mulheres 
saberiam exatamente para que preparar-se. O robusto protetor cabeceou rapidamente antes de transladar-se para a escada para obedecer suas ordens.  
        Os gmeos magos eram peritos em sua magia, nisso no havia nenhuma dvida. Ser o  bastante forte entrar no vale de sonhos era bastante nico, mas poder levar 
a outros, e a manter imveis suas suspeitas, eram outra coisa inteiramente.  
        Ser melhor estrategista que eles no seria to fcil.  Mas esta era terra do Covenan.  Estava infundida com a magia das bruxas e lhes ajudaria bem antes 
de que ajudar aos magos.  Eles podiam ter aos grandes mochos de neve, mas as bruxas tinham os unicrnios e s torneiras, combatentes, e verdadeiramente protetores 
com elas enquanto que estavam na terra mesma.  
        Era tempo de que os magos aprendessem uma lio muito valiosa.  As bruxas no eram crianas s que proteger e acariciar amavelmente sobre a cabea.  Os magos 
podiam encontrar-se sem uma mo se o tentavam.  
        * * * * *
        os primeiros raios do sol beijaram as luas geme as do Sentmar no cu enquanto que as portas do castelo se abriam sobre o ptio para revelar uma vista Kai'o 
admitiu que ele no esperava ver.  depois dos acontecimentos da ltima noite, e do bvio mal-estar da princesa Marinha com ele, tinha estado convencido de que ela 
no se atreveria a mostrar-se pela manh nem a correr o risco de ir ela mesma mais longe.  
        Ela era uma mulher com secretos, aquela. Uma mulher determinada a controlar sua vida e a posio que ela tinha fixado para si. No abandonaria facilmente 
seu controle a um homem, especialmente a um mago irmo. E talvez, ele emendou seus pensamentos, ela ainda no tinha nenhuma inteno de fazer tal coisa. Por que 
a princesa Marinha no estava s. Vestida em calas de couro escuros da brigada da bruxa e com o colete que conjuntaba e que lhe dava liberdade movimento e tentava 
o controle de qualquer varo robusto, tudo o que lhe faltava era uma capa com capuz que se dizia que as guerreiras da bruxa usavam. As botas, de reveste plaina de 
couro e um pouco apertadas, cobriam seus ps e a parte baixa de suas pernas, e em seus quadris bem proporcionadas ela levava sua espada.  
        detrs dela, duas dzias de mulheres a seguiam, vestidas de forma similarmente, levando suas armas com uma confiana nascida de experincia. Kai'o reprimiu 
seu sorriso, inclinou-se simplesmente contra o lado do mocho reclinando-se e olhou o desfile com diverso curiosa enquanto que Caise se movia lentamente a seu lado. 
        ao redor deles, dos gmeos magos olhavam com diferentes expresses que foram da desaprovao e de descontentamento absoluto, muitos deles tinham estado seguros 
de que a brigada no era mais que um produto da imaginao dos Seculares.  
        Enquanto olhavam, um estrondo de arreios entrechocando ruidosamente se ouviu ao longo dos muros de pedra em vrias direes.  Em poucos segundos apareceram, 
unicrnios de cor branca pura, seus chifres brilhavam intensamente uma cor dourada doce, puro, movendo-se no ptio.  
        Escolheram a suas amas, indo a elas, conectando com as pequenas mulheres enquanto que elas riam e esfregavam em seus flancos carinhosamente. As bestas foram 
equipadas com a cadeira de montar, mas no havia frenillos necessrios.  
        mexericava-se que os unicrnios conheciam seus cavaleiros to bem, que no havia  necessidade freqentemente de dirigi-los.  Montavam como um s, cruzando 
atravs dos bosques e freqentemente lutando ao lado de suas bruxas.  
        Em meio do caos no que parecia estava parada Marinha, seus cachos do vermelho - dourado estavam domesticados em uma trana que caa como uma corda de seda 
por suas costas.  Ela os olhou fixamente, a diverso cintilava em seus olhos em tanto que uma sobrancelha beijada pelo sol se arqueou interrogativa enquanto que 
as bruxas montavam fora do ptio esperando a ordem final, at que ela estava parada somente, os raios do sol perfuraram atravs da coberta pequena da nuvem situada 
em cima banhando-a em uma cortina do dourada e da cor da ma Reineta.  
         - Estas inteligente para te dobrar em cima, irmo? -  Caise murmurou com um lado de sua boca.   - Esta princesa quer nos agarrar a ambos, e eu acredito 
que pensa que no gozaremos do acontecimento. -   Kai'o riu entre dentes pela analogia. 
          - Nay, os Isto no  uma agarrada para ela, -  ele respondeu, reprimindo a risada quando ele se deu conta de que os outros os olhavam de perto.   - Ela 
est contente de no ter que ocultar-se mais tempo.  Acredita que pode ganhar em nosso prprio jogo. -   
         - Shadowhell, a maneira em que viu, eu acredito capaz de tentar nos incomodar, -  Caise grunhiu.  - Pensa que o colete est bastante bem atado?  Acredito 
que vrios de nossos guerreiros esto apostando sobre se essas doces curva permanecem ou no cobertas. -   Kai'o jogou uma olhada ao redor do claro. Os magos e os 
guerreiros estavam igualmente deslumbrados pela princesa quando ela lhes aproximou preguiosamente.  
         - Voc tem tempo? -  Ela pediu absolutamente matria de fato enquanto que ela lhes aproximava.   - Saberia quanto tempo estaremos no ar antes de que voltemos. 
Tenho muito por fazer neste dia. -   
        Os magos e os guerreiros agora olharam fixamente ao Kai'o, a surpresa e a desaprovao enchia claramente seus olhares fixos.  Era inslito levar a uma fmea 
nos mochos. As grandes bestas estavam feitas para a batalha, no para o jogo.  Infelizmente, por isso Kai'o se referia, esta coisa do Unirse/Consorte era mais uma 
batalha que muitas nas que tinham lutado cheias de sangue e de morte.  
         - Ah, princesa, temo que me esquecesse de controlar o tempo, -  Kai'o admitido com um sorriso torcido.   - O que opina se permitir que fixe seu tempo no 
ar este dia.  A prxima vez,  apostarei um pouco mais seriamente. -   
         - Definitivamente mais seriamente, -  Caise murmurou.  Marinha se deteve brevemente ante deles, olhando fixamente para cima o olho amarelo do mocho que 
a olhava fixamente.  
         - Ela  uma criatura magnfica, -  ela disse, embora no alcanou  para esfregar ligeiramente as plumas brancas puras que a tentavam to obviamente.  - 
Tenho ouvido que so absolutamente ferozes em batalha quando os magos montam sobre suas partes posteriores. -   
         - Esta  Tamaree. -   Ele acariciou o curto pescoo do mocho afeioado.   - Ela  de fato feroz em batalha, mas to aprazvel como um beb de outra maneira. 
E absolutamente amistosa.
          Tamaree se movia suavemente, convidando ao toque de Marinha, o que era bastante incomum.  Nunca Kai'o tinha visto a criatura fazer tal coisa.  Os mochos 
eram assombrosamente leais, enlaando-se somente um varo, nunca a um par.  Caise no poderia montar ao Tamaree, igual como Kai'o no poderia montar a sua Mineira 
a menos que Caise estivesse sobre ela detrs tambm.  
         - Ol, minha beleza. -   A voz de Marinha baixou, convertendo-se em um sussurro de seda do prazer como sua mo desapareceu dentro das plumas grosas que 
levantaram para seu tato.  
        Tamaree era desavergonhada quando exigia afeto, preferindo sua pele mais suave, acetinada para ser acariciada em vez da coberta externa de plumas.  Os olhos 
do mocho permaneciam pela metade fechados olhando a Marinha, com uma expresso de sublime prazer em seu olhar fixo enquanto que Marinha o arrascaba delicadamente 
em sua pele como o sussurro distintivo do couro negro.  
         - Conectam com sua magia como os unicrnios fazem com as bruxas? -   Marinha pediu.  -Vejo que no utiliza nenhum frenillo nem a arreia. -   
         - Enlaam-nos de fato, -  ele respondeu com um sorriso leve.  Ele tinha a sensao de que se permitia que esta princesa montasse sobre a parte traseira 
do Tamaree, ento o grande mocho enlaaria com ela tambm. Eram criaturas assombrosamente intuitivas, e Kai'o poderia detectar o conhecimento do mocho do alinhamento 
de magias entre si e Marinha.  Igual, ele estava seguro, de que o mocho do Caise o detectaria quando ela fosse montar com ele.  
         - Tomo como sinal de que devo ento voar contigo esta manh? -   
        Ela se girou de novo a ele, sua sobrancelha se levantava outra vez, divertida pela expresso de diverso que brilhava nas profundidades violetas escuras. 
Ele inclinou sua cabea no acordo.  
         - Esta era a aposta, -  ele conveio.  
         - Muito bem. Preciso patrulhar os limites ocidentais do Covenan.  Essa rea foi difcil para que as bruxas a alcancem devido ao terreno spero. At que 
nossas torneiras cresam e se treinem completamente,  uma rea fora de nosso alcance. -   As palavras dela se ouviram no ptio, o silncio cedo da manh do claro 
que lhe dava um muito pblico para ouvir por acaso sua exigncia.  
         - No  possvel. -   Drake Dulorne caminhou adiante, com seu irmo, Vander, olhando curiosamente.  - As torneiras no podem ser usados por ningum ... 
ou irmo, bruxa nem ser humano. No podem ser domesticados ou faz-los voar. -   
        Marinha inalou lentamente reunindo pacincia tanto seu movimento como sua expresso se converteu em uma mincia em comparao em como tinha sido momentos 
antes.  Ela jogou uma olhada ao mago, tomando nota de sua estrutura alta, de sua expresso arrogante.  
         - Isso demonstra quanto sabem os magos de verdade, faz-o no? -   ela respondeu como se falasse com um criana.  -S pelo fato de que se estiveram ocultando 
todos estes sculos dos magos no significa que as bruxas no tenham sabido deles.  Nem que no confiem em ns.  Acredito que preferem mais uma mo aprazvel a uma 
fora dominante. -   
        As palavras foram entregues amavelmente, mas no careciam do aguilho que deviam ter. O olhar fixo cinza do Dulorne piscou, corts enquanto que ele declinava 
comentar o tema.  obvio, a repentina postura defensiva do grande corpo do Tamaree tinha muito que ver com isso.  Nenhum mago se atrevia a desatender esse movimento 
dos grandes mochos.  
         - Bem senhora. -   Marinha alcanou at dar um tapinha na face manchada feroz, um sorriso aprazvel enrugava sua face enquanto que ela se girou de novo 
ao Kai'o.   - assim,  Voamos, ou discutimos? -   
         - Diria, minha princesa, que voamos. -  Ele agitou sua mo em convite a subir  cadeira de montar duplo que o mocho usava.  Era uma prtica usada ao lutar 
da terra do Cauldaran.  Havia freqentemente leses, e ocasionalmente, os mochos eram machucados tambm por levar a peso adicional de um cavaleiro.  Por essa razo, 
os magos no utilizavam freqentemente a cadeira de montar duplo em vez disso escolhiam a mais pequena.   - Voc montar diante de mim, e dirigir nosso vo.  Vejamos 
como uma bruxa se adapta aos ventos. -   
         - Um momento. -   Ela cabeceou precipitadamente antes de deixar seu lado e de caminhar de novo aos passos amplos onde um protetor humano estava em p inteligente. 
Lhe estendeu um pequeno pacote algo estoicamente enquanto que jogava uma olhada aos mochos.  O pacote era uma capa de couro, que caa at a metade da coxa, apareceu, 
com a pele do coelho ultra suave.  As pequenas criaturas, simples eram uma base das refeies do Covenan.  Infelizmente, no eram comuns no Cauldaran.  A pequena 
bruxa era afortunada.   - Ento voemos. -   
        Sua pequena bruxa era muito mais elegante do que  ele a tinha acreditado. No lhe tinha mencionado deliberadamente o frio nas altitudes para no proibi-la 
ocasio de envolv-la em suas prprias peles adicionais e de sustent-la perto de seu corpo.  
        Quando ela aproximou do mocho, Kai'o se moveu para lhe ajudar no estribo alto da cadeira de montar.  Ela no fez caso de sua oferta silenciosa, saltando 
para agarrar o maaneta antes de fazer girar sua perna no estribo e de montar-se eficientemente.  Impressionante.  Depois o fez Kai'o, colocando-se dentro detrs 
dela enquanto ela agarrava o alto arco do assento e aguardava sua ordem para voar.  No havia maneira de amortecer a ordem que saiu dos guerreiros dos Veressi no 
chefe da linha.  
         - Voem para proteger a essas mulheres, magos, -  o guerreiro da Talgaria disse em voz alta em tolerncia resignada.   - Se se derramar sangue de bruxa, 
nossos reis tero nossas cabeas. -   Marinha se aties ante ele.  
         - Sim, as proteja, -  ele a ouviu murmurar, sua voz era baixa, palpitando com clera.   - Se pode as encontrar. -   
        
        
        Captulo Oito 
        
         
        Kai'o tinha que admitir, pelo menos para se mesmo, que Marinha as tinha arrumado para surpreend-lo.  Ele no tinha esperado que se mostrasse no ptio, no 
s s a no ser seguida pelas duas dzias de bruxas que se mexericava que eram parte da brigada da bruxa.  
        Pelo menos agora sabiam quem eram as mulheres implicadas, e se poderia colocar fim a suas atividades subterrneas e perigosas. No tinham nenhuma idia o 
perigo que se enfrentavam ao procurar os seculares elas mesmas e ao lutar com eles.  O fato de que no houvesse resultado machucada nenhuma at agora era um tributo 
a sua sorte.  
        Os seculares ganhavam terreno dentro do Covenan, e do Cauldaran.  Eram sanguinrios e resolvidos a pisotear toda a magia no Sentmar sob seus reveste.  Como 
se isso pudesse fazer-se, ele pensou com um bufo silencioso enquanto que ele dava ao Tamaree o sinal de voar, o poder do Sentmar estava debilitado, no havia dvida, 
mas a magia do planeta por si mesmo nunca poderia ser derrotada.  
         - te prepare, princesa, -  ele murmurou em seu ouvido, apoiando uma palma em seu quadril quando Tamaree se levantou sua altura completa, separou as asas 
e comeou a mover-se.  Trs passos grandes e um bato as asas brusco, natural de suas asas e eles subiam.  
        Kai'o se inclinou na alta parte posterior do couro da cadeira de montar, sua mo continuava agarrando o quadril de Marinha enquanto ele utilizava os estribos 
do lado para dirigir o pssaro de enormes plumas.  A cadeira de montar se situava acima ao pescoo da criatura, limpando as asas bastante para permitir que o cavaleiro 
olhasse fixamente abaixo a terra abaixo. Como de hbito, poderiam ver muito pouco atravs da coberta grosa do bosque.  
        As cidades e as granjas pequenas estavam situadas nos claros herbosos, mas os bosques grossos eram predominantes no Covenan.  A diferena do Cauldaran, as 
bruxas no permitiam abrir claros no bosque, nem para os lares, nem para cultivar. Isto fazia  a terra difcil de patrulhar no melhor dos casos.  Debaixo, os magos 
e os guerreiros eram vulnerveis ao ataque a p.  Sobre, sua opinio foi obstaculizada pelas rvores e o roou abaixo.  No parecia to espesso em terra. 
        Durante semanas agora, os guerreiros do Veressi enviados a seguir por seus magos juraram que os bosques eram impenetrveis mantendo sua opinio deliberadamente. 
Kai'o se props investig-lo.  
         - Os bosques so muito espessos no oeste para patrulhar, -  ele disse em voz alta sobre a brisa que atingia contra eles enquanto Tamaree se inundava adiante 
nas correntes de ar.   - Teramos melhor sorte no este. -   
         - A sorte tem nada que ver com isso, mago, -  ela respondeu com uma sacudida rpida de sua cabea.  -No  nem guarda desta terra, nem um protetor.  Quanto 
aos bosques se refere  seu  uma magia estrangeira, eles no lhe sussurraro seus secretos no importa onde patrulhe.  
        Era a mesma resposta que a rainha lhes tinha dado.  Embora at agora, os magos sabiam quem guardava as terras.  Sabiam somente o que diziam os protetores 
da brigada da bruxa.  
         - Como sabe ento quando e onde patrulhar? -   Ele emprestou cuidadosamente ateno  tenso de seu corpo, sentindo que ela ficava rgida ante a pergunta. 
         - A terra me deixar isso saber, -  ela respondeu outra vez.   - Est conectada, enlaada a cada bruxa do Covenan levada em seu interior.  A terra me dir 
o que no dir aos seres humanos.  
        A terra lhe diria o que no  diria aos seres humanos.  Kai'o desejou grunhir por sua resposta.  Ela era to prxima como sempre.  
         - Princesa, como podemos te proteger se no cooperar conosco? -   Ele acariciou seu quadril, gozando da sensao de sua carne revestida de couro, firme 
e quente debaixo de seu aperto.  
         - Primeiro necessitaramos seu amparo, mago. -  Ela girou sua cabea, olhando-o enquanto que a olhava fixamente com surpresa.  
         - Os seculares no esto jogando um jogo, Marinha, -  ele ficou rgido, suas sobrancelhas se franziram quando lutou por encontrar palavras delicadas para 
lhe assegurar sua sinceridade.   - No lhe trataro de forma diferente simplesmente porque  uma fmea.  Voc j o viu. -   
         - Protegemo-nos e tambm a nossas terras durante um milnio, podemos continuar fazendo-o. -   
         - Os seculares cresceram no somente em fora, e voc no tem feito nada combat-los, -  ele precisou, olhando-a fixamente com olhos que trovejavam.  
         - Tampouco esto livres deles no Cauldaran, -  ela disse.   - Infestam seus terras tambm.  amontoam-se somente aqui, agora, na crena de que ns seremos 
mais fceis de derrotar que os magos. Aqui  onde esto equivocados, e logo vero o engano de seus raciocnios.  Agora, pergunto outra vez se podemos voar ao oeste 
para assegurar as granjas dali. Teramos que ter ido faz vrios dias ali se no tivesse sido pela interferncia de uns vares grandes e persistentes que bloqueiam 
meus movimentos. -  Ela se girou, lhe apresentando suas costas de novo.  
         - Voc no tem nada que fazer em batalha, -  ele grunhiu.  -No lhe fizeram para lutar.  Fizeram-lhe para dar calor e cuidar, no para deixar o sangue. 
-   
         - Criaram-me para proteger tudo o que  meu, -  ela respondeu ento, sua voz era to fria como as montanhas do inverno.   - Fao o que entretanto devo. 
        Kai'o chiou seus dentes ante sua resposta. No era nenhuma maravilha que os outros magos sofressem de tal extensa irritabilidade. Se as outras bruxas eram 
to condenadamente obstinadas como esta, ento o alinhamento dos poderes entre os magos e a bruxa estava em perigo grave.  
        Infelizmente, ele tinha ouvido que a princesa Marinha era a mais tmida das irms reais, e das mulheres que habitavam o castelo.  
        Ela devia ter sido a mais mansa, a mais flexvel.  O que devia demonstrar somente que Brianna Veraga no conhecia sua irm to bem como ela acreditava faz-lo. 
Esta no era nenhuma moa mansa, tmida.  Nem quando ela estava assustada como o coelhinho que ela se mexericava que era. Ela era uma manipuladora descarada . 
         - Muito bem, voamos ao oeste. -   Ele deu ao Tamaree a direo pela mudana de seu p contra seu lado, inclinando-se na cadeira de montar e mantendo a Marinha 
to perto enquanto o grande mocho trocava curso e se dirigia para as montanhas mais  frente.  
        Ele estava muito interessado em ver como se propunha ela patrulhar sua terra.  Ela no parecia preocupada no mais mnimo.  Em lugar disso, ela relaxou parcialmente, 
seu corpo flua com os movimentos do mocho, e a alegria se parecia rode-la.  Gozava do vo, ele poderia senti-lo nas mudanas sutis de seu corpo, na facilidade 
com a que ela finalmente se reclinou contra seu peito em vez de forar a pequena quantidade de espao entre eles.  O calor dela se afundou em seu peito, fazendo-o 
perguntar-se pelas sensaes estranhas que emanavam dentro dele. Caise havia isto sentido a noite antes?  perguntava-se ele.  
        A necessidade de proteg-la, de envolv-la para sempre em comodidade e segurana que poderiam proporcion-la e mant-la longe das batalhas que ela se parecia 
empenhada em meter-se.  Era atemorizante, ele admitiu, o conhecimento de que ela era como tinham suspeitado, era parte da brigada da bruxa que procurava os pequenos 
grupos de seculares que se moviam atravs das fronteiras entre o Covenan e as terras humanas da Yarba.  
        Do ataque contra a princesa Brianna antes dela que se unisse com os gmeos da Veraga, os rumores sobre a brigada tinham parecido crescer em fora. Conduzida 
pela herdeira Serena evidentemente, Kai'o no o duvidava, ele se tinha feito absolutamente perito em rastrear os movimentos seculares nas terras do Covenan e a divulgao 
delas a seus prprios guerreiros.  Era somente uma questo de tempo antes de que a machucassem, embora.  As contuses curavam, ao igual  clera ... a violao e 
inclusive a morte eram absolutamente outra coisa.  
         - Estas terras esto habitadas por uma mescla do Covenan e dos seres humanos da Yarba, -  ela falou enquanto que se aproximaram dos vales abrigados na base 
das Montanhas do Sussurro.   - Inclusive os seres humanos do Covenan possuem um certo grau de magia. Uma aprendizagem com a terra e a capacidade de dirigir filamentos 
minuciosos de magia ao ar.  So nossos melhores granjeiros, os mais produtivos e cuidam da terra.  Os seres humanos da Yarba no tm nenhuma capacidade nessas reas, 
mas compensam essa carncia com trabalho duro e o esmero.  A terra os aceita,  igual a ns. -   Debaixo, a terra se limpou de bosque dando passo a um monto de remendos 
de granjas e de terras de pastoreio.  
        Os gados pastavam em preguiosas emanadas sob do sol brilhante enquanto que as colheitas levantaram seus penachos amadurecidos para o calor acima.  A sombra 
do Tamaree se inundou e estendeu  sobre o vale enquanto que voavam seguindo um patro, Caise e Mineira preguiosos se moviam em paralelo enquanto que Marinha olhava 
abaixo cheia maravilha.  
        Ele poderia ver um lado de sua face, olhando o jogo de emoes, de possessividade, a alegria que a alagava o fato de que todo estava conforme no vale enquanto 
que ela agitou as mos para saudar os poucos que compilavam abaixo e olhavam para eles fixamente.  
        Kai'o manobrou o mocho com voltas que varriam, permitindo que ela examinasse as largos desfiladeiros, e que baixasse as costas das montanhas, voando de granja 
 granja aonde ela moveu e estreitou seus olhos para detectar a terra debaixo. 
        Ele sabia bem o que ela fazia. No era um dom desconhecido, embora era raro que um que lutava, embora fosse em uma medida to pequena como Marinha, tivesse 
essa conexo tambm.  
         - A colheita vir logo. -   Ela cabeceou com aprovao enquanto que Tamaree levantava as asas e ascendia de novo.   - Terei que enviar uma unidade dos guerreiros 
do Covenan  para assegurar seu amparo.  Os seculares estiveram atingindo as granjas da fronteira bastante freqentemente durante os ltimos meses. -   O  se interessou. 
         - Poderamos atribuir a alguns guerreiros para cobrir esta rea diariamente, -  ele ofereceu.  - A terra  mais aberta aqui, fazendo mais fcil patrulhar 
pelo ar que por terra. -   
         - Faro-o  de todos os modos. -   Ela se encolheu de ombros ante a oferta.  -Atribuiro-se a nossos guerreiros em qualquer evento, eles podem faz-lo to 
bem como seus cavaleiros, mago Sashtain. -   
         - Kai'o, -  lhe recordou seu nome enquanto que o mocho subia acima sobre o vale.   - Voc no tinha nenhum problema para usar meu nome durante a noite anterior. 
-  Talvez no era exatamente agradvel lhe recordar o jogo de sua noite anterior, mas o enfurecia cada vez que ele a ouvia usar seu ttulo de mago Sashtain. 
         Ela se retesou diante ele outra vez, ela endireitou os ombros rgidos enquanto essa quantidade de espao escrupulosa os separava de novo. Enfurecia-o a 
distncia que ela era to rpida de colocar entre eles.  Ela devia permitir o alinhamento, ele pensou, fascinando-se ante sua agraciada parte posterior enquanto 
ele girou ao mocho para o bosque.  
         - Estamos voltando para castelo? -   
        O tom frgil de pesar melanclico em sua voz fez coisas em seu interior das quais ele teria preferido no fazer conta.  Devolv-la ao castelo seria recomendvel 
... enquanto que ela voava na cadeira de montar ante ele, ela era uma tentao que ele encontrou difcil de ignorar.  
        Olhar Caise toc-la-a noite anterior, com seus lbios que devoravam os seus, tinha destroado seu controle.  Forando a seu irmo a se separar-se longe dela 
enquanto os filamentos de seu poder estavam envoltos ao redor deles tinha estado perto de ser impossvel.  Especialmente em vista do fato que sua magia se amamentou 
em sua franga como uma pequena boca quente, lambendo-a com lngua e todo.  Um segundo mais de tortura e ele teria perdido todo o controle correndo-se em suas calas. 
         Contava com isso, teria podido atrasar o momento que foram forados a se separar-se dela.  Mas no tinha antecipado sua perda de controle, nem o efeito 
que teria em se mesmo e no Caise.  
         - S se assim o deseja. -   Ele a alcanou  com sua mo livre, movendo seus dedos abaixo sua trana, desejando ver os largos cachos, ardentes livres e arrastando-se 
ao redor de seu corpo.  
        Seu membro estava duro agora, a fome por ela apertava seu escroto at que ele no podia respirar apenas pela dor da excitao.  Todo no que ele podia pensar 
nestes instantes era na vista dela com o Caise, com seus lbios que se abriam debaixo dos seus, lhe dando a boas vindas, convidando-o.  Lhe daria tambm a boas vindas? 
Ofereceria-lhe seus lbios e sua lngua para lhe tentar?  
        Seus dedos se encresparam ao redor da trana grosa ante o pensamento do toque dela, atirando dela de novo a seu peito quando sua cabea se girou e o ela 
olhou fixamente para trs  indecisamente.  
         - Nenhum medo? -   lhe perguntou ento.  
         - Se medo de meu mesma -   Seus lbios se apertaram fazendo uma careta ante sua pergunta.  
         - Aye, princesa, -  ele grunhiu.  - Deveria temer por minha prudncia quando me olha fixamente, com paixo e suspicacia por igual.  Ainda no te convenci 
que meus nobres propsitos?  Fiz a promessa de dar tempo ao alinhamento,  unio livre.  No te forarei nada, nem de meu mesmo em voc.  
         - E talvez no  o medo s fomes que lhe possuem, ou ainda a isso que chama dentro de mim que  seu queda, -  ela disse ento, suas mos se encrespavam 
ao redor do antebrao grande agora envolto ao redor de sua cintura.  
         - me faa frente, -  ele pediu, rechaando roar o comentrio que ela tinha feito.  Ela conduzia esta discusso para reas que a forariam a colocar distancia 
entre eles outra vez, e que, ele evitaria a toda costa.   - D a volta dentro da cadeira de montar e me faa frente, permite que sinta seus lbios sobre meus, seu 
corpo contra mim. me demonstre que no so esses medos os que lhe mantm se separada de meu tato.  
        O absurdo valor brilhou em seus olhos um segundo antes de que ela se movesse. Kai'o manteve a presa de seus quadris, ajudando-a com o movimento enquanto 
ela se dava volta at que suas pernas estavam sobre as sua, seu seios tocavam quase seu peito, sua doce vulva estava to perto de seu membro que ele jurava que podia 
sentir seu calor.  
        Ele e Caise a tinham aoitado durante semanas, lutando por um olhar, um contato, desesperando-se-se por encontrar uma chave para sua confiana.  No que 
ela confiasse com tudo o que ela era, somente a apario da brigada da bruxa, e sua presena em seus braos agora e que ele tomou como um passo importante.  
         - me diga que, princesa, -  ele disse ento, seus dedos se alcanaram at a suave bochecha de seda.   - O que pediria para no proibir o alinhamento, a 
unio, pois eu sabia seu corpo e seus desejos do corao?O que convenceria a seu mente? -   Ela o olhou fixamente solenemente, a curva triste de seus lbios atirava 
de seu corao enquanto ele a olhava.  
         - Minha liberdade, -  ela ento sussurrou, e ele viu a determinao que brilhava em seus olhos por no ter nada menos.   - S isso, Kai'o.  Minha liberdade. 
-   A liberdade de lutar.  A uma coisa que ele sabia que seu corao nunca poderia sobreviver lhe dando.  
        
        
        Captulo Nove 
        
         
        Kai'o sentia a seda ardente das mos de Marinha pressionar contra seu peito, sentia o batimento de seu corao em sua palma com um golpe de luxria, um ritmo 
pesado atravs de suas veias.  Seus olhos, eram de uma cor violeta intensa to pura, cheios de mistrio, e de uma fome vulnervel, quente e inocente, rasgaram-se 
em seu peito. Ela tentava a cada escuro desejo que trovejava em sua alma. Mas, ele no desejava nada mais que lhe demonstrar a gentileza extrema enquanto ele a dirigia 
atravs da tormenta do aumento da fome dentro dele.  
        Ele poderia sentir sua magia que sussurrava atravs dela, exigindo unir-se igual a poderia sentir a sua prpria e a do Caise.  
        Como era usual, nunca tinha podido sentir o prazer de seu irmo, ou sua dor, com tudo isto, ele poderia sentir o enlace o crescer e sabia que Caise poderia 
agora sentir o prazer, inclusive quando ele o fez. 
        Tinha comeado a noite antes, sutil, sussurrando com sua mente quando ele comeou a detectar o calor, o prazer selvagem que Caise encontrava no tato dela. 
Cada segundo que ela o olhou fixamente, ele poderia senti-lo crescer.  Doce misericrdia, como a necessitou, como sofreu por ela.  A excitao combinada, a seu e 
a de seu irmo, tentou seu controle como nada  o tinha feito durante o transcurso de sua vida.  
         - Um beijo, Marinha, -  grunhiu ele ento, suas mos emolduravam sua face, seus dedos faziam um tnel nas mechas tensas de seu cabelo, afrouxando os de 
sua trana enquanto que a sensao de seda encheu sua carne.   - me deixe provar.  
        Ele poderia agora sentir o aumento de magia neles. Nos trs, ao enlaar-se, conectando os filamentos de magia to leves, quase invisveis, contudo mais fortes 
que qualquer que tivessem conhecido antes.  Suas coxas se apertaram ao igual a seu escroto, seu membro palpitava com uma violenta exigncia prxima ao orgasmo. Transbordando 
as calas que o mantinham, um orgasmo nas profundidades apertadas, da seda de seu corpo.  
         -  perigoso. -   Sua respirao se enganchou.  Ele contemplou sua batalha para neg-lo, para negar-se, que trovejou em sua pequena face expressiva.  Seus 
olhos se obscureciam, as fascas de magia brilhavam dentro deles com o aumento de sua respirao.  
         - Confia em meu, Marinha. -  Seu polegar se pressionou sobre seus lbios, a fome sempre escura  o empurrava a for-la admitir este prazer.   - Posso manter 
atrs o alinhamento, no te forarei  unio, nem a nenhum fator de minha necessidade dela.   Somente um  beijo, um toque talvez, saborear a paixo que vejo em seus 
formosos olhos violetas.  
        Ela tragou, ele gemeu.  Sua pequena e suave lngua rosada apareceu entre seus lbios para lamb-los com um pequeno filme nervoso que fazia a sua franga o 
apertar-se ainda mais.  Estaria condenado, se no a tinha logo, ele estaria enlouquecido de luxria.  
         - Posso fazer que esteja molhada e selvagem, Marinha, -  lhe prometeu com um sorriso masculino, travessa.   - Se sentir a necessidade do orgasmo, deixarei-te. 
Somente  um jogo.  
         - E isso  o que temo. -   Ela sorriu trmulamente.   - Est determinado a ganhar, no  assim, mago?  Com meu poder sendo o prmio que buscas.
        Suas sobrancelhas se apertaram em um cenho enquanto que ele a olhava.  
         - Voc acredita que controlarei seu magia, Marinha?  Essa  tua e tua somente.  Nenhum mago pode te despojar dela. -   
         - No sem minha vontade. -   Ela mordeu em seu lbio, e Kai'o no pde reprimir o gemido que se derramou de seu peito ante a vista.  Ele mordiscaria ali 
tambm, se ele poderia convencer a de que jogasse.   - Somente provamos j que tenho pouca vontade no que a voc se refere.
         - Voc tem muita vontade, -  lhe assegurou, determinado a provar seus limites, para lhe demonstrar o prazer que podia encontrar em um contato mais escuro, 
mais profundo.   - Ns o colocamos a prova? -   Essa pequena sobrancelha ardente se arqueou.  Kai'o quase riu entre dentes ante a vista. Ela tinha um pouco de arrogncia, 
um pouco de atrevida e imprudente que ela ocultava o mais cuidadosamente possvel.  
         - E como faramos isto? -  Seus dedos se moveram em movimentos pequenos contra seu peito, como um pequeno gato que retraa suas garras, depois ela o olhou 
fixamente com confuso.  
         - Permite que te ate, -  ele sugeriu, sabendo da forte necessidade contida em sua voz e incapaz encobri-la.  Ele desejava seu carter, s uma vez, enquanto 
que ela o olhou, acordada, inteirada de cada tato.  -Manter atrs seu magia, permitindo somente o prazer.  Sem nenhum alinhamento, nenhuma unio, mas eu posso te 
trazer um orgasmo, Marinha. Posso fazer que encontre as profundidades do prazer que nunca poderia conhecer de qualquer outra forma sem a unio. -   Seus lbios estavam 
separados enquanto uma sombra de medo oscilava em seu olhar fixo.   - vais jogar ento, beb? -   Lhe fez um gesto, atrevido, sabendo que sua expresso dava a razo 
para que ela acreditasse que o pensava que ela no ia faz-lo. - ,  obvio, entenderei se no o deseja. -  Ele podia ento sentir ao Caise, sua mente que o alcanava 
mais perto, sua magia que unia  sua no jogo que ele tentava.  
         - Voc acredita que no posso? -   Ele poderia ver a veia no lado de seu pescoo palpitando, com medo, com excitao.  O medo era um afrodisaco em alguns 
casos, ele sabia.  O medo a perder o controle, ou a deixar a outro ter o poder completo, por qualquer durao de tempo, poderia ser uma perspectiva espantosa para 
uma mulher de sua fora.   - Como se que respeitar os limites do jogo?  Quais so as regras desta magia que ata? -   
         - Se desejas parar, s tem que diz-lo, sem pens-lo, -  ele prometeu.  -Fao voto de que se o fizer, deixarei-te ir. Sobre meu juramento de magia como 
mago, no te manterei comigo se no ter nenhum desejo disso. -   
        No havia voto mais profundo.  Ia alm de palavras, ao corao de magia si mesmo.  No importava como ele o desejasse de outra maneira, sempre que ela chamasse 
suas intenes a um extremo, seu poder a deixaria. Ele olhou sua luta por tomar a respirao, por manter a calma.  Suas coxas se retesaram sobre os suas quando os 
pequenas unhas curtas, agudas perfuraram seu peito.  
         - Est bem, seja, -  ela finalmente sussurrou, levantando as mos livremente e separando-os  a seus lados.   - por agora, sou tua. -   Palavras rituais. 
derramaram-se em sua alma enquanto que lhe deu permisso para fazer para o que ele desejava. 
        Imediatamente, os frgeis filamentos de magia azul e de plido dourado fundido se materializaram ao redor de seus punhos, as jogando detrs dela enquanto 
ela o olhou, com a vulnerabilidade que refletia dentro das profundidades de seus olhos enquanto ele limitava suas pequenas mos detrs dela.  
         - A magia atar seus poderes tambm. -   Ele manteve sua voz suave, confortando.   - Nenhum alinhamento ocorrer como resultado disto, Marinha.  Somente 
prazer. -   Ele se assegurou a magia que a atava realizasse o encantamento completo.  No poderia arriscar-se inclusive a que o fragmento mais pequeno de seu poder 
se deslizasse livremente para unir-se com a sua durante isto. Ela cabeceou agudamente, suas pernas se apertavam nas suas, o calor de sua vulva que lambia seu membro 
inclusive com as capas de material que os separavam.  
         - S jogaremos, -  lhe prometeu de novo, baixando seu olhar fixo aos colchetes de metal de seu sobre - jaqueta, olhando enquanto que atiravam livremente 
em sua ordem silenciosa, enquanto que mantinha suas mos em seus quadris.  - os cativos esto nus ante seus amos, -  ele ento sussurrou. -Voc ser meu cativa, 
Marinha? -   A surpresa exagerou seus olhos, que no fizeram nada ocultar obscurecer-se ante sua resposta. Suas bochechas avermelharam com uma cor de rosa suave, 
seus lbios tremiam sob seu olhar fixo.  
         - Direi-lhe isso quando no desejar mais de seus jogos, -  disse-lhe ferozmente.  - No sou uma criana a que ter que explicar cada movimento. -   obvio 
ela no estava preparada. Ela tinha conhecido s tal prazer dentro do vale de sonhos.  Refreada, estendida na cama de flores, com seu corpo disposto em um oferecimento 
sensual a seu banquete.  
         - Voc  to voluntariosa como qualquer consorte prisioneira nova, -  ele respirou contra seus lbios, olhando-se fixamente nas profundidades de meia-noite 
de seus olhos.   - Voc sabe o que acontece a essas pequenas moas voluntariosas? -   
         - Que conseguem o que querem?. -   Ela tentou encaixar as palavras, mas ele poderia ouvir o tremor do medo e de desejo em sua voz.  
         - Nay, -  ele respondeu, suas mos se transladavam aos colchetes do metal de seu colete  medida que ele continuou celebrando seu olhar fixo.   - Tal consorte 
 devidamente aoitada por seus magos, Marinha.  Desejas receber seu castigo? -   No lhe deu a ocasio de responder, ele enviou algo sua magia para dar o ertico 
golpe que ele tinha decidido.  
        Suas mos picaram ante a sensao de sua carne, o poder pulsou em um primeiro sopro entre a cadeira de montar e a firme carne de suas ndegas que envolviam 
a sua lhe dando a sensao de que sua pele estava ardente.  Estremecendo-se, uma pequeno Ou franziu seus lbios, e ela se arqueou para trs ao minuto permitindo 
que os atascamientos de seu colete se afrouxassem o bastante para permitir a liberdade interna rica das curvas. Ele sentiu o tremor que correu atravs dela, aumentando 
o calor entre suas coxas.  
         - Muitas consortes relutantes encontraram seu primeiro espiono da paixo desta maneira. -   
        Ele permitiu que outra palmada aguda o fora dada, sentindo sua resposta enquanto que sacudiu seu corpo e ele separava o colete mais ainda.  Outra palmada 
a fez arquear-se, seus joelhos se dobravam mais para lhe trazer rubor contra a cunha dura de seu membro.  Os dentes do Kai'o se apertaram quando seu colete ento 
se dividiu livremente, as curvas inchadas de seu seios com seus mamilos endurecidas se levantaram para ele.  Condenado se ele no teria um gosto dela.  
        Ele enviou outra palmada a seu traseiro, enquanto que a magia do Caise cavava na fenda de seda e acariciando a entrada a seu nus com um tato delicado.  
Sua cabea se inclinou detrs, seu seios se arqueavam como em oferecimento.  Kai'o no podia rechaar a tentao por mais tempo.  Sua cabea se inclinou quando ele 
emoldurou cada globo em suas mos, seus lbios se abriram para cobrir uma extremidade perfeita e um gemido do prazer saiu de seus lbios.  
        Ele a ansiava com um desespero que quase no podia controlar.  Sentia as palmadas em seu traseiro, informado do Caise que sondava na pequena entrada situada 
ali, e fechou os olhos inundando-se no tato, o gosto e o calor dela. No poderia empurrar muito mais. Teria que terminar isto logo, os sentinelas eram sua testemunha, 
ele no poderia agentar o tortura muito mais tempo.  Ele se amamentou em seu peito, agarrando o mamilo entre seus dentes para beliscar nela erticamente enquanto 
ela gritava seu nome, ento permitiu que sua lngua acalmasse a dor.  O duro pico da extremidade era ardente quente, a cor rosada suave agora avermelhava em um tom 
vermelho mais escuro por sua boca e sua excitao.  
         - E quando o mago tinha demonstrado a seu consorte seu castigo, ento lhe demonstrava o prazer. -   Era tudo o que ele poderia fazer para respirar enquanto 
que sentia Caise sondar em seu traseiro e ele enviava sua prpria magia ao calor lquido que flua de sua vulva no mesmo momento seus lbios cobriam os seus.  
        Atravs da fatia molhada ele permitiu que escorregasse como sua lngua lambida sobre a costura de seus lbios.  Ele sentia o derramamento de seda de seus 
sucos enquanto ela ofegava, seus lbios se abriam para ele.  Ele a provava, sua lngua facilitando em sua boca o desejo por seu gosto enquanto que o poder cobria 
seus clitris inchado e ele imaginava a lngua afundando-se em sua vulva.  
        Seu beijo era como o fogo derramando-se atravs de seu crebro, enviando prazer que estalava atravs de seu casal.  Inocente, contudo inteirada.  O ardor 
quente e faminto.  Ela se abriu a ele, sua lngua se enlaava com a sua enquanto ela se arqueava mais perto, retorcia-se de necessidade.  
        Agora ele sabia porqu Caise tinha estado to perto de perder todo o controle a noite anterior.  Pelo sangue sentinela, se ela no destruiria inclusive sua 
vontade quando ela se esfregava e pressionava contra ele, seu corpo de mago mais forte aceitava com impacincia cada tato dado.  
        Ela estava preparada, muito mais de perto que inclusive do que ela sabia.  
        Ele poderia sentir o calor e a dureza do pequeno broto que escondo entre as dobras da carne acetinada quando seus lbios se moveram para trs, movendo-se 
mais baixo. Palpitando irregularmente, erticamente, pulsando ao mesmo tempo que o sangue que troava atravs de suas veias.  
        Seus lbios se moveram a seu peito de novo, sua boca aspirava seu mamilo dentro enquanto que sua magia se movia em contraponto em seus clitris.  Ele se 
lambeu e aspirou no broto duro, sabendo o que ela sentia ali o sentia mais baixo tambm.  Ela se retorceu em seu aperto ento, forando-o a sujeitar seus quadris 
para mant-la assentada na cadeira de montar enquanto que Caise comeou a sondar na entrada de sua parte posterior.  
        Sua cabea foi arremesso para detrs, os gritos enlouquecidos surgiam de seus lbios enquanto ele a sentia, deuses, ele a sentia estalar.  Ela se apertou 
em seus braos, arqueando-se ferozmente enquanto que o calor de seu sexo lhe umedeceu as calas e chamuscou seu membro.  Ele sentia a chicotada de prazer que cintilava 
atravs dela, estalando em sua matriz e enviando aos eixos duros, deliciosos da sensao do relmpago quente para rasgar-se atravs de sua vulva, antes de detonar 
atravs de cada clula de seu corpo.  
        O eco os encheu ambos, a ele mesmo e ao Caise. Ele separou bruscamente sua cabea de seu peito, apertando seus dentes enquanto que lutava por conter seu 
prprio orgasmo. Pelos sentinelas, ele no poderia permitir seu orgasmo.  Se ele o fizesse assim, depois o poder de magia se desintegraria, forando a unio como 
nada podia faz-lo. De momento ele sentia os arcos brilhantes do prazer indo em seu interior a ele rapidamente, fortemente devastados por sua magia, projetando-a. 
        Ele lutava por respirar, ofegando to trabalhosamente como ela enquanto que um grunhido de tortura abrupto saa de sua garganta.  Ela transladou as mos 
a ele, empurrando em sua camisa, rasgando-se nas peas em uma tentativa de toc-lo. Suas paixes tinham sido despertadas, e o orgasmo, embora delicioso, no era 
o bastante.  
         - Bem, -  ele grunhiu, separando-se-se, seus lbios pressionavam em sua sobrancelha.  - Condenao melhor que deixemos isto, princesa, ou ter a ambos. 
-   Sua cabea se tornou para detrs, seus olhos que se abriam para olh-lo fixamente em exigncia faminta enquanto que ele lutava para conter no aumento da magia 
entre eles. 
        -Tenho medo de que eu me condene de todos os modos. -   Ela apertou as mos em seus ombros, seus dedos apertavam no tecido de sua camisa enquanto que ela 
se inclinou contra ele.  
        Marinha no poderia acreditar no acabava de ocorrer.  Inclusive agora, o prazer se estendia atravs dela em ondas, exigindo mais a pesar do vo que ela tinha 
adquirido faz uns momentos nas asas do xtase.  A necessidade rechaou diminuir.  
        Ela no teria nenhum alvio, nenhuma paz, ela sabia, a menos que ocorresse a unio.  E logo chegaria o tempo quando seu corpo e sua magia no lhe dariam 
nenhuma opo. Gasta uma vez  vida, dizia-se que o pinculo de magia no se adormeceria outra vez, a menos que estivesse arrojado;  alcanaria seu pico, antes de 
dissipar-se em nada.  Ela no poderia arriscar-se a perder do todo sua magia.  
         - Faz um som como se se tratasse de um destino pior que a morte, -  ele como ele a agarrou de novo, sustentando-a contra ele, pressionando sua cabea a 
seu ombro.   - Que mal poderia te fazer, Marinha, a unio? -   
        Que mal? Seus lbios se encresparam em um amargo conhecimento. Quando sua me da rainha voltasse dos templos do sentinela, ele aprenderia que mal poderia 
lhe acontecer.  Agora tinha sido revelada a brigada da bruxa, e logo ela no teria nenhuma opo a no ser reconhecer seu lugar em seu interior. Como guardi das 
terras, de seu poder e de sua conexo com a terra que permitia que falasse com outros, sobre o sussurro do mal, de fato confiavam nisso.  
        Uma vez que sua me se desse conta de como tinha utilizado ela seu poder e a posio dada em sua misso de guardar, a erupo da fria seria ouvida longe 
e de par em par.  E ela no desejava inclusive considerar como esta empresa em prazer ia afetar ao que uma vez tinha sido uma vida perfeitamente agradvel.  Doce 
misericrdia, depois de tal prazer, ela nunca conheceria a alegria outra vez sem experimentar mais.  
         - Voc no poderia inclusive imagin-lo, -  ela ento sussurrou.   - No poderia assimilar... -   As palavras se interromperam quando ela piscou, um sentido 
assinalava perigo que atirando em sua mente enquanto que ela se incorporou mais reto.  Seus olhos estreitaram, seu olhar fixo que baixou s terras debaixo dela. 
O prazer retrocedeu imediatamente quando sentiu ondas de fria e de dor, saindo do bosque situado abaixo. 
          - Marinha? -   Kai'o perguntou ante sua tenso repentina.  Um grito cresceu dentro de sua mente, uma chamada de ajuda, nem tanto em palavras como no perigo 
que flua do cho do bosque nos filamentos invisveis de magia.  Sua conexo s bruxas na brigada e a terra si mesmo criou um enlace, uma conexo alcanada facilmente 
em pocas de perigo para esses que ela protegia.  Torpemente, lutando por reabrochar seu colete, seu olhar estava fixo na verde folhagem enquanto as mos do Kai'o 
se moviam a rapidamente a fechar os colchetes que seus dedos trementes no poderiam sujeitar.  
         - Ali... -   Ela assinalou na distncia onde o bosque se abria ao redor de um lago cristalino, de um azul profundo puro em meio da folhagem brilhante.  
- Precisamos chegar ali rapidamente,  extremidade meridional.  
        Ela sacudiu a sua cabea, lutando para se separar a escura neblina de desespero que atormentava sua vulva e para concentrar-se  no perigo que ela poderia 
sentir pulsar atravs do ar.  
         - O que  o que acontece? -   Sua voz soou escura perigosa, mas o grande mocho se deu volta e submerso, remetendo as plumas dentro para ganhar velocidade. 
         - No estou segura, -  ela disse para trs quando o vento a seu redor aumentou.  - Sei somente que vrias das bruxas esto chamando em voz alta.  Esto 
em problemas. -   
         - Maldio, pelos sentinelas -  ele amaldioou, trocando de lugar seu corpo, as coxas duras junta os seus retesando um segundo antes de que o mocho atirasse 
de suas asas dentro mais perto e tomassem maior velocidade.  
         - Ali. -   Ela assinalou aonde duas das bruxas, Astra e Camry, lutavam contra dois vares mais ferozes e grandes.  Sua magia os rodeou valorosamente como 
uma resolvida espada, mas era bvio que as duas mulheres no eram o bastante fortes para agentar muito mais tempo.  
        Enquanto que ela olhava com surpresa, os filamentos azuis e de ouro plidos de poder do Caise e do Kai'o, se moveram para debilitar aos seculares, que tinham 
como objetivo s mulheres enquanto que os mochos se levantaram precipitadamente, suas grandes patas cobertas de plumas se moveram mais abaixo em uma aterrissagem. 
        Caise saltou de sua cadeira de montar para abordar o primeiro dos homens com a vista fixa em Marinha e na batalha que se empreendia nas rvores.  Um dos 
grandes mochos ficou a seu lado apenas dentro da linha das rvores, onde quatro das bruxas rodeavam a dois guerreiros cados contra os seis vares que lhes faziam 
frente.  
         - Kai... -  Ela assinalou para eles. -Fique aqui, -  ele gritou saltando da cadeira de montar, a magia voou para crepitar ao redor dos homens que lutavam 
para acessar aos dois guerreiros.  
        OH sim de fato, como se ela fosse permanecer ali, ela pensou colocando seus olhos em alvo ao saltar do mocho, dizendo algo em voz alta  terra debaixo deles. 
Imediatamente, as rvores comearam a sacudir-se, aoitando ao redor dos guerreiros cados e do mocho ferido, mesclando-se com os poderes do Caise e do Kai'o enquanto 
que lutavam para proporcionar um amparo ao redor das bruxas enquanto atacavam a soldados seculares.  
         - Camry, Astra, lhes fundir comigo, -  ela disse em voz alta enquanto que as duas mulheres ficavam a seu lado.  Seus poderes disciplinadas juntas, como 
as quatro bruxas que lutavam contra os Seculares tinham feito.  Um arco ris de filamentos de magia comeou a tecer-se ao redor das pernas dos seculares, lhes arrojando, 
lhes atando, permitindo que o poder do Kai'o e do Caise se enfocasse com maior eficcia.  
        Um por um, comearam a cair, limitados pelos magos assim como pelo poder das bruxas ajudando em atrasar sua luta o suficiente tempo para assegur-los.  Parecia 
que os magos no eram to todo poderosos como lhes tinham feito acreditar, ela pensou com um bufo.  Poderiam atar em singular, mas contra um grupo, essa debilidade 
os obstaculizava. O que explicava porqu os magos lutavam em grupos, igual s bruxas . 
         - O que aconteceu aqui? -   Marinha pediu aos guerreiros cados, olhando como as bruxas se dividiam para revelar que duas das curandeiras trabalhavam desesperadamente 
para utilizar seus poderes e mant-los vivos.  
         - No podemos ajudar ao mocho, princesa, -  Selectra, sua curandeira mais forte disse em voz alta frgil enquanto o resplendor ardente de sua magia se infundia 
no guerreiro junto  ela se ajoelhava.   - Seus magos devem chamar por ajuda. -   
         - Esto em caminho. -   Caise foi ajoelhar se ao lado do guerreiro cado, olhando enquanto que a bruxa movia a mo lentamente ao redor das feridas no peito 
do varo inconsciente.  Estavam perto de ser fatal.  Seu irmo estava sentado a vrios ps dele, com o sangue saindo de seu corpo enquanto que a magia esmeralda 
brilhante de Revestisse flua sobre ele.  
         - Ferida-las so graves, -  Selectra sussurrou quando Astra veio detrs dela, ajoelhando-se para apoiar sua forma debilitada.   - devem apressar-se.
         - Os segundos, bruxa, so somente segundos longe, -  Kai'o noivo sombrio.   - Onde est o outro mocho?  Estes guerreiros no compartilharam seu passeio. 
         -  outra no pudemos salv-la, -  Samara, uma irm mais jovem da Selectra ento respondeu.   - O mocho entrou o lago no primeiro tiro do arco secular. 
Esta,  - Ela cabeceou ao mocho cado, -  agarrou a seu irmo com suas grandes garras, mas a seguinte flecha o derrubou tambm.  No sei se ela pode ser salva. - 
        Marinha estava inteirada dos dois mochos Caise e Kai'o tinha pirado para situar-se ao redor de sua irm queda.  
         - Caise, os guerreiros dos Veressi chegam, -  Kai'o disse em voz alta de onde ele estava parada vigilncia sobre os seculares. 
         Marinha olhava no cu, vendo a aproximao de mochos enquanto que comeavam a mover-se na rea. No aterrissaram... quando se aproximaram da terra, seus 
guerreiros baixaram agilmente de suas partes posteriores enquanto que seus mochos ascenderam de novo por cima das taas das rvores grandes, que se reforaram e 
deram a boas vindas a seu peso.  
        Quatro dos guerreiros largos, perigosos se moveram para os que tinham cado, separando-se suavemente s bruxas a um lado antes de emprestar ateno as feridas 
dos guerreiros.  
        A magia que verteu deles eram cortinas de cor borgonha profundo e marrom, a maior dos magias curativas.  Vrios dos outros foram para o mocho que ainda estava 
na linha da rvore cuidada pelos grandes pssaros do Caise e Kai'o.  
        Enquanto que Marinha olhava, ela estava fortemente impressionada por como de bem os guerreiros trabalharam com os magos que tinham aterrissado com eles. 
O poder era combinado e compartilhado, criando uma fora segura sobre a rea assim como reforando aos guerreiros feridos.  
         - O que aconteceu? -   Um dos guerreiros mais temveis, um de esses enviados pelo Veressi, moveu-se para Marinha, seus olhos azuis meia-noite estavam estreitados, 
a abundncia das mechas negras que os recubran o faziam parecer perigoso em vez de formoso.  Suas feies eram planos e ngulos arrogantes, chamativos da fora 
que se esfriava.  Se isto era um guerreiro do Veressi, ento Marinha temia ver os Veressi mesmos.  
         - Seus guerreiros so muito arrogantes, Veressi. -   Selectra se levantou lentamente, vendo o olhar fixo do feroz guerreiro.   - Se este for um exemplo 
de suas afiadas mentes e as habilidades de lutar, ento digo que o fazamos muito melhor antes de sua chegada.  Pelo menos ento somente tnhamos nos proteger a 
ns mesmas, em vez da uns vares muito confiados e seguros de si mesmos para proteger-se de ameaas que no podem ver.  
        O guerreiro apoiou seus punhos em seus quadris, dando a volta para olhar fixamente  bruxa morena enquanto o fazia frente, fraco mas sem deixar-se intimidar. 
         - No sou Veressi, -  lhe informou, com voz escura.  - Sou Talgaria. -   
         - H alguma diferena? -   Selectra reps divertida enquanto Marinha lutava para ocultar seu sorriso.  Se o pensamento do guerreiro era utilizar seu olhar 
fulgurante para forar a essa bruxa mover-se para trs, ento deveria pens-lo melhor.  
         - H muita diferena, -  ele grunhiu.  - S que no se respondeu minha pergunta.  Esses so guerreiros do cl Veressi, no lhes teriam tomado to facilmente 
despreparados, nem tampouco seus mochos teriam os trazido para tal perigo.  Saberiam que aconteceria.  
         - Quando o averiguar, depois pode nos informar tambm, -  Selectra disse rgida de fria, seus olhos verdeazules reluziam com clera.   - Ouvimos os gritos 
do mocho mais longe dentro do bosque e vimos a primeira queda.  Enquanto que chegamos  rea, o outro tinha sido tambm ferido por uma flecha e os guerreiros estavam 
em terra, seculares que atacavam sobre eles.  Enviamos uma chamada pela ajuda e o resto pode v-lo. -   Ela a agitou as mos para as bruxas que se moviam ao redor 
dela.  -Somente podemos te dizer isso. -   
        Ele olhou fixamente, com os olhos estreitados, frios, uma fria gelada enchia sua expresso.  
         - Os magos Veressi desejaro lhes perguntar a estes, -  ele gesticulou para os seculares presos,  - quando chegarem. -   
         - No  deciso dos Sashtains, Talgaria. -   Marinha ento caminhou para frente, mantendo sua voz acalmada, tambm seu comportamento. -A casa do Sellane 
dever que decidir sobre isto e estou segura de que minha irm desejar consultar a nossas prprias guardis. So to eficazes como seus Veressi. -   O guerreiro 
da Talgaria se deu volta para ela lentamente.  
         - Rhydan, no ultrapasse seus limites, -  Advertiu-lhe Kai'o, com um batimento de poder, de exigncia ressonando em sua voz enquanto Marinha olhava fixamente 
ao guerreiro, sua sobrancelha se arqueava zombador. 
         - Aye, Rhydan Talgaria, recorda de quem  a terra que ocupa neste momento.  Esta no  terra dos Veressi, nem dos magos que aterrissaram nela.  Estas terras 
esto sob o governo e o amparo do Sellane.  Seu lbio se levantou em um grunhido enquanto se girou para ela.  Se ela no era muito equivocada ela teria podido jurar 
que ele murmurou, 
         - No por muito tempo.  
        A cabea de Marinha levantou com determinao.  Ele aprenderia o contrrio.  
         - te prepare para te mover. 
        Ela faiscava para o Kai'o um fulgor duro enquanto ela falou, a clera se estendia em seu interior, essa era outra amostra de que os magos pensavam que somente 
poderiam tomar Covenan pela fora.  Ele seu no havia mais que provado as suspicacias de Serena.  Aprenderiam que as mulheres destas terras no eram to fracos como 
desejavam acreditar.  Ela em p, suas bruxas se moviam  ao redor dela enquanto os mochos aterrissaram e o feridos foram transportados  na cadeira de montar, cada 
um com um curandeiro detrs dele.  
        Os seculares finalmente estiveram limitados com cordas em vez da magia e estavam imobilizados no claro pelos grandes mochos ento descenderam em picado e 
os agarraram em suas enormes garras antes de voar com eles para o castelo do Covenan.  
         - Princesa Marinha, Tamaree espera. -   Kai'o se moveu para ela, sua expresso era determinada.  
         - Selectra, traz para bruxas dentro, ns chegaremos ao anoitecer, -  ela murmurou s guerreiras quando foi detrs o mago.  
         - Estate ali, princesa.  Boa sorte em se separar a seus sombras de sua parte posterior, embora. -   Ela cabeceou para o Kai'o.   - Se necessitar ajuda, 
nos chame. Arrumaremo-nos isso de algum jeito. -   Marinha temia que pudesse ser mais duro do que qualquer deles tinha antecipado.  
        
        
        Captulo Dez 
        
         
         - Parece que os magos despertaram de novo seu ira. -   Marinha se girou com surpresa enquanto que a voz do Garron retumbava detrs dela.  Ela deu um golpe 
 mesa ante ela com as mos, quase atirando os copos e a garrafa de vinho que os acompanhava assim como o prato de comida apresentado para ela em sua residncia. 
         - Drago, apreciaria um aviso antes de que te materialize detrs de mim, -  disse com ira enquanto que ela movia bruscamente sua capa sobre seus os ombros 
e a jogava na cadeira ao lado dela.  Movendo-se atravs da residncia, ela no fez caso do alimento e o vinho, colocando uma mo em seu cabelo enquanto apoiava o 
outro em seu quadril.  -Estou muito cansada este dia de ocupar do intelecto masculino supostamente superior.  Apreciaria uma certa paz,  - lhe informou, olhando 
ao drago sobre seu ombro.  
        Ele estava parado arrogantemente no centro de sua residncia, seus antebraos se rendiam no peito escamoso, sua sobrancelha baixada sobre seus olhos negros. 
Parecia menos que satisfeito. O conhecimento de que ela podia hav-lo decepcionado de algum jeito a incomodou, embora no poderia estar segura de por que.  
         - A paz se encontra em bastante pequena medida, princesa, -  ele suspirou, seu tom era cansado.   - Quo guerreiros feriram nos bosques se esto recuperando. 
Estive com eles antes de vir aqui.  Suas leses so srias, mas recuperveis.
          Ela cabeceou, um movimento curto, agudo quando lhe fez frente, cruzando seus braos sobre seu peito e aguardando o que era ele tinha que dizer.  Incomodou-lhe 
certamente em nenhum extremo, mas ela sabia que ela no tinha nenhuma opo exceto ouvi-lo. Garron no era expulso facilmente de qualquer rea do castelo. Inclusive 
sua me, a rainha, tinha problemas para convencer ao drago de que obedecesse suas ordens.  
         - Estranho, isso de que fossem agarrados despreparados, -  ele murmurou.  - os guerreiros do Cauldaran so normalmente absolutamente velozes. -  Seus olhos 
estavam estreitados.  
         - O Talgaria j nos informou disso, -  ela respondeu, reprimindo sua clera.   - Posso assumir somente que h uma razo para que me esteja dizendo isto 
com todo outra vez. -   
         - Voc  a encarregada das terras, princesa, -  ele disse, sua voz soou suave, sem inflexo.  -Voc no detectaria  magia corrompida sobre seu terra? - 
Ela se deteve brevemente, seu olhar fixo se afiava enquanto que ela o olhou.  Sim, ela havia sentido uma diferena no lago depois do ataque.  Uma magia sutil, vaga 
que ela tinha atribudo a grande quantidade de vares temperamentais em um lugar.  
        Mas quanto mais tinha pensado nisso, mais lhe tinha incomodado. E agora a incomodava mais ainda, com a sugesto do Garron sobre magia adulterada. Magia escura, 
malvola.  
         - H muito magia adulterada dentro do Covenan, com a apario de tantos magos e guerreiros, -  ela respondeu com frustrao, inclinando sua cabea para 
olhar ao drago mais de perto.   - Tomaria tempo peneirar as diferenas e detectar os poderes mais escuras. -   Ele cabeceou.  
         - detectei uma diferena hoje na magia que se tecia sobre a terra, embora no posso precisar de onde vem, nem aonde se dirige.  Como o encarregada das terras, 
princesa, pode ter uma maior penetrao.  Algo h em traado de realizao da fora com o que os seculares esto ganhando.  Devem o ter ou nunca deveriam ter podido 
arrebatar a esses magos dos cus.
         Marinha inspirou asperamente.  No era mais do que ela tinha suspeitado.  Ela havia sentido as vibraes ocultas de magia cada vez que ela tinha enfrentado 
a soldados seculares mesmos, embora era to similar  magia dos magos que ela no tinha podido separar as duas e que tivesse algum sentido.  
         - Suspeitas que algum dos gmeos magos devem estar com os seculares? -   ela pediu, mantendo sua voz baixa.  
         - feito-se mais fortes somente desde que os gmeos invadiram Covenan. Se estivesse seguro disto, combateria-os eu mesmo, -  ele grunhiu. -Quem quer que 
ajude aos seculares se oculta bem, princesa. Podemos somente procurar separar as diferentes magias com as que nos enfrentamos, at que podemos averiguar a verdade 
de todo isso. Recorda, cada bruxa, guerreiro e mago tem uma diferente sensao, uma distinta profundidade do poder.  te familiarize com elas enquanto que detecte 
cada uma.
         - Parece-me que seria um trabalho que satisfaria melhor a um drago de magia, -  ela respondeu arqueando sua sobrancelha ante a sugesto.  
         - E o seria, se o drago ao que te refere no fosse altamente suspeito pelo que se refere aos magos, -  lhe informou, o sarcasmo enchia sua voz enquanto 
seus antebraos se separaram antes dele.   - Parece que acreditam qualquer drago do bando das bruxas durante muitos anos deve certamente ser fraco em magia e sentidos.
        Sua expresso era to engraada, cheia de travessa diverso que Marinha no pde mais que emitir uma risada abafada ante sua imagem.  
         - O que sabem eles. -   Ela agitou sua mo negligente enquanto se moveu de novo para a mesa, vertendo um copo de vinho enquanto considerava o pensamento 
que outra magia estivesse trabalhando contra eles.   - houve gmeos magos que se voltassem contra os seus antes? -  Ela tinha ouvido que o Cauldaran era assombrosamente 
leal, adhirindose a um terminante cdigo da honra.  
         - No ouvi falar de tal coisa antes, -  ele revelou.  - somente associo a bruxas em vez de magos, -  lhe recordou.   - a vista  sempre muito melhor. - 
Ele moveu suas sobrancelhas sugestivo.  
         - Posso ver porqu minha me te amaldioa to de corao, drago, -  ela riu.   -  Arrumado a que lhe diz coisas como esta a ela freqentemente. -   
         -  obvio. -   Ele encolheu ante a sugesto.  - Seu me  um oponente muito mais justo em uma guerra de palavras.  Tal inteligncia h ser provocado to 
facilmente. -  Ele cacarejou com divertido desespero.  -Embora, ela melhora cada ano. -  
         - Tratando contigo, no o duvidaria. -  Ela suspirou profundamente antes de levar o vinho a seus lbios e de fortificar-se com uma bebida forte.  O calor 
se estendeu atravs de seu interior enquanto a delicada bebida difundiu seus efeitos atravs de seu par.  
        Os efeitos sexuais do tato do Caise a noite antes, e Kai'o anterior no dia ainda se movessem atravs dela.  Ela poderia senti-los crescer em sua matriz com 
cada confrontao, rechaando cessar, ou diminuir a pesar do suposto orgasmo que ela tinha encontrado este dia.  No lhe tinha feito nada a no ser a fora desejar 
ainda mais.  
        Ela temia que o pice de seu poder aumentasse tambm.  Se isso era verdade, que os sentinelas lhe ajudassem, ali no haveria nenhum rechao  unio quando 
o pico fosse alcanado.  Seu peito lhe doeu ante o pensamento, e profundamente dentro, seu corao se apertou.  Se somente ela pudesse confiar em seus magos.  Para 
lhes dar a conhecer que entendessem seu amor pela terra e no exigissem que se retirasse dela. Mas ela temia que esse no fora o caso.  
         - Voc luta uma batalha perdida, princesa, -  o drago comentou ento.   - Inclusive posso sentir o aumento do poder dentro de voc.  Logo, dever tomar 
uma deciso. -  Em vez de falar, ela bebeu mais vinho, esperando que relaxasse a clera que se estendia ardente em seu interior  e que ela pudesse acalmar a excitao. 
Ela se temia que esse no fora o caso.  
         - Essas decises se devem atrasar, -  lhe informou, sustentando a voz.   - Devo resolver com Serena e as outras por agora. O Talgaria est lutando pela 
questo dos detentos por nossa justia e j exige seu retiro imediato ao Cauldaran.  Isto se refere para mim enormemente, Garron.  por que no nos desejariam perguntar 
sobre o que ocorre na terra do Covenan?  E por que acreditariam que permitiramos tal coisa?  Seus guerreiros agora guardam as residncias, e aparecem nas propriedades. 
Sem nossa me da rainha, h pouco que podemos lhes fazer exceto permanecer aqui.  Mas temo que debilitem eventualmente a magia que nossa sacerdotisa cobriu sobre 
as residncias.  Est crescendo uma confrontao. -   
         - solicitei uma audincia com a rainha Amoria no templo, -  lhe disse, cabeceando em de acordo com suas palavras.   - Ainda no recebi uma resposta.  Se 
no ouvir dela logo, ento tomarei outras medidas.
          No era incomum que sua me a rainha estivesse fora de contato enquanto que estava nos templos.  Especialmente para um varo, embora fosse um drago. Mas 
em um tempo como agora, era agudamente incmodo.  
         - Desejo-te sorte, -  ela suspirou, acabando-se seu vinho antes de deixar o copo sobre a mesa.   - Devo me banhar e me vestir antes desta reunio, por isso 
se no te importa ir.
         Ela no poderia escapar do aroma do Kai'o. Era como se se afundou em seus poros, tentando-a, lhe recordando seu contato, seus beijos.  As piscinas que emanavam 
ardentes debaixo do castelo eram somente sua esperana. Ela precisava inundar-se nas guas e limpar-se, para encontrar uma certa paz, para lavar o aroma desses vares 
se separados dela.  
          - Boa sorte, princesa.  E se me necessita, recorda...  -  Os olhos negros a olharam fixamente com penetrante conhecimento.  
         - Se te necessitar te chamarei somente. -   Aye, ela o recordava bem. Dava-lhe a confiana, recordada diariamente de que ante qualquer ameaa, Garron ouviria 
sua chamada, como ele o tinha feito j uma vez antes.  
         - Se me precisa me chame somente, criana. -  Os lbios duros, coriceos sorriram com o afeto com o que ela tinha crescido e aprendido a depender durante 
toda sua vida.  Ele tinha cheio o lugar deixado vacante por seu pai muitos, muitos anos antes.  Para ela era assim igual a para suas irms.  Seu instrutor, protetor, 
e igual ocasionalmente, seu conspirador em suas travessuras imaturas.  
         - Chamarei-te, -  lhe prometeu, reprimindo um arranque repentino de lgrimas que ameaavam derramar-se de seus olhos.  - agora, me deixe.  Devo tirar o 
aroma dos gmeos magos de meu corpo e me preparar para me reunir com a minha irm.  Diria que sua raiva rivalizar com a de minha me a rainha antes de que esta 
noite termine.  J, est ameaando ela expulsando aos magos do castelo e a seus guerreiros s masmorras.  Estou inclinada a convir com ela. -   
        Ele riu entre dentes, o spero forte, spero.  
         - E te lembre de me chamar se tiver necessidade.  Agora vou averiguar o resto. Embora olharei. -  Ele desapareceu em uma piscada de sua vista, indo a em 
qualquer lugar que ele fora quando ele no estava atormentando no castelo com seus costumes zombadoras de varo.  
        Marinha olhou fixamente a rea onde ele tinha estado, suas sobrancelhas se franziram com preocupao.  Se, como ele sugeriu, os seculares estavam respaldados 
pela magia, depois o problema aumentaria definitivamente. Talvez mais problema do que eles podiam combater sozinhas, como bruxas.  E era possvel que os magos soubessem 
isto. O qual significava que era tambm possvel que estivessem detrs disso.  
        * * * * * 
        Kai'o estava parado na janela da sala de recepo de sua residncia, olhando fixamente os anis de magia que circundavam as luas. Havia um espesamiento sutil 
em um anel, estavam to brumosos como o tinham estado antes da unio da Brianna Sellane e os gmeos da Veraga.  Os reis dos magos tinham levado a seu consorte de 
novo ao Cauldaran, esperando infundir poder dentro dessa terra enquanto que ele e Caise se movian para assegurar a seu consorte.  
        Os Veressi chegariam logo, e tentariam exigir o Ritual de recepo da princesa Serena.  Essa unio combinaria dois dos poderes maiores no planeta se a magia 
alinhava. Tambm abriria uma forma para que os magos comeassem a situar-se dentro do Covenan com as bruxas selecionadas assim como outras unidas com seus magos 
no Cauldaran.  A separao de magias ento cessaria uma vez que os dois poderes maiores da terra estivessem alinhados.  
        O alinhamento de princesa Serena com os poderosos encarregados do Cauldaran terminaria com eficcia com a vacilao das outras bruxas a aceitar aos magos 
e aos gmeos guerreiros.  Era um engano que no sentou sempre bem ao Caise e Kai'o.  Era um que ele suspeitava que a princesa Marinha j conhecia.  Sua desconfiana 
para eles no ajudava. E agora, depois dos acontecimentos do dia, Kai'o comeava a perguntar-se sobre o plano mesmo.  
         - A magia era sutil, -  Caise lhe informou do outro lado da residncia.   - impossvel de alcanar ou de seguir, mas perto. -   Kai'o fez um gesto ante 
estas notcias.  
         - Ainda no perguntou aos seculares? -  Ele se agarrou ao suporte de rocha da janela, seus olhos se estreitavam enquanto que ele olhava fixamente ao cu 
tachonado de estrelas.  
         - As guardis das bruxas protegeram as residncias contra os magos. Temos vrios trabalhando para desembara-la, mas no vai bem. Tal engano no  honorvel, 
Kai'o, no importa o que criam os Veressi. Os guerreiros da Talgaria esto empurrando a tomar medidas mais fortes contra a magia das bruxas, mas dei a ordem de que 
se detenham por agora.  O antagonismo que engendrar far mais para machucar nossa causa que por v-la fomentada. -   
        As guardis das bruxas no tinham nenhuma idia a escurido que se movia a seu redor, e at que os magos pudessem estabelecer claramente a ameaa, no havia 
nenhuma necessidade de causar o pnico. Embora, as mudanas sutis de magia eram inequvocas.  No havia nenhuma dvida de que a magia respaldava aos seculares.  
         - Devemos encontrar  encarregada destas terras, -  ele ento suspirou.  - Ela pertence  brigada da bruxa, sabemos isto.  Qual  a mais forte em magia?
         -  impossvel de dizer, -  Caise respondeu.  - procurei entre as senhoras eu mesmo, sentindo sua magia, e no posso detectar nada o bastante poderoso para 
um encarregado.  Tm potencial, cada um delas.  Juntas, so uma fora com que contar, mas ainda no to poderosas como um casal de magos.  O encarregado deveria 
ser mais fcil de detectar.
         - E o que tem que a princesa Serena? -   Kai'o murmurou.   - Ela se mantm cuidadosamente a parte, permanecendo alm da maioria dos magos.
         -  possvel, mas duvidoso. -   A resposta do Caise refletiu sua prpria suspicacia.   - Ela conduz a brigada, ns vimos isso com o afastamento da Consorte 
Brianna.  Ela seria a mais forte, como sua lder.
         - Os Veressi no estariam satisfeitos disto saber, -  Kai'o grunhiu.  Nay, no o seriam. Os Veressi eram os encarregados do Cauldaran, eles no se poderiam 
separar das terras que guardavam.  Igual  encarregada do Covenan no poderia ser separada de suas terras.  Fazer isso seria tentar ao mesmo corao de magia que 
possuam to bem como o das terras.  
         - Embora, no acredito, que a encarregada seja a princesa Serena, -  Caise finalmente suspirou. -Os outros estiveram cortejando cuidadosamente s mulheres 
que agora sabemos que so parte da brigada, eles convm que nenhuma dessas bruxas parecem ter tal poder. E se qualquer delas o tem, guarda-o o secreto cuidadosamente.
         - Igual como a consorte Brianna , -  Kai'o grunhiu, separando-se-se da janela.  - At que identificamos  encarregada e a alinhemos com os gmeos magos 
ou guerreiros, no teremos as respostas que necessitamos.  Este problema se faz mais difcil pelo dia.  Quando quando os seres humanos podem agarrar a nossos guerreiros 
do ar devido  magia que os blinda, ns somos muito vulnerveis.  E o poder necessria para fazer tal coisa e no deixar um pequeno rastro  enorme, Caise.
         - O Talgaria est seguro de que estes seculares teriam a informao que necessitam se pudssemos lhes perguntar o bastante logo.  A princesa Serena as rechaa 
cada vez, embora.  No momento, estamos nisso.
         - Este engano ser a morte de todos ns, -  Kai'o grunhiu fazendo frente a seu irmo.  
         - No temos nenhuma opo se devemos guardar o secreto deste conhecimento. -   Caise sacudiu sua cabea ante as implicaes do problema de todos eles.  
- Revelando nossas suspicacias, estaramos advertindo ao que est detrs de todo isso.   bvio, se os magos estiverem detrs disto, que as arrumaram de algum jeito 
para incorporar a um espio dentro da brigada.  No podemos arriscar o alertar a esse espio.
         - O que h do drago, Garron? -   Kai'o caminhou para a barra onde um barril pequeno do elixir dos magos o aguardava.  Sentinelas, como o tinha sentido 
falta de.  - Seus conjeturas so to boas como as minhas no que se refere ao drago. -  Caise levantou seu copo e sorveu de sua prpria bebida enquanto que Kai'o 
se servia um.  
         - Os sacerdotes do sentinela no esto revelando nada, sobre se souberem a muito dele, e dizem que o drago  leal  casa do Sellane, o que poderia significar 
algo. -   Kai'o bufou com repugnncia.  Os sacerdotes do sentinela eram to proveitosos como os montes de madeira neste tempo.  obvio no sabiam nada a menos que 
o alinhamento de poderes dentro do corao da magia do Sentmar agora estivesse em perigo.  Sem a combinao de magos e da bruxa de novo, ento todo Sentmar estaria 
condenado ante o movimento secular.  
        Seus prprios problemas com a princesa Marinha no ajudavam precisamente. O alinhamento de magia era iminente, mas conseguir chegar ali ameaava sua prudncia. 
A mulher era a mais obstinada da ele tinha ouvido sempre falar. Ganhar sua confiana no era uma questo fcil.  Suspeita, contudo to sensual, to tentadora que 
reprimir suas fomes se convertia em quase impossvel.  As necessidades que ardiam e a magia construtiva chegavam a ser impossveis de controlar, especialmente com 
seus pequenos toques experimentais e seus ardentes beijos.  
        Kai'o se temeu que deveriam quebrar sua determinao a no lhes proibir a poca de aceitar sua unio.  
         - No h maneira de lhe dar o prazo de tempo que nosso consorte se est tomando, Kai, -  Caise ento suspirou, expondo em palavras os pensamentos que atormentavam 
sua prpria mente.   - Ela no pode ser a encarregada, se ela for nosso consorte. Ela consolidar os alinhamentos totais, como se nada.  Devemos nos mover logo. 
-   
        Aye.  Mas de faz-lo assim, ganhariam, em vez de seu amor, seu ressentimento.  Separar-se a do Covenan no a satisfaria.  Ela amava sua gente, e seu lar, 
igual a eles amavam o seu.  
         - O Talgaria encontrar  encarregada bastante logo, espero, -  Kai'o refletiu.  - Os Veressi esto bastante dispostos a lhes permitir desasociarse de suas 
terras e a ser consorte com ela. Embora perd-los no passar inadvertido no Cauldaran. So guerreiros fortes. -   
         - Que faro bem aqui. -   Caise se encolheu de ombros, embora Kai'sabia que ele tinha as mesmas preocupaes. Que no encontrassem  encarregada facilmente, 
e quando o fizessem, convencendo-a para ser Consorte com suas contrapartidas de magia pode que fosse mais difcil que levar-se a uma princesa como consorte.  O qual 
no era fcil de todos os modos.  
        
        
        Captulo Dez 
         
        
        Marinha se sentou ao lado de sua irm na sala recepo a manh seguinte, tomando o lugar de Serena em seu trono enquanto que Serena tomava o trono de sua 
me a rainha para ouvir as objees dos guerreiros da Talgaria no caso dos detentos seculares.  
        As guardis das bruxas se sentavam com o passar do lado direito da residncia, no lado de Serena.  A Marinha a sentou no lado dos gmeos magos que agiam 
guardas para os guerreiros.  estenderam-se pela residncia as testemunhas a cada lado, observando os procedimentos com interesse.  
        Marinha estava irritada com a incessante discusso e estava segura de que os guerreiros o estavam tambm. O Talgaria estava cada vez mais impaciente durante 
o transcurso da manh.  
         - Princesa Serena, entendemos enormemente sua posio de autoridade nesta matria, -  Rhydan Talgaria indicou com os dentes apertados.  - Pedimos somente 
que dem nossos magos ou guerreiros uma ocasio para perguntar aos detentos tambm.  Dois de nossos guerreiros mais fortes quase foram assassinados durante o ataque, 
e  esto em seu direito de obter respostas justas e se deve emprestar tambm ateno  causa. -   
         - Guerreiro Talgaria, no se pode subestimar em modo algum a causa justa dos magos, -  Serena respondeu to tranqilamente agora como o tinha feito durante 
as ltimas horas.  -Estou de acordo em que suas feridas eram graves mas o ataque foi contra as terras do Covenan, mas nossas leis, como indiquei, so as nossas, 
e no estamos sob a jurisdio de mago ou guerreiro.  Nossas leis indicam que somente nossas guardis da bruxa tm tais direitos se de perguntas ou de julgamento 
se trata.  No est em meu lugar para desatender essas leis. -   
         - O chefe dominante do Covenan tem o direito de deslocar qualquer lei, -  ele discutiu de novo.  - Incuso suas guardis convm nisto. -   
         - S que no sou a cabea dominante, -  ela precisou, suas feies estavam compostas, seus olhos da lavanda to frios como as geleiras em montanha do inverno. 
- Estou agindo somente no lugar de minha me a rainha at sua volta. No tenho este poder.  solicitei que as guardis no lhe impeam seu tempo com eles... denegou-se 
essa petio.  No h nada que possa fazer. -   Marinha ento detectou, a tenso na voz de sua irm.  
        Ela sabia que Serena tinha discutido veemente para que os magos fosse permitido perguntar aos seculares, mas desgraadamente as mulheres se havia sustenido 
firmemente em suas negaes. Rhydan apoiou suas mos em seus quadris, seus olhos que se estreitavam sobre o trono com fria mortal.  
         - Isto  inaceitvel, princesa Serena.  Exijo audincias com sua me a rainha imediatamente. -  a risada de Serena era pequena, seu sorriso frio quando 
ela separou as mos na negao desamparada.  
         - Meu querido guerreiro, no pude conseguir audincia com ela em momento.  Como voc sabe, ela est atualmente nos templos do sentinela com os sacerdotes 
e a sacerdotisa durante este tempo.  Ningum pode alcan-la.  Tampouco eu.
        A tenso se estendeu dentro da residncia enquanto os guerreiros murmuravam para si mesmos e se davam a volta para suas comandantes magos em uma discusso 
sussurrada. 
        Marinha olhou sospechosamente como vrios se dirigiam para o Caise e ao Kai'o, lhes falando em tons baixos enquanto os gmeos sacudian suas cabeas, seus 
olhares fixos refletiam o aumento de sua clera. 
        Algo se movia aqui, e dividia claramente aos magos com respeito ao que os guerreiros principais do Veressi tinham que dizer. Minutos mais tarde, Rhydan voltou 
ante elas, olhando furiosamente a Serena.  
         - Princesa Serena, como voc indicou, sua cabea dominante est inevitvel ausente, deixando Covenan em um estado do caos em meio destes ataques.  Voc 
no  bastante poderosa, nem bastante forte para defender-se...  
         - Eu cessaria esta linha de ataque se fosse voc, -  Serena disse com ira, seu tom sustenido de voz era desaprobador enquanto que ela olhava aos guerreiros. 
- Estas terras se protegeram adequadamente, como voc mesmo viu. Se no tivesse sido por minha brigada da bruxa seus guerreiros estariam mortos.  No se cave um 
buraco do que voc no possa depois sair, guerreiro. -  A advertncia caiu nos ouvidos surdos.  
         - Pelos mandatos de nossos prprios regulamentos, em tais casos, a cabea temporaria se pode desafiar, e se  derrotada, substitui-se at que a cabea dominante 
volta de novo. -   Marinha se moveu lentamente desde sua cadeira, movendo-se ante os guerreiros e as bruxas agora, informado dos magos que olhavam com interesse 
enquanto que Serena os olhou tambm.  
         - Voc no se atreveria a me desafiar, -  Serena disse cheia de ira.  - Voc no tem nenhum lugar aqui, guerreiro. Nem voc nem suas comandantes magos. 
E voc no tem nenhum direito dentro deste castelo.  No prove minha pacincia desta maneira.
         - Ou o que, princesa? -   ele disse com voz lenta, sua voz era segura, confiada.   - O desafio em seu direito de governar at que volte sua me a rainha 
e possa ento tomar seu lugar legtimo.   bvio voc no tem nem o controle nem a influncia sobre suas prprias guardis ou bruxas.  debilita-se e portanto seu 
pas est debilitado por esta razo.
        Um grito de assombro se deixou ouvir por parte das bruxas que estavam paradas detrs delas, nem tanto pela surpresa de suas palavras, mas sim pelo fato de 
que foram despojadas rapidamente de suas espadas por quo guerreiros as flanqueavam.  
        O olhar fixo de Marinha voou ao Caise e ao Kai'o, com a fria derramando-se em seu interior enquanto permaneciam silenciosos, suas expresses eram cautelosas 
enquanto que olhavam os acontecimentos.  Marinha no poderia acreditar que os guerreiros, em vez dos magos, realizassem uma exibio to estranha.  
         - Voc pensa que minhas bruxas so a nica segurana que esta terra possui? -   A voz de Serena agora era de uma de calma forada.  -Por que se voc crie 
isto est gravemente confundido, guerreiro.  Voc ter uma guerra em suas mos que inclusive os seculares no poderia acasalar se voc tenta tomar este trono.  Agora 
cesse suas exigncias, devolva as armas a minhas bruxas e saia deste salo imediatamente. -   
         - Deixe seu trono, princesa, -  Rhydan grunhiu como se ela no houvesse dito nada. -Se voc desejar que seus vares frgeis em magia sejam machucados, ento 
seja. Mas no permaneceremos quietos enquanto que os seculares se aproveitam de sua debilidade e alcanam esta terra. -   Os punhos de Marinha estavam apertados 
ante as exigncias do guerreiro, e pela evidncia de que os vares do Cauldaran tentariam de novo as governar onde no tinham nenhum direito.  
        Sua arrogncia e atitudes de superioridade eram combustvel para as chamas de clera que se retorciam em seu interior.  A magia que estava  espreita apenas 
debaixo da superfcie comeou a aumentar. O controle que semanas antes esteve firmemente sustenido, agora ameaava quebrando livremente dos restries ela tinha 
colocado nele.  
        Esta era sua terra.  Este o salo do trono de sua irm, no para que os guerreiros a desafiassem e para que tomem como se as seus direitos foram levados 
a cabo de algum jeito com um respeito mais alto que suas contrapartidas femininas.  O salo se sacudiu.  A surpresa encheu as faces de magos e dos guerreiros igualmente 
enquanto que o p chovia do teto, e o cho debaixo deles inclinava e se sacudia em resposta a suas palavras.  
         - Pensa que esta terra permitir que voc o faa, mago? -   Serena pediu cuidadosamente enquanto Marinha lutava por controlar sua fria.  A terra debaixo 
deles se estremeceu em seu protesto, querendo tremer e tremer sob sua ordem mais leve.  
         - Pensa que permitiremos que tal teatro nos sacuda, princesa? -   Ele ento sorriu.   - inclusive agora   os Veressi voam para este vale e demandaram o 
Ritual de recepo. Uma vez que a unio comece, que opes voc crie que ter? -  Marinha se girou lentamente para o Caise e ao Kai'o.  
         - Parem isto imediatamente, -  ela lhes pediu, a fria que se levantava em seu interior quebrava quase seu controle.  
         - No pode ordenar aos Veressi, princesa, -  Rhydan grunhiu.  
         - E voc no pode ordenar ao Covenan, guerreiro, -  Serena grunhiu.   - Pensa voc que pode vir aqui e exigir algo? Em qualquer momento? Pensa voc que 
permitiria que tal arrogncia submeter s bruxas igual a seus antepassados pensaram eles poderia submeter sua vontade faz um milnio?  Voc no aprendeu a partir 
do passado, assim pelo sangue dos sentinelas voc aprender presentemente. -   
        Uma onda de magia cobriu a residncia, no anunciando nenhuma grande violncia ou trocar de colocado da terra.  Anunciou algo furioso, deixando notar o vapor 
da respirao desaprobadora do drago  surgindo das janelas do nariz cheio de fria.  Garron estava parado ante do trono, suas escamas reluziam, brilhando intensamente 
um tom vermelho rubi vivo enquanto que seus olhos brilhavam como os de um demnio amarelos.  
         - Atreve-te a ameaar a mulheres, guerreiro? -   Sua voz trovejou atravs da residncia enquanto um anel de fogo comeou a queimar-se ante dos guerreiros, 
forando-os a tornar-se para detrs enquanto que olhavam fixamente ao drago com surpresa. 
        Sua cabea se deu a volta lentamente, seus olhos amarelos olharam aos magos que se levantaram lentamente, sua magia aoitava em filamentos sobre eles.  Um 
sorriso, fria e desumana, formou-se em seus lbios coriceos.  
         - Podemos fazer isto da maneira fcil. -   Sua voz se parecia provir dos mesmos abismos.   - Posso lhes dizer simplesmente que nenhum mago tomar pela fora 
nada do que demandam as bruxas como seu  prprio.  Algo como sua terra, o castelo, seu corpo ou alma.  Ou, meus queridos magos, posso fazer isto...  -   A magia 
voou das pontas de seus dedos.  Um arco ris de tonalidades escuras, formaram redemoinhos se em filamentos grossos sobre seu corpo, assobiando e grunhindo como se 
os demnios os estimularam enquanto que se dirigiam para os vares que enchiam a residncia.  
         - Aprendemos nossas lies mil anos antes, guerreiro Talgaria, -  Serena ento grunhiu, sua voz mostrava sua fria.  - Nunca a casa do Sellane esteve sem 
o amparo que os sentinelas juraram que possuiria sempre.  Voc no governa aqui.  Nem voc, nem seus gmeos Veressi.  E quanto a esta tentativa voc tem feito... 
-   Seu sorriso era frio, estava cheia de triunfo.   - no nome de seus Veressi, voc cometeu um engano grave.  At que minha me a rainha volte, nenhum outro mago 
gmeo ou o guerreiro de magia cruzar os limites deste castelo...  -   
        A magia do Garron aoitou sobre a residncia antes de cintilar atravs das paredes para rodear os muros do castelo.  
         - At que minha me da rainha volte, no haver Ritual de Recepo, no haver exigncia de Cortejo, e no haver unio com outra traio, nenhum mago controlar 
a minha irm ou a esta princesa ou qualquer outra bruxa que deseje recha-lo. Amaldioaro-me antes de que voc espreite em meu corredor, e me faa frente com tal 
evidente indiferena.  Pense isto alm disso, guerreiro Talgaria, enquanto que aguarda a chegada e a resposta de seus amos a suas aes.
         Com isso, ela se girou e saiu rapidamente para desaparecer atravs da sada detrs dos tronos.  Marinha se girou para o Caise e ao Kai'o, a clera atingia 
em seu interior, com a traio aoitando atravs dela.  
         - Vs estavam de acordo com esta pardia? -  ela lhes perguntou, temendo a resposta, temendo o pior.  
         - Felizmente no. -   Os lbios do Kai'o se curvaram com seca diverso. -Ao parecer escolhemos o bando vencedor por uma vez, no opina o mesmo, Caise? - 
ele perguntou a seu irmo.  Caise amaldioou, olhando fixamente ao Garron com clera no olhar.  
         - Condenado se no os advertimos sobre o drago, -  ele grunhiu, sacudindo sua cabea.  - No, princesa, no estivemos de acordo com isto, nem o teramos 
mantido. Mas...  -  Seu olhar fixo estava obscurecido.  -Isso no troca o problema, enquanto que esteja quieta. Seus guardis no encontraro as respostas porque 
sua magia no  nada para um mago, e isto voc e seu irm sabem bem. Ao igual a seus guardis. Talvez deve considerar isto antes de que a deciso final para forar 
sua mo.
         - No obedecemos aos vares. -  A mais maior das guardis se levantou furiosamente.   - Nosso poder para adivinhar a verdade  to forte como o qualquer 
mago. Igual como nosso poder para ver as tentativas de nos governar est de novo claro. -   
         - Garron, tomaremos nossa vnia por agora. -  Caise se inclinou zombador para o drago antes de d-la volta para Marinha.   - E antes de que se acabe este 
dia, solicitamos audincia, princesa. -   Seu tom era o divertido, zangado.   - se no te importa.
         Como um s, eles saram do salo, os calcanhares de suas botas tamborilavam atravs dos chos de pedra enquanto Marinha ocultava uma careta de dor.  Sem 
dvida nenhuma, estavam to furiosos como Serena mesma.  
         - Drago, solicito audincia na sala da rainha, -  Marinha pediu ao Garron enquanto ela no fazia caso dos magos e de sua fria.  
         - Com toda a rapidez, princesa. -   Ele inclinou sua cabea com respeito divertido.  
         - Por favor, encontra a maneira. -   
        No exterior a magia se fechou de repente no guerreiro da Talgaria, lanando-o  terra enquanto as tiras furiosas de poder azul e do ouro plido fundido crepitava 
ao redor dele, criticando atravs da sombra escura de amparo que lhe tinham arrojado em cima  no momento em que os magos do Sashtain o tinham alcanado.  
         - Atreveste-te a ameaar a essas mulheres, -  Caise grunhiu furiosamente, sustentando fora de sua mo enquanto uma exploso de magia estalava na terra em 
frente do guerreiro.  - Por ordem de quem creste que poderia desatender as regras de cortesia ante um soberano? -   
        Ele estava enfurecido.  Mais furioso do que ele podia recordar estar, igual ao estava Kai'o.  A clera vibrava no sangue de seu irmo, aumentando a sua, 
alimentando-se um ao outro at que se queimou nos mesmos abismos de sua alma.  Tudo o que ele podia ver era a traio em seus olhos, a decepo e a dor de Marinha 
ante o pensamento de que permitiriam que os guerreiros cumprissem tal ameaa.  
        Sua dor tinha perfurado nele, enchendo o de uma fria que nunca se imaginou que poderia sentir. O controle pendia somente de um fio, e a verdadeira violncia 
espreitava apenas debaixo da superfcie, esperando para estalar contra o desgraado guerreiro.  
         - Seu governo  frgil, mago. -   Rhydan no demonstrou nenhum arrependimento, somente fria determinao, dura apesar da ameaa a que agora fazia frente. 
Caise teria estado impressionado se no estivesse condenadamente enfurecido.  
         - Ela no me apareceu to fraco , -  Kai'o ficou rgido do lado do Caise.  - Acredito, guerreiro, que esse drago do sentinela que a protegia teria podido 
aspirar facilmente o poder de seu mesma mente e voc estaria to impotente como um beb humano.  Isto no  debilidade, engana-te. -   Rhydan se tornou cuidadosamente 
a seus ps, cauteloso pela magia do mago que ainda aoitava em seus ps.  
         - Se no tivesse sido por esse condenado drago, encarregada-a se teria mostrado, e teramos tido as respostas que necessitamos... -   
         - S que esse condenado drago estava ali, -  Caise grunhiu.  - Pois lhe advertimos que estaria.  Essas mulheres no so tolas, guerreiro, como advertimos 
o Veressi que no o eram.  sobreviveram  separao do Cauldaran e construdo um imprio digno de inspirar orgulho, apesar das tentativas de nossos antepassados 
as derrotar. Pensou que poderia fazer o que eles no tinham podido? -   
         - No desejava as derrotar, mago, -  Rhydan grunhiu.   - Somente perguntar isso aos Seculares, com guardis ou no. -   
         - E agora no o perguntar a ningum, tolo. -  Caise no poderia acreditar que os guerreiros tivessem cometido um engano to grave.  Pois ele tinha cuidadoso 
as formas anteriormente, no havia sentido nada exceto um frio pressentimento avanava em cima de sua coluna vertebral.  -Se por acaso no o notaste, agora no s 
encolerizaste ao chefe predominante desta terra, mas tambm a quem quer que seja a encarregada das terras assim como s guardis.  Voc no tem feito nada, guerreiro... 
-  Sua mo se moveu no  ar.  - Nada exceto colocar em perigo nossa investigao nesta confuso. -    mais dos acontecimentos que funcionaram, Caise estava inclinado 
a acreditar que tal subterfgio machucava somente sua causa.  A Casa do Sellane necessitava saber a verdade antes de que aceitassem sempre aos magos, sua ajuda ou 
sua fora.  
         - Encontraro  encarregada. -   Rhydan se cruzou os braos sobre seu peito, sua arrogncia atacou os nervos do Caise, igual como a confiana do outro homem 
diminua sua pacincia.  
         - Encarregada-a no  nenhuma tola, no como seu jovem, -  ele ficou rgido.   - No posso acreditar que os Veressi  fizessem isto. -   Ou talvez ele poderia. 
Esses magos eram os mais arrogantes igual  maioria de seus guerreiros.  
         - Os Veressi derrotaro a essa princesa bastante logo, -  Rhydan grunhiu, seus olhos escuros cintilam com clera.   - Uma vez que se termine o alinhamento...
         - Silncio. -   Caise foi tentado a lhe demonstrar ao impertinente guerreiro exatamente o que ele pensou sobre tais tticas foradas.  Ele desaprovava encarecidamente 
a exigncia do Ritual de recepo e estava mais contente que a maioria de que a princesa tivesse encontrado uma maneira de negar aos magos at a volta de sua me 
a rainha.   - No ouvirei no mais sobre esta loucura.  
         - Voc ouvir que consegui detectar um pequeno fragmento dos poderes da Encarregada? -   o guerreiro ento disse, a ateno imediata do Caise se centrou 
na expresso de clera afiada do Rhydan.   - Sua clera foi sua queda, -  Rhydan continuou.   - Ela no tomava cuidado ento tal como o teve no passado, mago.  Acredito 
que sei quem pode ser. -  Caise acalmado, olhou-o cuidadosamente.  O guerreiro no estava zangado, ele estava furioso por qualquer conhecimento que ele tinha ganho. 
         - Diga-o, -  Caise pediu, lutando por controlar a violncia que se levantava em seu interior.  
         - Enviaram-nos aqui para encontrar  encarregada e para lev-la como consorte. -  Ele se deu conta de que seu irmo estava parado silenciosamente a seu 
lado, sua expresso era fechada, sem emoes.  
         - Estou de acordo. -   Caise cabeceado agudamente.  
         - Seu princesa Marinha  a encarregada, mago, -  ele ento grunhiu.   - Voc a obrigar a submeter-se ao Ritual de Recepo como  nosso direito?  Ou abandonar 
a seus prprias terras e a seu gente por ela? -   Caise olhou fixamente ao guerreiro enquanto que a magia comeou a aoitar ao redor dele.  Os filamentos de dourado 
fluram ao redor dele enquanto as ondas furiosas da fria malvola se filtraram para tocar ao guerreiro que se atrevia a fazer tais exigncias.  A seu lado ele poderia 
sentir Kai'o, sua prpria magia se estendia atravs dele, alcanando, exigindo que eliminassem para sempre qualquer ameaa de unio pela que eles tinham estado trabalhando. 
Toda na interior alma do Caise gritou uma negao por que qualquer outro varo, especialmente um de magia, atrevesse-se a fazer tal exigncia.  
         - O Ritual de recepo j no  possvel, -  ele grunhiu.  - os alinhamentos esto ocorrendo j, guerreiro. O cortejo  muito mais eficaz que qualquer outra 
coisa.  E a deciso sobre o que devemos fazer com respeito a nossas terras somente a devemos tomar ns. Voc no tem nenhum direito a ela, se a princesa Marinha 
demonstra ser a Encarregada. -   
         - Foi lembrado, -  Rhydan, protestou, sua voz era escura, cheia de clera.  
         - Aye, em um momento em que ningum sabia quem seria a Encarregada, -  Caise disse com ira.  -igual a foi convencionado que cortejaramos a princesa Marinha. 
Nossa exigncia foi aceita, guerreiro, e voc sabe.  Informa a seus magos em sua chegada sobre seu exibio equivocada de poder.  E se desejam protestar minhas decises 
ento podem entrar em contato conosco diretamente.  Mas voc, guerreiro, no tem nenhuma opinio dentro desta terra. -   Caise indicou a seus guerreiros, quatorze 
gmeos cujo poder e controle rivalizava com o do Talgaria em qualquer dia.  
         - Madden, voc fortificar as defesas deste castelo e te assegurasse de que os desejos da princesa Serena se realizem. Se qualquer mago ou guerreiro protesto 
sobre suas ordens, podem solicitar audincia conosco para discuti-lo. No haver alinhamentos forados, e no se incomodar s bruxas desta terra por mais tempo. 
Isto est claro? -   
         - Aye, mago, entendo-o. -  Madden cabeceou agudamente, seus olhos verdes oscilavam para o Talgaria.  Caise se girou de novo ao Rhydan, uma mo agarrava 
o maaneta de sua espada quando levantou sua sobrancelha, brincadeira curvava suas feies.  
         - Desejas discutir isto mais, guerreiro? -   
         - Nay, mago, -  ele grunhiu.  - Somente estou seguro que os Veressi se o faro. -   
         - Ento, seja. -   Caise girou seu calcanhar, saindo do claro antes de entrar na linha de rvores que abrigavam os muros do castelo.  A raiva troada com 
seu sangue, mesclando-se com a excitao e a reao de suas magias ao iminente pice do poder Marinha.  Tinham detectado a resposta que se estendia nela a noite 
antes, os dedos invisveis de seu poder acariciando sobre seus corpos durante a noite enquanto ela se movia em sonhos naturalmente para eles.  
        O alinhamento tinha ido muito longe, no havia nenhuma marcha r, no importa quem ou o que era ela.  Se era de fato a Encarregada das terras, depois as 
ramificaes disso poderiam trocar todas suas vidas para sempre. 
        Ataram  encarregada s terras que ela protegia, em corao e em alma, separar-se a dela seria considerar o marchitamiento doloroso de sua magia.  Mas qual 
era o lugar aqui, nesta terra de bruxas, para os magos que somente sabiam de controle, somente de direo?  No havia nenhum.
          * * * * * 
        Os alinhamentos de magia se dizia que eram mercuriales, mas uma vez despertadas at depois da unio, um tortura compartilhado entre os magos e bruxas igualmente 
se o corao, o corpo e a alma assim como magia se alinhavam.  Esta era a razo pela que antes, sculos atrs, as bruxas tinham deixado Cauldaran, porque os magos 
tinham comeado a forar os alinhamentos de magia em vez de depender do cortejo e de acender os fogos internos de uma atrao natural e a cuidar a disposio que 
levava ao alinhamento.  
        O prazer se converteu em dor para as fmeas, porque os sentinelas tinham decretado que a magia se por acaso s no criaria as unies necessrias para nivelar 
mais ainda o poder do mundo do Sentmarian.  Mas o poder que nivelava no tinha sido a meta do final nesses dias.  A reunio do poder, do prestgio e dos ricos tinha 
aprovisionado de combustvel a esses magos anteriores at o ponto em que anos depois da desero das bruxas, suas terras se estragaram, seu gado estava faminto e 
suas cidades e estados tinham cado na runa.  
        Caise no poderia acreditar que seus irmos no tivessem aprendido suas lies depois dos sculos transcorridos.  Ali esses magos queriam impor a fora o 
Ritual de recepo, ou exigir Cortejo, em vez de usar seus encantos naturalmente dados para ganh-los coraes das mulheres que eram suas contrapartidas naturais. 
Mas, neste momento, enquanto ele e Kai'o voltavam de novo para castelo, com o intento de enfrentamento de uma pequena bruxa enganosa ao guerreiro, ele poderia entender 
a frustrao que deviam haver sentido seus antepassados.  
        Ele sabia que esta pequena bruxa fazia bem em sua forma de destruir o fragmento passado de seu controle, ocultando seus secretos e mostrando sua cautela 
sexual. Se ela no confiasse neles, ento ela no teria fome. Uma fome que a fez mulher, durante seu sonho ela veio a eles, com sua magia sussurrando sobre eles, 
tentando seu controle. O pice de seu poder se elevava, podiam senti-lo, e sabiam que ela deveria estar inteirada disso tambm.  
        Forariam-na  unio s se viam que o pico de seu poder passava e a magia que ela possua se debilitava para sempre por sua prpria teima. E averiguariam 
se ela era de fato a encarregada das terras.  O pensamento de traz-la a seu poder, de perd-la somente pela terra enchia Caise de uma sensao de vazio e de dor. 
No poderiam se separar  Encarregada das terras com as que sua alma estava conectada.  
         - Posso senti-la aqui, -  Kai'o murmurou a seu lado, sua voz soava escura, spera da fome que os estava atormentando a ambos.  Aye, Caise podia tambm. 
O calor que levava que lambia em sua carne como uma carcia fantstica era quase mais que qualquer deles poderia suportar.  
         - Terei a verdade dela antes de que vamos mais longe. -   Caise apertou seus punhos enquanto que se moviam no ptio do castelo.   - Se ela for de fato a 
Encarregada, ento o alinhamento e a unio poderiam no s aliviar este tortura, a no ser dar respostas tambm.  E te digo agora, Kai'o, que eu estou cansado deste 
engano a nosso sentinela que os sacerdotes pressionaram sobre ns. No nos do nenhuma pista quanto a suas prprias suspeitas mas sim nos fazem uma oferta em troca 
de simplesmente nosso silncio. Marinha no encontrar nenhuma confiana em ns se no lhe dermos a nossa tambm. -   
        Esse era um ponto que cravava neles ambos freqentemente.  No deveria haver segredos entre magos e consorte.  Uma vez que os poderes se unissem, estivessem 
enlaadas para sempre, em corpo e a alma, sentindo-se como o outra se sentia, detectando a outra dor ou transtorno.  A traio no poderia ser permitida, porque 
bloqueava o poder necessrio para sustentar os enlaces criados.  
         - Talvez  hora para a honradez, -  Kai'o disse enquanto comearam a ascender os amplos passadios de pedra que conduziam s portas do castelo.  -O momento 
da unio est muito perto para permitir que este engano v mais longe, -  ele conveio.   - e no terei mais de suas desculpas ou mudanas cuidadosas de conversao. 
-   Teria tambm a verdade.
        O corpo do Kai'o zumbia. Seu membro pressionava difcil e firmemente contra suas calas, seus msculos estavam tensos, cheios de uma tenso que ele sabia 
no relaxaria at que ele enchesse a pequena bruxa enganosa de cada gota de semente de suas bolas.  Suas mos desejavam ser cheias da carne doce, firme de seu seios, 
sua boca estava molhada por provar os pequenos mamilos duros que os coroavam.  Por devor-la como o doce viciante em que ela se convertia.  Por enterrar sua cabea 
entre suas coxas e afundar sua lngua profundamente dentro do calor aucarado de sua vulva e abafar-se em sua fome.  Infernos, no lhe importava se ela era a Encarregada 
ou uma camponesa.  
        Somente lhe importava ver a abertura suave de sua boca, seus olhos deslumbrados, sua face avermelhada enquanto ela aspirava seu membro dentro das ardentes 
profundidades de sua boca e o amamentava com a mesma fome com a que ele se propunha lamber seus doces sucos.  Ele estava  borda da loucura, a fome aumentava em 
seu interior.  
        Ele poderia sentir a magia crescer dentro de seu corpo pelo dia, lhe alcanando, atando-o a ela e sabia que ela no era to pouco complexa como ela fingia 
s-lo.  
         - Ela est em suas residncias. -   Caise se moveu por instinto pela escada que se curvava e que os conduzia s asas superioras do castelo. Como os filamentos 
hipnotizadores, podiam senti-la, com sua magia pulsando, sua excitao quente e tentadora.  Tinha sido assim do primeiro momento no que tinham colocado olhos nela, 
muito antes de que os gmeos da Veraga fizessem sua viagem ao Covenan para exigir o Ritual de recepo da princesa Brianna.  Durante a visita que ela tinha feito 
com sua me s terras do Cauldaran para discutir a reunio de magos e a magia das bruxas, tinham sabido que ela era seu consorte destinada. Nunca uma mulher tinha 
despertado sua excitao imediatamente, igual como a princesa Marinha fazia. Nunca seus sonhos tinham convergido em uma fmea, suas luxrias se vertiam nas imagens 
cheias de sonhos at que se excitavam, molhados em suor, cheios de dor pelo orgasmo. Um orgasmo, no s a comprovao, mas sim de magia.  
         - Ela sabe que vamos. -   Kai'o se tinha surpreso nos ltimos dias pelo enlace que criavam com ela, embora tinham ainda terminar de unir-se.  Ele poderia 
senti-la, detectava-a, sabia quando estava preocupada, quando doda.  Igual como ele sabia que sua dor aumentava somente.  
        Caminharam movendo-se com rapidez deliberada para a asa que a princesa ocupava. Enquanto que tomavam a curva arredondada que conduzia a sua residncia, fizeram 
uma parada.  Um cenho enrugou a sobrancelha do Kai'o quando viram o drago Garron, ele estava parado, inclinando-se com enganosa indolncia humana, contra a parede 
a vrias jardas da porta das princesas.  
         - Condenado drago, -  ele murmurou, sabendo qualquer plano que tivessem seria, como mnimo, atrasado.  
         - Magos. -  A grande cabea escamosa cabeceou enquanto os lbios coriceos se curvavam em um sorriso frio que revelou os dentes perversamente agudos. -Eu 
gostaria de falar com vs, se for possvel. -  Um antebrao poderoso se estendeu para um quarto atravs do corredor enquanto fazia abrir uma porta magicamente.  
        Como se servisse de algo neg-lo, Kai'o pensou com resignao.  Ele se transladou ao quarto, seguido de perto por seu irmo enquanto que reprimiam poderosamente 
a irritao pelo atraso. Podiam sentir a excitao de Marinha, sua clera tempestuosa, e a necessidade de ambos.  A dor que tinham visto nela os tinha afetado anteriormente 
a ambos enormemente.  Kai'o estava surpreso de como lhe incomodava sua desconfiana, seu medo a que a tivessem trado.  Se ela no os cuidasse, ento no importaria 
se poderia ou no poderia confiar.  Igual como sabiam que velavam por ela.  Ela lhes importava mais do que eles tinham pensado nunca.  
         - Drago, est-te fazendo irritante. -   Caise disse com o cenho franzido enquanto olhava   criatura, enganchando seus polegares na correia larga da espada 
atada a atravs de seus quadris.   - O que poderia ser to imprescindvel que no se tratou j? -   
         - Magos Escuros? As Unies? -   A resposta fez que Caise e Kai'o se acalmassem enquanto que a violncia temperada se elevou dentro deles de novo.  Magos 
escuros o aceitariam.  A unio no era nenhum assunto de drages, mgicos ou de outra maneira.  
         - No existe tal coisa como um mago escuro, -  Caise disse com ira.   - Nossos sacerdotes e sacerdotisas do sentinela saberiam disso e nos advertiriam por 
conseguinte. -   O drago grunhiu, um olhar de brincadeira cruzava sua face.  A impresso da forma do mago veio to fortemente e importante que no poderia ser ignorada. 
         - Seus sacerdotes e sacerdotisas do sentinela no sabem sempre as coisas que devem, e guardam freqentemente seus secretos bem mais  frente at uma poca 
em que devam ser conhecidos.  Mas seu conhecimento de tal mal nem est aqui nem ali.  Voc sabe que  verdade, igual a eu sei que detectaste a magia que protegia 
aos seculares igual a eu. -   
         - A deteco e divulgao do secreto de sua identidade so diferentes coisas, -  Kai'o lhe informou, informado da dureza de sua voz.  
        Ele no poderia conceber que um mago pudesse cair to baixo.  Havia outras explicaes que poderiam explicar a magia que blindava aos seres humanos.  
         - E no posso acreditar que um mago ou os gmeos magos se afunde a tais nveis.   inslito de, inclusive entre os magos que perderam a seu irmo.  Deve 
haver outra resposta. -   
         - Por exemplo? -   A cabea do drago se inclinou, seus olhos negros o olharam curiosamente.  
         - H sempre a possibilidade de que um ser humano de algum jeito ganhou a capacidade de alcanar a  magia da terra. -  Caise se encolheu de ombros.  - Tal 
coisa j aconteceu antes, drago.  Um feiticeiro escuro, talvez nascido de uma unio entre um feiticeiro e um ser humano.  Tais seres ainda possuem grande poder.
         - Somente que nunca houve um de tal fora, -  Garron precisou.   - Somente discutiremos esse ponto um momento mais. Agora vo  princesa Marinha, pensando 
em terminar o aumento de energias que une os alinhamentos de magia. Estou equivocado? -   O drago parecia atento  resposta em medula do tema.  
         - Este no  teu assunto, Garron, -  Kai'o lhe advertiu, a magia se elevava dentro dele obscurecendo sua voz, fazendo-a sonar mais spera do normal.  
         - Se for meu assunto, mago, -  ele ficou rgido, seus olhos negros que brilhavam intensamente com fascas amarelas de fria enquanto o olhou.  - criei a 
estas bruxas. Protegi-as quando nenhum outro varo estava aqui para as defender. guardei a este castelo e a suas mulheres muito mais tempo de que poderia imaginar 
nunca.  No me diga que   meu assunto e que no .  Agora te digo, vai a ela a terminar a unio, sem a verdade ante voc, a sua assim como a tua prpria, machucar 
muito o enlace que desejas criar. -   
         - De que enlace me fala? -   Caise grunhiu, os conflitos que trovejavam dentro dele estalava repentinamente livres.   - que criaremos com uma Encarregada? 
Uma bruxa que no pode sair-lhe de suas terras e no pode sobreviver dentro das nossas?  Aye, drago, Este  um enlace com o que os Sentinelas nos benzeram. Nosso 
consorte. Uma consorte que rasgar no s a ns, mas tambm  terra que ela aceitou como prpria.
        Ele se girou  para o drago, passando sua mo spera sobre sua face enquanto que lhe vencia sua clera.  A luxria e a fria se combinavam dentro dele, retorcendo 
seu ventre em ns enquanto ele pensava em t-la como se devia.  Abrigada entre si mesmo e Kai'o cada noite, com seu corpo quente e receptivo a seu tato e sua magia 
enchendo-os como eles a enchiam.  
        Uma vez que os magos tomavam uma verdadeira consorte, no havia adultrio. A magia e o prazer no se poderiam encontrar a outra parte, igual a Caise sabia 
que o contato de nenhuma outra mulher exceto Marinha o satisfaria jamais outra vez.  Os seres humanos o chamavam amor, mas para os reino de magia, era muito mais 
do que qualquer palavra poderia descrever. 
         - Voc no  o Encarregado do Cauldaran, -  o drago precisou, com sua voz spera raspando atravs do ar e arrastando os nervos do Caise  borda.  
         - No somos os Encarregados, os magos limitados  terra que levam a cabo os direitos, -  Kai'o lhe recordou fortemente.   - Voc sabe isto, drago, se  
que sabe algo sobre os magos.  O drago bufou.  
         - Sei que os magos por sua mesma natureza so propensos ser teatrais. -   O sarcasmo gotejou de sua voz.   - So homens ou bebs?  Simplesmente porque  
sua no significa que no possa pertencer a outro tambm. -   
        Kai'o olhou fixamente com horror. O que deixasse suas terras? Sua gente? Que classe de abominao este drago acreditou que era?  Nenhum mago abandonava 
sua terra ou s pessoas dependente dele.  Garron sacudiu sua cabea.  
         - Se ela for a Encarregada, como h dito, no pode ser se separada desta terra, mago. Ela  tambm seu consorte.  O que me pergunto, seus sensaes lhe 
dizem de tal abandono?  E Como isto afeta a seu conformidade  de realizar a unio? -   A cabea do drago estava inclinada enquanto seus olhos voltaram de novo para 
ser uma cortina profunda do negro mais escuro e cheios de brincadeira. Quando Kai'o olhou, seus olhos estreitaram, uma resposta fez saltar a magia que se retorcia 
em seu interior.  
         - Marinha saiu que sua residncia, -  ele disse, sua voz era suave, perigosa.   - Aonde se dirige, drago? -   Se ela pensava que agora podia deixar o castelo, 
enquanto que a magia aumentava no profundo interior deles, podia voltar a pens-lo.  
         - Ela vai a com as mulheres, onde ela estar preparada no caso de que ocorra a unio, -  ele suspirou, sua expresso se fez sombria.   - falei com ela esta 
noite, expliquei-lhe os riscos de te rechaar como ela o faz.  Mas...  - ele grunhiu enquanto Caise e Kai'o se retesavam com antecipao, -  Isto no significa que 
sua unio esteja assegurada, meus magos.  Simplesmente que ela entende a necessidade de ser preparada.  Ela no  nenhuma pequena criada simples a que acodem,  
uma mulher, uma cheia de fora e valor.  Trai-a, e nenhuma magia na terra te ajudar em seu dio contra t.  Satisfaz-a, e no requerer de nenhum maior poder para 
te ajudar.  Recorda isso.  Para ela pode facilitar sua vida mais adiante. -   
        Sem outras palavras, e definitivamente nenhuma explicao, foi.  Como se no tivesse sido nada mais que um produto de sua imaginao desapareceu em um piscou 
longe, o silncio agora ocupou o espao que ele tinha deixado.  
         - Ela se prepara para a unio.  
        Kai'o se sentia como se ele agora fosse abafar se com sua prpria luxria. Dariam-lhe massagens, relaxaria-se, os cachos que blindavam sua vulva de seda 
seriam rapados, e depois a enviariam s piscinas ardentes de debaixo do castelo para refletir sobre a noite vindoura, se havia algo sobre a que refletir.  Assim, 
era ento quando uma bruxa decidia se se devia unir. Pelo menos, assim era como tinha sido antes da separao dos sexos mgicos.  
        Caise inalou profundamente.  Doces Sentinelas.  Suas mos estavam apertadas em punhos enquanto ele lutou por impedir de ir com ela ali.  Por reprimir o fogo 
da fome atravs de seu corpo, inchando seu membro mais ainda, se isso era possvel, enviando o sangue que troava atravs de seu corpo.  
         - Voc sabe, Caise, -  Kai'o suspirou, o asperamente, cheio de ira,  - Entre esse drago e nossa bruxa, no se se me poderei arrumar isso para sobreviver 
a esta empresa no exterior do Cauldaran.  - Faremo-lo o melhor possvel. 
        Caise franziu o cenho pesadamente ante o pensamento. 
         - Maldito se inclusive procuro somente resistir a essa tormenta de bruxa, irmo. Inclusive no pense isso para procurar um pretexto. Posso ver que estou 
a ponto mesmo de perecer pelo ardente desespero, e o tortura dentro dos abismos do shadowhell que causar.  No h fora neste planeta que me possa convencer de 
que somente tomar a essa mulher.  Encarregada ou no. -   
        Ambos suspiraram com aceitao mal-humorada pelo fato de que uma pequena, delicada mulher, imprudente e valorosa voltasse suas vidas do reverso.  Dentro. 
Quebrando as costuras...  E decidiram, nesse mesmo segundo no obstante, que nenhuma outra mulher o faria.  
        
        
        Captulo Doze 
        
         
        As piscinas ardentes situadas sob do castelo eram ricas em magia, viva com um poder que se afundava nos mesmos poros e impulsionava a energia.  No eram 
to poderosas como as piscinas de magia de prata que poderiam curar inclusive a leso mais grave e restaurar o poder perdido durante uma cruenta batalha.  Mas essas 
piscinas no eram calmantes, nem cheias de comodidade.  Eram magia tempestuosa, de aumento, e de fora.  
        A gua de seda agora salpicou contra as paredes formadas de rocha, criando um ritmo delicado de paz.  As gemas preciosas encaixadas nas paredes e o teto 
enviavam prismas de luz que danavam sobre a gua, de magia em si mesmo, criando um misterioso arco ris dentro das profundidades que esfregavam ligeiramente sobre 
seu corpo nu.  
        Entre suas coxas, indefesa a carne de sua vulva novamente rapada doeu sensibilizada, com a lembrana do toque de magia no pequeno broto duro que ferroou 
com o aumento de suas exigncias.  
        Agora, enquanto ela se reclinava na Lisa pedra quase no inclinada debaixo das guas e olhava fixamente para cima a exploso colorida da luz das gemas, ela 
comeou a ter graves duvida sobre a deciso que acabava de tomar.  
        Uma vez que seu sexo fosse rapado, sua carne estaria indefesa ante a magia do castelo. 
         - Negar o poder dos magos e a unio logo chegar a ser impossvel, encarregada  - as sacerdotisas lhe tinham advertido.  - Seus cachos lhe defendem, proporcionam 
a nica medida de amparo permitido a uma bruxa contra os magos. Seu tato ser a tentao si mesmo.  Tira-o.  Tinham-lhe decretado.  
        por que tinham decretado isso?  Tinham tomado posse de seus sentidos? No, esses condenados magos lhe tinham arrebatado seus sentidos com seu tato.  Tinham 
rasgado atravs de suas defesas, separando-se seus medos, e tinham feito sentir-se to bem a uma parte dela que no sabia se poderia sobreviver sem unir-se.  
        Doce Sentinela da me, ela estava dolorida. abrasava-se por seu contato, sua magia.  Cada parte de sua alma se dirigia para eles, a pesar do conhecimento 
que ela tinha cometido um grave engano.  Ela era a encarregada da terra do Covenan, tinha-lhe dado seu corao, e agora estava preparada para dar sua alma a uns 
magos que ela nunca poderia ter, a uns homens que nunca poderiam aceitar o que ela era, e o que ela necessitava para sobreviver.  
        Ela era uma guerreira, sua magia e seu corao estava ligada  terra de uma maneira to elementar que os enlace nunca poderiam ser quebrados.  E eram magos, 
homens que comandavam um exrcito de guerreiros e cujas vistas estavam em outras terras.  Umas terras afastadas at agora das suas e sobre as que no havia ocasio 
de estender uma ponte sobre o abismo.  
        Ela deveria ter ido a eles quando este estranho cortejo comeou, ela agora sabia.  Deveria-lhes haver dito a verdade sobre se mesma, em vez de ocultar a 
informao como lhe tinham aconselhado fazer.  
        Em pocas longnquas, antes da separao, as bruxas Encarregadas eram as buscadas e cortejadas em todas as terras.  Grandes riquezas lhes foram oferecidas 
simplesmente para o cortejo, e mais adiante, com a busca pelo poder e a grandeza, foram foradas a ocultar-se, a blindar seus poderes pelo medo ao seqestro.  
        A histria Kai'o lhe tinha contado sobre consortes relutantes no era mentira.  Era uma parte de sua histria, e a razo pela que as bruxas Encarregadas 
tinham oculto sempre seu conhecimento e sua conexo  terra. Eram cautelosas agora, sempre inteiradas dos riscos de revelar quem e o que eram.  Por todos os deuses, 
o que tinha feito?  Ela levantou seus joelhos, elevando a parte superior de seu corpo at poder envolver seus braos ao redor das pernas e agarrar-se em uma bola 
de misria.  
        Deveria ter colocado fim a isto faz semanas.  Deveria ter aceito o jogo com um dos seres humanos do Covenan e ter deixado de lado o ideal de amor e de verdadeira 
paixo.  Se o tivesse feito assim, no estaria nesta confuso.  O que lhe fez faz-lo assim  que ela no se havia sentido assim at que no tinha pirado no mocho 
do Kai'o.  
        Que os compassivos sentinelas a castigassem.  Ela acabava de condenar-se a si mesmo, mas tambm ao Caise e ao Kai'o. Eles  Tinham terras no Cauldaran, guerreiros 
e camponeses que dependiam deles para seu bem-estar.  No podiam ir-se.  E ela nunca sobreviveria fora de suas prprias terras.  E agora, ela no sabia se poderia 
sobreviver sem esses condenado a magos.  
        Faziam uma brincadeira de seu voto por opor-se a eles, sua crena de que ela poderia controlar sua magia assim como seu corao.  Quando em atualidade, ela 
no tinha controlado nada de nada.  
        E aqui ela estava sentada, como se fosse uma criana, meditando sobre o destino e os sentinelas quando ela sabia que fazia mal.  As coisas eram como eram, 
e sem valor ela no poderia fazer a no ser fazer o melhor e rogar por uma resoluo que beneficiasse pelo menos  terra.  
        Ela era a Encarregada da terra, e se conseguia alcanar sua magia por completo, seria de uma vez a Encarregada dos secretos da terra, uma posio que ela 
nunca tinha pensado que encheria as terras do Covenan.  
        Mas nenhuma bruxa ganhava plenos poderes sem seus magos.  H um milnio a terra no tinha conhecido a uma Encarregada de seus secretos, somente a uma Encarregada 
da terra em si mesmo.  Uma protetora.  Ela deveria ser feliz, contudo era a amargura o que a enchia.  Por que seu corao, uma parte de sua mesma alma seria sacrificada 
para obter esse sonho.  
         - Ah, Encarregada, que tristeza flui ao redor de voc.  ouvi dizer que a terra mesma cheia  Encarregada de sua alegria.  Onde ento est a tua?  
        Sua cabea ficou rgida a  surpresa que cintilava em sua mente, amortecendo seus reflexos enquanto que ela olhou fixamente aos dois magos que agora a olhavam 
da pedra coberta de musgo situada no outro lado.  A magia se formava redemoinhos ao redor deles, azul plido, dourado fundido, mesclando-se com as cores das gemas 
situadas acima para criar um halo de poder que formou uma aurola sobre ambos os homens.  
        Ambos eram loiros, sua faces estavam emolduradas pelo cabelo longo at os ombros, cheios de planos duros e de ngulos, um idntico ao outro, contudo to 
diferentes como da noite ao dia.  Ela sentia seu corao acelerar-se em seu peito.  Os sentinelas, sabiam. Como tinham sabido de seu secreto?  Sabiam os outros? 
         -  um grave engano o que cometeu este dia, Encarregada. -   Kai'o suspirou enquanto ficou sobre um joelho, olhando-a fixamente implacvel.   - Quando convocou 
 terra para proteger a seu irm contra a insensatez desse guerreiro, em vez de confiar nos magos prometidos a voc, traiu-te. -   Deuses. Ela tinha rogado que o 
leve lapso tivesse sido imperceptvel.  
         - Voc no o diria... -  ofegou.  
         - S que no fomos os que se deram conta do poder. -   Seus olhos cintilaram com secretos, conhecimento e fome.  -Foram os guerreiros da Talgaria, Encarregada. 
Os que foram enviados pelos Veressi para encontrar  Encarregada e para forar um alinhamento com ela. Recorda o conto que te sussurrei enquanto que voamos sobre 
a terra?  O conto sobre as consortes relutantes roubadas de suas terras, de sua magia foradas ao alinhamento com os guerreiros e os magos que no tinham eleito?
        Compassivos sentinelas, O que tinha feito?  
         - Aye. Lembrana. -   Sua voz era rouca, alagada da debilidade de seus membros, enquanto conjeturava sobre a direo desta aluso.  
         - Colocaste-te em um grave risco, Encarregada, -  ele grunhiu.   - No estamos dispostos a permitir que tal coisa acontea.  Inclusive o risco de tal coisa 
 mais do que podemos tolerar. -   A arrogncia e a determinao do varo enchiam sua voz, o seu olhar fixo.  Caise no estava melhor.  Seus braos se cruzaram sobre 
seu peito, suas plpebras baixadas com intensidade, seu olhar intenso quando ele a observou com ardente luxria.  
         - mais do que podem tolerar?  E o que tm que fazer com o que deve ser passvel?  Parece-me que agora  minha vida, e meu poder a que est em perigo. - 
Ela lutou por conter as lgrimas.  Sentinelas queridos, Como o faria para deix-los ir quando chegasse o momento em que no tivesse nenhuma outra opo?  Teria sido 
certamente melhor ter permitido que a magia se alinhasse com esses guerreiros cheios de amargura aos que fez frente antes de com os magos que roubariam seu corao? 
         - Nem seu vida nem seu magia est em perigo, Encarregada, -  Caise grunhiu.  - Pensa que permitiramos alguma vez que outros lhe tocassem?  Que nos arriscaramos 
a que em qualquer momento outros forassem um alinhamento adulterado com quem  nossa e  nossa somente?  
        A magia que se unia ao redor deles comeou ao crepitar podendo enquanto que escorregou gua lentamente de suas formas para seus ps. Marinha somente podia 
olhar, hipnotizada, como entravam atravs da piscina, dirigindo-se inexoravelmente para ela.  
        Marinha tremeu, os braos se apertaram sobre suas pernas enquanto os redemoinhos de poder se moviam lentamente mais perto, enviando estremecimentos de energia 
eltrica atravs das pequenas ondas de gua que ondulavam sobre seu corpo.  
        Ela olhou fixamente aos magos, a pena enchia profundamente seu corao.  Uma dor que alagava sua alma atormentando suas emoes.  
         - No posso sair desta terra, -  ela sussurrou, com voz grave, as lgrimas enchiam sua garganta.   - No posso ser a consorte que desejaria que fora. - 
O olhar fixo do Caise flutuou com pesar, a carne ao longo de seus mas do rosto se apertou com suas palavras.  
         - Voc  a consorte destinada a ns, -  ele grunhiu.  -  somente podemos viver as vistas que nos do, Marinha, e aceitar o custo de cada caminho que tomamos. 
No lamentaremos este caminho, nem de nenhuma forma os obstculos ante ns.  H sempre forma de encontrar a felicidade, ns devemos  somente procurar as caminhos 
que nos levaro ali.  - 
          Sua magia ento a alcanou, envolvendo-se sobre seu corpo como caules de prazer delicioso, puro. No diludo.  Incontenible, as sensaes que oscilavam 
sobre sua carne lhe arrebataram a respirao fazendo-a ofegar em busca de ar enquanto que a debilidade alagava seu ser. Os filamentos violetas profundos de seu prpria 
poder comearam a pulsar abaixo dentro de seu estmago, apertando sua matriz enquanto a brumosa aurola comeava a rode-la, esperando sua direo, detectando a 
iminente unio.  
         - Vem, Encarregada. -  Kai'o manteve a intensidade de seu olhar fixo enviando impulsos de agitao nervosa atravs de seu corpo quando sua magia a rodeou, 
envolvendo-se sobre ela para mortificar a seus sentidos com seu toque faminto.  A gua caiu em cascata de seu cabelo e seus membros quando ela se levantou lentamente 
sobre seus ps, seguindo o suporte largo que conduzia ao outro lado.  
        Com cada passo, poderia sentir seu nervosismo afundar, a agitao que se estendia atravs dela.  Quando a unio no tinha sido mais que um pensamento, um 
acontecimento distante e futura, no havia nada que lhe recordasse o passado.  Agora, as sombras se formaram dentro de sua mente, torcendo lembranas das mos brutais, 
de dentes que mordiam em sua branda carne enquanto que a dor ressonava em sua alma.  ela poderia fazer isto verdade?  
        Seus punhos apertados em seus lados, sabendo isso em ltima instncia, ela no tinha nenhuma opo. O pice do poder agora atingia em seu interior, das foras 
msticas da terra, de seu alinhamento com os magos ante ela.  Fugir no era uma opo, mas doce misericrdia, suas pernas trovejaram por fazer justamente isso.  
        Enquanto ela lhes aproximava, Kai'o se levantou at sua altura completa, olhando fixamente para ela com seus olhos que obscureciam lentamente enquanto que 
a magia brilhava dentro deles.  Seu brao ento se levantou, seus dedos alcanaram  para empurrar os cachos incmodos detrs de seu ombro, para revelar a inchada, 
muito inchada carne de seu seios.  
         - Poderamos aliviar seus medos, -  ele sussurrou, olhando fixamente profundamente em seus olhos.   - Poderamos transformar nossas residncias no Nirvana, 
nosso tato nas ptalas de flores enquanto encontra confiana em nosso tato. -   Seus olhos se exageraram.  
         - Voc... - Ela tragou, um movimento apertado, eletrizada enquanto sacudia sua cabea com confuso.  - os magos no podem controlar o vale de sonhos, como 
poderia te atrever? -   
        Seus dedos se arrastaram sobre sua clavcula enquanto Caise se movia mais perto, seus braos se posaram a seus lados quando sua cabea baixou, seus lbios 
acariciavam o ombro oposto. Sentinelas. As chamas entravam em erupo em sua vulva, queimando-a com a selvageria de sua necessidade enquanto sua magia comeava a 
difundir-se com seu mesmo sangue.  
         - Atreveramos a muitas coisas com tal de te dar prazer, Marinha, -  Kai'o grunhiu afagando a curva endurecida de seu peito, seu polegar oscilava no mamilo 
dilatado.  - Muitas, muitas coisas. -   
        Deslumbrada, sua mente ondulava com o poder e os restos de medo, ela olhou como seus ombros inundavam, sua cabea que baixava enquanto que seus lbios desapareceram 
um segundo antes de que sua boca a envolvesse.  
        Ah deuses.  
        Ela perdeu sua fora inclusive quando a magia comeou a aumentar em seu interior, suas pernas ameaavam derrubando-se. Sua boca atirava nela, enviando pontadas 
de uma ardente sensao a perfurar sua matriz, seu sexo, enquanto seus sucos comeavam a umedecer as dobras desprotegidos entre suas coxas quando a magia comeou 
a oscilar ali.  
        Ela agora sabia o que tinha querido dizer a sacerdotisa lhe deixando a carne vulnervel  magia.  Sussurrou sobre ela, esquentando-a, lambendo nela com um 
tato fantstica inclusive enquanto ele sondou com prazer sensual na suave fenda de sua parte posterior.  Os magos no deixaram seu prazer a sua magia s.  
        Ela olhou as bochechas do Kai'o acariciar no pico sensvel de seu mamilo, um toque travesso de calor chamuscou o peito oposto enquanto que Caise comeava 
tambm a aspirar nela. Os belisces ardentes, midos a lambiam, amamentando-se em seu calor.  
        Suas mos rechaaram ainda permanecer quietas tambm. Vagaram sobre ela, lhe separando as pernas, deslizando-se debaixo de suas coxas, nunca tocando nas 
partes que ardiam por suas carcias, mas chateando-a, tentando-a com sua magia e suas bocas em seu seios.  Ela nunca teria podido imaginar tal prazer, tal intensidade 
ertica, extica como esta.  
        Cada puxo de seus lbios em seu seios atirava tambm em sua matriz, nas mesmas profundidades de sua vulva at que ela se retorcia contra eles, gritava separando-se 
de seus lbios quando as sombras do medo se desintegraram debaixo do calor ardente de seu tato.  
         - Que formosa , -  Caise murmurou levantando sua cabea, seu olhar fixo foi primeiro aonde Kai'o ainda torturava sua sensvel carne, depois a seu olhar 
fixo enquanto ela lutou para centrar-se em suas feies avermelhadas  - Seu seios so formosos, Marinha, tensos, quentes de seu prazer. -   Seu polegar se deslizou 
pela extremidade dilatada enquanto sua cabea baixava, seus lbios que se posavam sobre os seus enquanto que ela choramingou ante o pequeno beijo.  
         - O que me est fazendo, -  ela gritou, arqueando os dedos do p enquanto que a mo do Kai'o foi perto do ardente centro de seu ser.   - No posso suportar 
este prazer, Caise. -   
         - Pobre pequena princesa, -  ele ronronou enquanto sua mo se transladava ao pequeno ponto em suas costas e os dedos se arrastavam para a curva de suas 
ndegas.  
         - E aqui tinha tantos planos em minha fome para seu pequeno doce corpo. Para me mover detrs de voc, s que...  - Ele caminhou detrs dela, uma mo se 
curvou ao redor de seu queixo para desenhar sua cabea de novo a seu ombro.  - sustentaria-te contra mim, Marinha, enquanto Kai encontra outros maneiras de te dar 
prazer a voc tambm. 
        As mos se enterraram no cabelo do Kai'o, apertando-se firmemente enquanto seus lbios estavam sobre o mamilo doloroso sensvel, e comeou a encadear beijos 
para baixo em seu torso.  
         - Assim, s um pouco amor, -  ele murmurou quando ele a sustentou contra ele ancorando uma mo em seu quadril, a outra na curva de seu traseiro.  - H assim 
muitas aventuras que podemos tomar.  Est segura de que no pode agentar s um pouquinho mais de prazer? -   
         - Deuses. Doce misericrdia.  Kai'o...  - Ela gritou seu nome quando ele se ajoelhou ante dela, sua lngua sondava na parte baixa de seu umbigo enquanto 
Caise atirava na carne que ele sustentava, dividindo a fenda de seu traseiro, enviando dardos de fogo escuro  minscula entrada situada ali enquanto que ela sentia 
a magia que ondulava sobre a rea.  
         - Ele  o primognito, -  Caise grunhiu em seu ouvido.  - exigiu o primeiro gosto de seu carne novamente revelada. Vamos, princesa, voc pode suportar certamente 
s uma prova.  
        Dificilmente, com malcia os dedos se moveram entre suas coxas, separando as dobras um segundo antes de que a cabea do Kai'o se inundasse mais baixo e sua 
lngua traasse um ardente caminho atravs dela sensibilizando a fatia cheia de orvalho antes de circundar seus clitris em uma spera carcia que fez estalar um 
resplendor de cor ante seus olhos.  
        Ela no sobreviveria a este prazer. No poderia. arqueou-se quando o brao do Caise se envolveu ao redor de parte frontal, afagando em sua ampla palma o 
peso de um peito  medida que seu irmo continuou provando. Gosto?  
        Os deuses tivessem misericrdia dela, este no estava degustando-a, a no ser devorando-a.  Ela se moveu bruscamente em sua presa, lutando, ela no sabia 
para que, enquanto que Kai'o continuava, uma mo forte que levantou sua coxa at que seu p se reclinou contra seu ombro, no lhe estorvando o um maior acesso a 
sua carne secreta.  
         - Deuses. Piedade,  - Ela gritou enquanto que sua lngua se afundava rapidamente dentro das profundidades excitadas de seu sexo, s que o retraimento e 
a lambida das dobras molhadas continuou.  
         - Piedade, Princesa?  
        Caise grunhiu em seu ouvido, seus dedos se inundavam entre suas coxas para separar a umidade que se estendia de seu sexo ao longo da fenda de sua parte posterior 
enquanto que ela se retorcia contra eles.  
         - Que tipo de piedade preferiria?  Devemos parar?  Ou devemos te aliviar?  - Ele falou como se ela tivesse os sentidos o suficientemente claros para responder 
a essas perguntas.  Ela estava fora de se com o prazer, sacudindo-se entre eles enquanto esperava com antecipao aturdida que o tato dele continuasse chateando 
em seu nus.  
        Todo o momento, Kai'o a torturou, posando sua lngua em sua vulva com um movimento rpido, duro antes de retirar-se a aspirar em seus clitris, a lamber 
em suas dobras, bebendo nos sucos aucarados derramados de sua vulva.  
        Seu p cavou no ombro do Kai quando ela se levantou ele, inclinando seus quadris para ter em conta os impulsos deliberadamente breves, para a sensao lhe 
atormentem de sua lngua que lambia nela, s para retrair-se, circundando seus clitris e consumindo os sucos que se derramavam rapidamente de seu corpo.  
        E Caise no era nenhum voyeur no jogo.  Seu brao a sustentava contra seu peito, sua mo afagava o peso de seu peito enquanto que seus dedos atormentavam 
no mamilo.  E detrs, ele tinha lubrificado lentamente seu traseiro, seu dedo comeava a mover-se na entrada que se relaxava.  Sensaes, prazer, a mordida do fogo, 
alagava-lhe os sentidos enquanto sentia o aumento de magia em seu interior.  Se ela no encontrava o alvio logo...    
         - me fale, Marinha, -  Caise ento grunhiu em seu ouvido.  - No sente nosso tato? O calor de nossa magia que lambe sobre voc?  Pequeno amor vem, doce, 
me diga o que desejas. -   
        Ele no poderia falar a srio.  Ela gritou asperamente pela ordem, apenas capaz de formar pensamentos, e muito menos palavras. As palavras requeriam um esforo, 
pensamentos.  Se ela se atrevesse agora a pensar se horrorizaria ante o que admitia.  
         - E se agora paramos? -   Ele lambeu em seu ouvido antes de que seus dente agarrassem o lbulo, atirando dele com pequeno belisco agudo que combinou prazer 
e dor.  - Vamos amor, nos diga o que necessita. -   
         - Mais.  - Uma palavra, ela poderia pronunciar. Uma splica pela culminao. Os condenados magos a foram voltar louca.  
         - Mais o que? -   ele ronronou em seu ouvido.  - mais disto? -  A ponta de seu dedo se introduziu na pequena abertura de seu nus enquanto que a lngua 
do Kai'o empurrava dentro de sua vulva de novo. No segundo seguinte, ambos se retiraram para torturar simplesmente em sua carne outra vez.  
         - Sim, -  ela ofegou, suas mos atiravam no cabelo do Kai'o enquanto um miado saa de seus lbios.  Como lhe doa. Estiraram-na sobre tal prateleira do 
prazer que sentia que perderia sua mente se eles no terminavam.  
         - Ou mais disto? -   Magia ento a atormentou.  Marinha se congelou enquanto sentia uma tira fina de poder dentro de seu traseiro, quase no dividindo a 
malha fina, esquentando-a, acariciando a fina malha proibida enquanto que enviava uma sensao de calor mido calmante a seu passo.  Os lbios e a lngua do Kai'o 
estavam em seus clitris, devorando-a quando sua magia comeou a empurrar em sua vulva, lenta, um deslizamento to lento, fcil de calor que ela sentia os estremecimentos 
de um orgasmo sacudir atravs de seu corpo.  
         - Deuses.  Sim.  Sim, mais.
         - mais do que, princesa? -   ento lhe perguntou.   - De que necessita mais?  - Ela apertou seus dentes juntos pela frustrao.  
        Ela no falaria disto. J era bastante mau que convertessem a seu corpo em uma criatura sensual cheia de fome e de luxria, mas no transtornariam sua mente. 
Ela no lhes tentaria com as palavras que procuravam.  Os sentinelas, ela estaria mortificada quando o prazer acabasse e voltasse a realidade.
         - E se pararmos? -   A magia se separou de suas entradas apesar de seu grunhido de protesto, do arco necessitado de seu corpo. Jogavam com ela, ela sabia 
que o faziam. Tratavam-na com persuaso, com suavidade para obter seus desejos enquanto que retinham mais o indescritvel prazer. Era injusto. Ela no lhes permitiria 
tal chantagem.  
        Ela no era um brinquedo para jogar com ela. Esperou, ofegando, entesourando sua fora at que Kai'o comeou a mover-se em cima de seu corpo, beijando-a, 
o beliscando-a, torturando-a em realidade. Era uma tortura extrema.  
        Tal prazer deveria ser proscrito antes de que suas prprias debilidades derrotassem a todas as bruxas. Ela consideraria os mritos disto mais adiante, mas 
primeiro, ela demonstraria aos magos uma coisa ou duas sobre as guerreiras.  
        Ela no era nenhum punho a que colocar em seus braos e lhes sussurrar o que desejavam ouvir. Nem era to fraco para ser chantageada to facilmente. Ela 
lhes demonstraria a integridade de uma verdadeira bruxa da terra. Mas ela deveria medir o tempo de suas prprias carcias exatamente. Um movimento muito rpido e 
ela perderia sua concentrao sob seus prprios impulsos e o controle e eles ditaria a velocidade de sua unio. 
        Eram, depois de todo, vares magos, e se controlavam no exatamente de forma fcil.  Mas a espera...  Ela gemeu quando os lbios do Kai'o se moveram sobre 
seu estmago, seus dentes beliscavam nela enquanto seus dedos se introduziam entre suas coxas.  detrs dela, Caise grunhiu em seu ouvido, no satisfeito claramente 
de que ela no tivesse atendido a suas exigncias.  
        S um pouquinho mais.  
        Ela se retorceu contra eles, esfregando seu corpo contra o material de sua roupa, desesperada-se por sentir a carne nua, bronzeada contra ela. Enquanto que 
Kai'o estava parado completamente antes dela, ela se moveu.  No foi um ataque, era to simples como colocar as mos em seu cabelo, as alisando sobre seus ombros 
e lhe permitindo que os lbios pressionassem contra a carne nua que demonstrava entre a abertura de sua camisa.  
        Ela lambeu em sua pele, inteirada de sua impressionante calma enquanto sua magia fluiu de seus pontas do dedo, abrindo rapidamente os colchetes que mantinham 
o material junto.  Estavam vestidos tambm, ela pensou freneticamente. Ela os necessitava nus. 
         - Princesa, -  Kai'o gemeu quando ela empurrou o material a um lado, seus lbios baixavam por seu peito enquanto que ela comeou a baixar-se antes dele. 
        Suas mos sujeitaram seus antebraos, mas ele no fez nenhuma outra objeo enquanto que ela enviou pequenas espirais de poder violeta para comear a abrir 
suas calas tambm.  
         - Esta no  a situao para precipitar-se, Marinha, -  ele grunhiu enquanto seus lbios se moveram mais baixo, seu corpo que se afundava antes dele.  - 
vais conseguir mais do que voc pode tratar. -   
         - te cale, Kai, -  Caise ficou rgido quando seu poder o comeou ao envolver, as sensaes de cada um roavam a carne do Kai'o, lhe dando a ele alternadamente 
enquanto sua lngua estalava por lamber nos pequenos pontos da transpirao que se formavam no abdmen do Kai'o.  Seguindo outros mais abaixo, movendo-se para o 
caule grosso de seu membro que se erguia de entre suas coxas.  
        Kai'o estava em um estado de incredulidade quando ele enroscou seus dedos atravs do cabelo de Marinha, olhando com completo xtase fascinado uma mo pequena 
afagar o saco tenso abaixo e a outra tentar envolver-se sobre a grosa apie.  Se isto no era bastante torturante, a pequena puta abriu os lbios, sua lngua rosada 
oscilou para dar um golpetazo sobre a prola pequena da umidade que se formava na extremidade.  
        Ele amaldioou, spero, gutural quando ela levantou as mechas, olhando fixamente para acima para ele enquanto seus lbios se abriam mais ainda, e a crista 
avermelhada, incrementada rapidamente desaparecia no veludo ardente de sua boca.  Maldio. Onde estava a tmida bruxa, assustada que ele tinha acreditado que era? 
Esta mulher no sabia de acanhamento se espreitou a ela e a atingia em sua pequena garupa decididamente curvada.  
        Sua inexperincia enchia cada toque, ela explorava, vacilante, mas cada movimento era mais ertico, mais sexual e intenso que qualquer outra mulher que ele 
tivesse conhecido jamais.  O calor que abrasava de sua boca o afligia, fazendo que seus quadris empurrassem, introduje mais do eixo necessitado dentro da rica umidade 
que tinha encontrado dentro de sua boca.  
        Ela gemeu, o som vibrava em seu membro enquanto seus pequenos e suaves dedos acariciavam suas bolas e enviavam seu fazer a girar seus sentidos. E sua magia. 
Que os deuses tivessem misericrdia de ambos, sua magia tinha afrouxado as calas do Caise tambm, envolvendo-se ao redor de seu membro e lhe arrastando ao mesmo 
doloroso pinculo de prazer no que Kai'o se encontrava.  
        A pequena bruxa.  
        Ela tinha dado volta s voltas, e os sentinelas sabiam somente se ele teria a bastante fora para se separar-se dela e para lev-la com segurana a suas 
residncias antes de terminar de unir-se.  
        Invocando a cada fragmento de magia que ele ainda podia dirigir, ele no fez caso de sua desesperada protesto do grito quando o colocou ao redor de seus 
punhos, jogando-a para trs dele enquanto que ele se retirava da priso doce de sua boca. Ele no parou at que ela esteve ajoelhada ante ele, olhando-o para cima 
enquanto a magia limitava seus punhos detrs dela.  
         - Pequena bruxa travessa. -   Ele sacudiu seu dedo ante ela antes de forar  a encerrar-se nas calas  longitude umedecida de seu membro, informado de 
que Caise fazia igual a ele e olhava fixamente abaixo para ela com assombro.  
         - Deixe ir, Kai. -   Sua era grave, grosa com sua necessidade.   - Ainda no acabei.  - Kai'o se tragou sua risada. Se acabava poderiam produzir-se danos 
j que o pico de magia ela era ascendente.  O primeiro orgasmo se podia obter em somente um ponto.  
        Juntos.  
        Os trs, mesclando sua magia, vertendo-se em um enquanto seus orgasmos se vertiam deles.  Uma vez que a magia comeasse a alinhar-se atravs do jogo sexual, 
no havia outra maneira de obter a satisfao sem perder uma quantidade considervel de magia que ento os enlaaria juntos. E Caise e Kai'o estavam malditamente 
cansados de esperar para encontrar seu prazer.  
         - No, pequena bruxa, ainda no acabaste, -  ele conveio, sorrindo para baixo a ela com prazer travesso.   - Somente te prometo, que antes de que esta noite 
termine, voc o far. -   
        
        
        Captulo Treze 
        
         
        Ela estava atada pelas tiras de fora do mago, impotente em todo exceto em sua prpria magia. Ela no suportava estar fisicamente desamparada sem luta. Depois, 
quando a envolveram em um lenol seca e grosa, sua magia se encrespou ao redor de suas coxas, deslizando-se entre os colchetes do metal de suas calas para esfregar 
ligeiramente a longitude dura de seus membros. Enquanto que eles lutavam por manter os enlaces em seu lugar assim como por manter o bloqueio de suas carcias erticas, 
ela permitiu que a magia se introduje debaixo de suas camisas, fazendo ccegas sobre seus abdmenes, suas costelas sensveis.  ainda incomodando-os. 
         - Mulher, devolve seu magia a voc dentro dos corredores de seu prprio castelo. -   A voz do Kai'o era grosa, rouca com sua luxria quando ela as arrumou 
para dirigir o calor viajante de seu poder para arrepiar-se ao redor de suas ndegas, deslizando-se entre suas coxas para afagar suas bolas sobre o couro tenso de 
suas calas.  Eram apertadas e firmes, desenhadas acima contra a base de seu membro quando as portas duplas que conduziam a sua residncia foram de repente abertas 
como por uma mo invisvel.  
         - Ela precisa ser aoitada, Kai'o. Devemos lhe ensinar o valor de obedecer a seus consortes.  - A ameaa ertica fez que aumentasse ritmo cardaco, o sangue 
troava atravs de suas veias pela excitao.  
        Ela deveria ter estado furiosa, ultrajada, aterrorizada.  Em lugar disso, estava determinada em aproveitar a maioria do tempo que ela tivesse com estes magos 
que roubavam seu corao, inundando-se em sua mesma alma.  Todos muito logo seriam se separados dela, e ela estaria s.  por agora, ela se deleitava em seu tato, 
em que prazer poderiam trazer o um ao outro.  
         - Um aoite estaria definitivamente bem, -  Caise grunhiu os momentos mais tarde quando Kai'o a deixou cair na cama antes de mov-la bruscamente sobre seu 
estmago.  Ela lutou, contra as tiras de magia quando ela os ouviu o mover-se detrs dela, despindo-se, ela esperava. Poderia sentir o aumento do poder em seu interior, 
de sua magia desenfreando-se com a excitao e da necessidade de tocar.  
        Ela estava perto de voltar-se louca de necessidade, segura de que ali no poderia haver nenhuma fora maior no planeta inteiro que esta que a luxria que 
se apresentava em seu interior, a profundidade abrupta da fome, a necessidade que a chamuscava, aumentando todo em uma conflagrao a que ela se perguntava se sobreviveria 
qualquer deles.  
         -  suficiente, -  Caise sussurrou detrs dela posando a mo as curvas arredondadas de suas ndegas.   - Voc recorda seu sonho, querida, profundamente 
dentro do Nirvana?  A phermona que aoitava estas curvas delicadas? Era minha mo que atingia, eram meus dedos movendo-se dentro de sua pequena doce abertura enquanto 
Kai'o provava a paixo de seu doce vulva.  As flores do vale lhe amaram, Marinha, com nossos lbios e nossas mos.
            a gentileza de sua voz ocultava a iminente ao.  Ela contava com uma carcia, talvez um beijo, com o que no contava foi com a pequena palmada, avara 
na curva de sua ndega em igual medida o tempo da fora obrigatria de seu poder levantou seus quadris, forando-a a dobrar seus joelhos debaixo dela.  
         -  Condenado Mago!  - Ela lutou contra os enlaces, ofegando, no de medo, mas se de frenesi e excitao.  Estava to quente que quase esperava ver chamas 
derramando-se diante de seu corpo de um momento a outro.  
        Ela estava ajoelhada ante eles com sua vulva que palpitava, sua carne que se esquentava debaixo da pequena palmada seguinte enquanto seus estavam olhos arredondados 
eletrizados.  Algo que deveria hav-la degradado Podia encher a de tal prazer?  O contato seguinte foi um beijo suave  carne ardente, o movimento de uma lngua 
gil, que a martirizava.  
         - Aye. OH, sim.  Havia prazer nisto, ela pensou, enquanto um gemido saa de seus lbios.  Muito prazer de fato.  
         - Ah, princesa, antes de que esta noite acabe, gritar seu prazer, -  Caise lhe advertiu, sua voz soou escura um segundo antes de que sua mo aterrissasse 
outra vez. Um calor agressivo, ardente encheu suas ndegas com a palmada, ento outra na bochecha oposta, lhe causando um gemido de fome lamentvel.  
        Tal depravao deveria ser odiosa, ela pensou com assombro distante.  Em lugar disso, ela empurrava para trs, procurando levantar suas ndegas mais acima 
procurando suas palmadas em vez de lutar por se separar-se longe delas.  
        Ela se retorceu debaixo dos palmadas que se alternavam, com beijos suaves e calmantes que lambiam ao longo de seu traseiro, ela estava somente distante inteirada 
de que Kai'que movia sobre a cama, ajoelhando-se diante dela quando as ataduras de magia comearam a levant-la pelos ombros.  
         - Agora, pequena bruxa, -  ele grunhiu,  - Voc pode jogar tudo o que deseje. -   Ele levantou sua cabea, uma mo afagou sua bochecha, enquanto que os 
dedos da outra agarraram a base de seu membro, pressionando-a em seus lbios ofegantes. E ela se abriu para ele, abriu e consumiu a crista ardente, provando o sabor 
masculino salgado de sua essncia enquanto que sentia o calor irradiar mais acima ao longo de suas ndegas de outra palmada cuidadosamente dada.  Suas mos ainda 
estavam limitada para detrs dela, todos o que a sustentava em seu lugar era a magia envolta ao redor de seu torso.  
        Ela estava desamparada ante eles, vulnervel a qualquer contato, a qualquer desejo que tivessem.  E ela se deleitava com isso. Nunca tinha conhecido tal 
excitao, tal regozijo.  Tal liberdade.  No havia necessidade de preocupar-se com o que devia fazer, como devia agir ou se aceitava o prazer que era envolta  em 
tal grande quantidade. Eram magos. Eram seus magos. E o prazer era irresistvel.  
        Ela fechou os lbios ao redor da crista grosa congestionada do membro do Kai'o, aspirando-o  parte posterior de sua garganta enquanto sua lngua oscilava 
debaixo dela com pequenos movimentos rpidos.  Poderia sentir o batimento da excitao, do frenesi apenas debaixo da ereo de seda. 
        detrs dela, Caise beijava as curvas arredondadas de seu traseiro, separando lentamente suas coxas mais ainda enquanto seus dedos afagavam as dobras nuas 
de sua vulva e sua lngua sondava no buraco franzido e um pouco apertado de seu traseiro.  Decadente. Depravado.  Ou ela pensou isso.  At que essa extenso mida 
preguiosa se meneou na entrada um segundo antes de aguilho-la com um ardente impulso que a fez gritar de necessidade.  
         - Assim, beb... -   Kai'o aguardava apenas esse movimento.  Seu membro escorregou alm de seus lbios, seus dentes se apertaram em um gemido desigual quando 
ela o envolveu, chupando com impacincia no grosso enquanto Caise continuava invadindo pouco a pouco sua parte posterior.  
        Os dedos do Caise a separaram, esfregando ligeiramente, Kai'o jogou uma olhada  vista de sua franga que perfurava entre seus lbios o suficiente tempo para 
olhar lhe devorando seu doce traseiro. E como seu irmo gozava de suas intenes.  Sua lngua agarrou mais  frente do pequeno buraco apertado, estirando-a mas marginal 
enquanto ela emitia gemidos repetidos ao redor da carne grosa que enchia sua boca.  Ele atirou de seu olhar fixo de novo a essa vista, suas mos apertando-se em 
seu cabelo, lhe ensinando os movimentos que ele preferia.  
         - Aye, bruxa, -  Kai'o grunhiu.   - Aspira-o mais arduamente.  Que formosa , com seus lbios estirados sobre meu membro, seus olhos deslumbrados com seu 
fome. -   Ele transou seus lbios lentamente, olhando com prazer enlouquecido como os lbios avermelhados dela estavam estirados ao redor de sua ereo, apertados 
e amamentando-se com intensidade faminta.  
        Sua pequena lngua doce, quente lambeu a superfcie inferior, sondando debaixo da crista enquanto ele sentia suas bolas apertar-se, a chicotada do fogo derramando-se 
na base de seu crebro enquanto que o prazer chamuscava suas terminaes nervosas.  
         - Seu pequena doce boca me prova a ench-la, -  ele gemeu, sabendo ele no poderia encontrar seu orgasmo, no ainda.   - Olharia-te lutar para tomar a cada 
um das gotas de minha corrida, mas no ainda.  No ainda, preciosa.
        Ele no fez caso de seu protesto expresso com um miado enquanto ele escorregou livremente dela, deixando as ataduras de magia que a sustentavam os braos 
detrs dela detrs enquanto ele a liberava.  No lhe dando nenhum tempo para encontrar a fora para utilizar sua magia contra eles, para acarici-los como ele sabia 
que desejava, ele ajudou rapidamente ao Caise a lhe dar a volta para detrs, lhe pressionando os ombros contra a cama enquanto que seu irmo se movia entre suas 
coxas.  
        Sua cabea baixou e enquanto Kai'o pressionou seu membro de novo alm de seus lbios, ele olhou enquanto que Caise enterrou sua lngua em seu pequena sexo 
ambicioso. Ela tomou sua ereo com abandono ruidoso, seus olhos deslumbrados, olhando fixamente para acima para ele, ela tinha os braos estirados sobre sua cabea 
quando Caise levantou suas pernas, as pressionando detrs enquanto que ele as separava. Ela estava aberta, receptiva, e muito, muito preparada para eles.  
         - Aspira minha franga, beb, -  ele grunhiu, olhando como Caise tomava sua vulva com sua lngua.   - me demonstre quanto gozas de sua lngua pressionando 
em voc, ao lamber todo o doce nctar de seu pequena vulva.  me demonstre quanto necessita um membro duro, quente que encha seu doce sexo. -   Suas palavras explcitas 
enviaram um rubor atravs de suas bochechas, embora alimentou sua fome, acelerando os lbios impaciente que aspiravam seu membro.  Os sentidos de  Marinha no tinham 
nenhuma idia onde concentrar-se e em que prazer.  
        O membro do Kai'o tomava seus lbios com impulsos curtos, ferozes, afundando-se em sua garganta enquanto sua mo grande, ampla e maliciosamente, afagava 
seu peito e seus dedos capturavam a extremidade dura de seu mamilo atormentando-o com um prazer quase doloroso. Ou entre suas coxas, onde Caise a devorava com avareza 
decadente. Lbios, dente, lngua, amamentando-se em seus clitris, lambendo-se atravs da fatia molhada, vibrando na entrada dolorida de sua vulva enquanto seus 
dedos se deslizavam sobre suas coxas, forando-a arquear-se mais perto, silenciosamente exigindo mais.  
        Ela estava alagada em chamas sensuais, estremecendo-se baixo de seu tato, sentindo sua magia rasgar-se atravs de seu corpo e mesclar-se com a sua.  O prazer 
era indescritvel, diferente a algo que ela tivesse ouvido falar ou sabido.  Gentileza e dominao de uma vez.  
         - Doces sentinelas, abrasa a um homem vivo com somente seu toque. -   Kai'o atirou,  agarrando seu cabelo, enredando-se nos cachos quando ele a levantou, 
seu membro se afundava alm de seus lbios.  
        Ela lutou por centrar-se nele, vendo obscurecer-se seus olhos plidos, a maneira que sua magia aoitava atravs do ar, crepitado sobre seu corpo.  
        -Voc me est destruindo. -   Sua respirao se entrecortou quando ela o aspirou mais profundamente, levando-o quase at sua garganta enquanto a lngua do 
Caise afundada em sua vulva, oscilava, retirando-se at que Kai'o atirou de sua boca, no fazendo caso de seu grito desesperado, de sua necessidade de provar a exploso 
que ela sabia que ele estava somente a segundos longe de conseguir.  
        No fazendo caso dos gritos dela, os lbios do Kai'o foram trabalhar em seu seios, as extremidades necessitadas chamejantes debaixo do tato mido enquanto 
que ela comeou ao retorcer-se com desespero debaixo de seu tato.  
        Era certamente muito que agentar. Um prazer inimaginvel sensibilizou a seu corpo, cada movimento, cada respirao de uma carcia contra sua carne a fazia 
gritar de fome por estes magos. Tinham certamente que hav-la enfeitiado de algum jeito. Como  teriam podido controlar sua luxria to facilmente?  
         - Assim, pequena bruxa, -  Kai'o sussurrou enquanto que sua magia sustentava seus punhos  cama apesar de sua  luta.  - me olhe.  me olhe, Marinha.  Deixa 
que nossa magia te prepare querida. -   Seus olhos se exageraram quando ela comeou a sentir sua maldita e condenada magia. Sussurrando entre a cama e suas ndegas, 
esfregando ligeiramente atravs da fenda de seu traseiro enquanto Caise continuava alimentando-se com abandono ambicioso em sua vulva desesperada. 
         Ela no poderia ajudar a arquear-se para ele, pressionando-se mais perto inclusive enquanto que ela viu os filamentos como dourado fundido e de cor azul 
suave de magia unir-se  tortura na residncia, aumentando ainda mais sua tortura.  
         - Assim, pequena, -  Kai'o ronronou, sua voz soou to suave at que ela sentiu o primeiro golpetazo tentativo do poder atravs de seu nus. A luxria convulsionou 
sua matriz com um sopro brutal, lhe arrebatando a respirao enquanto sua cabea se sacudia sobre o colcho, seu corpo procurava com impacincia mais da tentao 
travessa quando Kai'o disps o forte e duro corpo ao lado dele.  
         - Sente-o, Marinha... -  Aye ela o sentia, sondando na pequena entrada inclusive enquanto os lbios e lngua do Caise lambiam e aspiravam nas dobras de 
seu sexo.  - Preparar-te, ajudar-te  unio. No sente seu prpria magia crescer? Sussurra sobre minha carne como um beijo fantstica, rogando por e para o orgasmo, 
pedindo para unir-se com a nossa. -   
        Marinha choramingava  medida que ele continuou falando.  Aye, ela sentia sua magia toc-lo onde ela no poderia.  lambeu-se os lbios, imaginando esses 
filamentos frgeis do poder envolver-se ao redor de seu membro, amamentando-se nele enquanto que ela  com sua boca era livre. Seu gemido pesado lhe assegurou que 
ele se sentia pelo menos de perto o que ela tinha pensado.  Mas ao segundo seguinte, no houve pensamentos.  
        Seus quadris se levantaram da cama, um grito estrangulado que deixava sua garganta enquanto que o poder aveludada perfurou em seu traseiro. Um calor embriagador 
comeou a ench-la ali, alimentando a necessidade mais, ele brocou profundamente em seu nus. Alagou-a com a sensao, esfregando ligeiramente os nervos que nunca 
tinham sabido tal contato, o se ampliou, enchendo-a, at que ela gritava pelas sensaes.  
        Prazer ardente aoitando nela, um calor que a chamuscava e a presso construtiva pois ela sentia sua magia prepar-la para o que tinha que vir.  O calor 
mido ajudou a maneira enquanto que o poder de magia do Kai'o lubrificou a branda entrada inclusive enquanto que esfregava ligeiramente e acariciava inflamando-a 
mais ainda.  
         - Kai... -   Ela ofegou seu nome. Como poderia uma agentar essas sensaes de tal fora, que superavam as linhas do prazer e da dor, e surgiam em alguma 
parte entre os dois?  - Kai, peo-lhe isso...  - Ela gritou outra vez enquanto que uma pequena palmada rpida foi entregue arqueou ndegas.  A mo do Caise.  No 
sua magia.  Mas a vibrao dela perfurou seus clitris inclusive enquanto que cantou atravs de seu traseiro.  
         - Assim, amor, -  Kai'o a acalmou, seus lbios e as mos se moveram sobre a parte superior de seu corpo enquanto que ela se estremeceu enlouquecida.  -Voc 
 nossa, para sempre a partir deste dia.  Sente o prazer, Marinha, o calor de tudo o que somos, dado a voc, querida.  nos sinta...  - Outra palmada a sua bochecha 
oposta enviou estremecimentos a sua vulva enquanto que apareceu o orgasmo justo alm de seu alcance.  
        A lngua do Caise oscilou sobre sua vulva outra vez, lambendo em suas dobras, circundando seus clitris inchado quando a boca do Kai comeou ao devorar o 
mamilo mais prximo a ele, amamentando-o, mordiscando-o, convertendo-o em um pequeno ponto com seus dentes at Marinha pensou que ela expiraria baixo essas sensaes 
extremas que se derrababan atravs dela.  O calor floresceu no s de seu tato, mas dentro, ondulando atravs de seu estmago, sua matriz, aumentando em seu peito 
at que ela ofegava para respirar, retorceu-se debaixo dos magos com as mos presas enlaces que a sustentavam  cama.  
         - me solte, -  ela gritou, como ela retorcendo-se debaixo deles, desesperada-se por conseguir estar mais prxima a seu tato.  A transpirao umedecia sua 
carne enquanto ela lutava com a presa de sua magia nela, por combater contra sua incapacidade de lutar contra o aumento do orgasmo em seu interior.  
        Martirizavam-na deliberadamente. Torturando-a. Ela no poderia agentar estas sensaes muito mais tempo.  
         - Caise, maldio me transe agora!  - Ela gritou enquanto sua cabea se levantava, sua mo a alcanava  para afagar sua bochecha enquanto que seus lbios 
sussurraram sobre os seu.  Ela o olhou fixamente, nebulosamente inteirada de que os filamentos de cor que floresciam ao redor deles, de suas feies suadas, da excitao 
que tinha obscurecido seus olhos de dourado.  
         - Aye, quase assim, querida. -   A voz do Kai'o era um grunhido spero como ele se levantou ao lado dela, dando-se volta para o olhar fixo no Caise vendo 
as carcias famintas entre suas coxas entreguas.  
        A magia ainda sondava em seu nus, lambendo sobre sua vulva inchada, mas quando Marinha seguiu o olhar fixo do Kai'o, seus olhos exageraram. Caise se ajoelhava 
entre suas pernas, com a longitude grosa de seu membro obstinada entre os dedos de uma mo enquanto que ele a olhava fixamente. A crista congestionada estava avermelhada 
e escura, as veias grosas debaixo da carne que palpitavam irregularmente enquanto que ela sentia que os quadris eram levantados para ele.  
         - Condenada magia de mago, -  ela soluou, lutando por toc-lo, por fazer sua marca neles igual a tinham feito nela.  - me solte.  - A respirao se estava 
fazendo impossvel enquanto que ela olhava as linhas de seu corpo com a ereo dura estando dirigida a ela.  Sua respirao se agarrou em seu peito enquanto que 
a crista grosa se esfregou contra sua sensvel vulva.  
        Ela podia olhar somente, erotismo que se envolvia ao redor enquanto que sentia o primeiro contato de seu membro que se movia contra a entrada sensvel a 
sua vagina.  Chorou, retorceu-se, Marinha combateu pelo primeiro impulso, pelo calor torturante que se queimava atravs de sua vagina que a fazia enfurecer-se debaixo 
deles enquanto sentia a presso Roma da extremidade contra ela. A magia a sustentou contra ele enquanto ele separou suas coxas mais ainda, sua face era uma mscara 
de fome em aumento enquanto ela o sentia estirar sua entrada.  
         - Kai. -   Ela levantou olhos suplicantes para o mago que ia lentamente a seus joelhos ao lado dela.   - No o posso suportar... -   
        Sua respirao foi arrebatada quando Caise pressionou para frente, a cabea congestionada que trabalhava em sua apertada entrada enquanto que ela tentou 
arquear-se mais perto.  Doce misericrdia, o fogo zumbiu sobre seu corpo sentindo sua magia formar redemoinhos-se atravs de sua circulao sangnea, esquentando-se 
mais ainda.  
        Era xtase, era agonia.  Sua cabea se sacudia sobre a cama enquanto sentia os quadris mover-se, contra ele lentamente, agonizante atraindo a ereo grosa 
dentro de sua vulva apertada.  Os gemidos profundos se repetiram ao redor dela enquanto  ela sentia a cada um lento, cavando empurrado pouco.  
        Os terminaes nervosas nunca antes tinha conhecido estiveram estirados de tal maneira comearam a gritar  vida ardente enquanto ela se sentia que seus 
sucos emanavam e que facilitam sua entrada.  
        Suas mos pregadas estavam apertadas em punhos, seus lbios se abriam em um grito sonoro enquanto ela sentia cada carcia suave, interna estirar a mais at 
que finalmente chegou  resistncia de seu protetor virginal.  Caise fez uma pausa e olhou a Marinha, o agarrou suas coxas enquanto ela forava a seus olhos a abrir-se 
para reunir-se com o ouro de seu olhar fixo. Ele a olhou fixamente, seu olhar era feroz.  
         - S faz-o, -  ela gritou, sua voz soou desigual.  - Doce Misericrdia, Caise, me transe antes de que me mora. -  Suas feies se torceram em um gesto enquanto 
um grunhido faminto a saa de sua garganta.  O se retirou, trabalhou dentro outra vez, pressionado no protetor, retirando-se, ento afundando-se profundamente.  
        Os braos do Kai'o se envolveram ao redor dela enquanto se sacudia violentamente, mantendo-a perto, seus lbios se fecharam de repente sobre os seu enquanto 
um grito se derramou de sua garganta. No de dor, nay, se somente fora dor o que atacava sua carne, ela teria podido agentar essa sensao suave. Quando estava 
comparada a este prazer, a plenitude dele nunca que estira o envoltrio brando de sua vulva, terminaes nervosas ardentes antes de acariciado, lhe enviando sentidos 
raspando, dor teria sido uma revelao agradvel.  
        Caise tinha conhecido grande prazer em sua vida, mas nunca prazer como este. Suas bolas estavam profundamente zeladas ante a promessa, a vulva do virginal 
que agarrava e ordenhava seu membro como uma pequena boca quente e que era diferente ao  xtase que ele tinha conhecido previamente.  
        Isto era xtase.  
        Ele apertou fortemente seus dentes, sentindo a flexo acetinada da fina malha ao redor enquanto que os gritos de prazer de Marinha enchiam o ar.  
        Sua mo apertou suas coxas, seus olhos que se fechavam firmemente enquanto que ele lutou para refrear-se, para manter o controle apesar da necessidade de 
lanar-se em seu interior, de trans-la com todo o abandono faminto que enchia sua alma.  
         - Kai, no posso esperar muito mais tempo, -  Caise grunhiu empurrando de forma involuntria contra ela, estremecendo-se com a necessidade de perder-se 
nela.   - Devemos acab-lo.  Agora. -   
         - Quieta, Marinha, -  Caise gemeu quando ela se arqueou contra ele, conduzindo-o mais profundamente. Somente tinham uns preciosos minutos para acabar isto. 
        Ele olhou como Kai'o a levantava para ele, tomando-a em seus braos enquanto que ele colocava seu membro em seu interior mais profundamente.  O se deu a 
volta, transladando-se cuidadosamente detrs dele, no fazendo caso do impulso frentico de seus quadris, mantendo-a mais apertada enquanto Kai'o se movia detrs 
dela.  
        Kai'o separou suas ndegas, seus dedos acariciavam atravs da fenda, mimando a entrada que sua magia se preparou.  Ela estava mida ali, o apertado buraco 
oprimindo em resposta a seu tato, cintilando lubrificante que tinha sido administrado pela magia que a empalou anteriormente.  
         - Todo est bem, meu amor, -  ele ronronou suavemente enquanto trocava de lugar, pressionando a cabea de seu membro contra o pequeno afeto, sentindo o 
calor, o prazer por vir.  Prazer e magia Y... sentinela doce da misericrdia...  
        Um gemido saiu de seus lbios enquanto que comeou a pressionar em seu interior. Ele sentia a parte da entrada, os msculos sem tocar apertando, facilitando, 
ondulando ao redor de seu membro quando ele a invadiu.  
        A vista dela, dessa parte minscula do traseiro, aceitando mais ainda e mais ainda a largura de seu membro perfurando em seu interior, era quase bastante 
para ativar seu prprio orgasmo nesse momento. Mas, se ele se corria agora.  O prazer se desabaria.  Ele no poderia suportar esse pensamento.  O calor ardente e 
aoitou, rasgou e se derramou atravs de seu par enquanto que ele alimentou cada polegada dura de sua ereo dentro da entrada reacia.  
        Ela gritava debaixo dele, mas no de dor, mas sim por uma mescla de prazer agonizante quando ele finalmente a encheu completamente.  
         - Assim querida. -   A voz do Kai'o era atormentada, grosa com prazer que ele sentia ao dobrar-se com o passar do eixo enterrado em seu interior os dois. 
- Agora, doce beb, amaremo-lhe completamente, -  ele jurou enquanto que comeou a mover-se.  
        debaixo dela, Caise comeou a mover-se nos contraponto, enchendo-a enquanto que Kai'o se retirava, retirando-se enquanto que o membro do Kai'o enchia seu 
traseiro.  Ambos a transavam, possuindo-a. Os impulsos primitivos que se formavam redemoinhos dentro do Kai'o eram destrutivos. Suas mos agarraram seus quadris 
quando ele comeou a balanar-se, a mergulhar o membro dentro da entrada delicada com pressa, cegando-se pelos movimentos que enviavam prazer que rasgava atravs 
de seu crebro.  
        Marinha estava perdida em uma neblina de ertica luxria, primitiva. Os membros gmeos a transavam em seu interior, os gemidos masculinos desesperados se 
repetiam ao redor dela enquanto sua carne comeava a zumbir e ela sentia o ajuste de sua matriz. Cada concentrado e grosso empalamiento empurrou mais alto, lanando-a 
mais no rapto de sensaes que a alcanavam.  
        Seus olhos se abriram, deslumbrados, sem compreender enquanto que olhou a mescla de magia ante de seus olhos.  Nenhum filamento mais longe, mas agora uma 
espessa nvoa, sobrepunha-se ao ouro violeta, azul e rico que se mesclavam juntos, formando redemoinhos-se sempre mais profunda, sempre mais escuro como a tenso 
apertando-se em seu interior. Ela no poderia durar. No poderia sobreviver. Apertou nos membros que se estendiam, sentindo sua reunio de orgasmos, pulsando em 
seu interior, aumentando em calor, em fora, at que ela moveu bruscamente em sua presa, gritando enquanto que a alcanou.  
        Ela estalou, fraturando-se quando a detonao a alcanou enviando-a celosamente a um mundo de luz, de magia e de prazer audaz enquanto que ela sentia aos 
magos, debaixo e detrs dela, encontrando seu prazer tambm. Os grossos jorros ardentes de smen comearam a pulsar em seu interior enquanto que um tremor catatnico 
de magia entrou em erupo em seu peito.  
        Ela voou, enlouquecidos, seus sentidos dispersados quando xtase a alcanou.  
        Caise e Kai'o no estavam em muita melhor forma.  Nunca o prazer os tinha rodeado dessa maneira, prendendo-os e jogando-os atravs de espao como este o 
fazia. E ante de seus olhos, viram a magia combinar-se em um caleidoscpio de cor ardente estalar, e assombrosamente, fluindo em todos eles.  
        Era mais do que sempre se imaginaram.  O enlace que tinha faltado durante suas vidas se combinou. Kai'sabia agora do prazer do Caise, de seu amor por Marinha, 
de sua necessidade, igual como Caise sentia o seu.  E das profundidades da mulher que sustentavam entre eles, sentiam o medo, o pesar e a dor da perda, do medo a 
lhes perder, mesclada com um prazer e um amor que sabiam tinha o potencial de destrui-los a todos.  
        
        
        Captulo Quatorze 
        
        
        Quando chegou a manh, nublada, enchendo Marinha de uma letargia que ela poderia sentir claro em sua alma.  Ela estava na cama entre seus magos, e cuidadoso 
fixamente para o teto enquanto a frgil luz do sol combatia por lutar com as nuvens para jogar um raio de luz atravs dos painis de cristal coloridos ao longo da 
parte superior de a janela.  
        Raios de cor azul, de dourados, de vermelhos que aprofundavam e de violeta encheram sua residncia. Nunca antes lhes tinha emprestado muita ateno aos painis 
do cristal ou ao conjunto de luz que produziam, mas agora encontrou muito para temer dentro deles.  Os vermelhos lhe preocuparam sobretudo, posto que no havia painis 
avermelhados para produzir essa cor.  
        O pressgio de morte e de engano cravou nela, fazendo-a preocupar-se mordeu seu lbio inferior com seus dentes enquanto procurou uma resposta para isso. 
        Ela no poderia sentir nenhuma emanao da terra, nenhuma advertncia de perigo que anunciava normalmente um ataque. 
        Mas eles se sentiam tranqilos.  
        Ela culpou da inquietao aos magos que estavam perto ao lado dela, embora.  Caise tinha envolto a mo ao redor de seu peito, em seu sonho, acariciando-a 
freqentemente sensualmente, enquanto que a mo do Kai'a estava em sua coxa e seus dedos lhe acariciavam a carne externa sensvel de seu sexo.  
        Desconcertada pela excitao dessa forma, ardente da cabea aos ps pela carne masculina dura e presa dentro de sua prpria cama pelas formas masculinas 
de grande tamanho.  Ela agora era uma consorte. 
        Ela inalou profundamente, no muito segura de como se sentia sobre isso.  No muito segura das mudanas que agora realizariam em sua vida. Sacudindo sua 
cabea, ela se separou cuidadosamente, arrastando-se ao fundo da cama e saindo das mantas.  
        Caise rodou agitado ao lado oposto da cama, atirando no lenol e se separando-a do corpo do Kai'o.  Uma esquina pequena se arrastou atravs do Kai'que endurecia 
j o membro enquanto ele grunhiu irritvel, com sua mo procurando provas as mantas.  Agarrando e alcanando do edredom, ele atirou dele cobrindo seu corpo antes 
de arquear-se a seu lado tambm, um pequeno ronco saiu de seus lbios enquanto que ele se apertava contra seu travesseiro.  
        Marinha sorriu.  Ela no poderia fazer outra coisa a no ser permitir que o calor crescesse dentro dela livre. Quase pareciam inocentes. No era pela expresso 
do Caise que franzia o cenho enquanto que ele atirava do edredom, e o grunhido sonolento do Kai'o, eles pareciam ter, por alguns segundos pelo menos, estava convencida, 
uma sombra de jovem inocncia.  
        Sacudindo sua cabea, ela se encolheu em seu vestido, agitando sua mo por volta da chamin para reiniciar o pequeno resplendor que esquentaria rapidamente 
na manh prematura ento se deslizou cuidadosamente atravs da pequena entrada que conduzia s ardentes piscinas privadas situadas abaixo.  
        Caise e Kai'o tinham sabido do pequeno corredor que conduzia s piscinas debaixo do castelo. A magia ocultava normalmente as entradas de olhos estranhos, 
mas ela suspeitava que quando o desejassem seriam encontradas facilmente.  
        Ela no era inconsciente do que tinha acontecido a noite antes. A mescla de magia, da sensao de seu poder que se afundava nela e do enlace que tinha criado 
entre os trs.  Guardar seus secretos para si tambm seria muito mais duro agora que a unio tinha terminado.  
        Ela poderia sentir j a conexo a eles aumentar dentro de sua mente, alcanando-os a eles.  Esquentaria-a durante as frias noites vindouras sem eles?  Marinha 
se sacudiu o mau humor enquanto caminhava para o calor cheio de vapor das piscinas privadas.  
        Havia muito que fazer hoje.  Ela tinha que conseguir ir  guarida da torneira, comprovar os bebs assim como os adultos quase amadurecidos que agora se treinavam 
para levar s bruxas.  
        Os anos da preparao se centraram nas torneiras, procurando  os dispersos, convencendo os de que as bruxas poderiam proteg-los, de que os treinariam de 
novo para proteger-se a eles e a terra.  Por uma certa razo, depois da separao de magos e de bruxas mil anos antes, as torneiras tinham sido deixados a seu ar, 
forando-os a se separar-se dentro das montanhas.  Os sculos de caa humana tinham diminudo seu nmero seriamente, deixando somente a alguma dzia por encontrar. 
        A av de Marinha, a criadora da brigada da bruxa, tinha encontrado as torneiras e havia os trazido de novo ao abrigado vale no que agora Vivian, e o par 
sobre o treinamento dos lees com asas no amadurecidas. Brincalhes, ferozes, protetores, como adultos eles teriam poucos problemas para defender-se com a adio 
das salvaguardas de magia s bruxas que lhes emprestariam.  Mas somente, sem magia, haviam falecido quase debaixo da caa cruel dos seres humanos.  
        Tirando o vestido pelos ombros, descendeu ao calor da gua, gemendo quase em voz alta enquanto que seus poderes curativos comearam imediatamente a trabalhar 
nela temperaram os msculos e a carne hipersensvel.  
        Os magos no tinham conhecido certamente do alvio sexual em tempo, se suas intenes a noite antes fossem obter a satisfao no tinham tido seus membros 
rgidos durante uma grande parte da noite.  
        E foi forte?  Tinham ultrapassado o forte a primeira vez que a tinham tomado, os fatos realizados de outra maneira no a ajudavam a pensar neles.  Levavam 
um raivoso rubor a sua carne e o aumento de calor dentro de sua vulva que ela no tinha nenhuma inteno de considerar domesticar.  
        Ela inundou seu cabelo debaixo da gua antes de endireitar-se e de transladar-se  prateleira pequena com o passar do lado e de tirar com uma palma a pequena 
esptula do tigela de fonte de madeira que a sustentava.  
        Espuma rica, perfumada bem construda enquanto ela se deu massagens atravs de seu cabelo, zumbindo ao longo de seu couro cabeludo, levantando longe a sensao 
da transpirao secada a partir da noite antes e deixando-a suave, sedosa como ela a dobrou de novo para esclarecer-se.  
        Os passos que conduziam s piscinas sustentavam as secas e pequenas prateleiras que continham panos dobrados para limpar o corpo, e sabes ricamente perfumados 
que limpavam e desencardiam a carne.  
        A rica espuma foi dispensada rapidamente com na gua cheia de vapor, saindo de seu limpo, esfregou bem seu corpo.  Ela desejava apagar da memria do tato 
dos magos de seu corpo, embora, condenaram-na  falta.  No havia limpeza ele dela, de qualquer parte de sua carne, que ainda zumbia com prazer sensvel, nem de 
sua mente que insistia em rememorar de novo alguns dos acontecimentos mais extremos e deix-la sem flego com as lembranas.  Sacudindo sua cabea, secou-se rapidamente 
antes de envolver o cabelo longo em uma das toalhas e de ficar o grosso vestido sobre seu corpo de novo.  
         - Seus magos parece que lhe esto descuidando. -   Ela se deu a volta com surpresa, fazendo frente ao drago sombrio que tinha materializado detrs dela. 
         - Garron, realmente deveria aprender a advertir de que est chegando. -   Ela inalou profundamente, acalmando o martelo de seu corao enquanto que ela 
o olhou para cima.   - O que te traz aqui esta manh? -   
         - Os gmeos do Veressi. -   Sua voz retumbou com a ameaa.  - chegaram fora do protetor que coloquei ao redor do castelo.  No esto satisfeitos por sua 
recepo, ou o parece. Espero que enviem uma mensagem muito ruidosa, muito ineludible logo  Encarregada das terras para lhes ajudar a passar atravs. -   Marinha 
bufou ante a idia.  
         - Acredito que no ganharo nada mais que sua prpria decepo, -  lhe assegurou.  
         - Os magos do Sashtain agora sabem de seu secreto, princesa.  Inclusive sentia o enlace de magia dentro de minha guarida pela unio. Era forte, uma combinao 
vibrante da fora e conhecimento. 
        Um rubor brilhante cobriu sua face ante o pensamento de todo o esses que sabiam de sua unio.   obvio, era verdade, ela o tinha sentido ao unir-se sua irm. 
Mas no significava que gostasse.  Na verdade, ela odiava o s pensamento disso.  
         - Qual  o problema? Sabem ento que sou a Encarregada. Como meus consortes, esto ao limite da honra por ocultar meu secreto, e acredito que sabem da definio 
da honra,  - ela discutiu ferozmente.  
         - Aye, sabem bem da honra. -   Ele inclinou sua cabea no acordo.  -S que so tambm magos, atados a sua terra, e portanto atados aos encarregados. Igual 
a enquanto que atam aos que estendem s terras e aos estados do Covenan a voc tambm, bruxa. Procuraro te convencer de seu raciocnio de que interceda a favor 
dos Veressi. -   Marinha se cruzou de braos sobre seu peito enquanto que ela olhou fixamente ao drago que a tinha educado durante toda sua vida.  
         - Garron, a unio no debilitou minha mente, eu quero que saiba. No trairia a minha irm pelos gmeos de centenas magas. -   
         - Seria traio? -  Pergunta-a a fez endireitar-se de surpresa.  
         - O que? O que  a traio?  Interceder ou utilizar meus poderes para ajudar aos magos? -   lhe perguntou spero.   - Que mais o seria? -   
         - A sobrevivncia do Covenan talvez. -   Sua voz era sedosa Lisa, raspando atravs de seus lbios coriceos quando seus olhos negros olharam fixamente no 
sua em exigncia silenciosa. Este no era Garron.  
        Ela caminhou para trs, repentinamente segura de que a criatura que estava parada ante ela no era o freqentemente protetor e divertido drago que tinha 
estado com ela a maioria de sua vida.  Um sorriso repentino levantou seus lbios quando ela enviou uma chamada forte, silenciosa, estridente atravs do castelo. 
         - Marinha para, que vergonha.  Voc acredita que te machucaria? -   Ele inclinou sua cabea na pergunta enquanto que ela tragou firmemente.  Ele se movia 
como Garron, veloz como ele o fazia, contudo, ela sabia, nas profundidades de sua magia que este no era o drago que lhe tinha treinado nos ltimos anos. que tinha 
guardado a suas e suas irms.  Nunca ele sugeriria a mentira a ou a traio de sua irm, por nenhum motivo da terra.  
         - Quem ? -  Ela estava inteirada da tenso estranha que enchia a caverna, quase clera, to densamente como o vapor que vertia das piscinas.  - Voc no 
 Garron. -  Um grunhido spero da irritao passou sua garganta.  
         -  obvio sou Garron. -  Ele levantou seus lbios em um desprezo leve.  -Voc sabe de outro drago o bastante idiota para alinhar-se com as bruxas? -   
         - Estou segura de que poderia encontrar a vrios, se se mostrassem para mim. -   A doura falsa encheu sua voz enquanto que outra chamada estridente foi 
enviada. por que ningum respondia?  Onde estavam as bruxas, e sua irm?  Onde estavam quo protetores deve ter ouvido a chamada mental? A menos que ele a bloqueasse. 
Doce Misericrdia, ela rechaava estar to indefesa, Garron lhe tinha ensinado a lutar, a raciocinar, ela no permitiria que este drago a derrotasse.  
        Ela era a Encarregada das terras.  Nada ou ningum podia bloquear uma chamada dela. Ela voltou a dirigir a chamada, enviando a magia no  ao castelo, a no 
ser  mesma pedra e a terra debaixo de seus ps. Esta respondeu imediatamente. As paredes do castelo tremeram enquanto a cabea do Garron se levantava em um movimento 
curto, desigual, e estreitava os olhos.  
         - Muito, muito bom, Encarregada. -   Os olhos negros ento se estreitaram nela.  -Voc est aprendendo bem. -   
         - Devo faz-lo.  Garron  professor perito. -  Ela levantou sua sobrancelha zombadora enquanto que as guas ardentes comearam a afrouxar-se e a levantar-se 
dentro da piscina de rocha que os sustentava.  A gua formou uma parede, duvidando em seu lado enquanto que ela moveu para trs mais longe ainda do drago.  O p 
caiu do teto enquanto a terra tremia debaixo de seus ps de novo.  
         - Pequena cadela, -  ele grunhiu repentinamente ante o som dos ps correndo que se repetiam no corredor privado que Marinha tinha utilizado anteriormente. 
Com um flash do poder, foi.  
        A magia que inclua a sua duvidou enquanto ela se centrou nela, o vermelho profundo do sangue e a traio brilhava dentro do ar, mesclando-se com tonalidades 
iridescentes de Borgonha, do marrom e do escarlate.  As cores da raiva, do sangue e da traio. Quando a magia se desintegrou, Caise e Kai'o atacaram na residncia, 
seguidos por Serena pela entrada principal, de vrias da brigada da bruxa e de vrios protetores do castelo.  
         - Marinha? -  Serena escorregou e fez uma parada, olhando fixamente a parede da gua que retorcia de acima, movendo-se ao lugar entre os novos inquilinos 
e sua Encarregada.  Marinha agitou sua mo, enviando a fora a cair suavemente de novo  piscina enquanto que ela olhava fixamente as ondas pequenas cuidadosamente. 
        Garron no era repentinamente na verdade Garron, os magos governavam seu corao, e a magia da que ela no se acreditou capaz agora se movia atravs dela 
como se houvesse se tinha treinado para control-la durante anos.  
         - Marinha? -   Seus magos caminharam perto, vestidos somente com suas calas de couro e botas e seu seios impressionantes estavam descobertos enquanto embainhavam 
suas espadas lentamente, olhando-a confundidos.  
         - Quantos drages de magia existem no Sentmar? -   Ela agitou sua mo para a gua, formando um punho com a mo, ento afagando os dedos aquosos at formar 
um tridente.  To certamente como ela o olhou formar-se, ela sabia que a abrigaria dentro de sua presa.  
         - Sabemos somente do Garron, -  Serena respondeu.  Marinha levantou seus olhos ao Caise e ao Kai'o.  
         -  a meus magos a quem fao esta pergunta. -   Ela manteve seu tom suave, aprazvel, apesar da raiva que se estendia atravs dela.  
         - O que quantos drages de magia ainda existem no Sentmar? -  Os olhos do Caise se estreitaram.  - Em nosso conhecimento, no h drages verdadeiros de 
magia. -  Sua resposta era mais impactante do que ela tinha esperado.   - Nunca os houve. Os drages verdadeiros so pequenos animais domsticos, carinhosos e que 
fazem de sentinela para os sacerdotes e sacerdotisas.  Somente uns possuidores de grande magia podem tomar as formas maiores de seu Garron.  Pensei que sabia isto. 
Garron deve ser um mago querida. -   No, no o tinham sabido.  Pelo menos ela no o tinha feito, e se a expresso de Serena era amostra disso, tampouco o tinha 
sabido ela.  
         - A Magia do Garron  a da pureza e da fora.  Branca, sombreada nos bordas, e cheia das fascas curativas do azul esmeralda e verdadeiro. O Garron ao que 
fiz frente to s faz uns momentos no era o Garron que conhecemos.  Suas cores de magia eram os do sangue e da traio. -   Ela se deu a volta para sua irm, sabendo 
que qualquer aumento do engano contra eles teria trocado repentinamente o curso de qualquer decises seriam tomadas.   - Garron tem um impostor. -   
         - Isto no  possvel, -  Serena sussurrou, sua mo agora agarrou o punho de sua prpria espada, seus olhos que exploraram na residncia como se procurasse 
a verdade.  - A magia do Garron nos protege, igual  de me. Nenhum impostor podia praticar uma abertura nela, no por razes de mal, nem engano. -   
         - A magia de me j no nos rodeia, Serena, -  ela sussurrou, o conhecimento das magias agora que se moviam atravs da terra se filtrava lentamente em sua 
alma.   - Me no pode mais tempo nos proteger, e Garron no est. Temo que agora estejamos ss at que averigemos que   o que foi mau.  
        Ela tinha f completa em seu Garron.  Ele era muitas coisas mas o protetor da rainha sobretudo.  No deixaria s a sua me se ela ainda vivia, e se no, 
ele estaria pendente de Serena.  No era possvel que nenhum dos dois no estivesse vivo... todos os nascimentos e todas as mortes eram reveladas  Encarregada. 
No havia maneira de ocult-lo.  E a morte de algum prximo a seu corao como sua me teria sido algo assim como um sopro em seu mesmo interior.  
         - Marinha, a magia de seu me ainda blinda este castelo, -  Kai'o ento grunhiu.   - inclusive Caise e eu sentimos seu poder.  No se vai. -   
         - O castelo, aye, -  ela respondeu com um sorriso amargo.   - e  assim  at que uma nova rainha fixe seus o prprio poder sobre a terra.  Mas sua magia 
no nos blinda, agora mesmo e Serena, como fez antes me, Kai. Nossa rainha to bem como nosso drago que no est aqui para nos defender e em qualquer lugar que 
estejam, sua magia se bloqueia tambm.  Agora estamos indefesos. -   Ela se deu a volta a sua irm, olhando-a fixamente em suas feies plidas, seu enfurecida olhar 
fixo.  Serena ainda no era nenhuma consorte, seu verdadeiro poder estava desgraadamente preso em seu interior, incapaz defender ao castelo ou s pessoas da terra. 
Os poderes de Marinha se estendiam somente  terra em si mesmo, no s pessoas. 
         - Marinha, no est indefesa. -   Caise caminhou para ela, suas mos se posaram pesadamente em seus ombros enquanto que Kai'o se movia a seu lado.  - Ficaremos 
aqui, neste castelo, at que a verdade seja revelada. Agora no est sem recursos ou fora.  Os magos do Cauldaran vero isto. -   
        Ela se girou a eles lentamente.  
         - Somente os magos poderosos podem tomar a forma de um drago e dirigir a magia dos antigos, -  ela lhes recordou, sentindo a disposio em seu interior, 
cabeceando pelo medo e a pena atravs de seu estmago.   - Esses magos so os que nos traem, meus consortes.  E agora me pedem que confiemos em seus irmos? Igual 
a possivelmente confiemos no que suplantou ao drago  no que depositamos nossa confiana mais alta? Por lei, qualquer par de magos pode agora demandar o trono. Como 
quer que confiemos neles? -   
        Kai'o franziu o cenho ante suas palavras mas foi Caise quem atraiu sua ateno. Uma clera repentina ardia dentro dele, convertendo seu olhar fixo em dourado 
fundido enquanto que ele se girou para seu irmo. Pelo que passou entre ambos irmos, ela no estava segura. At que se deram a volta como um s e dobraram um joelho 
ante de Serena.  
         - Como consortes da Encarregada do Covenan, emprestamo-lhe nossa magia ao igual a nosso direito por lei, Covenan e Cauldaran, princesa Serena, -  Kai'o, 
como o mais maior dos dois fez o ritual.   - De nossos coraes a nosso consorte, e em seus mos. -   a magia brilhou, verdade, brilhante, uma mescla do azul, dourado 
e o aoitar de um tom violeta atravs do ar combinando-se com a labareda a surpresa da lavanda caiu sobre Serena.  
        Marinha olhou fixamente a sua irm com surpresa, detectando sua surpresa no movimento to bem como a surpresa de esses que estavam com eles. Era inslito, 
inclusive em pocas anteriores antes de que a separao, o fato de que um mago, emprestasse em qualquer momento sua magia, ao igual  de seus irmos, para unir-se 
por uma breve quantidade de tempo.  Marinha se girou de novo para os gmeos enquanto sua irm cabeceava lentamente, ela elevou as mos, aceitando a magia emprestada 
a ela.  
         - por que? -   Ela sabia que no os tinha debilitado, que tirasse de sua fora. Mas os gmeos magos no eram exatamente da classe do exterior que compartilhava 
suas prprias unidades.   - por que fazem isto?  Debilitam seus prprios laos ao Cauldaran ao colocar sua magia aqui desta maneira. -  Kai'o levantou sua cabea, 
seus olhos refletiam igual raiva persistente que a que havia dentro do Caise.  
         - Ningum ameaar a nosso consorte, nem a nada do que ela considera como prprio, -  ele ficou rgido, a fria obscurecia sua voz enquanto que vieram lentamente 
a seus ps.  - Como Encarregada das terras, voc est limitada aqui, sua magia, aye, inclusive uma parte de seu alma.  E pelos deuses no verei inclusive uma polegada 
do que te pertence legitimamente a voc e a seu casa roubada. No mais do que ns veramos nossas prprias terras arrancadas de ns.   verdade, debilitamos nossos 
enlaces com nossa terra, mas a terra no  nada, consorte.   somente terra e arbustos, uma iluso do poder. H algumas coisas muito mais importantes que essas iluses. 
        Nada teria podido ser o mais surpreendente, mais impactante. Ou ela pensou isso at que Kai'o agarrou seu brao e comeou a arrast-la do compartimento e 
da parte posterior que se banhavam atravs do corredor privado.  
         - O que  o que est fazendo? -   Ela lutou, to ferozmente como poderia faz-lo contra seu aperto, mas o bastante ou ao menos isso esperava como para 
que se desse conta de seu descontente disso. 
          - Voltando para seu residncia, -  Caise grunhiu detrs dela. -Sangue de Sentinela, sabia que me unir com uma bruxa ia ser prejudicial para meu gnio. 
 que no pode permanecer fora dos problemas, pode, princesa? Inclusive com nossa magia te protegendo, lhe as acertas para encontr-los. Pois os sentinelas so minhas 
testemunhas, meu corao expirar antes de que a cerimnia de unio possa inclusive comear. -   
         - No haver cerimnia de unio at que nossa me a rainha volte, -  ela lhes recordou, franzindo o cenho ante sua prpria decepo. Ela admitia, em um 
pequeno canto de seu corao, que a cerimnia, cheia de tal beleza e pompa, no seria atrasada muito tempo.  
         - Aye, s me recorde algo mais no tentar meu gnio, -  Kai'o disse quando entraram em sua residncia de novo, a magia fechou de repente a entrada logo 
que passaram, protegendo-os contra qualquer ouvido que escutasse ou os olhos que veriam.  
         - Tentar a seu gnio no era minha inteno, mago, -  ela mordeu  a resposta, dando-a volta para lhes fazer frente quando Kai'o a deixou ir suas mos foram 
a seus quadris quando ela apertou seus punhos para manter sua prpria irritao.  
         - Somente estou seguro que no se refere para mim. -   Kai'o fez uma careta enquanto que Caise grunhiu. Nenhum dos dois homens a olhava de qualquer forma 
satisfeitos nesse momento.  
         - Doces sentinelas. 
        Caise jogava fascas quando se deu a volta dela, sua mo que se levantava at seu polegar e ndice beliscando na ponte de seu nariz como se se protegesse 
de uma dor de cabea de propores monumentais.  
         - No posso entend-lo.  Voc encontra problemas mais rpido que as torneiras que voaram uma vez sobre o Cauldaran.  Sempre em algo, sempre te colocando 
em coisas que  melhor deixar sozinhas, e no discutindo e balbuciando pela confuso causada. No  nenhuma maravilha que as bestas desaparecessem quando sua magia 
saiu das terras. No tinham nenhum scio em seu crimes. -   Marinha apertou seus lbios ante esse comentrio.  
        Ela no tocaria, esse tema, no neste momento. No o engano completo de sua queixa.  As torneiras eram criaturas simplesmente juguetonas, nada mais. No 
havia necessidade assim de insult-los. E era mais que bvio que as formosas criaturas, inteligentes se haviam quase extinto por uma carncia de amor dentro das 
terras dos magos. Malditos Homens. Bem, os agora os tinham encontrado, e amado. Logo, muito em breve, lutariam junto com a magia de bruxas de novo.  
         - Ela no est falando, -  Kai'o precisou como se o pensamento no lhe trouxesse o fim da preocupao.  - Nem discute.  Est tramando algo. -   giraram-se 
para ela, suas expresses eram acusadoras, suspicazes.  Os olhos de Marinha se exageraram.  
         - Como te atreve a dizer isso? -   ela balbuciou, reprimindo o rubor que teria manchado suas bochechas.  - Simplesmente no contradizia seu opinio, em 
nenhuma forma e a injustia completa dela. Minha me h dito sempre que os homens devem despachar sua irritabilidade natural enquanto que se apresenta ou se ulcera 
dentro deles como uma feia extenso.  No desejaria uma feia extenso sobre voc. -   Ela piscou com toda inocncia enquanto que seus cenhos se faziam ainda mais 
profundos.  
         - Isso  ao que nos condenaste, irmo, -  Caise grunhiu repentinamente ao Kai'o enquanto ele assinalava a Marinha como exemplo.   - Olha-a, toda inocncia 
e doce calor.  Viu alguma vez, em qualquer momento durante estes ltimos meses, em qualquer momento, inclusive um pensamento de inocncia passar por sua expresso? 
Juraria que ela arrumou este tema para nos atar aqui, a seu lado. No  o que teramos eleito eventualmente, ela  capaz de faz-lo. -   
        Caise soube no momento no que ele disse as palavras que sempre tinha sabido, desde do princpio que no ia voltar para o Cauldaran.  No momento no que se 
deu conta de seu destino, seu poder como a Encarregada do Covenan, ele to bem como Kai'o inconscientemente tinham aceito este fato.  
         - Era perfeitamente inocente at que sua magia luxuriosa me prendeu dentro de meus prprios sonhos e sujou minha mente com sua maldade, -  ela informou 
a ambos levantando seu queixo em desafio.   - Como te atreve  a me caluniar assim, Caise?  A meu, seu consorte, escolhida por ambos, arruinada para outro contato 
por sua magia?  Acredito que estes insultos vo dar lugar a uma cama fria para voc, meu querido mago.  
        OH OH, ela pensava j em utilizar sua cama como objeto de negociao. No o permitiriam. No, pelos deuses, ela e os sentinelas tinham conspirado de algum 
jeito at-los a esta terra e a esta mulher. Bem, por seu sangue que ela poderia agora aceit-lo como sua dvida.  
         - Uma cama fria? Atreve-te a me ameaar com isso? -   Caise se girou para ela, seus olhos se estreitaram atentos enquanto que ele a olhou fixamente com 
fria.   - Voc, consorte, que nos despiste abaixo at um nada, mas que tem fome faria tal ameaa? -  a indeciso cintilou em seus olhos por s um segundo. Ela ento 
cruzou os braos sobre seu seios, olhando-o.  
         - Voc est a parado e perto e cruzado de braos como se unir-se com uma bruxa fosse um destino pior que a morte ou uma perda de magia.  Como devo me sentir, 
quando sou eu mesma a que se uniu contigo? -   
         - Deveria te sentir culpado, -  ele ento grunhiu.  - Esta manh deveramos haver despertado ao calor de nosso consorte e de seu corpo suave. Em lugar disso, 
despertamos com estas condenadas paredes que se estremeciam ao redor de ns e com seus gritos que se repetiam em nossas cabeas enquanto que fazia frente a um drago 
que no podemos nomear nem encontrar. Aye, princesa consorte, culpa da sensao, a quem deve culpar.
        Ela bufou ante a acusao, que a enfurecia somente mais ainda. No tinham feito nenhum plano para permanecer nesta terra, no at que haviam sentido o perigo 
ao que ela fazia frente e souberam que tal separao nunca poderia ser tolerada.  
        Esta era uma mulher que os magos teriam que vigiar diariamente. Se no, somente os deuses sabiam que confuses ela se buscaria.  
         - Adverti-lhes faz semanas que no lhes satisfaria. -  Ela levantou seu ombro negligentemente, fazendo a seus membros apertar-se com uma fome feroz por 
tom-la. OH, ela empurrava. Logo os empurraria alm de todo controle. -Lhes tm feito as camas, agora devem lhes acomodar a elas enquanto lhes ajustam. Esto segundo 
o que h dito presos dentro deste cortejo como eu mesma. No aceitarei por conseguinte culpa quando lhes adverti isso. -   
         - Minha senhora Consorte. -  A voz do Kai'o retumbava de perigo, luxria e necessidade repetidas do Caise por submeter as paixes desta mulher.  
        Marinha se girou para ele, olhando-o fixamente indecisa enquanto seus olhos faiscavam com uma magia mais escura, mais intensa que nunca antes. A retirada 
de sua roupa foi feita com rapidez. Os corpos tinham fome, necessidade de toc-la, de prov-la, de submet-la, os desejos, chegaram a ser supremos.  
         - Aconselharia-te emprestar um pouquinho de ateno e precauo a seus palavras neste momento. -  A voz spera e escura fez correr tremores por sua coluna 
vertebral enquanto ele caminhou mais perto, seu cabelo loiro escuro enredado ao redor de sua face era sensual, seus olhos que a olhavam, intensos.  - E tambm te 
recordarei, de que  seu cama a que chamamos nossa por agora.  Se se requeresse qualquer precauo, ou lhe fizssemos falta, ento estaramos de seu parte. Por que 
 somente uma. -   Suas mos agarraram seus antebraos enquanto ele a moveu bruscamente mais perto de seu corpo, seus olhos olhavam fixamente os seus.  -E ns somos 
dois.  
        Kai'sabia, tinha sabido sempre que esta associao com as bruxas faria a ambos zangar-se. Ele e Caise, elas tinham passado suas vidas separadas, sem os enlaces 
que muitos outros gmeos compartilhavam, independentes um do outro. At este momento.  At esta mulher e esta magia.  Ela fazia uma brincadeira de seu controle, 
de seu controle. De seu gosto, do tato de sua carne de cetim, do som de sua risada ou da vista de sua clera, excitavam-no como ningum ou nenhum outro poderia faz-lo 
jamais. Afetava-lhe em todo, inclusive em sua magia, tinha tido sempre o poder de afet-lo.  
        Suas mos estavam apertadas em seu cabelo, os largos cachos de que se retorciam em espiral que se envolveram ao redor de suas mos em caules do fogo de seda, 
igual como sua magia se envolvia ao redor de seu corpo, de sua alma. Ele poderia agora senti-la aumentar ao redor dele, lambendo sobre sua carne enquanto sua lngua 
lambia a sua, seus beijos eram to ambiciosos, to tempestuosos e quentes como a luxria que flua ao redor deles.  Para o Caise no era menos intenso.  
        Kai'o poderia sentir o enlace com seu irmo, a conexo forjada com sua magia, e seu aumento enquanto que o calor de sua luxria aumentava.  E a emoo.  
Depois seus lbios devoraram seu beijo lhe tirou sua roupa antes de que suas mos vagassem sobre seu corpo nu, a emoo correu em seu interior, envolvendo-se atravs 
dele, ao redor dele, debilitando-o com sua necessidade por esta mulher.  
        Ele estava informado do Caise detrs dela, de seu prprio prazer no tato de seu corpo, de seu aumento da emoo dentro dele tambm.  Como uma pequena bruxa 
obstinada os debilitava desta forma?  Tinham um trabalho de fazer aqui, no s a unio a esta princesa, a no ser averiguar de onde vinham as emanaes de magia 
escura. Embora, no havia magia escura aqui, nesta residncia.  
        Um gemido estrangulado saiu de sua garganta enquanto ele a sentia baixar suas mos por seu abdmen.  As mos como a seda mais suave, mos que dirigiam uma 
espada, que lutavam por sua terra, com todo sua suavidade era diferente a algo que ele tinha conhecido jamais.  No poderia conseguir bastante dela.  No de seu 
gosto, no de seu tato.  
        A necessidade aoitava atravs deles, enchendo-os a ambos de barras de magia ardente, destruindo qualquer defesa fixada em lugar para proteger seus coraes. 
Ela era seu corao.  
        Suas mos eram suaves como as ptalas de uma flor, to quentes como o sol, envoltas ao redor de sua ereo, tirando um gemido spero de seus lbios quando 
ele os colocou nela, movendo-se ao longo de seu queixo, seu pescoo, lambendo-a, provando sua carne enquanto Caise inclinava sua cabea de novo a seu ombro e lhe 
dava um beijo.  
        Seu corpo estava aberto ao Kai'o.  E a pesar do prazer ele encontrou nas mos dela sobre seu membro raivoso, ali haviam prazeres muito maiores, muito mais 
doces para ser encontrados sobre seu corpo.  
        Kai'o baixou suas mos, desunindo seus dedos enquanto que um gesto de necessidade contorsionaba sua face em seu gemido de protesto.  Seus olhos se abriram 
para ver os lbios do Caise o gozar dela, desfrutando de da doura de sua resposta de seus lbios com uma mo afagada em seu queixo e a outra sustentada em seu quadril, 
guardando-a com segurana dentro de sua presa.  Seu longo pescoo, esbelto estava arqueado, seu seios doces foram levantados, os mamilos como cerejas amadurecidas 
duras e alargadas, rgidos em tentadores pontos que desenharam seus lbios.  
        Ele se dobrou para ela enquanto lhe levou as mos cuidadosamente sobre sua cintura, as sujeitando firmemente enquanto sua lngua lambia sobre a ertica fruta 
que o atraa. Os gritos estrangulados dela o impulsionaram mais ainda.  Sua resposta a ele que enviava dardos de  desesperada necessidade que faziam pulsar suas 
bolas.  As esferas se desenharam firmemente debaixo da base de seu membro, a dor, abrasava-o com a necessidade do orgasmo.  
        Mas inclusive maior que essa necessidade de correr-se era a necessidade de prov-la.  De encher sua boca de sua doce essncia e sentir seu clmax o ondular-se 
atravs de sua vulva.  Ele abandonou os seios, movendo-se sempre mais perto s dobras nuas de seu sexo, estava informado das mos do Caise que cobriam seu seios, 
seus dedos que acariciavam nos pontos de referncia.  Ele poderia sentir a sensao, o eco de seu prazer que se estendia atravs dele, a magia e o tato de suas mos 
que a elevavam a maiores alturas da sensao.  E esta era como desejaram seu Consorte.  Lquida em sua necessidade, lhes aceitando, dando-se a eles.  
        Seus dentes rasparam sobre seu abdmen esbelto sentindo-o ondular-se debaixo dele, sua matriz se convulsionava enquanto que suas mos se aplanaram sob suas 
coxas.  Ele depositou pequenos beijos ao longo de toda a zona e ento lambeu na doura de sua carne suarenta.  
        Ela estava mida da cabea aos dedos dos ps, devido ao calor e ao prazer que fazia a seu corpo suavizar-se, no s entre suas coxas, a no ser ao longo 
de sua carne doce cremosa.  Separando suas coxas, ele gemeu ante o aroma da necessidade feminina de sua vulva ardente.  O aroma da terra novamente despertada, limpa, 
clara, de uma promessa do aumento do calor do sol dentro dele.  
        Sua boca se umedeceu, um gemido surgiu de seus lbios enquanto que ele beliscou em seu abdmen.  
         - Posso cheirar seu necessidade, Marinha, -  ele grunhiu.   - Como o nctar mais doce, enchendo meus lbios, meus sentidos. -  Ela se agitou em resposta 
a suas palavras, seus gritos foram silenciados pelos lbios do Caise enquanto que ele bebia da paixo disposta de seu beijo.  
        Suas coxas se separaram, as dobras que ocultavam o inchado broto de seus clitris para revelar a fruta tentadora.  Colocando suas mos ao longo da parte 
superior de suas coxas, ele utilizou seus polegares para separar a carne que reluzia, para olhar a carne avermelhada, a riqueza do rubor do prazer indescritvel.
         - Como o doce mais delicado, -  ele ronronou, soprando suavemente contra o broto ultrasensitivo, sentindo-se que sua magia se intensificava dentro dele, 
ao redor dele, enquanto seu prazer aumentava.   - Poderia me perder dentro desta riqueza, Marinha. -   
        Ajoelhando-se ante ela, ele se inclinou mais perto, levantando uma coxa esbelta e colocando seu p sobre o seu joelho, abrindo-a mais ainda, revelando os 
sucos doces de sua necessidade sempre crescente.  As pequenas gotas de seu orvalhou cobertas de seu xarope sobre as dobras, a creme e o xarope delicados se mesclaram, 
hipnotizando-o com a promessa generosa da paixo.  
        Ele poderia agora ouvir os gemidos do Caise.  
        Um sorriso apertado cruzou sua face enquanto que ele era informado de que ao lhe soltar as mos, ela tinha encontrado a carne atormentada.  A longitude dura 
do membro do Caise recebia atualmente suas carcias exploratrias.  O controle de seu irmo logo se quebraria, e como Kai'sabia, o seu  tambm.  Baixou sua cabea, 
usando sua lngua para agarrar as pequenas gotas do doce suco dos inchados lbios de seu sexo.  Ela se agitou ante seu aperto, em um rouco grito que quebrava a 
atmosfera ardente com suas coxas apertadas.  
         - Sinto tal calor e doura. -   Ele se inclinou para trs durante somente um segundo, jogando uma olhada at ver que as mos do Caise que atiravam em seus 
mamilos enquanto seus dentes, lbios e lngua atormentavam seu pescoo.  
        Ela olhou fixamente para ele, a meada pesada dos cachos desenfreados agora caam sobre um ombro, seus olhos violetas estavam quase negros, todos os pensamentos 
de tortura do Caise esquecidos enquanto ela posava as mos atravs de seu prprio cabelo.  
         - Mais, -  ela sussurrou, seus lbios inchados, fazendo uma careta com fome.  
         - Mais? -   ele brincou suavemente.   - Mais o que, princesa?  Que desejas? -   Ela mordeu em seu lbio, um gemido suplicante vibrava em sua garganta quando 
ele se inclinou adiante, lambendo uma vez na carne saturada e tornando-se para detrs.  
         - Por favor, por favor... - Suas palavras agora eram gritos quando ela empurrou seus quadris mais prximos.  
         - me diga que o que desejas, meu amor, -  lhe impulsionou, a necessidade de ouvir as palavras atingindo em sua cabea.   - me diga o que. -   
         - Kai... - Seus olhos se agitaram fechando-se durante um segundo, sentindo o calor adicional em sua face sensual antes de que se abrissem de novo.  - me 
lamba outra vez. me lamba mais profundamente. -   
        Seus dentes estavam apertados junto com a violenta tormenta de necessidade que pugnava repentinamente atravs dele.  Ele fez como se lhe fizesse uma oferta, 
baixando sua cabea de novo enquanto que ele pressionava firmemente contra as dobras.  Em um, lenta lambida dividiu a estreita fatia e enviou um grito estremecido 
que saiu de sua garganta quando ele se lambeu ao redor de seu pulsante clitris.  
         - No pares. -   Sua voz era rouca, suplicante, suas mos atiravam de seu cabelo em uma tentativa por atrai-lo mais perto quando ele se inclinou detrs, 
lambendo a essncia dela de seus lbios, a ponto de estalar com a multido de sabores que sua doce carne tinha.  
        Seu membro atingia em furiosa exigncia, suas bolas que lhe doam como a ferida mais profunda enquanto que ele a olhava fixamente.  
         - Que mais deseja? -   Ele exigiu a resposta.  
         - Desejo que me transe, -  ela agora grunhiu, sua necessidade era maior que sua vacilao.   - Quereria que voc empurrasse seu lngua to profundamente 
dentro de mi... de minha vulva. Ela gritou outra vez.  
        Kai'o fez como lhe ordenou.  Sua lngua se introduziu em seu interior, lambendo, chupando, transando na vulva mida e apertada, ordenhando-o com fome se 
desesperada enquanto que ele comeou a comer nela.  Possuiu-o, como viciado, preso dentro de uma tormenta que no poderia controlar enquanto que ela estalou contra 
seus lbios.  Seu sexo chorou com sua alegria, fluindo seu xtase nele, a magia e a doce creme que o intoxicava enquanto que seu controle se interrompia. No havia 
controle dentro dos braos desta mulher.  
        Ficando em p ele se moveu rapidamente enquanto Caise o seguia, empurrando-a sobre o brao da cadeira prxima enquanto que Caise se movia ante ele, Kai'o 
escorregou detrs dela. Sua mo aterrissou na carne tensa de seu traseiro, um grunhido que saiu seus lbios enquanto a armadura colorida de sua magia comeou a rode-los 
a todos dentro de uma borbulha ardente, a rica sensao que aumentou somente o prazer.  Quando seus lbios se abriram para gritar  pelo excesso ertico, Caise moveu 
para demandar o doce territrio com seu pulsante membro.  
        Seu irmo agora estava perto de borda com suas prprias necessidades, e Kai'sabia que ele perdia rapidamente sua prpria prudncia. Ele aoitou seu traseiro 
outra vez, olhando-a arquear-se suas coxas mais ainda enquanto que ele movia para reclamar nos limites escuros, quentes de sua vulva.  Levantando seus quadris mais 
acima, ele olhou seu membro, sua largura roar contra a entrada frgil de sua vulva, olhando como a carne rosada o rodeava, ordenhando-o dentro com cada duro embate 
da contrao atingindo a carne interna enquanto que sua mo aterrissava de novo em sua curvada parte posterior.  
         - To quente, to firme, -  ele grunhiu, incapaz separar seus olhos da vista dela que tomava, abrindo-se para ele enquanto que ele introduziu sua ereo 
lentamente em seu interior.  
        Seus olhos se velavam com o prazer, suas bolas que se desenhavam to firmemente contra a base de seu membro que ele sabia que ele estava somente a segundos 
de estalar em seu interior.  Sua cabea caiu para trs, seus olhos se fecharam enquanto que ele agarrou seus quadris e escorregou fortemente dentro das profundidades 
acolhedoras de sua vulva.  
        Ela o rodeou com o fogo, com a magia, com um prazer que ele no poderia negar, nem poderia agentar por muito tempo. J crepitando as sensaes foram aumento 
na base de sua coluna vertebral, advertindo-o que o orgasmo aproximasse. O controle era somente coisa do passado, uma lembrana nebulosa de pouca importncia.  Poderia 
ouvir o membro do Caise que aspirava, os gemidos dela que se foram em crescendo enquanto que a voz do Caise a arrastava mais profundamente dentro do encanto de luxria 
que se tecia sobre todos eles. 
         Kai'o se impulsionou por resistir, o pensamento distante dentro de seu crebro enquanto ele comeou a trans-la, arqueando-se contra ela, sentindo o calor 
e o lquido acender-se e aprisionar seu membro, ondulando-se enquanto que ele comeou a atingir em seu sexo mido. Seus dentes estavam apertados enquanto ele lutou 
para agentar, sentindo o aumento do orgasmo nos tremores que pulsavam atravs de sua vulva.  
        Ela estava perto. To perto. Ele a sustentou, enviando sua magia baixo ela para encerrar seus clitris, para amament-lo com o mesmo calor e aperto carinhoso 
que sua boca teria utilizado.  
         - Disfuta sim, -  ele grunhiu como ele a sentia apertar-se.  - te corra para mim, querida..., suavemente, desfruta, sim! 
        As violentas contraes a agarraram enquanto que ele perdia seu prprio controle.  Fechando-se de repente em seu interior, uma vez, duas vezes, ele sentia 
rasgado, abrasado pela exploso de seu smen que emanava em jorros da cabea de seu membro e que se estendia dentro dela enquanto que Caise comeou a encher sua 
boca.  Interminvel, um prazer que se derramou atravs do corao, enchendo a alma e fazendo de novo das trs partes um todo, combinando, a magia e a mente em um 
caleidoscpio de cor e de emoo, a sensao e o prazer at que os jogou em um brutal xtasi.  
        Quando a realidade voltou, olhou com satisfao como os filamentos de dourado e de azul seguiam  magia violeta enquanto voltava para seu interior, colocando-se 
sobre seu corpo, seus corpos, como uma nvoa, antes de evaporar-se, voltando para esse espao interno dentro deles onde morava toda a magia.  E por um momento, por 
breve instante, ele a sentiu como nunca o tinha feito antes.  Medo, dor, pesar, e um amor que o sacudiu at a mesma base de seu ser.  Nunca haveria outra para complement-los 
como ela.  Igual a como ela nunca encontraria tal prazer com outro varo.  Estavam enlaados. E era por toda a vida.  
        
        
        Captulo Quinze 
        
         
        As torneiras estavam seguras e ses dentro de sua abrigada guarida, apertaram aos novos bebs contra suas mes, amamentando-se famintos, os dois machos completamente 
amadurecidos provavam sua fora cara a cara, lutando com cuidado dentro do claro.  
        Suas grandes asas estavam desdobradas, dando um golpe e atingindo com poderosas rajadas enquanto as garras retradas se fechavam de repente nos poderosos 
pescoos, ou os agudos dentes na pele resistente.  
        Havia uma dzia deles.  Vrios machos no amadurecidos imitando a seus pais, comeando a aprender cedo os costumes das torneiras atingindo e dando patadas. 
Inclusive as fmeas lhes uniam, aprendendo que tinham tambm a fora e a capacidade para lutar. As torneiras viviam durante sculos, e a maturidade demorava dcadas 
em alcanar-se.  Era a razo pela que os seculares os tinham encontrado to fceis de  procurar e destruir.  
        Tinham-nos envenenado com carnes poludas, arrojado os bebs ao ar, e sem o amparo dos poderes de suas bruxas, as criaturas no tinham podido defender-se 
contra tais agresses.  Aqui, dentro do vale esmeralda, combinando seus poderes e estabelecendo o mais forte Garron tinha ensinado s bruxas o passado, os rfos 
no amadurecidos que tinham sido recolhidos faz quase um sculo finalmente eram fortes. Logo, uma vez que alcanassem a idade em que poderiam enlaar-se com a magia 
da terra, e as guerreiras que cuidavam deles, estariam mais seguros.  Enquanto que se multiplicavam e sua fora se restabelecia. 
         Para que estas torneiras no estivessem protegidas somente pela magia das fmeas que os comandavam.  Marinha repartia lentamente o conhecimento a de quo 
adultos tambm possuam magia.  
        O enlace intuitivo entre a terra tinha sido quase apagado pelos magos do passado de todas as criaturas, mas quanto s torneiras, atados a estes bruxas tinham 
estado dotados por sempre dele tinha sido pior. Disso tinha sido faz um milnio, e Marinha tinha aprendido que os grandes animais, aprazveis tinham sido abandonados 
por essa razo somente. Todos os laos aos magos tinham sido quebrados.  Inclusive estes.  
        Enquanto que ela caminhava silenciosamente no claro, os dois machos adultos se abandonaram suas intenes e se dirigiram para ela.  Suas asas se dobraram 
em suas partes posteriores, suas jubas de leo fluam ao vento enquanto que se moveram atravs do claro.  Freando rapidamente, vieram pouca distncia ante ela, olhos 
ambarinos a olharam fixamente com a adorao enquanto que ela se movia para a eles.  
         - Que belezas so, -  ela riu em prazer enquanto deslizava seus dedos atravs de suas jubas bem escovadas. A pele avermelhada ondulou sobre seus corpos 
enquanto que as patas musculosas tremeram em antecipao de seu tato. Ela se tomou tempo acariciando a cada um deles, olhando como as bruxas atribudas a seu cuidado 
se moviam novamente dentro do claro para reunir s criaturas imaturas juntas e as conduzir de novo s guaridas.  
        Malose e Mustafa ronronavam debaixo de seu tato, embora, a arrogncia felina era evidente em suas cabeas completamente desenvolvidas e suas feies largas. 
Empurraram contra ela procurando sua ateno, claramente exigindo a permisso para ir-se.  
         - Vo. -  Ela varreu seu brao para os bosques protegidos que os abrigavam antes de ficar parada  atrs e de v-los dar volta quebrar a correr e levantar 
suas grandes asas.  Em s quatro passos se elevavam o ar e se foram voando ao longo dos limites de magia postos a um lado para eles.  
         - Agora esto aprendendo rapidamente, Marinha. -   Revestisse se moveu para ela, vrios dos brincalhes cachorros seguiam em seus joelhos.  -junto com a 
maturidade dos dois machos, os bebs esto progredindo muito mais s pressas tambm.  Esto aprendendo coisas que nossas avs no tinham nenhuma esperana de lhes 
ensinar sem a participao dos adultos. -   
        Ela agitou aos cachorros, enviando-os a correr a meio galope novamente dentro do claro para perseguir os coelhos de magia que materializavam dentro da erva 
grosa que enchia a rea.  Aye, agora aprendiam rapidamente.  Aprendendo de novo procurar por si mesmos em vez de depender das bruxas para as alimentar, assim como 
aprendendo a proteger-se.  
        Marinha compilou a bruxas juntas freqentemente para enviar festas de seculares magicamente criados  caa para as criaturas enquanto que vrias outras bruxas 
trabalharam com as torneiras para lhes ensinar a defender-se.  Aprendiam trabalhar como unidade, a utilizar seu grande fora e a magia dentro deles para distinguir 
ao amigo do inimigo.  Logo, talvez quando caminhassem seus netos nesta terra, finalmente estariam inteligentes vagar livremente dentro do Covenan de novo.  
         - Sabia que estaria logo aqui, -  Revestisse suspirou enquanto que com eles nos braos caminhava para as guaridas aonde a me e os bebs esperavam dentro 
da cortina.   - poderia sentir seu preocupao pelas torneiras cada vez que te vi. -   Era a responsabilidade do encarregado fiscalizar todas as fases da nova apario 
das torneiras.  Eram uma parte querida dela.  
         - Necessitaremo-los a todos logo. -  Marinha inspirou profundamente quando ela se ajoelhou ao lado da nova me, lhe acariciando o rosto suavemente enquanto 
que um retumbante ronrono comeava a vibrar atravs de seu corpo.  Facilmente doze ps de comprimento e cinco ps de alto, as fmeas da torneira eram mais pequenas 
que os machos, mas poderosas e rpidas.  Ela era a melhor caadora do grupo quando no tinha nenhum beb que proteger.  Ela tinha ensinado aos machos a procurar 
uma vez que alcanou a maturidade, aplicando tudo o que as bruxas no passado lhe tinham ensinado enquanto que ela maturava.  
         - Bem, minha beleza, -  Marinha sussurrou.  -Tem-no feito bem este ano. -Ela olhou aos quatro cachorros que se amamentavam ao lado da torneira.   - Trs 
machos e uma sozinha fmea.  Aumentar seu imenso orgulho a este passo. -A maioria dos jovens eram fmeas, at este nascimento.  
        Os trs vares adicionariam fora ao cl. Ela se moveu para mover seus dedos sobre o alvo suave sob as asas dos cachorros, maravilhando-se em como de pequenos 
eram.  O tamanho de um beb normal, no primeiro ano aumentaria diariamente.  Mas por agora, eram meramente inermes, to indefesos, e desamparados, que seriam tragicamente 
fceis de matar.  Como  sua me.  At que os cachorros no fossem desmamados ela no poderia voar, no poderia defender-se, toda sua fora estava em fortalecer suas 
crias.  
         - Pode ficar muito tempo? -  Revestisse perguntou enquanto se inclinava contra a parede da rocha, seus braos se cruzavam sobre seu colete de couro enquanto 
Marinha jogava uma olhada para ela.  A expresso da bruxa era fechada mas seus olhos estavam cheios de preocupao.  
         - Durante um ratito. -   Marinha ficou em p, chamando os outros jovens a ela para comprov-los, usando sua magia para discernir qualquer problema que pudessem 
ter.  Nas primeiras dcadas de sua vida, as torneiras eram propensas a muitas enfermidades que somente a magia mais forte da Encarregada poderia curar.  Sem ela, 
muitos deles morreriam.  Era somente outro ponto levado em sua alma.  Outro lao ao Covenan que nunca poderia ser quebrado. 
          - Seu limitao  estadia dos magos. -   Revestisse atirou da trana negra grosa que mentia sobre seu ombro, jogando com os extremos enquanto que a preocupao 
obscurecia seus olhos.  -  Pode entretanto trabalhar com os machos em seu treinamento?  
        As  outras no eram o bastante poderosas, sua magia era muito fraco para controlar as enormes bestas durante estes anos de treinamento no ar.  Era imprescindvel 
que trabalhasse com eles, que Marinha emprestasse a magia da terra como proteo enquanto que aprendiam para que sua prpria magia os ocultasse e  protegesse.  Ela 
sonhava com um dia em que as torneiras vagariam pelo Covenan enquanto que as lendas antigas diziam que um dia vagaram por todo Sentmar.  
         - Trabalharei com as torneiras, -  Marinha respondeu enquanto tocou as asas musculosas do jovem, comprovando para saber se haviam deformidades ou leses. 
Atingiram em suas mos, grunhiram juguetonamente e beliscaram em seus dedos quando ela os fez ccegas debaixo de suas patas para comprovar e saber se havia sensibilidade 
ali.  Estavam em sade perfeita, crescendo to fortes e ferozes como deviam ser.  
         - O que tem que os magos, Marinha?  Especialmente dos Veressi, devero chegar logo.  Como protegeremos ento s torneiras? -   Revestisse lhe perguntou. 
        Ela conhecia tambm as lendas, as histrias de como o encarregado das terras do Cauldaran tinha amortecido as lembranas das torneiras, roubando suas capacidades 
para proteger-se por si mesmos, para sobreviver sem as bruxas na vingana por sua desero.  
        Os Veressi, tinham dirigido a magia da terra durante tanto tempo como tinha havido notcia de tais coisas. At que na casa do Sellane tinha nascido um encarregado 
posto que tinham demandado Covenan como seu prprio. Sua raiva e pequenos enganos tinham sido a causa de incontveis mortes de bruxas nesses primeiros anos depois 
da separao entre as duas magias.  
         - Sero protegidos. -  Ela se encolheu de ombros, como se o pensamento no a preocupasse.  - Meus consortes deram a Serena inquestionavelmente o acesso 
a seus poderes com nossa unio at que chegue nossa me a rainha.  Com a ajuda da terra, prevaleceremos, igual como o temos feito sempre. -   
         - Marinha, o que h do resto de ns? -   ela ento pediu.   - No pararo aos guerreiros do Veressi  ningum mais que seus amos.  Rhydan inclusive agora 
espreita a Selectra, convencido de que seus poderes se alinhariam.  Ela se oculta para assegurar-se de que ele e seu irmo no pode forar o alinhamento.  Precisamo-la 
lutando conosco, no ocultando-se desses condenados guerreiros. -   
         - Falarei disso ao Caise e ao Kai'o. -   Marinha se separou dos jovens e olhou fixamente ao cu de onde os dois machos adultos se mergulhavam para a terra, 
levantando somente as patas a ponto de estelar se e voltando-se para elevar gracilmente de novo dentro do ar.  Cresciam em fora e em resistncia.  Aprendiam j 
como colocar seus amparos de magia, e como conectar com a terra para obter indcios de problemas.  
        No  que pudessem sempre ser o bastante poderosos para defender-se contra todas as coisas, mas enquanto que estivessem no ar, seriam eficazes em ataques 
de preveno de abaixo.  
        Ela poderia sentir Revestisse detrs dela, sua preocupao que continha uma excessiva quantidade de frustrao ante as curtas respostas de Marinha.  O que 
poderia ela dizer neste momento?  Muitas coisas ainda estavam tambm ocultas para ela, o engano que os sombreava as ocultava bem.  O conhecimento de que havia outro 
drago, um capaz de imitar ao Garron quase perfeitamente, era causa de grande alarma. Ele era sua defesa final. Seu ltimo amparo contra qualquer ameaa.  
         - Marinha, temos medo, -  Revestisse ento disse suavemente, sua voz tremendo ante a admisso.   - No podemos lutar contra o alinhamento se os guerreiros 
a forarem. Nosso controle e nossa opo nos sero arrebatados e estes guerreiros parecem bem capazes de seguir adiante contra nossa vontade. -   
         - Caise e Kai'o proibiram, Revestisse.  Eles so magos, os guerreiros devem lhes obedecer. -   Os punhos de Marinha se apertaram enquanto sua prpria frustrao 
comeava a crescer.  
         - Marinha somente, os Veressi so os encarregados do Cauldaran, igual como seu  a Encarregada do Covenan.  Governam, inclusive sobre os reis do Cauldaran. 
Seus magos no so superiores a eles. -   
        E isto era o que ela temia sobretudo.  Que os Veressi fizessem cumprir os votos do Caise e do Kai'o ao Cauldaran para proteger sempre  terra e aos encarregados. 
Igual como suas bruxas faziam seus prprios votos sobre proteg-la.  Cada um era ao limite da honra para fazer o que ela ditava era a melhor para as terras que ela 
protegia.  
         - No teriam prometido seu amparo se no pudessem faz-lo cumprir. -  Ela finalmente inalou profundamente, convencida disto. Aye, seus magos ocultavam muito 
dela, e isto sabia.  Mas pronunciariam uma mentira, eles somente ocultariam a verdade.  
         - Devo voltar para castelo, Serena necessita a seu lado por agora.  Manten a Selectra e Samara aqui contigo durante nos prximos dias. Juntas, as trs podem 
colocar amparos adicionados contra os Veressi se detectarem as torneiras. Voltarei em alguns dias para ver se os machos esto inteligentes para comear seu treinamento 
sobre os bosques.  No podemos comear suas lies at que a magia ganhou bastante fora em seus interiores para combater qualquer influncia dos magos. -   
        Ela temia que no fossem os magos situados no castelo, ou a seus guerreiros aos que tivessem que temer.  Quem quer que tinha tomado a forma do Garron e agora 
movia aos seculares era sua preocupao maior.  
        Quando se girou para voltar de novo para as cavernas subterrneas do castelo, Mustafa rugiu enfurecido fazendo-a parar-se surpreendida.  Ao mesmo tempo, 
que sentia uma imperativa convocao, uma alerta nas profundidades de sua alma do perigo que ressonava em seu interior.  Mustafa e Malose apareceram nos mesmos bordas 
da rea protegida, suas asas atingiam na magia, sua exigncia pela liberdade que repetia atravs do vale inclusive enquanto que a chamada se repetiu atravs de magia 
de Marinha.  Ela enviou uma ordem ensurdecedora s torneiras para que retornassem a terra.  Um movimento descuidado os podia machucar em sua raiva.  
         - est-se atacando uma das granjas, -  ela gritou de novo a Revestisse.  - te prepare para montar... -   Ela interrompeu quando Malose e Mustafa se mergulharam 
para a terra, atingindo com as garras em cima de grandes montes de sujeira e de erva como suas garras cavaram nela, suas asas que enviavam uma rajada de ar que 
quase levantou marinha de seus ps.  Os olhos do Malose brilhavam intensamente com fria quando ele rugiu detrs nela, exigindo claramente sua liberdade.  
         - Selectra deve estar em perigo, -  Revestisse gritou  como ela funcionou a ela.   - Malose  o mais protetor com ela. Quase tanto como Mustafa o  contigo. 
-   
         - Ir ! -Ela ordenou s enormes bestas, assinalando para suas guaridas.   - No esto preparados. -   Nesse momento o poder brilhou intensamente sobre seus 
ventres e as patas pesadamente musculosas.  A magia ressonou ao longo das reas que eram as mais fracos dentro do ar.  Mustafa rugiu, mas Malose, por uma vez, era 
mais ruidoso, mais feroz.   - Condenado, no temos nenhum tempo para isto.  So inexperientes. -   Ela no poderia deix-los, contudo rechaavam retirar-se ou aceitar 
suas palavras sobre a segurana das bruxas.  E as chamadas por ajuda se faziam mais estridentes.   - Revestisse, voc montar ao Malose. -   Ela tomou a deciso 
rapidamente.  Conectaram comigo e te emprestarei a fora para control-lo e para ajudar a seus protetores.  No podemos esperar mais tempo. -   Nesse instante, sem 
o gesto para permitir que montassem, ambas as torneiras ficaram sobre a seus ventres enquanto as bruxas saltavam a suas partes posteriores, sustentando firmemente 
os grossos arns que usavam durante o treinamento para acostum-los ao peso e para prepar-los para a cadeira de montar.  
        As torneiras no aguardaram a ordem para voar e em segundos as bruxas que asseguravam seus ps dentro dos estribos largos, as criaturas levantaram suas asas, 
deram um salto e se elevaram no ar.  Malose rugiu em raiva enquanto que Marinha abria uma sada na barreira de magia para que eles os atravessassem.  Quando o fez, 
sentiu uma mudana repentina em seu poder, uma combinao, um aumento de fora que ela no tinha esperado.  
         - Estaremos no ar dentro de segundos.  Os pensamentos do Kai'o se verteram repentinamente em sua mente, sua magia se envolvia ao redor dela e das torneiras 
protetora.   - Seguiremos seu poder e estaremos detrs de voc antes de que saiba.  
        A magia escura flua.  Ela poderia senti-la, retorcendo a pureza de magia que flua geralmente ao longo da terra.  
         - Atacam as granjas no borda do leste das fronteiras.  Mantm  s bruxas da Selectra abaixo.  No duraro muito tempo.  Ela enviou uma exploso de poder 
 terra, ordenando  fora que se centrasse ao redor de suas guerreiras.  
        Ela poderia senti-la o fluir, construindo-se nas correntes de magia situadas abaixo enquanto que apressava para as outras mulheres.  Malose rugiu, ganhando 
velocidade enquanto que tomavam as correntes de ar, agarrando a magia oculto enterrado dentro dele e adicionando-o ao protetor em seu ventre enquanto que apressaram 
atravs do cu.  
        Marinha se maravilhou das capacidades das torneiras nos ltimos meses, da magia que ganhavam e de suas capacidades de atingir ligeiramente nela.  Depois 
voaram para as granjas longnquas, ela estava inteirada de que os mochos de neve apareciam repentinamente em seu lado, os guerreiros que se inclinavam perto dos 
mochos se apressaram atravs do ar.  depois de jogo, Marinha agarrou a juba da Mustafa mais apertadamente, inclinada mais perto e sentindo o pequeno aumento na velocidade 
enquanto que atingiram a corrente termal para a batalha.  
         - Temos guerreiros mais perto, pensamentos do Caise mesclados com seu medo.  Agora esto dirigindo ali.  
        Marinha cabeceou ferozmente, concentrando sua magia nas criaturas nela e Revestisse voando com eles, fazendo cumprir seus amparos, inteirada do Caise e do 
Kai'o faziam igual com seus mochos.  
        Ela fiscalizou sua fora, a resistncia, e o olhou cuidadosamente para qualquer amostra da debilidade.  Nunca tinham estado em batalha com exceo do treinamento, 
e nunca tinham feito frente a um inimigo verdadeiro.  Ela poderia sentir seu corao bater em seu peito, o medo que gelava sua coluna vertebral a que um deles se 
debilitasse, ou a que ela os falhasse de algum jeito. 
        No podiam permitir-se perder inclusive a um dos machos adultos.  Sem eles, seriam vrios sculos mais de reconstruir a fora das torneiras.  
        Quando se aproximaram da batalha, ela sentiu um golpe repentino de dor o encher seu peito, o medo e a dor a encheram enquanto contemplava a imagem repentina 
de Serena que caa a terra, o sangue florescia atravs de seu abdmen lanou um grito de rechao horrorizado.  
        As torneiras se dirigiram  terra quando ela enviou um pulso de magia, enfurecida, a magia furiosa que sujeitou a terra, fazendo s rvores sacudir-se, os 
ramos quebrar-se para derrubar-se sobre quo seculares atacavam enquanto os ventos comeavam a formar redemoinhos-se em mini ciclones, arrastando aos seres humanos 
de seus ps para deix-los cair de repente somente de novo sobre a terra.  
        Ela voava sobre a Mustafa quando a torneira aterrissou, alcanando a sua irm queda enquanto que Garron se materializou repentinamente com sua me em seu 
lado.  O caos encheu o bosque enquanto a fria da magia da Encarregada, consolidada pelo poder dos magos, rasgada atravs da pequena fora secular.  Selectra, Samara 
e Revestisse se moveram ao redor da forma queda de Serena, sua magia a envolvia enquanto Marinha caminhava ante o Garron, a magia da Encarregada parava seus ataques 
a seu lado.  
         - Marinha, far a um lado. -  Amoria a olhou fixamente assustada com surpresa enquanto que a rajada de magia os sustentavam a ela e Garron em seu lugar. 
         - Marinha, Qual  o significado disto? -   o drago grunhiu, seus olhos negros que cintilavam com as fascas amarelas enquanto que ele indicava a magia 
que o sustentava.  
         - Vejo um drago, uma forma e um ser do tamanho e fora do grande Garron, -  ela sussurrou ao cantar  terra e  magia que emprestava ateno a sua chamada. 
-me revele agora se ele for escuro, magia de verdade e a magia profunda, amigo se atrasar, inimigo dormir. -   A terra, a magia, o poder da fora de seus consortes 
ardeu em uma caldeira do poder que aprofundava, formando redemoinhos-se ao redor do Garron ao resplendor em um esplendor ardente antes de lentamente de retroceder. 
         - J te explicar mais adiante, -  Garron grunhiu passando alm dela, levantando Serena em seus braos enquanto uma tonalidade do arco ris de magia aveludada 
os envolvia a ambos.  Igual a tinham chegado rapidamente, desapareceram.  
         - Marinha, que acontece seu mente? -   Amoria estalou  enquanto que os gmeos e os guerreiros do mago comeavam a ascendente com os poucos seculares que 
ainda viviam para captur-los dentro de enlaces de magia.  
         - O que acontece seu mente, me? -   A lgrimas umedeceram seus olhos enquanto fez frente a sua rainha, sua me, sua alma que oscilava com as feridas de 
Serena, com a traio que deveria ter acontecido certamente. -Olhe a seu redor.  V o que comeou aqui.  V o que colocou em perigo a vida de sua filha devido a 
seus ordens de que ela receba a estes guerreiros assim como a seus magos. -   Ela assinalou aos dois mortos.  Os guerreiros do mago tinham cado entre os seculares 
enquanto que a terra lhe revelou a verdade.   - Capturamos aos guerreiros do Veressi, me, e dois deles nos traram. -   
         - Marinha, isto no  possvel. -   Kai'o estava parado a seu lado, suas mos agarrando-a repentinamente em seus braos enquanto que Caise olhou fixamente 
ela pensativamente de detrs sua me.  
         - So guerreiros do Veressi. -   Ela se separou seu abrao.   - Seus antepassados traram ao Covenan faz mil anos e agora nos traem de novo. -   Dando-a 
volta para ele, ela sentia sua clera, seu rechao a que tal coisa pudesse ter ocorrido.  - Pergunta a seus guerreiros da Talgaria, -  ela disse com desprezo, assinalando 
ao Rhydan e ao Torrian Talgaria que estavam parado estoicamente ao lado dos guerreiros cados.  - lhes pea que, porque era sua magia a que as destruiu enquanto 
que ele enviou o sopro da morte a minha irm.  Que mais, meu Consorte?,  - ela grunhiu o ttulo, -  teria podido se separar-se sempre atravs de magia que lhe deram 
para dirigir?  A magia o que era do mago que poderia ter a fora.  Magia do Veressi. -   O conhecimento veio lentamente aos olhos do Kai'o.  Ele a deixou ir, olhando 
fixamente detrs seu irmo furiosamente.  
         - Eu no dava nenhuma ordem, -  Amoria disse com fria repentinamente.  - Quem acredita que exigiria tal coisa em minha ausncia?  Garron veio a voc a 
blindar o castelo contra suas exigncias quando enviou a chamada  terra, mas no se feito nenhum outro contato desde que fui aos templos.  Nunca teria pedido tal 
coisa de qualquer de vocs. -   
        A magia desenfreada que enchia a rea se acalmou lentamente enquanto Marinha olhou fixamente a sua me sem compreender como Mustafa se moveu mais perto, 
protegendo-a.  Ela piscou, dando-se conta da raiva que transformava as feies de sua me enquanto o fazia frente.   
         - Seu mensageiro chegou com seu selo pessoal e seu ordem de que Serena permitisse o Ritual de recepo aos Veressi.  Somente a arrogante demanda de seus 
guerreiros da Talgaria pelo trono at seu volta permitiu que ela se negasse a essa ordem. -   Amoria se tornou para trs, empalidecendo, seus olhos esmeralda brilhantes 
estavam exagerados pela surpresa.  
         - Eu no faria tal coisa, -  ela grunhiu, seus lbios se apertaram enquanto que ela girou o olhar fixo a esses agora reunidos dentro da rea da batalha. 
Os magos e os guerreiros estavam paradas depois da bruxa e dos gmeos do Sashtain. Suas cabeas foram estavam elevadas, suas expresses enfurecidas. No gostavam 
disto mais do que ao Caise e Kai'o lhes pareceria. por agora, estavam silenciosos, mas Marinha poderia sentir sua fria em aumento. 
         - A magia escura trabalho aqui, me, -  Marinha lhe disse, sua voz estava rouca pelas lgrimas que ela retinha.   - Um drago que cremos era Garron esteve 
dentro do castelo vrias vezes, falando com Serena, procurando nos convencer de que permitssemos aos Veressi acessar dentro do castelo, convencer a nossas bruxas 
de que permitissem o alinhamento e a unio.  As ordens vieram com seu selo, e nossas guerreiras foram atacadas duas vezes as mesmas semanas.  Estamos em guerra, 
e os Veressi esto de algum jeito implicados. -   
         - Discutiremos isto mais adiante. -   Amoria ficou erguida, real.  -Rene a seus guerreiras juntas e leva a essas torneiras de novo a seu vale.  No h 
maneira agora de ocultar sua presena, assim adicionarei a magia adicional para consolidar o que seus magos estejam em seu lugar. -   Ela cabeceou ao Caise e ao 
Kai'o.  
         - Garron me est chamando ao lado de seu irm, Marinha. -   A pena alterou suas feies enquanto seus lbios tremiam.  -Vo depressa a casa. -   To rapidamente 
como suas palavras saram de seus lbios, ela se teve ido.  
         - Serena. -   Marinha sentia suas pernas debilitar-se, as midas lgrimas que encheram seus olhos ante o pensamento do que significavam as palavras de sua 
me.   - Vem.  Caminharemos pelas sombras - Caise grunhiu.   - agora d seus ordens a seus guerreiras, consorte. -   Seu corpo estava rgido alerta ao igual a Kai'o, 
seus pensamentos agora blindados, mas a raiva que vinha deles fazia a seus olhos brilhar intensamente, suas expresses eram uma vista apavorante.  
        Somente o mais forte de magos poderia caminhar pelas sombras, compreender que os seus tinham capacidade dita no a surpreendeu muito.  Lhe deu ordens rapidamente, 
mandando a Mustafa e ao Malose de volta ao vale para proteger o cl antes de d-la volta de novo para seus magos.  Cada um agarrou um brao, e em uma onda brilhante 
de poder, apagando o espao e o tempo at o exterior do corredor da residncia de Serena.  
         - Deixaremo-lhe aqui.  Se nos necessitar...  -   Os dedos do Kai'o tocaram sua bochecha enquanto lbios do Caise pressionaram em seu cabelo.  Por um momento, 
um calor incrvel a rodeou.  Amparo.  Segurana.  Sua respirao desapareceu ante as sensaes.   - Se nos necessitar, somente estamos a um pensamento de distncia, 
-  Caise disse enquanto suas mos se moviam para baixo de seu brao e Kai'o se inclinava mais baixo para beij-la-os lbios trementes enquanto que ele sussurrou. 
         - Querida. -   ento eles se foram a pernadas de seu lado, seus corpos musculosos altos tensos, preparados, como se dirigissem para a batalha.  E ela temia, 
que eles dirigissem para esta.  
        
        
        Captulo Dezesseis 
         
        
        O castelo dos Veressi se levantava com esplendor real nos bordas externos do Cauldaran.  Pendurado sobre uma montanha sobre a que trovejavam os mares, brilhavam 
com um resplendor perlino, cintilava a magia e os secretos da terra que mantinham como encarregados.  Debaixo do castelo, as guas dos mares raivosos se sacudiam 
e atingiam contra os escarpados, enquanto que os bosques sombreados e os vales escuros o protegiam pelos outros flancos.  
        Era um lugar de mstica poder, de secretos longo tempo guardados e de magias caticas. Estavam aqui os Veressi protegendo Cauldaran e uma vez tambm Covenan. 
daqui, em um ponto onde se dizia que a magia tinha comeado, fiscalizavam todo Sentmar.  No governaram, aos que protegiam a terra lhes estava proibido governar 
a sua gente.  Sobre, as luas geme as do Sentmar a fiscalizavam como os olhos dos sentinelas, olhando com fixidez sem fim da fortaleza dos encarregados.  
        Caise e Kai'o aterrissaram com seus mochos dentro dos ptios de pedra  enormes, antes de desmontar com clera tensa.  O vo ao santurio durante todo o dia 
tinha feito pouco por liberar os de sua preocupao, e inclusive menos para acalmar sua raiva.  
        Quo guerreiros tinham estado do bando dos seculares, como Marinha tinha acusado, eram guerreiros dos Veressi.  Tinham sido dois dos mais poderosos, da maioria 
dos gmeos confiados dentro das filas dos Veressi.  
        Era impossvel acreditar que os magos tivessem sido inconscientes das temerrias aes de seus guerreiros.  Enquanto que aproximavam das altas portas duplas 
incrustadas de prolas, fizeram girar abertas as dobradias silenciosas, a magia atravessava o castelo envolvendo-se sobre eles confortando, abraando.  Tinha sido 
sempre assim.  
        Aqui a magia da terra era levada, daqui flua aos mares raivosos e quo correntes conduziam a ele.  Alimentava todo Sentmar em cada direo.  Alimentava 
as razes das plantas que a sua vez davam sua generosidade ao ar.  Os animais da terra eram alimentados por ela, ao igual  gente.   exceo da terra dos seculares. 
A magia se separava dessas terras a muito tempo tempo, rechaando permanecer onde no a recebia bem.  Os seres humanos a desprezavam, amaldioavam-na, negavam-na, 
at que a magia os abandonou.  
         - Sashtains, recebo-lhes em nome do Veressi. -   Das sombras do grande corredor apareceu uma moa.  O cabelo da cor da meia-noite fluiu para seus quadris 
enquanto que os grandes olhos de prata os olhava de uma face de beleza perfeita.  Caise e Kai'o se pararam ante ela, franzindo o cenho pensativamente ante o sentinela 
alto Sacerdotisa.  Ela era de uma das mais poderosas sua terra, entre os poucos escolhidos cujas poderes estavam em segundo lugar somente sob os deuses, o sentinela 
eleito, e eles mesmos.  
         - Sacerdotisa, -  Caise grunhiu seu ttulo, inclinando-se respetuosamente enquanto que a suspicacia se levantou dentro dele em sua presena.  
         - Caise,  meu prazer maior saudar o Consorte do encarregado do Covenan. -   Seu sorriso era quente, uma delicada curvatura de seus lbios de cor vermelha 
rubi enquanto seus olhos cintilavam com humor.   - o alinhamento de tais grandes poderes satisfaz a sentinela eleito enormemente. -   Kai'o inclinou sua cabea cortesmente. 
         - Estamos aqui para ver os Veressi, sacerdotisa. -   Ele manteve sua voz respeitosa, apesar da fria que se estendia atravs dele.  
         - Sim. Sei. -   Ela a enlaou as mos em sua cintura, sua atitude tranqila fazia pouco por apaziguar sua clera.   - Os Veressi no esto disponveis neste 
momento. -   Seus olhos se obscureceram com tristeza.  -deram-se conta do engano dos gmeos do Delmari quando comeou a batalha.  foram a averiguar a causa de tal 
engano. Esto profundamente consternados e procuram aprender porqu esses poderosos guerreiros se voltaram para as artes escuras.  Dizem que lhes transmita seu pesar, 
e esperam lhes ver no termino de alguns dias em que cheguem ao Covenan.
         - Ela minta.  O conhecimento lhe surpreendia.  Caise o sentia, igual a ele ouviu os pensamentos e o olhar do Kai'o dentro de sua mente.  Aye, ela mentia. 
Como sabia no estava seguro.  
        Ela transbordava de beleza e vida, magia em sua forma mais pura igual como o faziam as outras sacerdotisas do sentinela eleito.  Somente os mais puros, os 
mais fortes das seitas de magia eram aceitos como sacerdotes e sacerdotisas do sentinela eleito.  Seus deuses no aceitavam nada menos.  Esta, Nmesis, nunca tinha 
ressonado com algo menos que a magia mais pura, a atitude mais doce, at este momento.  Mas no havia desafio nela.  No neste momento.  
         - Lhes proibiu a entrada ao castelo do Sellane, inclusive a Encarregada mesma fixaram a terra para proteger-se contra eles, -  Kai'o precisou tranqilamente. 
         - E acreditam que lhes evitaro chegar? -  Nmesis sorriu lentamente.   - So os encarregados da magia, Sashtains.  No s os encarregados de magia do Cauldaran. 
A terra responder a eles como o est fazendo. Inclusive a magia do Covenan deve inclinar-se ante os mais altos encarregados. -   
        Ela no estava to segura como parecia. Caise tomou cuidado de manter em alvo sua expresso, sua magia se conteve firmemente e seus secretos foram gradeados 
pois sentia os minuciosos ecos de seu poder que o sondava.  A pequena bruxa, acreditava que sua magia era maior que a de um casal de magos.  Quem se tinha atrevido 
a convencer a de tal insensatez?  
         - Agradecemo-lhe, sacerdotisa, o te haver reunido conosco com estas notcias. -   Caise o seguiu enquanto Kai'o se inclinava, as palavras se deslizavam 
facilmente dos lbios de seu irmo apesar da clera que abrasava dentro dele.  
         - Falaremos com os Veressi a sua chegada. -  Nmesis inclinou sua cabea suavemente quando se levantaram.  
         - E quando vos separarem  Encarregada do Covenan de suas terras? -   ela pediu com a despreocupada preocupao estudada.   - Entendo que tal coisa  difcil 
para uma bruxa, mas ser consorte dos gmeos magos requer sempre ajustes. -   
         - So nossos encarregados os que entendem que no pode ser separada de suas terras, Sacerdotisa. -  Kai'o assumiu a preocupao interessada, apesar da tormenta 
ardente que ele se sentia dentro dele.  Nmesis sorriu com expresso paciente. 
         - Absolutamente.  Voc deve for-la aceitar as direitos que tem sobre ela, Kai'o.  As bruxas esto agentando, sua fora vm de seus magos, nunca da terra. 
Ela primeiro protestar contra isso, como  sua magia, mas com o tempo, ela o aceitar.
         - Com sua morte talvez - , Caise trovejou na mente do Kai'o.  Agora vamos, irmo.  Repentinamente, temo que pudemos ter feito um engano grave ao voar a 
este lugar.  
         - Aye.  E alertado aos Veressi de muito mais que nossa clera, Kai'o conveio, encontrando agora comodidade em sua capacidade de alcanar dessa maneira ao 
Caise. Era a consolidao, compartilhavam no s seus pensamentos, mas tambm sua magia.
         - Agradecemo-lhe isso de novo, Sacerdotisa. -   Kai'o se inclinou.   - Agora nos partiremos. -   deram-se a volta como um s, andando a pernadas do castelo 
e dando-se pressa em montar aos mochos de novo que frisaram suas plumas ante o conhecimento nervoso das estranhas emanaes de poder que vinham do castelo dos encarregados. 
        Caise e Kai'o ambos detectaram a tentativa mgica de empurrar alm de suas defesas e de sondar em seus pensamentos mais profundos como uma sombra  espreita 
nos bordas de um quarto do iluminado por velas.  
        Montando os mochos com uma ordem para voar, permaneciam silenciosos, guardando-se e seus pensamentos at que estivessem bem longe do centro de poder.  
        Pelo sangue do sentinela, o que esta acontecendo aqui?  A pergunta do Caise se afundou nos sentidos do Kai'o.  
        No temos repentinamente confiana em nossos encarregados nem nas sacerdotisas dos templos.  O drago no  o drago verdadeiro e os guerreiros de mago esto 
trabalhando com Seculares?  Digo-te que, Kai'o, eu no gosto dos enganos que detecto repentinamente.  Nem eu gosto da idia de apresentar-se suspeito pelo dia.  
Os Veressi tm acesso a grande poder, o poder da terra e o poder da escurido.  Igual como nossos antepassados tentaram restringir s bruxas e destruir sua oferta 
pela liberdade, assim parece que os Veressi tambm procuram isso.  Mas no posso acredit-lo sem v-lo com meus prprios olhos.  Se nossos encarregados se entregaram 
ao poder minsculo do mundo terrestre, Sentmar em si mesmo ser afortunado se sobreviver ao cataclismo vindouro.  No posso acreditar que os encarregados, da terra, 
permitam tal coisa.  
        Mas ele no poderia estar seguro.  Nmesis era considerada uma das sacerdotisas virginais mais poderosas.  Ela no tinha tomado nem a magos nem a sacerdotes 
para unir-se com eles, e se tinha movido pelos templos como um cone de serenidade e fora.  No podiam acreditar que os enganasse...  As ramificaes eram impensveis. 
Este era um conhecimento que os outros deviam saber, os magos e quo guerreiros aguardavam fora do castelo esperando as notcias que lhes trariam.  Mas em quem poderiam 
confiar e quem os trairia? 
        * * * * *
        A magia rodeou Serena, uma magia diferente de qualquer que Marinha tivesse conhecido alguma vez.  Garron estava imvel em sua cabeceira, suas garras coriceas 
apareciam sobre a ferida de Serena com cores mbar, verde e tons de vermelhos mais escuros tocaram sobre ela.  A seu lado, sua me caminhava de um lado a outro, 
sua face estava molhada pelas lgrimas, seus olhos esmeraldas estavam escuros de dor e raiva quando ela apertou as mos e se largou a seu lado.  
          - Amoria, deixa de caminhar, -  Garron grunhiu, seus olhos ainda estavam fechados enquanto ele trabalhava a magia sobre e com Serena.   - No te jurei 
que ela estaria bem? -   Ele era a calma no centro da tormenta, como o tinha sido sempre.  Essa era a uma coisa Marinha tinha notado com o impostor. No havia serenidade, 
nenhuma calma no outro. Garron era divertido, sarcstico e raramente corts, mas j estivesse divertido ou i irritado geralmente, sempre era tranqilo.  
         - Outra de minhas filhas atacada, quase assassinada, e eu no estava aqui para proteg-la. -   Amoria sacudiu sua cabea, seu cabelo loiro platino caa 
da coroa de em cima de sua cabea para fluir debaixo de seus ombros enquanto que as saias de seu vestido sussurravam em seus ps.  -Inclinei-me  poltica a justia 
e a pre - seleccion bastante tempo. -   
        O ser pre eleito pelos sacerdotes e a sacerdotisa que presidiu como a voz dos deuses.  O mais poderoso dos corpos mgicas no Sentmar, e considerado o mais 
sbio.  Amoria seguia sendo uma mulher formosa ainda, com o primeiro rubor de vida.  Aos quarenta e cinco anos, ela aparecia muito mais jovem, e estava disposta 
a arriscar-se  clera dos sacerdotes do sentinela e Sacerdotisas conduzindo a suas bruxas da brigada em batalha.  
        Marinha temia que as tentativas diplomticas de sua me agora tivessem terminado.  As guardis do castelo tinham sido convocadas j  reunio com ela, ao 
igual s bruxas reunidas fora do corredor para proteger as residncias da herdeira ao trono.  
         - Amoria, te acalme. -   A voz do Garron era paciente, embora queixando.  - passei muitos anos protegendo a esta moa e teimosa, eu no permitirei que a 
morte a arranque to facilmente de voc. -   Marinha inclinou a sua cabea, vendo a magia o fluir dele, em um cenho que enrugava sua sobrancelha enquanto ela a confiou 
 memria.  
        A aurola e a sensao de magia eram nicas de cada um, individuais. Garron era particularmente forte, tambm... familiar talvez.  Ela no poderia colocar 
seu dedo nele, ou descrev-lo, igual a se a sensao dela. Ela sabia que era uma de comodidade, embora, irritante s vezes, lhe frustrem freqentemente, mas uma 
magia da que algum poderia sempre depender.  
         - Seu impostor teve diverso movendo-se ao redor e dentro do castelo durante seu ausncia, -  ela finalmente comentou quando Serena comeou a respirar mais 
profundamente, uma pequena cor cobriu suas bochechas onde antes tinham estado plidas.  Primeiro a tinham transportado s piscinas de prata, a magia fundida em si 
mesmo se afundou em seu interior, comeando a cura.  
        Enquanto sua me se relacionou, Garron tinha lutado obstinadamente para salvar sua vida durante esses primeiros momentos cruciais. Agora, ele acaba de lutar 
arduamente, inclusive oferecendo sua prpria fora para cur-la.  
        Ela olhou as feies coriceas do drago apertar-se enquanto que um grunhido silencioso levantou seus lbios.  
         - Quem quer que seja o condenado a mago, ele encontrar seu acesso bloqueado em adiante. Encontrarei-o, Encarregada, no tenha nenhuma dvida disso. 
         - Acredito que encontrando possivelmente seja mais fcil do que acredita. -   Marinha a cruzou os braos sobre seu peito, olhando-o.  
         - Esses eram guerreiros do Veressi, Garron. H pouco dvida de que seus magos esto detrs disto. -   uma careta contorsion suas feies.  
         - Agora no, Marinha, -  ele grunhiu.  -J discutiremos isto mais adiante, quando seu irm esteja curada e se renove minha fora.  Encontra a seus magos 
para acossar e me deixar trabalhar. -   
         - Voc os defende? -   Ela se endireitou lentamente da parede, olhando-o fixamente com incredulidade.   - Certamente, Garron, voc no te atreveria? -  
         - Atreveria-me a te jogar de minha presena at que se termine meu trabalho aqui e no me obedea, -  ele ficou rgido, o sua voz spera.   - Sei bem que 
aparece este ataque e solucionarei o eu tema mesmo, Encarregada.  Voc voltar com seus magos at que te chame para mim.  Agora. -   
        Era uma voz que no admitia nenhuma discusso. Marinha empurrou seus dedos atravs dos cachos com fadiga e olhou em sua irm inconsciente e imvel, seu peito 
se apertava de dor.  Como o tinha feito esses guerreiros para feri-la to facilmente?  Ela tinha a magia do Caise e do Kai'o nas pontas de seus dedos, com todo ela 
tinha rechaado utiliz-la.  E Marinha temia que ela soubesse porqu Serena estava determinada a lhe demonstrar s pessoas que ela agora no necessitava mais aos 
magos do que elas os tinham necessitado antes. Como de absurdos tinham sido. A magia escura que agora trabalhava com os seculares forava uma aliana entre os magos 
e as bruxas que poderia conduzir somente  dor.  Se no  traio.  
         - Marinha, criana. -   Garron suspirou ante sua vacilao.   - Voc mesma est perto de te derrubar. Faz como te digo e logo discutiremos isto. Prometo-lhe 
isso. -   Sua voz a tinha tratado com suavidade enquanto que ela o olhou, rasgada entre sua necessidade pelos magos e sua necessidade de estar ao lado de sua irm. 
         - Vai, Marinha. -   Repentinamente, os braos de sua me estavam ao redor dela, apertando, reconfortando, como o tinha estado durante toda sua vida.  Sua 
respirao estava enganchada em sua garganta enquanto se apertou repentinamente seu peito.  
         - No pude conseguir chegar a tempo, -  ela sussurrou para os ouvidos de sua me somente.  - No soube lhe ajudar. -  Era por sua culpa.  Ela deveria ter 
detectado a traio dos guerreiros, deveria ter sabido onde apontar a magia da terra que a alcanava.  
         - No foi tua culpa, meu pequeno beb, -  Amoria a acalmou, sustentando-a em seus braos que se apertaram sobre ela com amor.   - Ela estar bem.  Estou 
segura disto, igual como Garron o faz jurou. -   Amoria ento se inclinou para trs, sorrindo, a curva de seus lbios tremia enquanto a lgrimas apareceram sobre 
ela.   - Agora vai-te, faz como Garron te h dito.  Enviarei notcias quando Serena desperte. -   
        Ela se iria, mas se ela o fazia como qualquer pessoa lhe fez uma promessa era outro pensamento inteiramente.  Aceitou o beijo de sua me sobre sua bochecha 
antes de d-la volta e de dirigir-se para as portas. Quando estas se fecharam detrs dela, ela encontrou as faces preocupadas das bruxas.  Todas estavam aqui exceto 
das trs que guardavam o vale esmeralda e s torneiras reunidas ali.  
         - Electra. -  Ela se girou a seu segundo, a nica outra bruxa com o poder de tocar a terra.  A beleza morena estava em p atenta, seus olhos de veludo azul 
a olhavam com preocupao.  - Voc e Astra esto ao mando at minha volta. Nenhum guerreiro ou mago transpassar estas portas.  Entendido? -   
         - Entendido, Encarregada. -   Electra cabeceou enquanto se movia em posio para alinhar os poderes necessrios para formar um escudo protetor de poder 
sobre Serena.  
         - Encarregada,  certo que sua Alteza se recupera? -   A voz da Electra tremeu enquanto que ela fez a pergunta. 
         - Serena se recuperar, Garron jurou que ela o far.  Ele no faria essa afirmao se no fosse possvel.  Tenho muito agora que fazer.  Se me necessitar, 
me chame e eu virei. -   Com um olhar deu uma passada a suas bruxas, girou-se e se transladou rapidamente ao extremo do corredor, para fazer pivotar a porta de pedra 
aberta dentro da parede para admiti-la no tnel escuro, longo que conduzia longe debaixo do castelo.  
        As tochas na parede se acenderam com chamas de magia quando a porta detrs dela se fechou.  Debaixo do castelo, longe estavam os arcos de magia e as piscinas 
nas que se banhavam uma rea do que se sabia pouco.  Um lugar aonde a magia fermentava grosa e abafadia, sussurrando a partir do ncleo que flua diretamente do 
centro de toda a magia perto dos raivosos mares.  
        Ali Marinha teria somente uma esperana de encontrar as respostas que necessitava. Ela caminhou atravs do beco de pedra, dando vrias voltas, movendo-se 
mais profundamente dentro das capas de rocha e terra sobre as que tinha sido construdo o castelo.  O ncleo de deciso do Covenan tinha sido construdo aqui por 
uma razo, diretamente sobre a mola subterrnea que vinha dos tempestuosos mares, um acoplamento direto  magia mais poderosa contida dentro da terra.  A magia que 
se dizia que os Veressi ordenavam.
          Caminhando nas nvoas que se formavam redemoinhos cheias de magia puramente fsica, Marinha inalou com surpresa ante a onipresente magia que estava ao 
redor dela, nela, como o orvalho pesado nos bosques a primeira hora da manh.  
        Ela inalou a magia. afundou-se atravs de seus poros. Sua cabea se inclinou para detrs, estendeu os braos, e a magia se converteu em sua prpria.  No 
tinha sido aceito nenhum outra bruxa Encarregada pela magia em sculos. Fluiu de outros, evadiu suas splicas de busca, e refutou seus avanos. Mas chamou marinha. 
O prazer de seu tato era reconfortante, ardente. Encheu-a de um sentido de segurana, de amparo.  E lhe sussurrou. As respostas estavam aqui, se uma sabia que perguntas 
fazer.  
         - Sentinelas do Sentmar, -  ela sussurrou a splica ao sentinela eleito, os deuses que olharam sobre elas atravs dos olhos das luas as gema.   - Venho 
a vs humildemente. -   Ela caiu de seus joelhos, sentindo o cho spero da rocha abrandar-se, aceitando seu peso sem mal-estar.  - Venho a vs, pura de corao, 
pura de mente.  
        No havia dio, nenhuma clera, nenhuma raiva.  Este no era lugar para tais emoes.  Ela sentia a magia o mover-se atravs dela, comprovar suas palavras 
e encontrando-a digna 
         - Venho a vs, sentinelas, com medo e dor.  me cravem e sangrarei.  Um sopro me far mal.  Suplico sua misericrdia enquanto venho a vs, pedindo ajuda. 
        Um vento destemperado soprou atravs da caverna, seguindo perto sobre seus calcanhares uma respirao ardente de uma brisa que repetia com um gemido misterioso. 
A magia se apertou ao redor dela.  Sentia a constrio de sua garganta, sobre seu abdmen, aoitando em seus punhos.  
         - Atacam nossa terra. Vm a ns, trazendo somente sangre e morte,  - ela raspou contra a presso em sua garganta.  -Suplico-lhes isso... -   Ela tossiu, 
reprimindo seu medo, acreditando implicitamente na misericrdia de seus deuses e na magia que reconfortava e protegia.  
        A presso diminuiu paulatinamente. Tomando uma respirao profunda, ela levantou seus olhos s nvoas que se espessavam sobre sua cabea, em um arco ris 
da cor, cada cor inimaginablemente brilhante.  
         - Procuro conhecimento, -  ela sussurrou, sua voz era spera.  - Procuro o poder de proteger... -  A magia se lamentou. No havia possibilidade de que o 
vento alcanasse esta zona das cavernas.  Havia uma entrada somente,  exceo da corrente subterrnea de magia que a atravessava.  Gritou, entretanto ante o protesto 
que atirava de seu cabelo, apertando-se sobre seu pescoo como se em castigo pelo que ela procurava.  E se no estava confundida, ela ouviu os nomes de seus magos 
nos ventos msticos, atravessando a caverna, aoitando ao redor dela. 
         - Devo saber, -  ela sussurrou roncamente.   - Devo conhecer quem move a nosso inimigo. De quem  a magia que nos ameaa...  - Ela tossiu outra vez, ento 
se derrubou ao cho quando a presso se levantou repentinamente dela.  A tenso se espessou na caverna, houve uma sensao frgil de surpresa, de surpresa movendo-se 
ao redor dela enquanto que ela sentia o aumento de magia em seu peito.  
         - A magia que move a nossos inimigos... -  
         - Presta ateno a seus magos! -   Marinha moveu bruscamente o suporte com dor, o gemido do vento murmurou as palavras.  -  a bruxa se fortalecer! -   
         - No entendo.  - Ela sacudiu sua cabea ferozmente.  - os Magos no governam no Covenan. -  No haveria tal ocasio.  Caise e Kai'o eram seus consortes, 
ela no poderiam lhes emprestar ateno, no os colocaria sobre o trono inclusive embora fosse possvel.  
         - Os fluxos de poder, constrem e se queimam. A arte antiga  revelada, pod-la dos inimigos  despertada. Presta ateno a seus magos, Encarregada! -  
Os ventos sopraram ferozes e quentes ao redor dela antes de ir-se to rapidamente, e desaparecer.  
        Marinha ficou sobre seu lado, agora sentindo a pedra spera como deveria ter estado, mordendo em sua pele quando ela olhou fixamente a magia ao redor dela 
de novo. Reconfortante. Aprazvel. Se s conseguisse entend-la tambm.  
         - A compreenso vem de muitas prticas, Encarregada.  - A voz escura a fez mover-se bruscamente, o tom de bartono era duro, escalofriantemente corts, 
advertindo do perigo da viso do poder escuro que estava em p na caverna a ante ela.  
        Os Veressi. Eram idnticos. Escuros. com olhos to negros como os abismos, cabelo que caa sobre seus ombros, cintilando como o rico bano, o sol tinha bronzeado 
as faces esculpidas em pedra.  Vestidos com calas de couro negros, botas, e o negro de suas camisas que cintilava atravs de seu amplos seios.  Eram to escuros 
como a magia que ela suspeitava que possuam.  
         - No tm nenhum direito aqui.  - Ela a levantou as mos para reunir a magia ao redor dela, satisfeita de que a enchesse quando antes tinha aoitado a residncia 
sem emprestar ateno a suas ordens.  Seus lbios sorriram com um sorriso duro, fria, os olhos negros olhavam a combinao de cores com uma certa emoo muito parecida 
com a diverso.  
         - Onde h magia, ali podemos estar.  - A gente levantou seus amplos ombros enquanto o outro estava inclinado despreocupado contra a parede de rocha.  
         - Porqu ento esto aqui? -   Ela se moveu lentamente, procurando o interior mais profundo do poder ela enquanto que ela fazia frente s escuras vises. 
        Seus olhos estreitaram, a clera de seu olhar que oscilava atravs de suas feies antes de que fossem cheias de novo de gelo.  
         - Ordena a seus bruxas se separar-se a um lado e a esse condenado drago ir-se de suas residncias, -  o Veressi grunhiu, sua voz no esperava nenhuma discusso, 
enviando uma flecha de medo atravs dela.   - No temos nenhum desejo de te machucar a voc ou aos teus, Encarregada. nos d a permisso para entrar no castelo de 
acima ou tomaremos. -  Ela ento sentiu ao Caise e Kai'o. O poder que a atravessava os conectou imediatamente com ela enquanto que sentiu a fria que trovejava atravs 
deles.  
         - J o teriam tomado se tivessem podido faz-lo, -  que ela ento grunhiu, repentinamente segura dessa resposta.  - No tm nenhum direito aqui, mago!  
Esto na terra do Covenan.  Isto no  Cauldaran que faz o que lhe ditam.  Estas so terras das bruxas e suas ordens so como p no vento. -   
        O sentinela eleito tinha jurado amparo ao Covenan um milnio antes, no as despojaria agora de seu abrao protetor.  Ela a sentia Caise e Kai'o dentro, vertendo 
poder nela, voando rapidamente ao castelo.  
         - Encarregada, voc estas ao limite da honra por ajudar a nossa causa. -  O mago agitou sua mo, mas a magia sobre ela rechaou dissipar-se. Ele procurava 
forar a dela, ela poderia senti-lo.  
         - Estou ao limite da honra para proteger esta terra e a sua gente, igual como vs esto limitados  sua.  
         - No mais,  - ela ficou rgida.  poderia sentir ao Caise e Kai'que estavam mais perto, sua cabea palpitava da raiva e de repente, estavam ali.  Marinha 
ofegou com surpresa, caminhando para trs quando se moveram diante dela, fazendo frente aos Veressi agora, suas amplas formas crepitaram de poder.  
         - Caminhantes das Sombras. -  Os Veressi sacudiram suas cabeas, seus lbios se curvavam com seca diverso.  - Estranho, no nos informou desta capacidade 
que tinham ganho, -  ele acusou aos magos framente.  
         - Deveriam hav-lo sabido. -   A voz do Caise gotejou gelo.  - O drago protege este castelo, dos Veressi,  Encarregada desta terra e  rainha que o governa 
pelos direitas de seu herdeiro.  O que  o que fazem aqui, lhes enfrentando a nosso consorte? -   A raiva palpitou na voz escura do Caise e os braos musculosos 
do Kai'o.  
         - emprestastes sua magia a este castelo. -   O Veressi agitou sua mo de novo, mostrando s cores masculinas que agora estavam mesclados dentro do caleidoscpio 
de magia que cintilava nas nvoas.  - Inclusive dentro do Cauldaran nunca tinham feito tal coisa. -   
         - Nunca foi necessrio. -  A voz do Caise palpitou com sua fria quando Marinha se empurrou entre eles, aumentando a frustrao com a vista de suas costas. 
Ela no necessitava seu amparo, ela precisava  detectar a magia que os Veressi continham, a sensao dela enquanto que se movia atravs da caverna.  Ela precisava 
identific-la, para compar-la com os filamentos escuros de malevolncia que ela tinha visto nas batalhas onde a magia tinha respaldado aos seculares.  
         - E  necessrio agora? -   O Veressi que se inclinava contra a parede ento se endireitou, seu olhar fixo estava fixo em Marinha, as pontas do poder brilhavam 
intensamente ominosamente dentro deles.   - Desde quando, os magos do Sashtain, tm que proteger ao Sentmar contra seus encarregados? -   
         - Desde que os encarregados disseram forar a unio por poder em vez de por amor, -  Marinha ento ficou rgida.  -desde que vs ordenaram a Serena consentir 
o Ritual de Recepo, usando o engano, ameaando fazendo uma fenda entre  me e filha para conseguir seus planos.  
         - Faramos muito por proteger ao Sentmar, necessitvamo-lo. -   Ele ento se encolheu, os msculos ondularam debaixo a capa negra enquanto que ele se moveu 
para fazer uma pausa a seu irmo.   - Voc aprender, pequena guerreira, aqui no h nada neste planeta que a magia no possa tocar...  
         - Mas h muito que no podem os encarregados, -  Caise disse rgido de ira ante a resposta.   - No prove este tema, Veressi.  No tm nenhum direito neste 
castelo, nem em nosso consorte, nem na herdeira ao trono do Sellane.  A fora no  admitida.
        A magia soprou atravs do ar, aoitando dos Veressi para eles.  Magia do Sentmar.  Magia pura e no diluda, chamada das mesmas profundidades dos mares raivosos 
para seguir suas ordens.  Marinha lanou um escudo protetor antes de que a sentisse afrouxar-se.  
        Ela sentia Caise e Kai'o, sua fora que se combinava com a dela enquanto ela convidou a terra, esta se ondulou em resposta antes de que agarrasse o poder 
e em um piscou o enviou de novo ao Veressi.  Igual de rapidamente, os Veressi se foram.  Marinha piscou olhando o ponto onde tinham estado, procurando atravs das 
nvoas do poder para encontrar a fonte de sua direo.  
         - Falaremos. Agora. -   Caise lhe agarrou um brao, Kai'o outro.  Ela sentiu seu movimento, rpido, de luz e ar, pelo  tempo e o espao, um segundo depois, 
ela estava em sua residncia em vez de na caverna mgica.  
        
        
        Captulo Dezessete 
        
         
         - Basta. -   Marinha caminhou longe de seus magos, no fazendo caso do calor sexual que se levantava entre eles assim como da clera que ela poderia sentir 
que vinha deles em ondas.  Parecia estavam muito agitados alm do que lhes autorizava a situao neste momento, por ela.  Agora se tivessem estado zangados com os 
Veressi, ento bom, eles o tinham mais que merecido. Mas ela detectou que sua frustrao era dirigida para ela.  
         - O que estava fazendo ali? -   Caise grunhiu enquanto que ela se girou para lhes fazer frente.  -voc atraiu a esses magos para voc deliberadamente.  
por que razo, Marinha?  O que  o que fez que acreditasse que poderia fazer frente a tal poder s? -   Ela se ops ao impulso de colocar os olhos em branco.  
         - Aye, sou uma pequena bruxa frgil, -  ela respondeu, permitindo que um sorriso divertido torcesse seus lbios.   - longe de mim acreditar que com o pequeno 
poder que possuo poderia fazer frente a qualquer perigo por meu mesma. -   Kai'o fez um som pesaroso.  Como um animal ferido.  Ela jogou uma olhada para ele, vendo 
sua cabea baixa, sacudindo-se lentamente com suas mos reclinadas sobre seus quadris.  
         - Ele est doente? -   Ela olhou fixamente ao Caise com surpresa.  
         - Aye, ambos estamos doentes, -  ele grunhiu, seus lbios mostraram seus dentes com sua clera.  -quase nos deu um enfarte enquanto que lhe sentamos o 
fazer frente aos Veressi.  Inclusive agora nossos mochos esto aterrissando por eles mesmos, perguntando-se porqu seus magos os abandonaram to precipitadamente, 
no ar.  Isto  muito mau e no lhe conhecem to bem como ns, se no, talvez entenderiam nosso dilema. -   
         -  OH pobres bebs do, -  ela ronronou, estreitando seus olhos para o mago. Vares infernais, como se ela necessitasse esta atitude superior. -Me estava 
arrumando isso com eles absolutamente bem, diria.  Este  meu castelo, minha terra, a magia que o protege lhes teria proibido exercer o poder que eles acreditam 
que os sustenta. -   
         - Ela se tornou louca, -  Kai'o disse com ira.  -Trata com ela, talvez tenha mais pacincia.  Devo falar com aos magos que nos esperavam antes de que os 
Veressi o consigam primeiro. -   Lhe jogou um olhar fulgurante.   - Enquanto que est aqui, talvez poderia lhe recordar os perigos sobre os inimigos suspeitados 
e advertir a de sua fora.  Uma lio que teria pensado que a terra lhe teria ajudado a aprender agora. -  Ele se dirigiu  porta, abrindo-a bruscamente e fechando-a 
de repente detrs dele ao sair a residncia.  Marinha arqueou sua sobrancelha enquanto que se girou de novo ao Caise.  
         - Est ele informado de que vais transar me antes de sua volta?  Ou conviestes isto antes de tempo? -  a fria quase a consumia. Quase.  Ela sentia sua 
excitao que cravava tambm, sua vulva que palpitava enquanto a magia reverberava dentro de seu corpo, alcanando  ao mago enquanto sua matriz convulsionava de 
luxria.  Era, infelizmente, um dos efeitos secundrios de usar a grande magia, ela o tinha ouvido.  -Eu no tenho nenhuma necessidade de te dizer algo, -  ele ficou 
rgido, sua voz soou escura, furiosa.  
         - Voc se esquece, consorte, de que o enlace criado com esta unio agora nos conecta de muitas formas. -   Ela arqueou sua sobrancelha, segura de que no 
era sbio empurr-lo, em vista deste humor estranho que tinha alcanado a magos e que parecia empurr-los s paixes perigosas.  Ela o admitia, embora, empurr-los 
era um desafio ao que ela no poderia resistir.  
         - Acredito que isto a unio no  no mais que uma desculpa dos magos para praticar sua dominao contra mulheres que sabem ser justas, fortes, talvez mais 
fortes, -  ela sugeriu zombadora,  - pelo que eles mesmos so.  O que lhe pensa disso? -   
        Em uma onda de sua mo curta, impaciente e estava nu.  To rpido como isso.  To certamente nu como o dia em que nasceu, seu membro que empurrava fora fortemente, 
a cabea avermelhada estava ereta e palpitando antes dela que estreitava lentamente olhos.  Como havia ele feito isso?  Marinha apoiou sua mo em seu quadril revestida 
couro, inclinou sua cabea e o olhou fixamente com pacincia divertida.  
         - Impressionante truque, -  ela disse com voz preguiosa enquanto que recav no resduo de magia para aprender o secreto que ele tinha utilizado. Seus olhos 
eram como pontas de ouro brilhante, fundido.  Com um gesto rpido para ela, sua roupa desapareceu tambm.  E ali ela estava em p, nua, e  obvio seus mamilos eram 
pontos duros cheias fome.  Que traidores eram.  O monto nu entre suas coxas reluzia com seus sucos, ela sabia que o fazia, poderia senti-lo esfriar-se pelo ar contra 
ele, um contraste agudo com o calor que enchia sua vulva.  Condenado mago.  Ela manteve sua mo em seu quadril agora nu, inclinou seus quadris e arqueou sua sobrancelha 
com um movimento lento, deliberado.  
         - Como hei dito uma vez j.  Impressionante. -   Ela manteve sua expresso fria, sua voz doce sarcstica.   - Agora o que, meu duro mago consorte?  vais 
aoitar me outra vez?  Que faanhas sexuais vamos experimentar? -   Ela no poderia imaginar-se que outra coisa podiam ainda lhe demonstrar. Unir-se era um orgia 
imediata de prazeres sexuais.  Marinha olhou como a expresso do Caise se fazia mais escura, seus olhos mais brilhantes na extenso obscurecida por sol de sua face. 
         - Voc, Encarregada consorte,  uma ameaa para voc mesma, -  ele grunhiu aproximando-se o seu passo era lento e medido enquanto ele se movia para detrs 
dela, tomando um saca-rolhas ao longo de seu dedo enquanto que ele atirou nele.  Suavemente. Ele exibia uma gentileza controlada em extremo.  A fazia tremer, quase 
com pavor. 
         Ela teria preferido mais uma exibio de dominao.  E o co traidor de sua vulva, comeou a chorar ante o pensamento de tal luxria refreada, porque ele 
perderia certamente seu controle dela logo. Era uma experincia nica tambm... at o momento, de ambos os magos, nunca um s lhe tinha aproximado.  Que diferenas 
demonstrariam eles mesmos?  perguntava-se.  Ah, seus magos.  
         -  uma ameaa, para meu? -   Um sorriso agridoce atirou amargamente de seus lbios. Eram seus por agora. Ela no permitiria que esses pensamentos dolorosos 
estragassem o tempo que ela poderia roubar neste momento.  
         - Aye, uma ameaa. -   Sua cabea baixou enquanto sua mo jogou seu cabelo detrs de seu ombro. Marinha tremeu ante a carcia encantadora de seus lbios 
sobre sua carne.  Um segundo depois um alarido de ultraje saiu de seus lbios enquanto que sua mo aterrissou elegantemente em sua parte posterior.  
         - Condenado irmo, -  ela grunhiu, dando-a volta para ele ento.  -Esse no era nenhum tapinha de amor a que me deste. -   Ela esfregou na curva ofendida 
de seu traseiro, olhando-o fixamente com desafio.   - Esse abuso no est permitido. -   
         - O que  o que creste que obtinha?  Por fazer frente aos Veressi dessa maneira? -   Estava furioso de verdade.  O que ela tinha acreditado que era somente 
suave clera, agora via que era fria verdadeira.  Marinha agora se separou dele, cuidadosa, insegura sobre este mago ao que ela fazia frente.  
         - No tem nenhum direito a me repreender, -  ela discutiu.  - Sou a Encarregada destas terras, estou aqui para as proteger, meu dever  o de encontrar esta 
magia escura que invade nosso lar.  No estarei imvel e silenciosa enquanto que Covenan  partido em duas pela guerra com esse mau. -   
         - Voc no lutar s. Nunca. Jamais outra vez, consorte. -   antes de que ela pudesse evit-lo, ele estava sobre ela.  Suas mos agarraram as suas, no 
utilizaram nenhuma magia, o que sempre lhe frustrem.  Ela poderia desculpar sua incapacidade para lutar contra tal poder, mas ser fraco dentro de sua isso presa 
machucava seu orgulho.  Onde ia ela a encontrar uma desculpa para lhe dar dentro to facilmente?  Ela no poderia deix-lo lhe conhecer era verdade um boneco de 
pano para ambos e seus avanos sexuais do Kai'o.  No o faria.  
         - E voc te atreve a me pedir isto? -   ela ficou rgida, olhando-o com os princpios de sua prpria clera.  - Sobrevivi absolutamente bem antes da chegada 
dos gmeos todo-poderosos do Sashtain. -  Quais eram eles para dizer quando ela  lutaria ou no?  No tinham nenhuma direito de impor tais restries sobre ela. 
         -  uma mulher obstinada, Encarregada. -  Seu grunhido era impressionante quando estava combinado com o brilho de um dourado mais escuro e estreitava os 
olhos.  Ele a moveu para trs para a parede coberta de tapearia, seu corpo maior, mais duro que a sustentava sem esforo evidente enquanto que ela lutava contra 
ele.  Estirou-lhe os braos sobre sua cabea, com uma mo grande, ampla, de dedos fortes.  
        Ele pressionou contra ela, a longitude quente de seu membro que ardia contra a zona de mais debaixo de seu estmago enviando uma resposta catica zumbindo 
atravs de seu corpo.  Sua vulva chorou, no havia nenhuma outra palavra para descrever os sucos que escorregaram entusisticos entre os lbios inchados.  Seu seios 
se incharam, apertados, seus mamilos estavam doloridos enquanto que apunhalaram contra a parede dura, muscular de seu peito.  
         - me solte imediatamente! -  Ela esforando-se para injetar clera, energicamente em seu tom. Estava horrivelmente decepcionada por sua carncia de fora. 
Era um dia triste de fato aquele em que ela, encarregada-a, uma bruxa chega poder, no poderia lutar inclusive contra sua prpria excitao contra um homem como 
os gmeos do Sashtain.  
         - te deixar, -  ele bufou, sua voz era spera, fazendo-se mais profunda com a mescla da excitao e de clera.   - Nunca lhe deixaremos, consorte.  Jamais. 
-   Sua cabea baixou, seus lbios tomaram os seus com feroz, selvagem fome.  
        Seus lbios se separaram em um grito de assombro, ela formou punhos com as mos enquanto se movia para cima.  Sua lngua esfregava ligeiramente sobre seus 
lbios, um gemido rouco deixou sua garganta quando sua boca tomou.  Era um beijo de uma selvageria quase no refreada, um de luxria tempestuosa da avareza e de 
supresso.  
        Ela o devolveu com igual intensidade, movendo-se contra ele, levantando-se sobre as pontas do p para permitir que a base de sua ereo apertasse no monto 
mido de sua vulva, acariciasse o pequeno ponto inchado de seus clitris.  
        Ela beliscou em seus lbios, fazendo caretas enquanto um grunhido masculino feroz surgia de sua garganta e sua mo estava enroscada atravs de seu cabelo, 
na parte posterior da cabea, ainda sustentando-a para o encantado com sua boca.  
         - Puta, -  ele grunhiu quando ele atirou, olhando-a fixamente com fome raivosa  
        Sua expresso disparou uma onda de necessidade em seu interior, mais profundo, mais quente que antes.  Somente estava Caise.  Somente um mago a testemunhar. 
Ela poderia dirigir certamente melhor a um no sexo que a dois?  
         - Pensa que te deixarei to facilmente, consorte? -   Ele a sustentou com as mos contra a parede enquanto que a outra mo se movia desde seu cabelo para 
acariciar  abaixo de seu lado.  
        Seus dedos foram afagados em seu quadril, acariciando-a com malcia o calor aumentou quando ela olhou fixamente para cima a ele, respirando asperamente. 
Doce misericrdia mas ele s era to perigoso como quando estava com o Kai'o. No era nenhuma maravilha que suas antepassadas considerassem os homens do Cauldaran 
perigosos como ela o fazia.  Estes magos eram um perigo para a prudncia de qualquer bruxa.  
         - E porqu se eu necessitar misericrdia? -   Ela ofegou enquanto que sua mo formou a curva de seu traseiro.  -No tenho feito nada para merecer o castigo, 
Caise, e no o aceitarei. -   
         - Voc, meu querida consorte, ameaas a prudncia de um homem por seus sozinhas olhadas, -  ele grunhiu.  - Adiciona seu independncia e a imprudncia que 
sacode toda seu crena em seu controle. -   Marinha se inclinou adiante, beliscando em seu peito antes de uma risada sasse de sua garganta quando ele se tornou 
para trs.  
         - Que controle? -   ela o perguntou sem flego. -por que voc pode ter controle, meu mago, quando a meu no deixa nenhum? -   Ela se inclinou adiante uma 
vez mais, sua lngua lambeu sobre um duro mamilo masculino. Ele se apertou contra ela, para pressionar seu membro mais profundamente no monto ardente de seu sexo 
antes de que ele agarrasse seu cabelo de novo, atirando da parte posterior da cabea, olhando fixamente a ela com os olhos estreitados.  
         - Consorte, voc provaria o controle de qualquer homem, -  ele ento gemeu.  - me sinta.  Sente como de desesperado me coloca, como de duro meu membro palpita 
por voc. -   Aye, ela poderia senti-lo bem.  Ela se levantou nas pontas dos ps, desesperada-se por atrai-lo mais perto enquanto que ela gemeu pela  necessidade 
do ter.  
         - Voc me torturar esta a noite? -  Ela ofegou como seus lbios se moveram  casca de seu ouvido, seu pescoo.  Seus dentes beliscaram nela.  Sua lngua 
a acalmou.  E todo o momento seu corpo pulsou e rogou por ele.  
         - Vou transar at que grite pedindo misericrdia, -  ele ento ameaou em seu ouvido.   - Colocarei-te ante mim, consorte, e verei como meu membro estira 
esse bonito, pequena vulva quente. E quando tiver acabado, Kai'o haver tornado.  E ele tomar tambm.  Seus gritos pedindo misericrdia, meu amor, sero desatendidos. 
Voc aprender antes de que se acabe esta noite quem  o mago e quem  consorte.  Quem governa, e quem se submete.  
         - Como ...shadowhell -  suas palavras furiosas foram cortadas quando sua mo aterrissou com uma ertica promessa em sua parte posterior.  
         - Refreia seu lngua, -  ele grunhiu.   - Haver bastante tempo para seus maldies quando estiver  rogando por e por seu orgasmo. -   Ele ento a levantou 
em seus braos, parecendo menos que impressionado com sua luta antes de lanar a  cama.  
         - Voc aspirante a mago presunoso, -  ela agora chiou, enfurecida.  Era muito mau sua fria no fez nada aliviar sua excitao.  -Voc me soltasse neste 
momento. -   Ela se removeu em seus braos antes de que um grito frgil deixasse sua garganta quando sentiu a sacudida da cama.  
        Ela impulsionou, lutando com o enredo do cabelo para encontrar uma posio defensiva na qual atingir suas bolas de mago, para lhe dar com o p em sua garganta 
por fazer uma declarao to idiota.  Chegava uma poca em que uma bruxa, especialmente bruxa consorte, devia renunciar ao prazer de lhe demonstrar magos que tinham 
caminhado certamente sobre a linha. 
         Infelizmente, antes de que ela pudesse encontrar essa posio, encontrou-se constrangida  cama, pela magia que se envolvia ao redor dela, lhe separando 
os braos, suas pernas, levantando sua parte posterior e amortecendo-a para que seus quadris fossem elevadas da cama.  
         - Esta  certamente a vista mais maravilhosa, -  ele ronronou, sua voz era escura, inteiramente muito atraente para ser cmoda enquanto ele se ajoelhava 
entre suas pernas estendidas.  -Voc est molhada, meu consorte.  Reluzente por seu fome por mim.  Est segura de que no me deseja para continuar a este respeito? 
-   
         - Desejo-te no shadowhell, -  ela grunhiu, embora desejava de verdade que ele acabaria a tortura que ele tinha comeado e lhe trouxesse seu orgasmo.  Condenados 
magos.  
         - Mas, ainda estou com segurana dentro de seu residncia. -   Ele estalou a lngua com uma careta apertada.   - Resistncia, meu amor.   hora de provar 
seu resistncia.  Vejamos seus limites para o prazer.  A petio e os rogos para que Prestes ateno a nossas palavras conseguiro muito neste caso. -   
         - Condenado, mago egosta, -  ela cuspiu. -No te pedirei nada. -   Ela agora moveu bruscamente em seus braos, desesperada-se por se separar-se livremente 
da magia que a mantinha cativa.  E quanto  magia do Caise no era justo dos que a refreia, mas Kai'o tampouco.  
         - Veremos, quer faz-lo conosco no, querida? -   ele sussurrou quando suas mos se aplanaram abaixo de suas coxas, fazendo os msculos apertar-se de forma 
involuntria ante o tato.   - me d seu promessa de que no far nunca outra vez frente ao perigo s e procederemos de forma muito diferentemente, prometo-lhe isso. 
Traremo-lhe o orgasmo repetidamente algo atrasado e por cuja terminao muito necessria voc advogar. -   Doce sentinela da me, ela agora estava nesse apuro. 
         - Estas so minhas terras, Caise, -  ela jogava fumaa.   - protegerei-as como devo.
         - Voc no luta s, consorte, -  ele grunhiu furiosamente.  -Farei o que devo fazer para lhe convencer disso.  At ento, terei a promessa de seus lbios 
de que emprestar ateno a minhas palavras.  Voc no luta contra a violncia das artes escuras s.  Pactua comigo nisto.  Agora faz-o. -   
         - Vai-te ao shadowhell! -  Sua mo aterrissou nas curvas inclinadas de seu sexo enquanto seus olhos se  exageravam e do prazer se estendia em cada terminao 
nervosa que ela possua. 
         Ela grunhiu ante o prazer extremo, seus olhos que se estreitavam enquanto que ele olhou sua resposta.  Aye, ele sabia bem sua resposta, sua magia enchia 
j o espao ao redor de seu corpo, entrelaando com a sua, intensificando o calor e o prazer que ela se sentia.  
         - Voc joga com as regras de um covarde, -  ela ficou rgida.   - me solte e veremos quem far o que. -   Ele riu entre dentes ante o desafio, obviamente 
no afetado pela calnia.  
         - Minha senhora consorte. -  Sua mo acariciou as curvas avermelhadas ento.   - Sei bem o poder que dirige.  Nunca tentaria a meu prprio falecimento dessa 
maneira.  Nay, penso que voc permanecer justamente colocada assim, at que a promessa que procuro saia de seus lbios em troca do orgasmo para o que logo estar 
preparada. -   Ela se mordeu seu lbio.  Ela no agentaria muito tempo, assim porqu no fazer a promessa e depois no emprestar ateno a ela. 
         Eram magos, ela era a Encarregada das bruxas.  Havia muitos tecnicismos que ela poderia encontrar, estava segura.  E ela.  Aye, ela faria isso, a menos 
que ela soubesse por todos os sentinelas que amavam mais, empurrariam somente para mais que esta promessa tinha sido feito uma vez.  Eram magos.  No sabiam nenhuma 
outra forma.  
         - Ou talvez sero seus splicas as que oua?, -  ela se atreveu a em troca.  tinha refreado s mos, mas no sua magia.  E embora ela sabia que seus esforos 
para deter sua dominao tinham falhado antes, ela poderia rogar somente que neste caso, estivesse acertada.  
        Havia formas de refrear o orgasmo de um varo, ela o tinha ouvido.  Freqentemente, os criados do castelo eram uma fonte da informao para em caso de necessidade. 
Agora, ela tinha guardar somente sua cabea at que o momento correto para aplicar o que tinha ouvido.  
        
        
        Captulo Dezoito 
        
        
         - Ah, meu pequena bonita Consorte. -   Caise se ajoelhou ante dela enquanto a magia a levantava, movendo-a at que ela esteve sentada, separando lhe estendendo 
suas pernas diante dele, sua respirao que ofegava entre de seus lbios enquanto que faiscou o erotismo de sua dominao um fogo em seu interior que trovejou em 
seu sangue.  -alm de formosa voc  to suave...
          Seus pontas do dedo acariciaram sobre a ascenso e baixada de sua tripa.  
         - To suave, tenta-me quase mais  frente do controle. -  Maldito. Ele fez que sua fome, desejasse acessar a qualquer desejo que ele possa ter, se somente 
poderia.  
         - No te darei a que desejas, mago. -   Ela lutou para injetar fora em sua voz em vez da fome entristecedora.   - No posso.  Sabe que no posso. -   
         - Ah, mas voc , minha querida, -  ele suspirou, seus lbios se curvavam em um sorriso leve enquanto suas mos alcanaram at as curvas inchadas de seu 
seios.   - Sei de seu prazer e sua necessidade, voc te submeter para mim.  No pode haver outra resposta. -   
        Embora desgostada como estava, Marinha se deu conta nesse momento, nesse instante cheio de tenso, esse momento de irritao, que podia ser que amasse a 
seus magos.  No agora no era o momento oportuno para tal revelao.  Talvez era a confiana abrupta, a arrogncia que irradiava dele com tanta fora como a emoo 
bvia por ela que irradiava de seus olhos.  
        Ela no era a nica de defendia.  Seus magos tinham estado enormemente zangados quando chegaram a caverna.  Furiosos.  No porque os Veressi se atreveram 
a lhe fazer frente ali dentro com sua magia, mas sim porque ela se arriscou a fazer frente aos encarregados do Cauldaran sem eles em seu lado.  
        No haviam dito mais que poucas palavras, mas ela poderia sentir seu amor, to certamente como ela sentia os dedos do Caise o acariciar em seus mamilos. 
E essa carcia era de distrao.  Condenariam-na.  
        Sua respirao se agarrou enquanto seus dedos se apertavam nos pontos de referncia de seu seios, atirando neles, lhes dando massagens com funcionados destrutivos 
quando sua cabea caiu para trs sua respirao se fez spera, desigual.  Misericrdia, sentia-se bem.  
        O gemido que surgiu de seus lbios a surpreendeu, um grunhido penetrante de luxria que se repetiu ao redor dela e rogou por mais.  Como se Caise necessitasse 
qualquer splica.  
         - Assim, meu amor, -  ele sussurrou, inclinando-se adiante, seus lbios cobriam uma atormentada extremidade insistentemente. O movimento de carcia firme 
de seus lbios enviou os arcos da sensao que pulsavam brutal em sua matriz e que repetiam em sua vulva necessitada.  Sua lngua oscilou sobre o pico, sensibilizando-o 
mais ainda enquanto que seus dentes o raspavam delicadamente.  
        Suas mos ainda no estavam, seus lbios que rechaavam terminar sua tortura.  As mos de Marinha lutaram contra a magia que a mantinha refreada enquanto 
que ela lutou contra o prazer que estendia atravs dela.  Mas como lutar seus prprios desejos agora era seu problema.  
         - Estes bonitos e delicados seios. -   Seus lbios se moveram ao seguinte, amamentando-se firmemente antes de que ele se inclinasse de novo a observar a 
extremidade tensa, seus olhos estavam escuros, sua face avermelhada com sua prpria paixo.   - doce contra minha lngua, um banquete delicado de carne de seda e 
desejo. -   
         - Brinca, -  ela ofegou.  - Castigarei-te por isso, Caise.  Pode consider-lo uma promessa. -   
         - Tomarei cuidado com isso, querida. -  Ele sorriu, o pensamento que fazia evidentemente pouco para esfriar seu ardor.   - Agora,  conseguiremos que funcionem 
as coisas aqui? Voc pode te entregar em qualquer momento, Consorte.  
        Seus dentes beliscaram em seu mamilo uma ltima vez antes de que seus lbios comeassem a viajar por debaixo de seu ventre.  Ela no poderia respirar bastante 
ar, ainda no poderia parar quo sentidos faziam girar.  
        Ele lambeu em sua tripa arredondada, suas mos deram massagens a suas tensas coxas.  Marinha se sentia que era baixada lentamente de novo  cama enquanto 
ela o olhou, o olhar de seus lbios, o traado de sua lngua cujo curso a conduzia constantemente s curvas reluzentes de seu sexo.  
        A posio levantada de seus quadris lhe produziu a viso perfeita enquanto que ele se moveu mais ainda entre ela estendendo as coxas.  As curvas inchadas 
de sua vulva se separaram para ele quando ele soprou um baforada da ardente respirao sobre ele, esfriando a carne antes de que ele a abrasasse.  
        Inclinando-se adiante, seus lbios cobriram seus clitris mido, amamentando-se delicadamente enquanto a olhava atravs de olhos estreitados e ela se agitava 
contra sua presa.  
         - Nctar, -  ele murmurou enquanto que seus lbios se separaram.   - um banquete para os deuses. -   Sua lngua lambeu atravs da fatia cheia de orvalho 
enquanto ela se movia bruscamente, um gemido estrangulado saiu de seus lbios quando ela o olhou lamber delicadamente no amontoado do xarope ali.  
        Ela poderia ver suas prprias dobras avermelhadas ao abrao de sua lngua quando ele se lambeu, devorando os sucos, consumindo-a enquanto que ela sentia 
sensao detrs sensao estalar junto com seus sentidos.  
         - Voc  travesso, -  ela ofegou, sua cabea se sacudiu sobre o colcho enquanto seus dedos formavam punhos para reprimir as splicas que se sairiam de 
seus lbios.  
        Um segundo depois um grito rouco deixou seus lbios.  A lngua do Caise circundou a entrada a sua vagina com calor diablico antes de pressionar para frente, 
suas mos separavam as dobras inchadas de sua vulva como ele tomou repentinamente, levando os movimentos mais prxima... mais perto....  
         - No! -   Ela gritou a negao quando ele se retirou, a poucos segundos de seu orgasmo.  
         - Faz a promessa, -  ele ento grunhiu.  
         - te ferre, -  ela chio como resposta.   - Condenado mago.  No o farei. -   Ele se moveu mais perto, sua face estava avermelhada, conjuntando com a crista 
corada, avermelhada de seu membro quando ele a escorregou atravs das dobras saturadas de seu sexo.  
         - Voc, -  ele grunhiu.  -far-o logo.
         - No aposte por isso, -  ela ofegou, sentindo o grosso rozamiento contra a branda abertura.   - No faa isto, Caise.  No converta o que temos em uma 
guerra entre ns. -   
         - No haver guerra. Mas voc obedecer. -  Ele comeou a pressionar para frente, enviando o fogo e o relmpago que se estendiam em seus sentidos quando 
prazer entrou em erupo dentro de seu sexo. Ela ofegava com o excessivo prazer, tremendo enquanto que suas mos agarraram seus quadris e olhando enquanto que seu 
membro dividia os lbios de sua vulva e pressionava dentro.  Era a vista mais ertica que ela poderia imaginar-se.  Ela poderia sentir a clara penetrao em sua 
alma, cravando-se atravs dela, enchendo-a.  
         - To quente e apertada, -  ele ronronou, olhando-a fixamente, estava tenso com sensualidade, seus lbios que estavam inchados, seus olhos fechados quase 
do prazer que ele recebia tambm.   - o trabalho dentro de seu pequeno sexo apertado  um bom exerccio.  Desejo atingir somente em voc, encontrar meu orgasmo, 
meu prazer, mas, desejaria que pudesse durar para sempre. -   
        Marinha apertou com fora os dentes, lutando para no rogar. Ela devia recordar seu prprio objetivo, mant-lo bastante enfocada para fazer este trabalho, 
se no, estaria to perdida como suas antepassadas o estavam faz mil anos.  Ah, mas o prazer. Ela choramingou, tentou arquear-se mais perto, forar o empalamiento 
constante de sua ereo enquanto ela o olhou com fome. 
         - Faz a promessa, Marinha, -  ele ento a impulsionou.  - No posso conceber o pensamento de encontrar meu orgasmo sem voc, mas isto  o que farei.  Repetidamente, 
uma e outra vez at que faa o que deve. -   
        Como se ela fosse to frgil.  Ela se lambeu os lbios, lutando dentro consigo mesma antes de sussurrar, 
         - Faz seu pior intento. -   E isso fez ele .  
        Seus olhos estreitaram, seus msculos ondularam e antes de que ela pudesse acabar de inalar da respirao de morrer do em vez de lutar contra o que ele forjava 
em seu interior.  
         - Ah deuses -  ela gritou , seu corpo se apertava, sua vulva que apertava no invasor que a estirava, enchendo-a.   - Condenado mago. -   
        Magia.  Magia.  Ela cantou a palavra se, lutado  esquina pequena do aterro um de se com um pensamento, uma ordem que sua magia no poderia contradizer. 
Enquanto que ele comeou a mover-se, empurrando o interior duro e forte ela, seu inchado membro, com seu orgasmo pendente, ela enviou o fio frgil de poder apenas 
 poro erguida de sua anatomia.  envolveu-se sobre a mesma base de seu membro, ajustando-se, exercendo a presso em um ponto delicado enquanto que seu orgasmo 
se aproximava.  
         - Maldito seja! -  ele grunhiu, o deter-se brevemente, olhando-a fixamente com uma sacudida de surpresa.  
         - Voc no. -   Ela sacudiu a sua cabea, gemendo pelo xtase prximo enquanto sua vulva se contraa ao redor dele.  -Voc no encontrar nenhum orgasmo, 
mago, at que ganhe o meu.  No o permitirei. -   
         - Pequena bruxa, -  ele grunhiu furiosamente.  - No ter nenhuma ocasio para levar a cabo seu magia. Encarregarei-me disto -  seus movimentos eram poderosos, 
fechando-se de repente nela, tomando-a com impulsos duros, com o xtase sempre destrutivo,  detendo-se sempre a segundos de alcanar o orgasmo.  
        Ele exigiu, ele amaldioou, at que eram ambos gotejavam com a transpirao. Seu corpo estava to que sensibilizado, to extremamente preparado para o orgasmo 
que ela jurava que o movimento seguinte o traria certamente.  Em lugar, conduziu somente mais alto.  
        Ela lutou para torcer em seu aperto, satisfazer cada embate para for-lo lhe dar seu orgasmo, mas ele permanecia um passo diante dela sempre.  Seus dedos 
acariciavam em seus mamilos.  Ele se dobrou sobre ela, aspirando-os, beliscado neles, lambendo-os com as passadas speras de sua lngua enquanto que seus quadris 
conduziam a seu interior mais profundamente do membro nela, s para deter-se brevemente, ficando imvel antes de comear outra vez.  
         - me d seu promessa. -  Sua voz era um grunhido faminto de desespero.  
         - me d meu prazer. -   Ela lutou detrs.  - No te darei o que no posso.  Por favor, por favor, Caise...  - Ela estava  borda das lgrimas, sua vulva 
se convulsionava de desespero enquanto sua matriz apertada mais ainda.  
         - Voc pode e far esta promessa. -   Ele empurrou pesadamente em seu interior, detendo-se brevemente, retirando-se, empurrando outra vez at que ela jurou 
que ele no enchia somente sua vagina mas tambm sua alma antes de que ele sasse dela de novo, ofegando arduamente, pesadamente antes de voltar com uma penetrao 
lenta, sem piedade que a fazia gritar de sua necessidade.  
         - Pobre consorte. -   Ela se girou sua cabea ante a voz do Kai'o enquanto ele fechava a porta detrs dele, aproximando-se da cama, tirando-se sua roupa 
enquanto lhes aproximava.  
         - Quanto mais, eu pergunto, pode agentar? -   Matariam-na.  Ela no poderia suport-lo mais. Sacudiu sua cabea, estremecendo-se, morrendo por respirar 
enquanto Caise continuava movendo-se em seu interior, com cada movimento lento e seguro a mantinha equilibrada mas  borda de xtase.  Ela no vacilaria.  
        Quando Kai'o entrou na cama, ela poderia sentir sua magia prepar-la, lubrificando seu nus, dispondo-a enquanto que lhe davam a volta para ele, levantando-a 
e colocando-a sobre o caule grosso de seu membro.  
         - So uns demnios, -  ela os acusou ao senti-los trabalhar em seu interior, separando-a, inflamando suas terminaes nervosas enquanto que ela enviava 
sua magia ao lao em sua ereo que limitava Caise.  O sujo rato que pensava que poderia proteger-se, comprimindo a rea em sua prprio magia e lenol as tentativas 
de ter xito.  
        Ela olhou fixamente no azul plido de seus olhos, olhando a surpresa, ento o estreito os olhos a promessa de recompensa quando seu poder a superou.  
         - No sem mim, -  ela ofegou.   - voc ... Deuses Aye. -   Ela tentou arquear-se para trs, tentado escapar dos dedos ardentes do prazer - dor que se estendiam 
atravs dela como ela se sentia que Caise comeou a mover-se lentamente no interior a entrada muito estirada de sua parte posterior.  
         - Ah consorte, como de doce e de quente . -   Kai'o a atraiu a ele, seus lbios encontrando os seus enquanto seus dedos se deslizavam atravs de seu cabelo 
ainda para sustent-la.  Tinham-na preso com sua magia, mas seus corpos sustentavam com mais eficcia que qualquer poder criado jamais.  -Voc faria a um mago mais 
fraco enlouquecer de necessidade. -   
         - me transem j.  - Ela se apertou os lbios nos seus, beliscando nele quando ele os teria tomado outra vez, no fazendo caso de sua risada abafada enquanto 
que ela lutou para respirar.  Ela abriu os olhos, olhando fixamente os seu, lhe deixando saber que ela no se aplacaria.   - Com meu corao e minha alma, estou 
limitada a vs, -  ela sussurrou, lambendo-os lbios enquanto sussurrava um gemido.  
        Caise agora a encheu completamente, flexionando dentro de seu traseiro, seu membro palpitava com um calor e uma dureza que quase a quebrou.  
         - me olhe, dentro dessa parte de mim que  tua.  No posso te mentir, igualmente nisto.  Lutarei quando e onde deva. -   Ela quase soluou enquanto que 
a necessidade crepitou ao longo de sua carne.   - No utilize isto. -   Ela levantou sua mo, ela os dedos trementes para tocar sua bochecha enquanto que seu membro 
se movia lentamente em seu interior.   - No tome isto de ns.  
        acalmaram-se. Kai'o a olhou fixamente, seu olhar profundamente fixo, encheu-se de desejo, acendendo-se lentamente com a compreenso.  
         - Voc ser nossa morte. -   Era Caise, no Kai'o, quem falou detrs dela, com pesar, remorsos, sombreando sua voz.  O que ela tinha compartilhado entre 
eles seguia sendo privado, mas o que fizeram estava para ela s.  
        Kai'o capturou o pico de seu peito enquanto ele comeou a mover-se, seus membros tomavam ao unssono, coreografindose perfeitamente e roubando sua mente 
enquanto que ela sentia a tenso apertar-se.  
        Sua vulva comeou a convulsionar-se, detrs, seu nus apertado, sustentando firmemente ao membro que oradaba em seu interior quando inesperadamente, de forma 
violenta, ela comeou a estremecer-se com seu orgasmo.  O controle que sustentava a seus guerreiros estalou na exploso.  
        Ela estava somente fracamente inteirada de suas estocadas se desesperadas em seu interior, da fora constante do palpitar de seus membros que tomavam seu 
ltimo esqueo, enviando-os a estalar em seus prprios orgasmos com Marinha desfeita entre eles.  
        * * * * *
        Ao recuperar seus sentidos, Marinha se encontrou com o peito do Caise quando ela ficou a seu lado, as grandes mos do Kai'o postas em seu traseiro, seus 
dedos que desenhavam tentadores desenhos sobre suas ndegas enquanto que ela piscou para recuperar o conhecimento.  
         -  uma bruxa muito travessa, -  Kai'o grunhido enquanto ela abria os olhos e os olhava fixamente, sonolenta imvel, atravs da residncia.  
         - Ento lhe guarda isso para voc. -   Ela lutou com o bocejo que curvou seus lbios.  -Todo mundo est convencido de que sou a doce princesa.   minha 
arma mais aguda neste momento. -   Kai'o grunhiu ante o comentrio.  
         - Devo dizer, consorte, que pode ter razo. Agora, te levante, ns temos muito que discutir. Os Veressi chegaro dentro de uns dias, e devemos fazer planos. 
Devemos tambm tentar averiguar algo sobre esta magia escura que se amontoa dentro de seu castelo.  Este poder  muito diferente que o de nossos encarregados.  No 
podemos acusar aos guerreiros sem provas. Se eles estiverem de fato implicados, teremos que prov-lo.
         - E como te prope fazer isto? -   Ela rodou a para detrs, olhando enquanto que os dois homens abandonavam sua cama e recolhiam sua roupa do cho.  - Inclusive 
a magia de abaixo no pde me dar as respostas que necessitei.  O que te faz acreditar que pode obter o que eu no posso?.  Os magos pode ser que sejam poderosos, 
mas estas no eram terras de magos.  
         - Voc pode obt-lo, consorte. -   A resposta a surpreendeu.   - No  simplesmente uma batalha que possa empreender em solitrio at que tenha aprendido 
o alcance completo de sua magia emergente.  At que o poder que ganhaste que ns se assentou dentro teu, voc tem no a fora para lutar contra a magia escura, de 
nenhuma forma deve acreditar que pode.  Nosso poder se combinar com o teu quando estivermos perto.  Essa ser seu verdadeira fora.
        Ela os olhou, rechaando fazer nenhum comentrio enquanto se vestiam, atirando de suas calas e das camisas de linho suaves que tinham usado.  Estavam perfeitamente 
confiados de que sua vontade seria satisfeita, de que ela os obedeceria como se fosse um animal domstico que estava fielmente em seus calcanhares.  Era decepcionante 
ver sua carncia de confiana nela.  
        Ela tinha lutado sem eles.  Durante mais de um ano agora ela tinha feito frente aos seculares enquanto cruzavam os limites do Covenan para atacar nas granjas 
e as pequenas aldeias.  No a tinham prejudicado, e at este momento, tampouco a nenhuma das bruxas.  
         - Marinha, vejo bem a clera aumentar debaixo dessa pequena expresso cuidadosa tua. -   A mo do Caise agarrou seu queixo, dando volta a seus olhos para 
olhar os seus enquanto que ele se sentou no borda da cama ao lado dela.   - No te coloque em absurdo perigo outra vez ou encontraremos medidas para refrear seus 
impulsos teimosos.
        Talvez no um animal domstico, ela se corrigiu.  Viam-na como uma criana.  Ela retirou seu queixo cuidadosamente de seu aperto e se levantou de sua cama. 
Ignorando aos magos, ficou um grosso vestido e empurrou seus ps nos quentes sapatos antes de voltar-se para eles de novo.  
         - Sou a Encarregada desta terra, -  ela disse, mantendo sua voz medida, seria.  -Eu decidirei como luto e se necessitar a ajuda de um mago. -   Ela os olhou 
fixamente a ambos, refreando a necessidade de trovejar, de permitir-se mostrar sua dor e de encolerizar-se livremente.  -Vs criem que podem debilitar minha vontade 
sobre essa cama. -   Ela agitou sua mo para tocar as cobertas.   - Cresteis que poderiam utilizar minhas paixes contra mim. -   Ela inclinou seu queixo, no fazendo 
caso de suas expresses carrancudas.   - No sou nenhuma criana para seguir cada uma de suas ordens, sem tom nem som sem uma compreenso muito consciente da fora 
e a debilidade que possuo.  Eu dito quando e onde luto. -   Ela assinalou a seu peito, dando-se conta de que tremia de fria.   - Dito com quem luto e com quem no 
o fao.  E me amaldioaro se vs, os Veressi ou qualquer outro vaidoso mago auto-suficiente se atreve a me ordenar mais ainda. -   
        Com essas palavras ditas, ela se dirigiu para a soleira oculta, agitado sua mo para mover de novo a porta de pedra e dirigindo-se para os compartimentos 
de banho.  Deixando-os ficar ou ir-se se queriam.  Ela no permitiria que forassem uma dependncia deles, nem deixaria a seu a magia e suas foras debilitar-se 
por sua necessidade deles.  
         - Consorte, voc tenta a pacincia de um mago, -  Caise disse com ira detrs dela quando entraram na gruta e deixou escorregar o traje dela dos ombros. 
Saindo de seus sapatos, ela se afundou nas guas clidas, suspirando de dita enquanto o lquido rico em minerais comeava a filtrar-se em seus poros, a se levava 
longe a fadiga e o cansao que a enchia.  
         - Ah, Mas os magos tm pacincia? -  Sua voz foi controlada ao igual a suas emoes enquanto ela se afundou debaixo da superfcie, molhando seu cabelo antes 
de ir para cima e de inundar o tigela no gel do limpeza.  A espuma cremosa trabalhou atravs das mechas de seu cabelo enquanto lhe deu massagens nele, arrastando 
a seca transpirao e o p da batalha anterior.  Ela no fez caso do Caise e do Kai'o enquanto que entravam nas guas com ela.  
         - Voc no pode entender nossa preocupao por voc, pode faz-lo, Marinha? -   Kai'o ento pediu.   - Seu somente pode ver seu independncia comprometida 
e seus medos do que tiraramos de voc, em vez do que lhe poderamos dar.   to estranho acreditar que nos preocupamos, que por isso lhe pedimos precauo, devido 
a nossos sentimentos por voc? -   Ela sabia que eram incrivelmente peritos em colocar uma expresso infantil.  
         - Posso entender seu preocupao, -  ela admitiu, rechaando lhes fazer frente enquanto que ela se dobrou de novo para permitir que as guas que borbulhantes 
esclarecessem a larga longitude de seus cabelos.   - posso inclusive estar de acordo em que se for possvel, no lutarei sem vs a meu lado. -   Ela se levantou 
e os olhou fixamente belicosamente.   - No pactuarei rechaar lutar sem vs, nem acordarei utilizar sua fora para ajudar a meus a menos que deva.  Esquecem, meus 
magos consortes, que sou a Encarregada desta terra, e por direito, a capacidade de lutar  me pertence . -   
        Separando-se-se  rapidamente deles, Marinha esclareceu sua face, rogando que no ficasse nenhum rastro de traio enchesse seus olhos quando acabaram.  
         - Pelo sentinela que os deuses no teriam alinhado nossas magias a voc desta forma se no necessitasse nossa fora tambm, Marinha. -  Caminharam perto 
dela, o calor de seus corpos se envolvia ao redor dela, fazendo que a dor em seu peito se apertasse, queimando mais brilhante, mais quente.  
         - No nos alinharam assim para que possam me controlar, -  ela sussurrou, levantando seu olhar fixo para olhar fixamente ao Caise, vendo em seus olhos a 
dor que ela sentia em sua alma.   - No me esquecerei dos medos aos que tive que fazer frente para encontrar a fora possuo.  No me protegero.  De maneira nenhuma. 
Devo proteger... 
        Imediatamente, seus magos se moveram para agarr-la, as mos do Kai'o tomaram seus quadris enquanto que ele beijou seu ombro suavemente.  Caise tomou sua 
cabea, seus dedos acariciavam em seu cabelo como ele a atraiu a seu peito.  
         - Faz que nossos coraes sangrem, -  Caise sussurrou.   - Protegeramo-lhe sempre, se pudssemos.  Tenha pacincia, meu amor, e entende nossos medos tambm. 
No  isto o que  o amor?  Unio e compreenso?  Entendemos seu necessidade, posso esperar que s entenda as nossas tambm e encontremos um territrio comum onde 
possamos viver em paz.
         - Tentarei-o, se fizerem o mesmo, -  sussurrou.  - No peo nada mais.
         - E empurrar provavelmente seus limites em cada ocasio, -  Kai'o murmurou com uma quantidade pequena de diverso.  
         - Basta disto. -  Ela empurrou contra o peito do Caise, separando-se-se deles enquanto se dirigia para o gel de lavar e comeava a limpar-se seu corpo rapidamente, 
determinada a permanecer forte contra a necessidade de debilidade e de lhes permitir fazer o que desejassem.   - Devo me apressar e visitar serena antes de me dirigir 
ao vale de Torneira.  Vs precisam ver seus guerreiros e aos magos que aguardam os Veressi.
        Ela se limpou rapidamente, inteirada do olhar que Kai'o e Caise intercambiavam antes de mover-se.  Tal emotividade no a satisfez.  Ela no tinha nenhuma 
idia como dirigi-la, de como aceitar o que ela no poderia trocar.  E havia tanto ela desejava poder trocar.  
         - Marinha, ocultando-o no solucionar este problema. -   Kai'o e Caise seguiram, limpando seus corpos para depois segui-la ao suporte de pedra larga onde 
estavam os grossos panos para secar-se dobrados ali. 
         - Posso ocultar coisas com a maior eficcia possvel, mago, -  ela suspirou, enterrando sua face em um dos panos grossos, reprimindo as lgrimas,  - Necessito 
e tenho fome. Farei frente ao que devo e quando devo.
        Ela acabou de secar-se antes de ficar bruscamente seu traje e de empurrar seus ps nos sapatos de novo antes de ficar os 
         - No posso trocar o fato de que alcanastes meu corao,  mais do que posso trocar a unio ou o que deve acontecer.  Somente sei que no lamentarei, em 
nenhum momento, o que compartilhamos, meus magos.  Essa  uma promessa que posso fazer de verdade.
        antes de que pudessem falar, ela se girou e rapidamente para a esquerda do compartimento, movendo-se com rapidez para alcanar suas residncias e para evadir 
qualquer emoo que contribussem se a seguissem.  por agora, havia muito trabalho que fazer.  
        Caise olhou como Marinha saa do compartimento de banho, sua cabea endireitar-se desafiante, os ombros, a elevao de sua cabea. Ela era uma mulher obstinada, 
independente, rechaava obedecer como deveria faz-lo uma mulher, em vez disso exigindo as mesmas explicaes e respeito que dariam a um de seus prprios companheiros. 
Desgostava-lhes.  O amparo dela teria sido muito mais fcil e definitivamente menos horrenda para suas almas.  
         - Am-la pode que seja nossas mortes, -  Kai'o suspirou enquanto que atava a toalha em sua cintura e olhou fixamente o tnel que ela tinha tomado.  
         - Aye. -   O acordo no era necessrio, mas Caise lhe deu o seu de todos os modos.   - No sei se meu corao pode suportar coloc-la em tal perigo outra 
vez.  No posso provar que os Veressi estivessem ali para lhe fazer mal, j que sua magia  muito diferente da magia escura que detectei ali.  E averiguar se estavam 
ali para proteger ou machucar est demonstrando ser uma tarefa muito difcil. -   
        Kai'o tinha passado um tempo precioso seguindo os filamentos escuros de poder que ainda permaneciam na seo debaixo do castelo depois de que ele e Caise 
tivessem levado a Marinha de novo a sua residncia.  Era malvolo, zombando-se enquanto ele  tentava segui-lo, conduzindo-o em direes para onde ele sabia que no 
teria podido aventurar-se.  
         - E que tem que o Garron ... h tempo para lhe perguntar? -   Caise pediu enquanto se moviam lentamente pelo tnel, dando seu tempo de Consorte para compor-se 
e escapar, como ela necessitava.   - No.  Ele no deixar o lado de Serena, e as bruxas que protegem sua residncia no nos deixaro v-lo.  Devemos esperar.  
         - No podemos esperar muito mais tempo, -  Caise grunhiu.   - Os Veressi chegam logo, quando encontram seu acesso cruzado por esse drago maldito, eles 
procuraro em todo Sentmar para averiguar sua identidade e suas debilidades.  No vacilaro em sua determinao por ter  princesa Serena.
         - Ento devemos fazer o que pudermos para estar preparados. -   Kai'o se deteve brevemente, fazendo frente a seu irmo completamente, com a determinao 
estampada em suas feies, enchendo sua alma enquanto que ele fez sua prpria promessa.   - No podemos deixar tom-la.
         - Aye. -   Caise cabeceou.  -Igual a no podemos pedir que faa o que queremos.  Unimo-nos com ela, mas poderemos possui-la nunca de verdade.  Como ento, 
so nossos destinos distintos?
         - Porque ns lhe damos a opo, -  Kai'o grunhiu, sua voz soou feroz quando emocionar inominveis, desconhecidas se derramaram dentro dele.   - sempre, 
ela ter a opo.  Temo que os Veressi concedam  herdeira a este trono muito menos.
        
        
        Captulo Dezenove
        
         
        Serena ainda no tinha despertado.  Ferida-las estavam curadas, e seu mesmo fsico estava quase to bem como o tinha estado antes do ataque, mas agora, algo 
mais parecia prolongar seu limite para dormir.  O que?  Marinha se moveu atravs dos tneis subterrneos, seus dedos que se arrastavam ao longo das paredes de pedra 
speras enquanto estudava o caminho plano pelo que caminhava, suas sobrancelhas estavam franzidas em um cenho, sua mente ocupada pelo conhecimento de que no importava 
o que Garron tentasse, sua irm no tinha despertaria.  
        Garron assegurou que todo estaria bem.  Que necessitava tempo, que a mente precisava curar-se to bem como o corpo depois de tais feridas mgicas, mas Marinha 
no estava to segura.  Talvez era a preocupao nos olhos do drago.  As feies plidas, de sua me.  
        Ela no s no estava segura, mas sim ela detectava a mentira pelo que era.  Temiam que Serena no despertasse.  E estavam perturbados, enquanto Marinha 
se inclinou abaixo para beijar a sobrancelha fria de sua irm, ela havia sentido algo familiar.  Uma escurido, uma indireta do poder malvolo que ela se havia sentido 
somente uma vez quando ela tinha feito frente aos Veressi em bem da magia.  
        Doces sentinelas compassivos, os magos no as teriam arrumado certamente de algum jeito para manter a Serena em transe. Era quase impossvel fazer.  Inclusive 
as guardis tinham sido incapazes averiguar nada sobre esse poder ou de procurar a mente para verdade.  Inclusive seu guarda mais poderoso no podia.  
        Envolvendo-os braos sobre seu seios, Marinha fez uma careta enquanto entrava na caverna externa, guardada pelos grandes unicrnios machos que transportavam 
a bruxas atravs dos bosques. 
        Faltavam vrios. 
        Ela se parou, contando s orgulhosas bestas, perguntando-se sobre as trs faltas inexplicveis.  Deviam  obvio estar no vale de Torneira, com a Selectra 
e Revestisse, mas essa terceiro era inexplicvel.  No era inslito que uma delas deixasse as cavernas que rodeavam a base do castelo dentro dos limites protegidos, 
mas era bastante raro que ela notasse o que faltava e que comeasse para busc-lo chamando  terra.  
        A chamada que ela enviou era tentativa, no tinha nenhum sentido transtornar s foras que governavam Sentmar, ela procurava simplesmente a uma velha amiga, 
nada mais.  Ainda, no poderia detect-la. Selando suas prprio arreios, ela continuou procurando a presena dos unicrnios, seguro que deviam estar em alguma parte 
perto.  As criaturas eram muito leais s bruxas e raramente se perdiam longe em caso de que fossem necessrias.  
        Ainda, ela no poderia encontr-los, embora obviamente, podia fazer uma chamada muito mais poderosa   terra para procurar a pista mais longe do castelo. 
Uma chamada que situaria s bruxas e que as arriscaria  excitao de um feiticeiro.  Coisa que ela no desejava.  Ela tinha evitado a paixo que a tinham atribudo 
a qualquer feiticeiro residente a sua terra durante anos.  
        Mantendo sua magia contida, seu poder se centrou em uma rea particular em vez de varrer atravs da provncia inteira do Covenan.  O mesmo pensamento de 
chamar a ateno de algum varo poderoso que a fizesse dormir, e a ensurdecesse de fria se era necessrio, era bastante para faz-la estremecer-se de pavor.  
        Acariciando ao pescoo dos unicrnio depois de assegurar a cadeira de montar, ela montou rapidamente, dirigindo-se para a entrada da caverna abrigada e cavalgando 
energicamente para o vale de Torneira.  Ela no tinha ouvido da Selectra ou de Revestisse desde fazia horas, e da visita dos Veressi, a magia ao redor do castelo 
parecia catica, como se no pudesse distinguir se era amigo ou inimigo a quem fazia frente.  Era singular, inquietante.  
        Marinha tinha considerado discutir sobre isso com o Caise e Kai'o antes de ir-se, mas pelos deuses que no tinha pacincia para mais de sua atitude protetora. 
Comeavam a sufoc-la, a debilit-la com sua vigilncia constante.  
        Era um alvio o deixar o castelo e lhes permitir o tempo que necessitavam para conduzir seus prprios assuntos, elas pensou isso, as investigaes eram reservadas. 
Como se ela fosse inconsciente do que ele perseguiu, dentro de seu prprio castelo.  A diferena de seus magos, ela no duvidava de que os Veressi eram o inimigo. 
No eram definitivamente seus aliados, isso somente deixava uma opo.  
        Enquanto o unicrnio cavalgava atravs do bosque, estirando suas patas, reduzindo a distncia, Marinha permitiu que a magia dentro dela aumentasse.  Enviou 
ecos tentativos de poder, sentindo-os mover-se, identificando o que havia a seguir e o que podia estar detrs dela.  No poderia detectar nenhum perigo, com todo 
ela poderia senti-lo.  
        Sua magia no poderia estabelecer claramente nenhuma direo, nenhum obstculo ou impresso dos seculares, de bruxas ou de magos, contudo, ela poderia sentir 
a corrupo do perigo gasta de novo a ela.  
        Ela impulsionou o unicrnio mais rpido, inclinando-se sobre o longo pescoo para lhe imprimir maior velocidade enquanto que permitiu que seu corpo relaxasse, 
flura com o animal e fizesse a carga mais pequena de peso.  
        quanto mais perto estava do vale de Torneira, mais forte se fez a sensao.  Contudo no tinha divulgado nenhuma chamada de Revestisse e Selectra.  Nenhuma 
advertncia, nenhuma chamada das torneiras.  Nada para alertar a de que poderia haver problemas.  Enquanto o unicrnio se deteve dentro da entrada, ela entendia 
por que.  
        Uma nvoa cinza pendurava sobre o vale, magia escura que o enchia de uma nvoa esquerda enquanto que ela escorregou da parte posterior do animal depois o 
enviou silenciosamente a casa.  Quando ele no respondeu, ela se girou detrs lentamente, horror que a enchia ante a cinza imagem de pedra que ela encontrou.  Igual 
a tinha acontecido com as torneiras que chamou uma vez feliz a ela.  
        Ela encontrou a Mustafa, reteve um grunhido em seus lbios silenciosos, seus olhos cinzas, quando se tinha convertido a pedra seu corpo.  Movendo-se mais 
ainda atravs das nvoas que cobriram o vale, ela tropeou contra um obstculo, ficando de joelhos quando um gemido de enfurecida dor a saiu de seus lbios.  Era 
um dos bebs, to pequeno, to frgil, tinha sido quebrado e arrojado a um lado, os torres de pedra que revelavam suas asas e membros quebrados.  
         - Doce misericrdia... -  A agonia ardeu atravs dela, tremendo atravs de seu corpo como sua respirao se fez desigual com as lgrimas, com raiva. Era 
Tambor, um dos vares sem preo e necessrios para restabelecer o cl.  Um recm-nascido, apenas capaz mover-se sobre a terra jogando, incapaz de expor um risco 
para igualar a um criana secular.  Ainda, ele estava ante dela, destrudo, quebrado.  
        Ela o alcanou, com os dedos tremendo enquanto ela respirava asperamente, celebrando detrs a lgrimas que encheram seus olhos enquanto que ela tocou a pedra 
fria de uma asa desmembrada.  Como tinha acontecido isto?  Ela levantou seus olhos, olhando fixamente a nvoa obscurecida, as nuvens negras que se moviam a seguir, 
perguntando-se que magia escura tinha oculto a violncia que se produziu aqui.  Lutando por mover-se, ela olhou fixamente sobre ela, lutando para mover-se, para 
chegar  pequena caverna onde se abrigaram aos bebs com sua me.  
        Ela poderia fazer  pouco contra os caules de magia cinza que enchiam o vale, no poderia detectar nada com seu poder exceto a violncia que se movia na rea 
abrigada.  Tirou a espada cuidadosamente da passagem, deleitando-se com o assobio do ao que escorregava sobre o metal enquanto que ela a cravava   terra para fazer 
a magia que ela necessitava.  Com todo toda o que ela encontrou era a fora escura, uma que ela no se atreveu a deixar entrar dentro de sua alma pelo medo de corromper 
seus prprios poderes com ela.  
        moveu-se atravs das nvoas, tentando ver, caminhando cuidadosamente, rogando no encontrar a nenhum mais dos bebs quebrados como o tinha estado Tambor. 
A disposio doce do cachorro sempre tinha levado um sorriso a sua face, e a seu corao.  
        Sua perda cravou profundamente, fazendo uma ferida atravs de seu corao.  Mas o que tinha que a Selectra e de Revestisse?  Samara tinha voltado para castelo 
faz horas com o relatrio que todo estava bem no vale. O que teria podido trocar to rapidamente?  Ela encontrou a parede da face do escarpado que conduzia  caverna 
e a seguiu lentamente.  
        Os gemidos misteriosos, que freqentavam enchiam o vale, um grito baixo da raiva no incmodo do mal coberto, um assobio da terra o cacarejar do regozijo 
enquanto as nuvens se espessavam por cima.  Quando entrou na caverna sombreada, ela se parou, a respirao que parava em sua garganta, medo que ricocheteava com 
sua alma.  
        Revestisse e Selectra estavam ali, despojadas de sua roupa, de seus corpos convertidos em pedra.  Na parte posterior da caverna o resto dos cachorros e de 
sua me, aterrorizados com a magia adulterada, cinza, to frios como a forma ela tinha encontrado Mustafa dentro.  
         - Encarregada... -   Ela ouviu o convite do vento adulterada atravessar do vale.  Alegre, zombando-se, que enviou tremores do medo a sua coluna vertebral 
enquanto que ela lutou para encontrar uma maneira de advertir Caise e Kai'o.  
        Ela colocou as Palmas de suas mos contra a parede da caverna, rogando que o mal no tivesse penetrado na pedra, e pudesse enviar uma chamada atravs dela. 
Enviou cada fragmento de magia que ela possua e o que ela sabia que lhe tinham dado, movendo-se atravs da terra e a rocha, rogando que alcanasse o castelo. No 
haveria ajuda para ela enquanto o mal cobrisse a terra, mas aqui, dentro das mesmas profundidades da caverna, seguia havendo pequenas bolsas descontaminadas pela 
nvoa escura.  Estava dentro de uma dessas bolsas quando ela enviou a chamada que flua para frente.  
         - te entregue encarregado... a mim...  E demonstrarei misericrdia...  -   
        A voz, no era nem varo nem fmea, alcanava seus ouvidos como o assobio de um spid mortal.  No haveria misericrdia encontrada em seu interior, e crescia 
constantemente mais perto.  Ela no poderia permitir-se que a prendessem dentro da caverna.  Suas possibilidades de sobrevivncia estavam reduzidas enormemente aqui. 
        Embora, a escura nvoa de mais  frente lhe oferecia poucas esperanas.  Atirando da parede, ela tomou sua espada em sua mo, ordenando a sua magia, a que 
era pessoal a todos os seres mgicos blind-la, e dirigi-la novamente dentro dos queixos das foras escuras.  
        No cu acima, a forma de um crnio se moveu atravs das nuvens.  Qualquer fora que a buscava era poderosa, forte.  Nunca havia Marinha ouvido falar de atos 
similares aos que agora se enfrentava.  
        Suas bruxas que se aproximaram, no tinham tido nenhum tempo inclusive para enviar um grito mental de ajuda.  Suas torneiras se converteram em pedra, seu 
vale precioso, protegido uma vez pela mesma terra, tinha sido superado.  
        Como era possvel que tivesse acontecido isto e ela no houvesse sentido nem um pouco de conhecimento disso?  Mantendo-se blindada, ela se moveu atravs 
dos caules de malevolncia que a buscavam, sabendo que em alguma parte dentro do vale, o dono do poder escuro aguardada.  No era possvel que tal coisa pudesse 
ocorrer a distncia, verdade?  
         - Encarregada, no pode te ocultar.  Encontrarei-te, igual como encontrei seu vale, igual como encontrei a seu irm.  No pode encontrar a vitria aqui. 
Reclamao esta terra para meu e meus.
        Marinha  se acalmou, olhando fixamente atravs das nvoas, agora sentindo a presena.  No se sentia como magos, o Veressi No poderiam dissimular-se certamente 
com tanta eficcia?  Mas ento, ela havia no tivesse acreditado que nada disto pudesse ser possvel antes.  
        Ela rechaou responder  voz zombadora, permanecendo silenciosa, inclinou-se detrs de uma rvore com o qual tinha estado uma vez forte e cheio de vida. 
Agora era simplesmente um esqueleto de si mesmo.  
         - Brianna escapou de meus planos para ela.  Escapando s terras de seus magos.  Voc no pode escapar por mim, Encarregada.  Voc est limitada aqui, sempre 
ao alcance de minha presa, muito fraco para lutar contra mim ou para reclamar o que tomei.  Sempre minha.
        Os olhos de Marinha estreitaram ante o som presumido.  Talvez quem quer possuiu este magia no estava to seguro de si mesmo como acreditava que ela acreditasse. 
Se fosse possvel para os filamentos de magia que enchiam o vale penetrar em seu protetor, o teria feito.  Em lugar, disso fluam ao redor dela como se no existisse, 
nunca sondando na magia quase tnue que a protegia.  E maldito se qualquer pessoa reclamaria esta terra.  Quem quer ou o que havia trazido tal horror a este vale 
pagaria.  Se estavam vivos, pagariam.  
        Ela se moveu lentamente de rvore em rvore, movendo-o mais prxima  presena do que poderia sentir-se, somente mantendo um olho cuidadoso  ao redor dela, 
jogando uma olhada freqentemente aos cus e ao crnio que olhava fixamente abaixo  escurido abaixo.  
         - te revele, cadela! -   a voz grunhiu.   - Descobrirei-te antes de que eu e veja seu magia tomada pelos mesmos demnios do shadowhell, igual como suas 
coortes que enganam ali  vista.  Gritaram te chamando, Encarregada, elas pediram misericrdia. -   
        Marinha apertou seus lbios, rechaando responder como ela procurou, movendo-se como um fantasma em silencio atravs do vale.  Ela no tinha nenhuma dvida 
que suas bruxas no teriam rogado inclusive embora estivessem fazendo frente aos do shadowhell.  No eram vises da verdade nem se assemelhavam, a no ser espantosas, 
profanas imagens de morte e de aougue.  Os deuses ajudassem a todas se Revestisse e Selectra tinham sido violados por tais criaturas.  No haveria cura alguma, 
nenhuma reparao para o machuco a suas almas ou a sua magia.  
        Ela poderia rogar somente aos sentinelas que tivessem escapado de tal destino.  Mantendo sua espada preparada ante dela, ela escorregou atravs de uma ruptura 
na nvoa, movendo-se com silncio deliberado  forma escura que ela se vislumbrava a seguir.  Havia somente um.  Se seu inimigo fossem de verdade os gmeos do Veressi, 
ela morreria aqui.  
         - Aqui est. -   A forma se deu a volta, o capuz pesado do traje grosso caa de uma face bem conhecida, e bem amada.  
         - Guardi Layel. -   Ela se parou com surpresa enquanto que o sorriso da mulher e o ouro torcido e os olhos cinzas olharam fixamente ela sem piedade.  Uma 
das bruxas do guarda, respeitada por sua sabedoria, estava em p ante ela como uma caricatura malvada, seus olhos cintilavam demonacamente enquanto que luzes vermelhas 
oscilavam com o cinza, e ela torcia seu sorriso com desprezo revelando seu triunfo.  
         - Voc pensou que poderia me agarrar, Encarregada?  - Ela cabeceou para a espada que Marinha levava, lanando detrs seu capote e lhe trazendo as mos antes 
dela.  Marinha no estava preparada para a rajada de magia dirigida para ela, s o amparo que ela tinha mantido forte entre elas desviou o pior da rajada dirigida 
a seu peito.  
        Atingiu-a detrs, lanando-a atravs da terra e roubando sua respirao enquanto que a espada voou de sua mo.  
         - Invoca  terra que tanto amas, cadela, -  a guardi grunhiu.   - Vi-te crescer, segui seu magia, e me assegurando de que nunca obtinha a fora necessria 
para me detectar, para me encontrar.  Voc acredita que seu nfima magia agora te defender?  Que a magia desses filhos de puta com os que te uniu podero te proteger? 
-   
        Marinha rodou enquanto outra bola ardente de poder se dirigia para ela, evitando-a por somente umas polegadas enquanto caa de repente na terra onde ela 
tinha estado uma vez.  Ficando rapidamente em p, ela olhou ao guarda com receio, movendo-se de forma defensiva para evitar a magia que brilhava intensamente nas 
mos da mulher.  
         - Layel, O que te aconteceu? -   ela sussurrou, incapaz acreditar que o demnio ao que olhava fixamente detrs ela.  Ela tinha querido a esta mulher, tinha 
ido com ela desde que tinha dez anos ao conselho.  
         - Nada me aconteceu, querida, -  ela disse com desprezo uma vez mais, lanando outra labareda poderosa do poder diretamente para ela.  -Voc nunca acabou 
de conhecer inimigo que vivia entre os teus.  
        Marinha se lanou ao lado, sabendo que isso significaria utilizar cada grama de fora que ela possusse para tomar represlias e que isso colocaria em perigo 
o amparo ela podia necessitar para salvar sua vida.  Ela somente tinha a esperana de encontrar sua espada, porque no haveria certamente outra forma de ajuda.  
Rajada detrs rajada dirigida para ela, quase tocando-a, debilitando o amparo Marinha de combate para defender-se ante ela.  
        Ela gritou   terra, aos magos, ao Garron, mas no houve resposta.  Somente haviam os gritos misteriosos do mal que se repetiam ao redor dela enquanto outro 
flash de poder entrava em erupo, a seu lado e lanando-a violentamente a terra.  
        Marinha ofegou de dor, lutando para encontrar sua respirao enquanto Layel se movia mais perto, sorrindo com um sorriso demonaco enquanto ela a levantava 
as mos de novo.  O relmpago atingiu na terra aos ps de Marinha, giseres do vapor entravam em erupo ao redor dela como se a terra mesma se partisse em dois, 
lanando uma exploso de magia arco ris que aoitou ao redor dela, enchendo-a, lhe infundindo enquanto que o guarda gritou com raiva. 
         O rugido horroroso do drago entrou em erupo na escurido enquanto que o ulular dos mochos se ouvia acima.  Um caleidoscpio do poder comeou a encher 
o vale, raios brilhantes da cor que se uniam ao redor dela enquanto que ela olhava o enfrentamento branco do poder do Garron para o guarda.  
         - Drago bastardo, magos do filhos de puta, -  ela gritou em raiva enquanto que os caules escuros de magia comearam a difundir-se sob o poder de dzias 
de magos e de bruxas agora que enchiam o vale.  
        Marinha se deixou cair a seus ps, usando o poder que escapava da terra para encher seu ser, levantando as mos para infundi-lo, para permitir que enchesse 
seu interior enquanto que ela cavava  nas mesmas vsceras da terra debaixo dela para ajudar aos que lutaram acima.  Encheu-a, os rpidos relmpagos crepitaram em 
seu interior quando ela se girou, colocando as mos e as dirigindo para o crnio sinistro persistente nos cus obscurecidos pelas nuvens.  Seus olhos se fecharam, 
seus sentidos, centraram-se na batalha enquanto ela sentia ao Caise e Kai'o rode-la, adicionando sua fora, sua magia, at a batalha que trovejou no cu que era 
to furiosa como a batalha que empreendida  entre o guarda e o drago.  
         - Enfoca, Encarregada. O drago se defende bem e  ajudado pela magia de bruxas e de magos. O crnio  o poder verdadeiro.   a ele ao que deve derrotar. 
te centre em voc mesma...  -   A voz era desconhecida, escura, mortal, lhe falando em voz alta alm dos magos que a protegiam.  
         - te centre voc mesmo, maldito seja! -   disse spera.  
         - Voc  a Encarregada, se te derrotar, ele derrota seu terra e a magia do Covenan.  Se te derrotar, Serena morre, Encarregada.  vai tudo o que considera 
querido. -   a raiva queimava em seu interior.  Ela agora conhecia as vozes, conhecia os Veressi e sabia que diziam a verdade.  
        Ela se abriu totalmente.  No houve nenhuma vacilao, nenhum medo, nenhum remorso.  Ela absorveu a fora do Caise e do Kai'o, centrando-a, aceitando-a em 
seu corpo para fazer a arma, aumentando a magia em seu interior para lan-la.  
        Aumentou o poder at que ela se queimou, at que ela sentiu a caldeira que fervia que se estendia dela que rasgava em seus interior, rasgando-se com sua 
mente.  Ela atiou ligeiramente as chamas mais quentes, mais fortes, gritando da dor at que finalmente atirou dela, uma exploso ardente, to intensa que era branca, 
to violenta que fez oscilar a terra sob seus ps enquanto que se precipitou para  a imagem que a horrorizava.  
        O raio de poder passou atravs da face do esqueleto, ardendo atravs das conchas dos olhos, pulsando no ponto mais fraco enquanto um grito de tal mal horrendo, 
como se os demnios combinados do shadowhell fossem abrasados nos abismos mais escuros, at que uma exploso vibrou nos cus, uma chuva de magia, cegando com sua 
cor, e seu triunfo encheu o cu.  
        Marinha se derrubou.  Sua fora abandonou seu corpo enquanto que Caise a agarrou em seus braos, enquanto ela ouviu os rugidos triunfantes felizes de suas 
torneiras que se mesclavam com os agnicos gritos derrotados do guarda Layel.  
         - Selectra, Revestisse... -  ela ofegou fracamente, lutando para ficar em p, para ir assegurar se de sua segurana.  
         - Levem s piscinas de magia, -  um dos Veressi disse.   - Seu vale est de novo livre do mal e seus bruxas ilesas.  Levar-lhes a daqui, agora. -   Ela 
se sentia que era levantada dos braos do Caise, a pele coricea e fria do Garron um blsamo agradvel contra sua carne ardente enquanto ela sentia o passeio rpido, 
desorientada atravs da sombra.  Em poucos segundos ela estava dentro das piscinas de magia, suspirando de dita enquanto que a mantinham na corrente que se esfriava 
de magia que funcionou com ela.  
         - Voc est bem, minha criana, -  Garron sussurrou em seu ouvido enquanto ela ouvia amaldioar ao Caise e ao Kai'o, suas vozes soavam baixam, quase encolerizadas. 
         - Voc agora  de verdade a Encarregada. -   Disseram-lhe enquanto seus olhos se abriam muito abertos, mas no era ao drago a quem ela viu, foi a seus 
magos. As lgrimas encheram seus olhos caindo s guas ao lado dela, seus corpos estavam chamuscados, como muito ela se temia que o seu o estivesse tambm. 
         - Encarregada-a, -  Caise suspirou enquanto que atirou dela a seus braos.  -Assim nos condenem, sentei medo. -   Ela suspirou contra seu peito, gemendo 
de prazer enquanto que Kai'o acariciou seu cabelo a um lado para jogar a magia lquido sobre ela que se ardia detrs. 
         - Guardam-nos. -   Lhe beijou o peito, sentindo sua ereo o elevar-se e pressionando em seu estmago enquanto uma risada abafada fraco saa de seus lbios. 
por que ela no estava surpreendida?   - Mas  condenado em extremo, -  ele grunhiu, atirando da parte posterior de sua cabea, olhando fixamente para baixo a ela 
com os olhos dourados rir, olhos cheios de amor, com agradecimento.  
         -  mais que evidente que no pode estar sem te colocar em problemas. H somente uma resposta a isto. -  ela ofegou enquanto que a levantavam e era empalada 
e estremecida de prazer.  
         - No  justo, -  ela ofegou, apertando no membro grosso, ardente agora que a enchia. A magia lquido os impulsionou, elevando suas paixes, suas fomes, 
igual como fazia com as suas.  
         - Justo ou no, h somente uma resposta a nosso problema. -   Kai'o se moveu detrs dela, sua ereo roava em seu nus, trabalhando repentinamente na pequena 
entrada enquanto que o poder que flua ao redor dele a preparava facilmente.  
         - Temos um problema? -  Ela respirou asperamente enquanto ele entrava em seu o interior duro e profundo ela, enviando correntes e tremores de prazer que 
se estendiam atravs dela.  Ah sentinelas, ela nunca tinha imaginado prazer como o que estes magos lhe davam.  
         - Aye, um dilema da classe do desgosto, -  Kai'o grunhiu enquanto ele comeou a mover-se, tomando-a em tndem com os movimentos do Caise, enchendo seu corpo, 
sua mente com prazer em vez de dor, de necessidade em vez de medo.   - Como manter a nosso consorte segura. -   
        Ela sacudiu sua cabea.  No desejava ouvi-lo. Se foram sair dela logo ento ela no desejava sab-lo.  No agora.  No aqui.  Ela sabia que os Veressi poderiam 
chamar os dela antes da cerimnia de unio se o desejavam.  Sabia que ela poderia ser separada deles, talvez no para sempre, a no ser longe mais tempo do que ela 
poderia agentar.  E embora ela no tinha expresso o medo, tinha rechaado deix-lo aumentar um pensamento dentro de sua mente, persistente, a sombra disso a encheu. 
         - H somente uma coisa que fazer. -   A voz do Caise soou abafada, seus msculos eram firmes quando ele empurrou em seu interior, esfregando ligeiramente 
a carne mais sensvel com a magia que se cravava sobre eles, estirando-a, invadindo no s sua vulva mas tambm sua alma, igual como Kai'o a encheu.  Corpo e alma. 
Seus Magos.  
         - No pode ir, -  ela ento gritou, sacudindo-se em sua presa enquanto ela sentia o aumento do prazer, seu sexo apertar-se, seus clitris inchar-se com 
o orgasmo iminente.  Ela no deveria ter estado preparada to logo.  Ela no deveria aproximar-se do clmax to rapidamente depois de estar prxima  morte. 
         - Aye, meu amor.  - Os dentes do Kai'o lhe mordiscaram os ombros enquanto comeavam a mover-se mais arduamente, mais fortes em seu interior.   - No podemos 
ir.  Alguma vez.  Como um deixa sua alma?  
        O se transbordou em seu interior, estalando, entrando em erupo atravs de seu corao, de sua alma, de seu ser enquanto seu clmax se estendia atravs 
de seu corpo, sacudiu-a, unindo-os a ela ento enquanto seu orgasmo os acaba de ordenhar violentamente de seus corpos.  
        Ela sentia as rajadas duras, ardentes de smen que a enchiam, igual a sentia sua magia que aoitar nela.  xtase, brilhante, consumia-a, milagroso.  Ela 
se derrubou contra eles, agitando-se, o esgotamento tomava, o sonho a enchia.  Estava a salvo e mantida nos braos de seus magos.  
         
        
        Epilogo 
        Castelo do Sellane 
        Uma semana mais tarde. 
        
        
         - Os fluxos de poder, aumentam e se queimam...  A arte antiga  revelada, o poder previsto, a arte dos inimigos acordada.  ...  Presta ateno a seus magos, 
Encarregada...  Presta ateno a seus magos, Encarregada...  
        Marinha despertou com um grito de assombro e fria que gritava ao redor dela, magia aoitando atravs do castelo, repetindo-se inclusive na terra enquanto 
que ela sentia a raiva de um drago perfurar a pedra.  
        O som, um rugido de ameaa, de recompensa, fez-a saltar da cama, apenas um segundo detrs dos magos que, com uma onda de suas mos, agasalharam-na ento 
eles mesmos, antes de agarrar suas espadas e de sair da residncia, um detrs dela, um diante dela.  
         - Garron protege a Serena, -  ela gritou enquanto se moviam pelo com o vestbulo rapidamente, correndo para chegar s residncias de sua irm. Enfurecidos 
os uivos soaram outra vez, sacudindo as mesmas paredes do castelo ao segundo antes de que a pena de Marinha enchesse sua alma.  
        O eco da dor de sua me, o terror da Brianna enquanto a magia dele era superada.  
         - Serena! -   Seu prprio grito se repetiu ao redor dela enquanto se dirigiam para a asa de Serena no castelo, empurrando em seu dormitrio e olhando fixamente 
com surpresa o que lhes aguardava.  
        Brianna estava dentro dos braos de seus reis magos, tinha chegado s novamente ao castelo essa manh.  
        Sua magia se teceu atravs da residncia, procurando atravs das molculas quase imperceptveis do mesmo ar si mesmo, procurando para... algo.  
        Garron estava parado ao lado da cama vazia, seus olhos negros brilhavam intensamente alaranjados agora enquanto que a aurola poderosa de sua magia aoitava 
atravs da residncia, enchendo de esquina a esquina, gritando sua raiva enquanto estava inmovil na cabeceira vazia de sua irm.  Sua me no estava em nenhum lugar 
que se pudesse ver.  
         - Brianna, -  ela se dirigiu a sua irm, agarrando-a pelos ombros, atirando dela do peito de Drago e olhando fixamente seus olhos cheios de medo.  
         - Onde esto me e Serena?  O que aconteceu? -   
         - Os deuses, as levaram, Marinha. -   Sua voz era rouca, pelo medo e a clera que a enchia enquanto Drago e Lasan gritavam ordens aos guerreiros e os feiticeiro 
guarda rapidamente enchiam a residncia. 
         - Raptaram-nas! -   A voz do Garron era um grunhido spero, ensurdecedor quando ela se girou para ele, olhando fixamente com surpresa as fascas de fria 
que saltavam de seus olhos quando lhe fez frente.   - Esses dracas as roubaram alm de minha magia e as tomaram ambos.  Pelos deuses que o pagaro. -     
         - Raptado? -   Sua voz era fraco pois o horror a enchia.  
         - sentamo-los, Marinha. -   Brianna ento soluou.   - Drago, Lasan e eu ouvimos o grito de Serena  e a maldio de me um segundo antes de que se houvessem... 
ido. -   Seus olhos estavam alagados de lgrimas, sua face plida.   - Acabavam de desaparecer ante nossos olhos e no poderamos as seguir. -   
         - Quem se atreveria? -  Ela se moveu para trs de sua irm, enviando automaticamente uma onda de magia atravs do cho s cavernas debaixo onde fluiu a 
magia.  Sentmar era magia, o mesmo ar que respiraram estava cheio dela.  A magia podia seguir  magia.  Ou ela tinha acreditado isso.  No havia rastro de sua irm, 
nenhuma amostra de sua me.  Havia somente vazio.  
         - Reis Veraga, voltaro para suas prprias terras e a protegero a ela ali, -  Garron pediu enquanto com o dedo apunhalava em direo da Brianna.  - No 
podemos nos permitir nenhuma outra perda. -   Sua voz raspou com sua fria, enviando uma frieza abaixo sua coluna vertebral enquanto que ele se girou ento ao Kai'o 
e ao Caise.   - Vs permanecero aqui e no devem permitir que ningum tome a esta criana ou me verei com todos, -  ele grunhiu em sua faces esticas.   - ouvistes 
minhas palavras? -   
         - Nossas vidas so a sua, drago, -  Caise respondeu, sua voz era escura com sua clera profunda.   - No necessito nenhuma ameaa de voc.  daqui, procuraremos 
informao.  No te engane na crena de que estas irms daro um passo intil e aguardar magos ou drages para lhes dar permisso para ajudar a sua famlia. -  
         - Voc  o que se esquece, sem me ou Serena, estas terras esto indefesa, -  Brianna lhes recordou todos.   - No posso governar, porque enlacei com as 
terras da Veraga e suas gente ali.  Marinha no pode governar, porque ela  o encarregado.  Se prohbe que ela tome o trono. -   
         - Somente no se prohbe que seus magos governem. -   Garron se girou para eles lentamente, a suspicacia enchia sua expresso quando ele os olhou.  
         - Nay, no ouvirei nada disso, -  Marinha disse furiosamente.   - No formaram parte nisto.  Pensa que no saberia se o tivessem feito?  Nossa unio se 
assegurou de que nunca possam ocultar essas coisas de mim.
         - Basta Marinha, -  Caise grunhiu.   - A suspicacia de um drago no nos afeta uma forma ou a outra.  No mais que seu magia do mago.  Se qualquer engano 
foi praticado, te olhe a voc mesmo primeiro.
         - Basta! -   Ela agitou sua mo, ficando em p entre o drago e os magos enquanto que a tenso comeava a estender-se.   - No h opo.  Pois os sentinelas 
me advertiram dentro da corrente de magia que os magos governaro.
        Seu aviso furioso fez que cada um na residncia a olhasse com surpresa.  
         - E voc no informou a seu me disto, porqu? -   A voz do Garron baixou perigosamente.  
         - Porque no tinha nenhuma idia da advertncia que era, -  ela ficou rgida.  -Se esquece, drago, de que eu no tenho seus anos sem fim de experincia 
em decifrar as advertncias da magia.  Agora basta.  Tomaro o trono at a volta de me e de Serena, que acontecer rapidamente se voc dirigir seu raiva de drago 
ao castelo do Veressi. -   
        A advertncia do sentinela estava clara agora dentro de sua mente.  Antes no tinha tido nenhum sentido, agora se lia claramente em seu interior. Quem quer 
ou o que fora que trabalhava contra eles aprenderia que as artes escuras nunca seriam suficientes para proteg-los. Os sentinelas lhe tinham assegurado isso.  
        Garron a olhou fixamente  durante uns largos instantes, brilho ardente em seus olhos uma coisa terrvel, espantosa de ver. Quando ele abriu sua boca, ela 
esperou que a crueldade de sua fria descendesse sobre sua cabea.  
         - Pensa que minha magia no pode penetrar as terras do Veressi, -  ele grunhiu furiosamente.   - Pensa que no saberia onde esto para permiti-los roubar 
s governantes desta terra?  Voc me v como trabalhador to inepto de minha prprio magia, Encarregada? -  Seu desprezo era uma vista apavorante a considerar.  
         - Ento estamos condenados, -  ela sussurrou.  - Se os Veressi no a sustentarem, depois de todo somente a mais escura de magias teria podido tomar, Garron 
e se isto fosse verdade, outra vez, eu saberia, -  ele, seu lbio que se encrespa com raiva.  
         - Quem quer as raptou, aprendeu as artes esquecidas de "blindar" a magia, algo que somente o maior de magos soube uma vez. Uma magia inclusive que no posso 
aperfeioar. as encontrar no ser to fcil como em seu inocncia o acredita possvel. -   Ela se girou ao Caise e ao Kai'o, reprimindo as lgrimas enquanto eles 
se moveram para envolv-la em seus braos.  
         - Voc no nos disse nada desta advertncia, o Encarregada, -  Kai'o grunhiu enquanto ela sentia sua magia e a do Caise que consolidava seu amparo.  Parecia 
que se propunham no deixar nenhuma ocasio para que a roubassem facilmente.  Ela reconheceu o encanto autoguiado para o alvo que teceu repentinamente dentro da 
mesma base de sua magia.  
         - No sabia a advertncia que era. -   Ela a lutou com os gritos, inclinando-se contra ele com fadiga ento e a preocupao e os medos agora invadindo-a. 
- Roguemos aos sentinelas que possa recordar exatamente as palavras que sussurraram.  Temo que s isso ser nossa fora somente. -   
         - Encontrarei a seu me a rainha e  herdeira que preparei para este trono -  Garron grunhiu.   - e que os sentinelas tenham misericrdia de quem quer que 
as tenha raptado, porque encontraro o shadowhell cmodo depois de que suportem minha fria. -   
        * * * * *
        Shadowhell o mundo terrestre do Sentmar os reino do Shadowhell eram muito longnquos, uma dimenso reservada somente para as almas desgraadas muito preguiosas, 
enche tambm de malevolncia e de mal para obter os reino do paraso.  dizia-se que no Shadowhell, a gente aprendia rapidamente o pesar pelo delito menor mais leve 
realizado em vida, e que as almas se lamentavam em agonia sem fim contra sua dor.  
        Talvez alguns.  Outros foram mais satisfeitos aos reino obscurecidos, ardentes, embora.  casavam com a paisagem, ainda caando a outros, por sempre procurando 
a chave  liberdade.  Seguro que poderia ser encontrada.  
        Mas os havia, no na verdade merecedores dos destinos mais escuros, com todo nem uns nem outros eram eles bastante puros para o paraso.  Para esses, existia 
o Tribunal.  Um lugar no de misria pura, mas estavam ali muito tempo para redimir-se.  No obstante, no tinham fome, ou sede como esses nas zonas mais profundas 
tinham.  Encontraram o abrigo das duchas de chuvas ardentes e levavam uma existncia pobre dentro das cavernas e as cavernas que conduziam aos lagos do fogo mais 
longnquos vagando dentro da dimenso.  
        Garron apareceu na dimenso com um redemoinho de clera ardente de vento e grunhindo enquanto que os recm chegados ao Shadowhell corriam s cavernas.  Estes 
homens mereciam os abismos mais profundos, no este reino mais cmodo, embora obscurecido.  
        Quando sua forma se materializou dentro da maior das cavernas, os habitantes se dispersaram escorrendo-se rapidamente se separados, seus gemidos de medo 
saam de seus lbios gretados enquanto seus olhos estavam cheios de terror.  
        Se movian com o instinto de amparo para as depresses saltando longe das paredes de pedra, olhando-o fixamente com inveja, com medo enquanto que o p se 
formava redemoinhos em seus ps.  
        Seus olhos estreitaram nos trs que se atrasavam nas cavernas, impulsionados adiante pelo guerreiro do inferno em sua parte posterior e o pessoal de magia 
usado para controlar aos novos habitantes atados em sua coluna vertebral.  Eram os trs mortos guerreiros que atacaram Serena.  Os que morreram por sua magia.  
         - Isto est equivocado, -  um deles soluou, o mais velho, una um corpulento secular que conduziu a incurso contra a princesa Serena, cuja adaga tinha 
encontrado sua carne branda e havia quase arrebatado sua vida.  
        Os punhos do Garron estavam apertados de fria, o poder se apertava em seu abdmen, lutando pela liberdade.  
         - Devamos obter paraso.  - As lgrimas caram por suas bochechas curtidas enquanto que os olhos cinzas embotados olhavam fixamente ao redor com horror. 
- Prometeram-nos paraso. -   
        O guerreiro grunhiu.  
         - algum, parece, mentiu, -  ele disse com voz lenta, movendo-se ao redor dos trs para tomar seu lugar na parte posterior da caverna, seus olhos escuros 
estreitados na dzia ou mais que se ocultavam dentro da escurido antes de franzir o cenho enquanto olhava fixamente ao Garron.  
         - Quem te prometeu paraso? -   Garron se moveu adiante das sombras, mantendo sua voz baixa, sua cabea coberta o capuz encobridora de seu capote.   - talvez 
poderamos falar com os deuses em seu favor, se foram na verdade enganados. -    obvio, isto no era possvel.  Os deuses j os tinham julgado indignos;  no havia 
segundas ocasies depois da morte.  
         - Enganaram-nos. -   O secular cabeceou ferozmente enquanto ele assinalou aos outros dois e a ele.  - Estes so meus filhos, eles foram assassinados por 
essas condenadas a bruxas.  Fomos enganados pelo que veio a ns, jurando que os deuses nos protegeriam.
        Ele olhou fixamente detrs Garron em misria incomprendida.  
         - A deusa mesma do sol veio a ns, nos impulsionando a sua batalha. Ela no mentiria. incorreu-se em um certo equvoco terrvel.  
        Os moos em seu lado no verteram lgrimas.  Moos, homens na verdade, embora sua idade adulta no tinha sido alcanada faz muito tempo.  moveram-se ao redor 
das cavernas, suas intenes bvias.  A fora de suas almas para o momento parecia impressionante.  Logo, tinha a impresso de que esta se murcharia e a conduta 
temerosa dos desgraados do Shadowhell sabia mas bem.  
         - A deusa mesma, huh? -   Garron sacudiu sua cabea lentamente.  - Isto  uma vergonha ela se parece haver-se esquecido de seu papel.  Talvez no era a 
deusa quem veio a voc como acredita.  Estava ela acompanhada por outra talvez? -    obvio que o estava.  Um varo acompanhava sempre  forma enganosa da deusa 
que caou sobre o mal que se manifestava aos seculares.  
         - Aye, seu guerreiro viaja sempre em seu lado, o se bem. -   O homem cabeceado.   - ele no falou, embora.  A deusa nos prometeu paraso,  - ele sorveu 
outra vez.   - este no  nenhum paraso.
         - Este  seu castigo, -  Garron grunhiu, caminhando adiante como ele olhou fixamente o moo a seu lado.   - Podia ser pior homem, velho.  Poderia ser to 
travesso, to malvado como este teu menino. -   a magia levantou o homem jovem, movendo-se sobre ele, lanando-o  parede enquanto que os olhos azuis aquosos se 
avultaram e alargaram com alarme.  dentro de sua palma ele levava uma pedra afiada, uma de quo muitas caam dos tetos da caverna.  
        Garron riu entre dentes enquanto ele lutou, lutando para liberar-se enquanto grunhidos desumanos saam de sua garganta e o poder enviada raios de agonia 
atravs de sua forma.  
         - Poderia te matar outra vez, menino, -  ele disse com desprezo.  - Tentou rebaixar e degradar a uma bruxa protegida pelos mesmos sentinelas.  Uma digna 
de pureza e magia, melhor seu pestilenta forma e ainda no h maldito seu existncia dentro deste reino.  Sabe, filho de puta, o que aconteceria se tais palavras 
cruzassem seus lbios?
        O secular lutava, seus ps que atingiam com o p, e agarrava sua garganta enquanto a magia se apertava sobre ele.  Garron grunhiu com fria, desejando poder 
lhe matar outra vez.  Ele o teria sacudido at que seus ossos confundissem e se queimasse seu pequeno corpo frgil com a respirao ardente que seus poderes do drago 
demandavam.  
         - Garron.  Basta. -   Sua cabea aoitada ao redor, o capuz caiu livremente a seus ombros enquanto ofegos e gritos de medo se repetiram ao ao redor dele. 
Ele sabia a imagem que apresentava e levantou seus lbios com desprezo ante seus gritos dolorosos.  Deixou a forma da alma lentamente, os filamentos de magia se 
relaxaram, voltando lentamente de novo a ele.  
         - Minha querida Nmesis.  Percorrendo os subrbios? -   ela era a mais formosa das sacerdotisas dos sentinelas.  Uma viso de carne pequena e cremosa, e 
olhos tempestuosos peraltas.  Vestida com um vestido de seda escura, sujeito por um espartilho vermelho, seu cabelo negro longo, to longo que caa a seu redor como 
vus de seda.  
         - Garron, te proibiu vir aqui, -  ela suspirou, com seus olhos de prata olhando-o fixamente com o condena solene.   - No h respostas para voc aqui.  
Este reino. -   Ela a estendeu os braos lentamente, as mangas largas, profundas caam detrs de seus punhos finas enquanto que ela olhava ao redor uma vez mais. 
-J h bastante misria, bastante asquerosa fria.  No h necessidade de adicionar a tua prpria. -   
        Sua voz estava tinta de pacincia, condolncia.  Ele no tinha nenhuma necessidade de tampouco.  Mas ela no estava ante um novato possudo do poder verdadeira 
Sentmar, e no tinha nenhuma idia os problemas que ele poderia causar em seu precioso reino.  
         - Proibiram-me muitas coisas durante o transcurso da vida, -  ele ento disse com ira - E quando essas ordens me afetaram? -   
         - Cada vez que desobedeceu a vontade dos deuses, -  lhe disse, com sua voz aprazvel, perfurando nas almas escuras com dor cada vez que ela falou.  Seus 
uivos e gemidos da misria repetiram ao redor deles.   - Seu j perdeste o bastante, Garron, Deve perder mais devido a seu negao a emprestar ateno a sua vontade? 
No pode procurar vingana neste reino, no mais do que pode procurar respostas.  Est vivo, no morto.  No tem nenhum lugar aqui.
        Ele sentia sua magia tecer sobre a sua, procurando encontrar sua debilidade, para for-lo de novo s terras superiores.  Ele se cruzou os braos sobre seu 
peito e inclinou sua cabea sorrindo enquanto que um flash de frustrao enchia seus olhos.  
         - Novata, -  ele grunhiu.   - Seus sentinelas enviam a um cordeiro para enfrentar a uma torneira.  Realmente, Nmesis, deveria discutir com eles por suas 
tentativas de te fazer mal, porque esse somente poderia ser seu desejo ao te enviar to absurdamente contra mim.
         - Nunca lutaria contra voc, Garron, -  ela suspirou.   - Sal deste lugar, meu amigo, presta ateno a minhas palavras antes de que perca mais.  Os deuses 
sabem de misericrdia, fora e amor, mas voc mesmo sabe que seus castigos so freqentemente speros, e nunca esquecidos.  No tente a sua clera sobre seu cabea 
de novo. 
         - Sua clera, -  ele grunhiu, seus braos se levantaram seus lados quando lhe fez frente.   - me olhe, Nmesis, no trocaram minha forma, nem o ordenam. 
Averiguarei quem conduz a estes condenados seculares e o averiguarei logo.  E no  me advirta dos costumes supostamente carinhosos de nossos deuses.  Do tero s 
soube que as chicotadas de sua fria, quando no era mais que um beb, eu j conhecia o fogo de sua raiva.  Eu, minha querida sacerdotisa, sou um exemplo de suas 
faltas, nada mais.
         - Garron, suplico-lhe isso. -   Seus lbios carmesins formaram uma curva entristecida.   - Voc tem muitos poderes, capacidades que ningum de nossa classe 
conheceu jamais.  Tentar aos deuses para te castigar se no cessar nesta batalha.  Aquele ao que buscas no existe. -   Ele se endireitou at sua altura completa, 
seus braos caam a seus lados.  
         - OH, ele existe, pequena irm, -  disse com voz lenta.   - E bem que sabe.  Se voc prefere acreditar as mentiras em vez da verdade.  Eu...  -   Ele colocou 
seu punho sobre seu peito.   - Saberei a verdade, e exigirei o pagamento do passado.  Isto o prometo. -   To rapidamente como ele se materializou no reino, foi. 
Enquanto o p se colocou em sua esteira, Nmesis baixou sua cabea, cobrindo-lhe com as mos enquanto que outra forma aparecia.  
         - Vigia o de perto, pequena irm, -  a voz ria, com brincadeira e sarcasmo enchendo a de um tom baixo e maligno.   - Aye, vigia o de perto e no me falta 
outra vez.  A prxima vez, pode ser sua alma a que fique presa dentro deste reino. -   
        * * * * *
        Estava no castelo Cauldaran dos Veressi, Serena olhou fixamente ao redor dela o recinto dentro de que estava confinada.  A magia estava tinta de arco ris, 
embora tambm de escurido, como se cada cor do maravilhoso espectro tivesse sido corrompido pela cor negra.  No havia tonalidades iridescentes de tons bolo ou 
brilhantismo alguma, embora estava forada a admitir que as cores mais escuros era excepcionais em sua beleza.  Igual como seus amos o eram.  
        Ela sabia onde ela estava, profundamente debaixo do castelo mais poderoso das terras que rodeavam aos tempestuosos mares.  Poderia ouvir o desabamento das 
ondas, sentir o poder da magia que era bloqueado pelo amparo que estava ao redor da residncia.  Ela no podia estar indefesa, no podia falar em voz alta a sua 
me ou a suas irms, confinada de uma maneira que ela nunca tinha conhecido antes.  E ela estava nua.  
        Ela inclinou sua cabea contra a madeira Lisa do cabecero da cama sovar a que estava sentada, olhando fixamente o cinza escuro das paredes de sua priso, 
procurando, procurando sempre uma debilidade dentro do poder que remoinhava ao redor dela, nas cores sempre mutveis que obstaculizavam sua capacidade de penetr-los. 
        Agarrou um fino lenol sobre seu seios nus, seus olhos que se estreitaram enquanto que a clera queimou de novo em seu interior. No tinha nenhuma idia 
quanto tempo tinha presa dentro desta residncia.  Opulenta como era, seguia sendo pouco mais que uma caverna e ela to seguro como o shadowhell que este no era 
o castelo de sua me.
           - Dracas! -   Ela gritou a odiosa palavra.   - Pestilentos, filhos de puta lamacentos. Garron ter suas cabeas por esta infmia.  No escaparem de sua 
fria.
        Suas mos se apertaram punhos enquanto que ela lutou por conter lgrimas de fria.  Garron a encontraria e quando ele o fizesse,  apresentaria-lhe suas cabeas 
sobre uma bandeja de dourado.  Ningum se tinha atrevido a isso dentro do castelo do Sellane sem sentir sua clera.  
         - Seu lngua deixa muito que desejar, princesa. -   Onde tinha havido somente silncio, s os mveis da residncia, ali estava um dos Veressi.  Um deles, 
somente os deuses sabiam qual, pois ambos eram idnticos o um ao outro a diferena das desconhecidas costumes dos magos do Cauldaran.  E ele estava s.  Um uivo 
de fria saiu de seus lbios quando ele agitou sua mo, e o lenol se desintegrou entre seus dedos, deixando-a nua a seu olhar fixo, completamente indefesa ante 
dele.  
         - Condenado filho de puta, bastardo, -  ela gritou, sacudindo sua cabea e atirando de seu cabelo ao redor dela para blindar sua nudez. Malditos magos. 
Os muito bastardos inclusive as tinham arrumado de algum jeito a ter preparada para a unio.  Os cachos suaves que ela havia possudo entre suas coxas j no estavam, 
magicamente rapados para tirar o amparo contra as magias que poderiam alinhar-se com a sua prpria.  
         - Moa travessa. -   Seu sorriso zombador fez que sua raiva aumentasse.  Os olhos to negros como os abismos do shadowhell cintilavam e rielaban acesos. 
Seu cabelo negro caiu de comprimento sobre seus ombros, emoldurando uma face de tal beleza e arrogncia masculinas capaz de colocar os dentes de uma fmea no borda. 
         - Atreve-te a me seqestrar,  - Ela disse jogando fascas, mantendo seu lugar na cama em vez lanar-se contra ele com raiva como ela teria desejado fazer. 
- Bloqueia meu poder e o que pensa chegar longe com isto?  Prope-te me matar?  Desejas uma coisa, e agora a faz, dracas, se me consigo escapar verei suas cabeas 
decorando as portas do castelo do Sellane. -   
        Ele colocou suas mos dentro dos bolsos de suas calas, sacudindo sua cabea enquanto que estalava a lngua zombador.  O linho branco, fino puro de sua camisa 
se estirou atravs da largura de seu peito, remetendo-se nas calas que caam com uma funda e estavam rodeados com uma correia negra larga.  os botas de altas bezerro 
calavam seus ps, e ele no usava nenhuma arma que ela pudesse roubar.  
         -  uma hspede do mais ingrata, Serena. -   Sua voz se parecia com o cantar seu nome.   - E absolutamente insultante com respeito s comodidades que preparamos 
para voc. -   
         - Bastardo, -  ela murmurou outra vez, fazendo uma bola contra o cabecero, segura de que se quebraria se ele se atrevia a toc-la.  Era este seu destino? 
Violariam-na, seu corpo e sua magia seriam tomados nas mos destes magos escuros?  Um cenho se formou bruscamente entre suas sobrancelhas quando ele agitou sua mo 
para a cama.  Um traje se materializou imediatamente, grosso, quente.  Ela o moveu bruscamente sobre ela, dispondo-o ao redor do frente de seu corpo enquanto que 
o olhava furiosamente.  
         - No tomo a mulheres pouco dispostas, -  ele grunhiu como se lesse seus pensamentos.  -S que no permanecer pouco disposto durante muito tempo.  Presta 
ateno a minhas palavras, no deixar este castelo, e no te escapar.  Rechaou o Ritual de Recepo e o Cortejo, portanto, permanecer dentro desta residncia 
at que o alinhamento tenha sido decidida pelos deuses.  Relutante ou disposta, ser nosso consorte. -   Serena o olhou fixamente com surpresa, seus olhos se exageraram 
ante as frias palavras que arderam em seu crebro.  
         - No pode estar falando a srio, -  ela sussurrou.  - No se reconheceria nenhuma unio assim por parte dos sacerdotes ou a sacerdotisa do sentinela.  
No conseguir sair adiante com isto.  E se o tenta, Garron se assegurar de que chegue a lament-lo.  
         - Esse mago renegado que  o drago. -   Seu lbio se encrespou despectivamente.   - Ele deveria primeiro te encontrar, e dentro desta caverna, est totalmente 
oculta.  Se chegar o momento em que o reconhece e aceita este cortejo, ento pelo menos conhecer a liberdade parcial.  At ento, este lugar ser o que chamar 
lar. -   Ele agitou sua mo para abranger a rea magicamente protegida.  Ela o olhou com desprezo.  
         - No sou nenhuma bruxa frgil - mental ou uma puta troca para que me ameace desta maneira. -   Ela ficou em p, movendo bruscamente o traje ao redor de 
seu corpo, no fazendo caso da luxria que brilhava em seu olhar fixo quando ela o fez.  Rodeando o traje, ela permitiu que seu olhar fixo vagasse insultantemente 
sobre os contornos altos, fortes de seu corpo.  
         -  formoso, mas os bandidos escuros nunca foram de meu gosto, Veressi.  Procura a outra, porque para mim  a mais vil das criaturas e preferiria a morte 
antes de estar entre os malditos magos como vs mesmos.  A propsito disso, Onde est seu outra metade? Atormentando a outras bruxas confiadas, no tenho a menor 
duvida. -   
        Ele a olhou pensativamente, e aye, a sensao desses frios olhos que se moviam sobre sua forma vulnervel provocou impulsos de medo que ela no se atreveu 
a lhe deixar ver.  Ento seus olhos se estreitaram, seus lbios que se apertaram com clera quando sua magia apertou repentinamente ao redor dela.  Encrespando-se 
sobre seus punhos, as movendo bruscamente a seus lados enquanto seus tornozelos eram tratados de forma similarmente.  A correia do traje se desenroscou enquanto 
que ela chiava de raiva.  
        -Filho de puta mentiroso, -  ela trovejou enquanto o traje caa longe, deixando-a nua ante ele, seu corpo aberto, indefeso.  -Jurou que no o faria.
         - Acaso sente meu membro dentro de voc? -   ele grunhiu enquanto que lhe aproximava.   - Seu estar entre meu irmo e eu, empalada como deve estar?  No 
disse nenhuma mentira, bruxa, nenhuma sozinha, eu me jurei que no te castigaria pela ignorncia e o desconhecimento de seus palavras. -   O traje caiu de seu corpo 
enquanto que ela lutou contra a magia que ainda que a sustentava ante ele.  
         - No h ignorncia em minhas palavras, voc somente est detrs da tentativa escuro dos magos sobre seu prprio poder e avareza.  No terei nenhuma parte 
de voc. -   Ela gritou quando seus dedos a tocaram, as extremidades que acariciavam somente atravs dela levantando os seios do enquanto que ele a olhava fixamente 
com fria.   - Garron te destruir.
         - Ele deve primeiro te encontrar, -  murmurou, as pontas de seus dedos acariciaram seu mamilo enquanto o fogo atravessava da extremidade sensvel  carne 
entre suas coxas.  A surpresa a manteve rgida durante um somente um segundo antes de que ela se arqueasse contra o tato, maldies choviam de seus lbios enquanto 
que ela gritou de fria.  
        Ele no a deixaria.  Pelos deuses que ela no poderia encontrar nenhuma forma de escapar de seu tato e se no parava logo, depois ela estaria perdida.  Ela 
no podia encontrar nenhum prazer neste tato, neste mau.  Rechaou permiti-lo.  
         - Voc ser nossa, -  ele sussurrou, sua cabea baixou at seu ouvido quando ele exalou as palavras, seus dedos se arrastam abaixo de seu peito antes de 
acariciar seu abdmen, movendo-se sempre mais perto  carne nua de sua vulva.  
         - Rechao-te.  Pelo limite de magia, e a fora trada, digo no. -   Ela gritou as palavras, invocando a nica defesa que ela conhecia, e ento se o mago 
tinha a suficiente honra devia obedecer as palavras que a tolerncia mesma do sentinela tinha dado somente s bruxas para rechaar a unio pouco disposto.  
        Ele se deteve brevemente, suspirando profundamente antes de tirar seu tato.  Movendo-se para trs, ele sacudiu sua cabea lentamente, seus lbios firmes 
tinham uma peculiar expresso divertida, um sorriso frio enquanto ele a olhou.  
         - Voc no deveria encontrar somente nenhum prazer no tato, princesa, -  lhe informou framente.  -Me teria ido se a carne de seda do afeto suave de seu 
sexo no tivesse o orvalho de seu luxria.  Mas...  - ele jogou uma olhada uma plancie mais longnqua.  -s talvez.
        Condenaram-na.  Ela poderia sentir sua prpria umidade, sentir a Espinosa sensao dentro de sua base mais profunda quando ela o olhou fixamente, rechaando 
falar.  
         - Se o alinhamento for possvel, todos os protestos deste mundo no lhe protegero. -   Ele encolheu negligentemente os ombros enquanto que chamava a sua 
magia com um estalo de seus dedos.  Ela estava imediatamente livre, movendo-se bruscamente para os farrapos do traje do cho para sustent-los contra ela.  
         - No desejo isto, -  ela ento sussurrou, aterrorizada repentinamente, inteirada de que sua magia, aye, seu corpo, poderia significar sua queda.  
         - Os desejos no importam nestes momentos, princesa, -  lhe respondeu, sua voz soava cansada, resolvida.  -mora-se uma poca em que todos ns deveremos 
fazer inclusive essas coisas ns detestamos para alcanar o que deve fazer-se. Voc aprender isto logo. -   Ele se transladou para a barreira de magia, sua palma 
estava estendida, sentindo o poder em seu interior.  
         - No aceitarei isto.  Jamais. No, voc pode ser que jogue com meu corpo, mas no, Veressi.   meu corao o que te derrotar. -   
        Ele jogou uma olhada sobre seu ombro, sua maldita expresso sem emoes lhe fez fechar fortemente dos dentes ante o sentido de derrota que a encheu.  No 
lhe importou.  Tudo o que lhe importava eram seus prprios objetivos.  
         - Voltarei mais adiante, -  ele disse srio.   - Traremos seu jantar, e um pouco de roupa se pode conter sua lngua.  Continua empilhando tais maldies 
sobre nossas cabeas e comer nua ante ns, aceitando cada bocado de nossos dedos como castigo. -   Lhe lanou um sorriso escuro.   - Para nossa grande desfrute. 
 seu opo. -   
        antes de que ela pudesse falar ele caminhou atravs de magia que se formava redemoinhos, movendo-se sem rapidez atravs do cho para a porta gradeada no 
outro lado da residncia.  
         - No permitirei isto, -  ela gritou a suas costas, apertando seus punhos com fria.   - Ouve-me, Veressi?  No submeterei a tal engano.  Jamais. -   No 
houve resposta.  A porta se abriu quando ele se aproximou, fechou-se e rebelando-se enquanto que ele passou atravs da soleira da porta saindo por ela. Deixando-a 
s, indecisa, e repentinamente terrivelmente assustada do que os gmeos do Veressi lhe fariam.  Se no disposta, ento eventualmente, de outras formas.  
        
        FIM



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